Invasão da Ucrânia

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CruzSilva

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Re: Invasão da Ucrânia
« Responder #4920 em: Novembro 18, 2023, 02:08:33 pm »
Suspeita-se que na última semana a Russia começou a usar o A50U (modernização do A50) para orientação de tiro do S400.  Tecnicamente a Russia só tem um A50U em operação.

A Ucrania perdeu 24 aeronaves em espaço aéreo não contestado nos últimos 5 dias.
Mais uma versão.

Citar
The UK's Defense Ministry wrote in a Friday intelligence update that Russia was thought to have deployed its A-50 Mainstay D aircraft to identify targets over Ukraine for its prized SA-21 long-range ground-based air-defense missile system, more commonly known by its Russian name: the S-400 Triumf.

https://www.businessinsider.com/russia-western-fighter-jets-early-warning-planes-ukraine-war-intelligence-2023-11
Esse artigo não indica que a Ucrânia tenha perdido 24 aeronaves através dessa nova tática mas sim que o A-50 está a ser utilizado para estender a visão dos S-400 permitindo melhor ver o movimento não só das aeronaves ucranianas mas também de mísseis cruzeiro e sistemas aéreos não tripulados de longo alcance. O S-400 pode disparar a mais distância mas aí é preciso perceber se os pilotos ucranianos percebem que o toque do radar do A-50 significa que estão a ser bloqueados. A eficácia de um míssil anti-aéreo diminui sempre com a distância independentemente do sistema que o lança.

A Ucrânia de facto perdeu aeronaves incluindo Sukhoi Su-25 e Mikoyan-Gurevich MiG-29 ainda solo em bases aéreas relativamente distantes da linha da frente (cerca de 70 kilometros) com a Rússia a utilizar uma nova versão com mais alcance do Lancet.

Ainda sobre o uso do A-50: falta saber se os russos vão colocar o avião a voar naquilo que é espaço aéreo de jure ucraniano (caso não o façam supostamente a Ucrânia não poderá utilizar armamento doado contra estes aviões) e como se vão comportar os radar warning receivers dos F-16 quando comparado com os aviões que a Ucrânia já utiliza.
« Última modificação: Novembro 18, 2023, 02:09:32 pm por CruzSilva »
"Homens fortes criam tempos fáceis e tempos fáceis criam homens fracos - homens fracos criam tempos difíceis e tempos difíceis criam homens fortes."
 
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Re: Invasão da Ucrânia
« Responder #4921 em: Novembro 18, 2023, 04:09:45 pm »
Autoridades russas proíbem protestos das mulheres de militares mobilizados na Ucrânia

Tal como em petições anteriores contra o Kremlin, o Conselho Municipal argumentou que, desde a pandemia de covid-19 em 2020, não podem ser realizados eventos públicos no país

17 NOVEMBRO 2023 

As autoridades de Moscovo proibiram uma manifestação de mulheres de militares russos mobilizados na Ucrânia, que exigem o seu regresso após mais de um ano ao serviço. Tal como em petições anteriores contra o Kremlin, o Conselho Municipal argumentou que, desde a pandemia de covid-19 em 2020, não podem ser realizados eventos públicos no país, conforme informou esta sexta-feira o canal de Telegram "A caminho de casa".

O vice-chefe do departamento de segurança da capital russa, Kiril Malishkin, alertou os participantes contra a saída à rua sem autorização oficial. As mulheres dos mobilizados pediram o dia 25 de novembro como data para a sua ação de protesto na Praça do Teatro, nas imediações do Kremlin e da Duma (câmara baixa) ou Câmara dos Deputados.

Os organizadores, alguns dos quais já tinham manifestado o seu descontentamento com a manifestação comunista por ocasião do aniversário da Revolução Bolchevique, planeavam reunir até 300 pessoas. As autoridades russas proibiram este tipo de ações de protesto em várias cidades russas, onde as mulheres dos militares mobilizados denunciaram pressão por parte da polícia.

O presidente do Comité de Defesa da Duma, Andrey Kartapolov, afirmou que os militares mobilizados só regressariam a casa "depois de terminada a operação militar especial". Apesar das restrições teóricas devido à pandemia de covid-19, as autoridades de Moscovo nunca se opuseram aos pedidos de organização de manifestações ou concertos pró-Kremlin.

O Presidente russo, Vladimir Putin, decretou, em setembro de 2022, a mobilização parcial de 300 mil militares de reserva, provocando um êxodo de centenas de milhares de homens em idade militar. Perante a impopularidade da medida, o Kremlin optou por oferecer contratos profissionais lucrativos, uma proposta que já foi aceite por mais de 400 mil homens, incluindo imigrantes, a quem Moscovo promete a cidadania em troca de seis meses de serviço na linha da frente.

A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de fevereiro do ano passado, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

https://expresso.pt/internacional/guerra-na-ucrania/2023-11-17-Autoridades-russas-proibem-protestos-das-mulheres-de-militares-mobilizados-na-Ucrania-2ae36916

 Não acho correto, mas...

Entretanto as Ucranianas já começam a aparecer mortas nas linhas de frente.... 
Potius mori quam foedari
 

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Re: Invasão da Ucrânia
« Responder #4922 em: Novembro 18, 2023, 04:26:59 pm »
Resultados (gráficos) de um raid nocturno das forças especiais ucranianas...

https://twitter.com/JayinKyiv/status/1725220710220521767

Fake  :mrgreen: :mrgreen:

Até os russos já confirmaram o raid nocturno...  Dezenas de orcs mortos.

Os tótós nem querem crer....

 

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Re: Invasão da Ucrânia
« Responder #4923 em: Novembro 18, 2023, 05:35:42 pm »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Invasão da Ucrânia
« Responder #4924 em: Novembro 18, 2023, 05:36:57 pm »
Autoridades russas proíbem protestos das mulheres de militares mobilizados na Ucrânia

Tal como em petições anteriores contra o Kremlin, o Conselho Municipal argumentou que, desde a pandemia de covid-19 em 2020, não podem ser realizados eventos públicos no país

17 NOVEMBRO 2023 

As autoridades de Moscovo proibiram uma manifestação de mulheres de militares russos mobilizados na Ucrânia, que exigem o seu regresso após mais de um ano ao serviço. Tal como em petições anteriores contra o Kremlin, o Conselho Municipal argumentou que, desde a pandemia de covid-19 em 2020, não podem ser realizados eventos públicos no país, conforme informou esta sexta-feira o canal de Telegram "A caminho de casa".

O vice-chefe do departamento de segurança da capital russa, Kiril Malishkin, alertou os participantes contra a saída à rua sem autorização oficial. As mulheres dos mobilizados pediram o dia 25 de novembro como data para a sua ação de protesto na Praça do Teatro, nas imediações do Kremlin e da Duma (câmara baixa) ou Câmara dos Deputados.

Os organizadores, alguns dos quais já tinham manifestado o seu descontentamento com a manifestação comunista por ocasião do aniversário da Revolução Bolchevique, planeavam reunir até 300 pessoas. As autoridades russas proibiram este tipo de ações de protesto em várias cidades russas, onde as mulheres dos militares mobilizados denunciaram pressão por parte da polícia.

O presidente do Comité de Defesa da Duma, Andrey Kartapolov, afirmou que os militares mobilizados só regressariam a casa "depois de terminada a operação militar especial". Apesar das restrições teóricas devido à pandemia de covid-19, as autoridades de Moscovo nunca se opuseram aos pedidos de organização de manifestações ou concertos pró-Kremlin.

O Presidente russo, Vladimir Putin, decretou, em setembro de 2022, a mobilização parcial de 300 mil militares de reserva, provocando um êxodo de centenas de milhares de homens em idade militar. Perante a impopularidade da medida, o Kremlin optou por oferecer contratos profissionais lucrativos, uma proposta que já foi aceite por mais de 400 mil homens, incluindo imigrantes, a quem Moscovo promete a cidadania em troca de seis meses de serviço na linha da frente.

A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de fevereiro do ano passado, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

https://expresso.pt/internacional/guerra-na-ucrania/2023-11-17-Autoridades-russas-proibem-protestos-das-mulheres-de-militares-mobilizados-na-Ucrania-2ae36916

 Não acho correto, mas...

Entretanto as Ucranianas já começam a aparecer mortas nas linhas de frente....

Qual a novidade? As mulheres estão nas Forças Armadas Ucranianas desde sempre.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Invasão da Ucrânia
« Responder #4925 em: Novembro 19, 2023, 03:00:26 pm »
A Russia está a utilizar munições 122 [mm] (D30) sem a última camada de tinta de protecção (para armazenamento de longa duração). Daí a cor esverdeada. As munições parecem sair directamente da fábrica para a linha da frente. Deduz-se que o que estava em armazém já foi gasto.



https://bulgarianmilitary.com/2023/11/19/russia-uses-newly-produced-and-without-wrapper-122-mm-shells/
 
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Re: Invasão da Ucrânia
« Responder #4926 em: Novembro 19, 2023, 05:36:31 pm »
Ukraine war: The Russians snitching on colleagues and strangers


Tatiana Chervenko, Aleksandra Arkhipova and Yaroslav Levchenko were all snitched on by fellow Russians, with different consequences

Snitching, or reporting neighbours, colleagues and even strangers to the authorities, was common in Russia's Soviet era. Now, as the government cracks down on critics of the Ukraine war, people with personal grudges and political ideals are denouncing others once again.

"I was taught how to snitch by my grandfather who was a snitch himself," claims a woman who goes by the name of Anna Korobkova. She says she lives in a large Russian city but refuses to say which one.

But she does say her grandfather was an anonymous informant for the Soviet secret police during Stalin's reign, when denunciations were part of everyday life, and she's following in his footsteps. Now, she is reporting anyone she thinks is a critic of the war in Ukraine.

Self-confessed serial snitch

Korobkova claims to have written 1,397 denunciations since Russia's full-scale invasion of Ukraine. She says people have been fined, fired and labelled as foreign agents because of her denunciations.

"I do not feel sorry for them," she reveals. "I feel joy if they are punished because of my denunciations."

New censorship laws were introduced shortly after the Russian invasion of Ukraine in February 2022. Since then, Korobkova has spent most of her free time online, often reporting people for "discrediting the Russian army" - an offence that carries a fine of up to 50,000 roubles ($560; £450) or up to five years' imprisonment if it is committed more than twice.

Korobkova is very cautious about talking to me and will only communicate via email. She does not want to show her face and refuses to provide proof of her identity. She says this is because she frequently receives death threats and fears her information could get hacked or stolen.

She seems to have two motives for snitching on her fellow citizens. Firstly, she tells me she believes she is helping Russia defeat Ukraine and, secondly, she thinks it will help protect her own financial stability. She lives alone and works part-time as a humanities professor, relying heavily on her savings. But Korobkova fears Russia could end up paying reparations if the conflict goes Ukraine's way and that could affect the finances of the whole country and everyone who lives there.

"All those who oppose the special military operation are rivals of my own wellbeing," she explains, predicting a win for Ukraine would be a loss for her. "I could lose all my savings and would have to get a full-time job."

Since the new censorship laws were introduced, more than 8,000 cases have been opened against people for discrediting the army, according to independent Russian human rights group OVD-Info.

The targets

Korobkova mostly reports people who speak to the media, especially those who appear on international outlets, such as the BBC. One of Korobkova's targets is anthropologist Aleksandra Arkhipova.



"She has reported me seven times," Arkhipova says. "Writing denunciations is her way of interacting with authorities. She considers it her mission.

"She has found her niche. Her denunciations silence experts quite effectively," adds Arkhipova, who is now in exile and thinks Korobkova's actions could have contributed to her being labelled a foreign agent by the Russian state in May.

"Friends of mine, whom she denounced, now refuse to give any comments to any media. So, you could say she has been successful. Mission completed."

Another target was a teacher in Moscow called Tatiana Chervenko.

When Russia introduced patriotism classes in September 2022, Chervenko decided to teach maths instead, she told TV Rain, Russia's last independent channel, which was shut down by the government and is now based in the Netherlands.

As a result, Korobkova, who saw her TV interview, started making denunciations against Chervenko, complaining to her employer, the Moscow education department and Russia's child rights commissioner.

Chervenko was subsequently fired in December 2022.



Korobkova shows no remorse for her actions, instead she proudly keeps a database of people she has reported, including the consequences.

She claims that following her denunciations six people were fired from their jobs and 15 others issued administrative charges and fined.

Although Korobkova insists she targets people she believes are enemies of the state, other people have told the BBC denunciations are also being used in Russia to settle personal scores.

Imprisoned and longing for freedom

Fisherman Yaroslav Levchenko is from the Kamchatka Peninsula, in Russia's far east, known not just for its volcanic landscapes and extraordinary wildlife but also for its large military presence. Many people in this region are pro-Putin including Levchenko's colleagues.



In February 2023, Levchenko's ship docked at the port of Kamchatka after a month-long fishing trip. He says a fellow fisherman offered him an alcoholic drink, which he refused. He believes the other man already held a grudge against him and they ended up in an argument. Levchenko explains that he was hit over the head with a bottle and later woke up in hospital.

Levchenko says when he was discharged and went to a police station to file a report, he was horrified to learn he was the one who had been reported - not for assault but for holding anti-war views. He claims police told him there was not enough evidence to bring criminal charges against his colleague.

Levchenko was then arrested on 13 July. According to court documents seen by the BBC, he is accused of justifying terrorism, charges he denies, and is being held in prison while he awaits trial.

The only way he can tell his story to the BBC is via letters, passed through his lawyer. "Investigators state I used physical force towards other seamen… expressing intentions of participating in hostilities against the Russian Federation," Levchenko writes.



Levchenko's friends tell me they think his denunciation was to divert the police's attention away from the assault against him and the fact that alcohol was being consumed on board a ship, which was prohibited.

"I just want to come home," Levchenko says. "The sky is just visible from my jail cell, through several rows of bars, and it's unbearable," he writes in a letter to his friend that was shared with the BBC.

'Endless charges'

Russian police have acknowledged they have been inundated with denunciations since the war began. Officials have told the BBC anonymously they are spending large amounts of time investigating and revising "endless charges on the discrediting of the army".

"People are always looking for an excuse to denounce someone over the 'special military operation'," a recently retired police officer told the BBC, adding: "Whenever something real comes up, there's nobody to investigate. Everyone's gone to check on some grandma who saw a curtain that looked like the Ukrainian flag."

With President Putin's repeated calls to "punish betrayers" and the end of the war in Ukraine nowhere in sight, serial snitches like Korobkova show no sign of wanting to stop reporting on their fellow citizens.

"I'm going to keep writing denunciations," she writes in an email to the BBC, adding: "I have a lot of work to do."

https://www.bbc.com/news/world-europe-67427422

Acho bem que todos os ruSSos se incriminem para irem todos parar aos Gulags  :mrgreen:
 

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LuisPolis

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Re: Invasão da Ucrânia
« Responder #4927 em: Novembro 20, 2023, 08:48:48 am »
Artigo sobre tecnologia. Por um lado parece que o M982 Excalibur está obsoleto e por outro lado a próxima fase do conflito já irá incorporar Inteligência Artificial nos sistemas.

Citar
the Russian Pole-21 electronic warfare system jams the GPS-signals necessary for the Excalibur rounds fired by the Ukrainians. This results in the rounds veering off their intended course and not striking their target.

Citar
Computer vision involves teaching computers to process images and videos, enabling them to recognize patterns, objects, and make decisions based on visual data. Incorporating computer vision into artillery practices could provide Ukrainian forces with a significant advantage, especially due to the distinct and easily recognizable "Z" emblem on Russian military equipment. This emblem, unique to Russian vehicles and not in the Cyrillic alphabet, can be efficiently detected by computer vision systems allowing the Ukrainians to pinpoint Russian equipment.

https://www.forbes.com/sites/vikrammittal/2023/11/19/new-technologies-could-help-resolve-ukraines-artillery-challenges/?sh=1fe349fe38d6
 

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Re: Invasão da Ucrânia
« Responder #4928 em: Novembro 20, 2023, 09:28:17 am »
Ukrainian airstrike with JDAM at Russian base near Tarasivka of Kherson region

https://liveuamap.com/en/2023/20-november-ukrainian-airstrike-with-jdam-at-russian-base
 

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Re: Invasão da Ucrânia
« Responder #4929 em: Novembro 21, 2023, 07:48:21 am »

Resumindo, os soldados russos só saiem da linha da frente: mortos, feridos com gravidade ou quando atingirem 65 anos!!!!!
 

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Re: Invasão da Ucrânia
« Responder #4930 em: Novembro 22, 2023, 09:27:59 am »
Mais de 10.000 civis mortos na Ucrânia desde a invasão russa diz ONU


 

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Re: Invasão da Ucrânia
« Responder #4931 em: Novembro 22, 2023, 01:56:37 pm »
Agora sim

"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Re: Invasão da Ucrânia
« Responder #4932 em: Novembro 22, 2023, 02:59:35 pm »
Agora sim


E mais isto:

Citar
Os helicópteros Kamov de combate a incêndios, oferecidos por Portugal à Ucrânia, ainda permanecem em solo português. As autoridades portuguesas esperam de Kiev "indicação sobre os próximos passos".

https://observador.pt/2023/11/21/helicopteros-kamov-oferecidos-ha-mais-de-um-ano-a-ucrania-continuam-em-solo-nacional/
 

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LuisPolis

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Re: Invasão da Ucrânia
« Responder #4933 em: Novembro 22, 2023, 03:08:48 pm »
https://twitter.com/front_ukrainian/status/1726219455607529742

Será que se vai voltar aos projectos Alemães da guerra fria?


« Última modificação: Novembro 22, 2023, 03:10:02 pm por LuisPolis »
 

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Lusitano89

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Re: Invasão da Ucrânia
« Responder #4934 em: Novembro 22, 2023, 03:37:08 pm »
Sniper ucraniano faz o abate mais distante da história!


« Última modificação: Novembro 22, 2023, 03:38:26 pm por Lusitano89 »