Substituição dos M113

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HSMW

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Re: Substituição dos M113
« Responder #105 em: Fevereiro 23, 2020, 09:45:01 pm »
A médio prazo, nomeadamente face à falta de efectivos, a BrigMec e a BrigInt, poderão ser fundidas numa Brigada Mecanizada Mista (mista, i.e., com rodas e lagartas).
Enquanto o CEME se mantiver isso não vai acontecer.

E enquanto a esquerda se mantiver no poder nada vai acontecer.
https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Lightning

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Re: Substituição dos M113
« Responder #106 em: Fevereiro 23, 2020, 09:48:39 pm »
Só não compreendo bem qual a orientação do exército, porque tem mantido armas pesadas como os cc Leo2 e os M109, essenciais para uma heavy brigade, que no nosso caso será a BiMec. Mas, depois, falta o resto para ser mesmo uma brigada. Nem IFVs, nem proteção AA, etc..

Agora,  para formar dois Batalhões mecanizados, sera sempre necessário adquirir umas 100 viaturas deste género.

Mas os M113 podem ser aproveitados, os 30 ou 40 mais recentes pelo menos, para formar baterias de morteiro 120mm, plataforma para shorad, e vários veículos de engenharia.

Isto, se houver vontade em manter batalhoes mecanizados, coisa que eu não tenho como certa.

Ao tempo que só existe 1 BIMec Lagartas.

Pelo menos desde o fim do 2BIMecL, talvez antes, que operacionalmente a Brigada Mecanizada só consegue "produzir" um Battlegroup Mecanizado, ou talvez, uma Brigada Mecanizada "incompleta", a ser completada por BI com Pandur (mas aí deve deixar de se chamar Mecanizada), ou completada por forças mecanizadas aliadas.

A AAA está em concurso.
O resto talvez venha, mas tal como vimos no concurso da G3, é melhor não ter pressa.
« Última modificação: Fevereiro 23, 2020, 09:50:07 pm por Lightning »
 

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tenente

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Re: Substituição dos M113
« Responder #107 em: Fevereiro 23, 2020, 10:26:41 pm »
Talvez sim, talvez não, e continuamos neste filme neste registo da trampa pois o Exercito vai ser o primeiro ramo das FFAA a deixar de existir como tal. Quer acreditem ou nao as nossas FFAA estão condenadas a desaparecer como tal.
Como e possível um exército de 13000 efectivos funcionar operacionalmente quando 50% dos efectivos sao oficiais e sargentos ????
Alguém é  capaz de me explicar ?
Andam os políticos e as altas chefias militares de mão dada a brincar e há tempo demais com esta situação de merda é o que é!

Abraço e bons CARNAVAIS

« Última modificação: Fevereiro 23, 2020, 10:52:15 pm por tenente »


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Re: Substituição dos M113
« Responder #108 em: Fevereiro 23, 2020, 11:29:06 pm »
Nem fales DC. Se formos a ver a quantidade (e qualidade) de sistemas que há na Coreia do Sul graças ao vizinho do lado.
Bem saia de lá com um prejuizo. É de fragatas a destroyers a submarinos, misseis de cruzeiro, artilharia, MBT´s (o K2 para mim É o melhor tanque do mundo neste momento), etc....
 c56x1

Imagina 3 Sejong de Great para substituir as VdG.  8) Não tínhamos era orçamento para encher todas as células dos VLS.  :mrgreen:

Não seria o fim do mundo ter apenas 2 brigadas, aliás, se fossem duas completas até nem seria assim tão mau em termos operacionais.
Não sei é onde iam enfiar tantos oficiais.. talvez criando 3 brigadas fantasma, Norte, Centro e Sul, só com uma companhia de oficiais cada..

Mas mesmo para isso, é necessário reforçar o inventário de viaturas. Há possibilidade de voltar a fabricar mais pandur? Senão terá de ser tudo à base de vamtac, o que já começa a ser mais complicado..
Outra hipótese será entrar uma nova viatura ao serviço, polivalente, que sirva de APC para os batalhões mecanizados e sirva também de base para as companhias de suporte, morteiros e artilharia rebocada, ambulância, etc..
Algo como o Griffon VBMR francês. Mas em modo baratinho, claro 😁

Cumprimentos

Certamente não seria, especialmente se servi-se de pretexto para reduzir o excesso de oficiais, quintinhas e diversos serviços "administrativos" que pouco ou nada servem do ponto de vista operacional/de combate.

O problema é que, juntando tudo no mesmo saco, ias ver valências a ser pura e simplesmente cortadas. APC de lagartas a ser totalmente substituídos por APCs de rodas (que hoje são poucos), artilharia AP tudo a ficar ou de rodas, ou de lagartas, etc.

Se me dissessem que o objectivo seria manter a tipologia de meios, rodas e lagartas, CCs, AP, IFVs, APC, etc, e que depois a componente da infantaria essa sim seria partilhada pelas duas brigadas, sendo destacada a infantaria com o apoio dos veículos que mais se adequam à missão? Aí ok, podíamos estar a falar em manter os 37 Leopard (deviam ser 50/55 com o Exército planeava), uns 30/40 IFV de lagartas, meia centena de M-113 de diversas variantes e os 18 M-109, e por outro lado manter os 188 Pandur das diversas versões, complementados por ST5 e por aí em diante.

A parte comum, por mim, ficava a infantaria, serviços administrativos, viaturas logísticas (nomeadamente camiões), chefias (para reduzir o número de oficiais e companhia  ::)).
 

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Re: Substituição dos M113
« Responder #109 em: Fevereiro 24, 2020, 11:27:59 am »
Caro DC, infelizmente, a haver alguma reorganização deste género, será sempre forçada pela falta de meios humanos e materiais, e não com o intuito de melhorar as capacidades do exército.

Qualquer alteração verdadeiramente eficaz teria de passar por 3 questões essenciais :
1- reformulação da carreira militar, provavelmente com congelamento do sistema de progressoes actual, promoção de reformas antecipadas quando possível, alteração da contratação de pessoal e do serviço militar..
2- reestruturação das infraestruturas militares, com a alienação de tudo o que não seja essencial, e renovação/ampliação das principais bases e quartéis. Bastam uma dúzia de quartéis bem distribuídos pelo país para o efectivo actual e futuro. Os quartéis situados em centros urbanos podem ser vendidos ou passar para outro ministério,  Desde que se garanta o reinvestimento da verba resultante nos quartéis principais.
3-definir uma estrutura para o médio prazo e um plano de aquisição de equipamentos fiel a esse plano, para não andar sempre aos solavancos com aquisições a vulso.

Muito complicado, portanto

Cumprimentos
 
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Re: Substituição dos M113
« Responder #110 em: Fevereiro 24, 2020, 12:18:36 pm »
DC a componente operacional não tem obrigatoriamente a ver com as outras, a FAP tem quase a mesma estrutura superior e logística do exército (Comandos, Direcções, Repartições), e bem menos unidades operacionais, só que na estrutura superior a FAP tem quase tudo metido no mesmo sitio, edifício do EMFA, o exército tem tudo espalhado por palacinhos e palacetes.

Na logística ambos têm uma unidade Depósito, a UAGME no exército, o DGMFA na FAP, e exército tem regimento de manutenção a FAP tem a manutenção nas bases aéreas conforme o tipo de aeronave, algumas diferenças aqui.

Se querem reorganizar a estrutura superior e de apoio, façam isso, não reduzam a componente operacional e as outras ficam na mesma, para parecer que houve reorganização.
« Última modificação: Fevereiro 24, 2020, 12:20:39 pm por Lightning »
 
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Re: Substituição dos M113
« Responder #111 em: Julho 06, 2020, 01:05:55 pm »
BAE Systems CV90 MkIV enhanced and modernized version of CV90 tracked armored IFV

BAE Systems continues to enhanced and modernized the CV90 tracked armored IFV Infantry Fighting Vehicle with the CV90 MkIV offering more mobility, firepower, and protection. The CV 90 MK IV was unveiled by BAE Systems during the International Armored Vehicles conference and Exhibition in September 2017.


BAE Systems CV90 MKIV tracked armored IFV Infantry Fighting Vehicle. (Picture source BAE Systems)

BAE Systems has introduced the next phase of development for the CV90 Infantry Fighting Vehicle (IFV) with the launch of the new CV90 MkIV in 2017. This fifth generation of the company’s combat-proven IFV family represents the next step for the CV90 concept.

This fifth-generation combat-proven Infantry Fighting Vehicle (IFV) combines improved battlefield speeds and handling with an upgraded Electronic Architecture to support future growth capabilities.

The MkIV represents the next step in the evolution of the CV90 concept. Building on a proud legacy of best-in-class mobility and survivability spanning more than two decades, the CV90 MkIV brings unrivaled technological capabilities and flexibility to today’s complex battlefield.

With a new engine, the MkIV boasts up to 1,000 horsepower and the latest upgraded X300 heavy-duty transmission. The Gross Vehicle Weight Rating is increased from 35 tones to 37 tones, offering users two tones of extra payload without a decrease in vehicle agility. The MkIV generation will also be the first Western IFV with a qualified Active Protection System.

The new CV90 MkIV D-series of turrets which feature a modular design offering 30/40-, 35/50 and 120mm main guns and weapon pods for integrated Anti-Tank Guided Missiles and machine guns. The turrets are designed to support a more extensive sensor suite integration and utilize BAE Systems’ revolutionary new iFighting™ concept. The MkIV generation will also be the first Western IFV with a qualified Active Protection System.


With a new engine, the MkIV boasts up to 1,000 horsepower and the latest upgraded X300 heavy-duty transmission. (Picture source BAE Systems)

The design of the CV90 Mk IV is very similar to the original CV90 with the driver seated front left, the power pack to his right, the turret in the center and the troop's compartment at the rear of the hull. The CV90 Mk IV is of all-welded steel armor construction. The CV90 basic armor provides all-round protection against 14.5 mm armor-piercing rounds. Armor protection over the frontal arc is classified, but all models from CV90 and later are said to be protected against 30 mm APFSDS (Armor-piercing fin-stabilized discarding sabot) ammunition.

Active damping is included as part of the base offering for the chassis. This feature enables active vehicle dynamics to give users a more stable platform, allowing increased speed across all terrain. It also reduces life support cost significantly for the end user.

The fourth generation of NGVA Standard Electronic Architecture makes sensor data fusion more effective and significantly increases real-time parallel data processing. This upgrade will support machine-learning algorithms, artificial intelligence capabilities – including autonomous crew support – and Augmented Reality and 3D map data to enable future adoption and growth.

http://www.thefifthcolumn.xyz/Forum/viewthread.php?tid=10&page=24

Abraços


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Re: Substituição dos M113
« Responder #112 em: Julho 07, 2020, 10:26:25 am »
Isto é praticamente um Carro de Combate médio!
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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dc

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Re: Substituição dos M113
« Responder #113 em: Julho 07, 2020, 11:51:45 am »
Para nós até uma versão simples IFV do CV-90 bastava, já era uma grande evolução face aos M-113.
 

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tenente

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Re: Substituição dos M113
« Responder #115 em: Agosto 25, 2020, 07:00:41 pm »
Challenger e warrior ???

https://www.dailymail.co.uk/news/article-8660069/Military-chiefs-draw-plans-scrap-Britains-tanks.html

Abraço


Os Warrior não eram mal pensados, se pelo preço da chuva, com upgrades e bastantes para ficar para peças.
Já nem falo em carros de combate que nem vale a pena.
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Re: Substituição dos M113
« Responder #116 em: Agosto 25, 2020, 11:16:08 pm »
M-2 Bradleys ?
 

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tenente

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Re: Substituição dos M113
« Responder #117 em: Agosto 29, 2020, 08:11:40 am »
enquanto que por cá continuamos e continuaremos com os M113, os Suecos só já vão no MKIV

Swedish army receives 100th CV90 Combat Vehicle

On Aug.27, the Swedish army received its 100th Combat Vehicle 90 (CV90, in Swedish: Stridsfordon 90, Strf90). CV90 is a family of Swedish tracked combat vehicles designed by Sweden's Defense Materiel Administration (Försvarets Materielverk, FMV), Hägglunds and Bofors during the mid-1980s and early 1990s and entered service in Sweden in the mid-90s.


Reception of the 100th CV90 by the Swedish army (Picture source: Twitter account of Mikael Frisell)

The CV90 platform design has continuously evolved in steps from Mk.0 to current Mk.IV with advances in technology and in response to changing battlefield requirements. The Swedish version of the main infantry fighting vehicle is fitted with a turret from Bofors that is equipped with a 40 mm Bofors autocannon. Export versions are fitted with Hägglunds E-series turrets, armed with either a 30 mm or a 35 mm Bushmaster autocannon.

Developed specifically for the Nordic sub-arctic climate, the vehicle has very good mobility in snow and wetlands while carrying and supporting six to eight fully equipped dismount soldiers. Other variants include Forward Observation, Command and control, anti-aircraft, armoured recovery vehicle, electronic warfare and so forth. The CV90 and Hägglunds E-series turrets have been under continuous development with more than 4 million hours invested and are still produced with modern protection, armament and network enabled solutions. Currently, 1,280 vehicles in 15 variants are in service with seven user nations, four of which are NATO members, under BAE Systems Hägglunds AB.

The CV90 has undergone four mark shifts to meet different customer requirements, focused on capability enhancements.

CV90 Mk 0
The first delivered CV90 was for Sweden. It was armed with the Bofors 40/L70 cannon in a 2-man turret. The vehicle had a conventional electrical system and was fitted for but not with appliqué armour systems. The Swedish Army ordered five variants of the CV90. The requirements expressed by the Swedish FMV on signature management were extremely challenging and led to a lot of new design features that have been inherited by all subsequent generations (Mk 0-III). FMV also prioritized the requirements to provide the best possible design to fulfil user needs. Furthermore, the CV90 was also built for high reliability and ease-of-maintenance using only standard on-board tools and conscripts to maintain and operate.

CV90 Mk I
The next variant of CV90 is known as the Mk I and was delivered to Norway. CV90 Mk I won the Norwegian competition for a new IFV against other contemporary IFVs, such as Bradley, Warrior and Pizarro/ULAN. The Mk I variant of the CV90 had a newly designed 2-man 30 mm turret evolved from the 25 mm turret. CV90 Mk I was the first IFV with a high hit probability performance during suppression fire modes, both while the vehicle is on the move and against air targets. The CV90 Mk I incorporated several improvements compared to the original Swedish CV90. Trials on mobility, reliability, lethality, fightability, ergonomics, durability and survivability were performed during the trials phase for these vehicles with good results for CV90 Mk I.


CV90 Mk II
The CV90 Mk I was the base for the next development step, CV90 Mk II. The CV90 Mk II was produced in three variants, CV9030 CH (Switzerland) IFV & COM, and CV9030 FIN (Finland) IFV. Both contracts were won in competition with other IFVs. The difference between the two variants is mainly the size of the hull. The Swiss variant is 100 mm higher over the front part of the hull and an additional 70 mm over the combat compartment at the rear. The principal difference between the Mk I and Mk II is that the Mk II was partly digitized and provided with built-in Health & Unit Monitoring System (HUMS) together with interactive manuals and instructions. CV90 Mk II standard armament is Mk44 Bushmaster II autocannon.

CV90 Mk III
The Mk III variant of the CV90 is a further development of the CV90 Mk II. The areas that have undergone most development compared to Mk II are lethality, fightability, electronic architecture, survivability and mobility. The weapon system has been upgraded to a 35/50 mm Bushmaster III cannon with an integrated muzzle ammunition programmer and a number of different firing scenarios depending on target setup. The crew station design provides the gunner and commander with a continuous eye-on-target engagement feature (do not need to remove head from eye-piece to see and operate equipment).

The electronic architecture has been further upgraded for Mk III to be completely digitized. The mobility improvements, in the field of upgraded suspension and power to weight ratio, was performed to handle the increased gross vehicle weight. The improved survivability was mainly in the areas of mine protection and top attack. The horizontal protection has been designed in similar ways as to the other marks of CV90, i.e. appliqué systems. The first variant of the Mk III, the Mk III a, was delivered to The Netherlands and Denmark. The second, most modern Mk IIIb variant, was delivered to Norway.

CV90 Mk IV
CV90 MkIV is equipped with a new engine, active protection system, augmented reality system iFighting and its weight has increased from 35 to 37 tons, with space for two tons of additional payload.

http://www.thefifthcolumn.xyz/Forum/viewthread.php?tid=10&page=25

Abraços
« Última modificação: Agosto 29, 2020, 08:14:39 am por tenente »


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Re: Substituição dos M113
« Responder #118 em: Agosto 29, 2020, 09:16:47 am »
Meu caro, a comparar países de primeiro mundo e do 3º ?  :mrgreen:


Acho que vão sair medalhas a vulso, para o pessoal da MM, porque modernizar M-113 é 75% mais barato que comprar novos. :mrgreen: :bang:


Mas consegue ser pior a "Marinheca".



 

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dc

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Re: Substituição dos M113
« Responder #119 em: Agosto 29, 2020, 10:12:07 am »
Modernizar os M-113? Há modernizações interessantes, mas acho que por cá nem isso, vai ficar tudo de origem, até apodrecerem.