Kosovo - À Procura do Beijo Impossível

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tyr

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« Responder #270 em: Fevereiro 16, 2009, 07:39:37 pm »
não é uma boa indirecta, pois infelizmente, todos os paises que reconheceram o kosovo, na pratica prostituiram-se ao regime americano da altura.
A morte só é terrivel para quem a teme!!
 

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teXou

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« Responder #271 em: Fevereiro 17, 2009, 12:55:41 pm »
Citação de: "cromwell"
Todos os países da europa ocidental reconheceram a independencia do kosovo, excepto..... :no: FALSO ! nx2l1  :conf:
"Obviamente, demito-o".

H. Delgado 10/05/1958
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papatango

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« Responder #272 em: Fevereiro 17, 2009, 05:20:42 pm »
Antes de pedir aos intervenientes para verificarem as suas fontes, talvez o teXou pudesse fazer a mesma coisa, nomeadamente verificando uma fonte muito simples chamada  MAPA DA EUROPA.

Aí você verificará que existem países na

Europa OCIDENTAL
Europa CENTRAL e
Europa de LESTE

Costuma-se dizer que pela boca morre o peixe :mrgreen:
É muito mais fácil enganar uma pessoa, que explicar-lhe que foi enganada ...
 

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teXou

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« Responder #273 em: Fevereiro 17, 2009, 09:18:13 pm »
Citação de: "papatango"
Antes de pedir aos intervenientes para verificarem as suas fontes, talvez o teXou pudesse fazer a mesma coisa, nomeadamente verificando uma fonte muito simples chamada  MAPA DA EUROPA.

Aí você verificará que existem países na

Europa OCIDENTAL
Europa CENTRAL e
Europa de LESTE
blx2x1

Europa ocidental ... a de antes da WWII, a de EU+Islândia, Suíça, Liechtenstein, Andorra, Noruega, São Marino e Mónaco ou a da ONU (Alemanha, Áustria, Bélgica, França, Liechtenstein, Luxemburgo, Mónaco, os Países Baixos e Suíça ?  :mrgreen:[/quote]
Isso é verdade.  :toto:
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H. Delgado 10/05/1958
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HaDeS

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« Responder #274 em: Fevereiro 26, 2009, 04:02:53 am »
Um ano se passou e as condições de vida dos Kosovares não melhoraram praticamente em nada, continuam miseráveis.
 

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Ataru

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« Responder #275 em: Fevereiro 26, 2009, 08:35:58 pm »
Há uns dias Maldivas também reconheceram o Kosovo, elevando o número de reconhecimentos de 54 para 55 (56).
Greater Portugal = Portugal + Olivença + Galiza and the Eonavian Region + border villages that speak galaico-portuguese dialects + Cape Verde + St. Tomé and Principe + Cabinda + Timor
 

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« Responder #276 em: Fevereiro 27, 2009, 09:48:52 am »
ena tantos...para quem se gabava dias antes da "independência" que já havia mais de 100 (CEM!) países prontos a reconhecer a "independência" do enclave da NATO ...
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Ataru

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« Responder #277 em: Março 10, 2009, 10:58:07 am »
Hoje foi a República do Palau, mais um Estado da Oceania, elevando a contagem para 56 (57) países que reconhecem o Kosovo.
Greater Portugal = Portugal + Olivença + Galiza and the Eonavian Region + border villages that speak galaico-portuguese dialects + Cape Verde + St. Tomé and Principe + Cabinda + Timor
 

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« Responder #278 em: Março 10, 2009, 11:11:34 am »
uau!  :roll:
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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legionario

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« Responder #279 em: Março 11, 2009, 07:44:05 pm »
Alguem me sabe dizer se o Vaticano reconheceu essa coisa do Kosovo ?
 

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Ataru

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« Responder #280 em: Março 11, 2009, 08:22:37 pm »
Não ainda não, dizem que vão esperar pelo consenso da ONU.
Greater Portugal = Portugal + Olivença + Galiza and the Eonavian Region + border villages that speak galaico-portuguese dialects + Cape Verde + St. Tomé and Principe + Cabinda + Timor
 

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Lancero

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« Responder #281 em: Março 20, 2009, 05:54:26 pm »
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Kosovo: Espanha anuncia retirada das tropas até ao fim do Verão

Istok, Kosovo, 19 Mar (Lusa) - A ministra da Defesa espanhola, Carme  Chacón, anunciou hoje a retirada até ao fim do Verão das tropas espanholas  no Kosovo, cuja independência a Espanha não reconhece.  

 

   A ministra fez este anúncio durante a primeira visita ao contingente  espanhol (632 militares) da força multinacional da NATO (KFOR) no território,  que declarou unilateralmente a independência da Sérvia em Fevereiro de 2008.  

 

   Carme Chacón indicou que a retirada das forças espanholas, presentes  no Kosovo há dez anos, será feita de forma gradual e em coordenação com  os aliados da NATO.  

 

   A ministra sublinhou que, apesar desta retirada, a Espanha continua  empenhada na paz e na estabilidade nos Balcãs.  

 

   A Espanha é um dos cinco membros da União Europeia (além de Chipre,  Grécia, Eslováquia e Roménia) que não reconheceu a independência do Kosovo,  já reconhecida por 56 países, incluindo Portugal.  
 

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Kosovo: Secretário-geral da NATO critica indirectamente a Espanha

Bruxelas, 19 Mar (Lusa) - o secretário-geral da NATO considerou hoje  prematura uma redução substancial da força da Aliança Atlântica no Kosovo  (KFOR), criticando indirectamente a decisão unilateral de Espanha de retirar  as suas tropas.  

 

   Jaap de Hoop Scheffer considera que "qualquer mudança significativa  na dimensão ou na estrutura da KFOR só deve ocorrer quando a Aliança tiver  determinado que estão preenchidas as condições políticas e de segurança,  e esse momento ainda não chegou", indicou a porta-voz adjunta da NATO, Carmen  Romero.  

 

   No início de Março, um diplomata na NATO indicara que a redução da KFOR,  com 15.450 efectivos, era admitida por vários dos 26 países membros da organização  e poderia ser analisada pelos ministros da Defesa durante a sua próxima  reunião em Bruxelas a 11 e 12 de Junho.    

 

   Sem esperar esta data, a ministra da Defesa espanhola, Carme Chacon,  anunciou hoje a retirada até ao verão dos cerca de 630 militares espanhóis  presentes no Kosovo, segundo notícias divulgadas pela imprensa espanhola.  

 

   Romero precisou que o secretário-geral da NATO, informado da decisão  espanhola por Chacon quarta-feira à noite, considerava que a retirada dos  espanhóis, estacionados no ocidente do Kosovo sob comando italiano, não  prejudica a capacidade da KFOR no cumprimento das suas missões de estabilização.  

 

 

   A Espanha é um dos cinco países da União Europeia que não reconheceram  a independência do Kosovo, território do sul da Sérvia, proclamada unilateralmente  a 17 de Fevereiro de 2008, mas Chacon não ligou a retirada das tropas espanholas  à posição diplomática de Espanha.  

 

   Os países da NATO são muito solicitados para numerosas missões no mundo,  seja sob a bandeira da Aliança Atlântica, como no Afeganistão, ou da ONU,  como no Líbano e no Chade.  

 

   A operação da União Europeia na Bósnia foi por essa mesma razão fortemente  reduzida o ano passado, passando de 7.000 par 2.500 militares.  

 

   Segundo um relatório oficial da NATO, a 27 Fevereiro passado os maiores  contingentes da KFOR eram os da Alemanha (2.854 soldados), a Itália (2.395),  a França (1.923), os Estados Unidos (1.494), a Turquia (762) e a Grécia  (685).  

 

   Os dirigentes albaneses do Kosovo declararam unilateralmente a independência  da Sérvia em 17 de Fevereiro de 2008, acto que já foi reconhecido por 53  países, incluindo os Estados Unidos e a maioria dos países da União Europeia,  incluindo Portugal.  

 

   A Sérvia opõe-se firmemente à proclamação de independência e considera  o Kosovo como uma província.  

 

   Desde o início de Dezembro de 2008 está em funções no Kosovo uma missão  europeia de justiça e polícia, denominada EULEX, que assumiu algumas das  funções da Missão da ONU (MINUK) que administrou o território desde o fim  do conflito entre forças sérvias e separatistas kosovares em 1999.    

 
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Kosovo: Espanha pede respeito pela sua posição de retirar tropas

Madrid, 20 Mar (Lusa) - A Espanha, que anunciou quinta-feira a retirada  das suas tropas do Kosovo, "pede que se respeite a sua posição", declarou  hoje uma fonte do governo.  

 

   "Respeitamos a posição dos outros países, mas ao mesmo tempo pedimos  que se respeite a nossa posição", declarou a mesma fonte, interrogada pela  agência noticiosa France Presse após críticas dos Estados Unidos.  

 

   Um porta-voz do Departamento de Estado, Robert Wood, indicou hoje que  os Estados Unidos estão "profundamente desiludidos" com a decisão de Espanha  de retirar o seu contingente da força multinacional dirigida pela NATO no  Kosovo (KFOR).  

 

   "Em 1999, os aliados da NATO acordaram um princípio: entramos todos  juntos, saímos todos juntos. Por isso ficámos surpreendidos com aquela decisão",  adiantou Wood.  

 

   Precisou que os Estados Unidos foram informados por Espanha "pouco antes"  do anúncio público da decisão quinta-feira, pela ministra da Defesa espanhola,  Carme Chacon.  

 

   O primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodriguez Zapatero, justificou  hoje a decisão, explicando que a região está estável e que a sua presença  perdeu "uma parte do seu sentido" com a declaração de independência do território,  que Madrid não reconhece.  

 

   "Há um ano (a 17 de Fevereiro), o Kosovo declarou unilateralmente a  sua independência e, como é bem conhecido, a Espanha não a reconheceu. Por  esta razão, o nosso papel naquele cenário perdeu uma parte do seu sentido,  sobretudo agora que a estabilidade na zona está melhor", disse no final  do Conselho Europeu em Bruxelas.  

 

   A vice-presidente do governo espanhol Maria Teresa Fernandez de la Vega,  por seu turno, assegurou que a Espanha informou há muito os seus aliados  da NATO da sua intenção de se retirar do Kosovo.  

 

   "Há vários meses que demos a conhecer a nossa posição sobre uma retirada  progressiva das nossas tropas e claro que os nossos aliados a conheciam",  referiu.  
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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Jorge Pereira

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« Responder #282 em: Março 22, 2009, 12:04:52 pm »
Trapalhada...

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Polémica salida de Kosovo
España ofrece a EE UU más tiempo en Kosovo y más tropas para Afganistán
La retirada del contingente de la ex provincia serbia puede demorarse hasta un año - León atribuyó a Chacón la decisión de anunciar la retirada en su visita a las tropas
MIGUEL GONZÁLEZ - Madrid - 22/03/2009

Iba en visita de cortesía y acabó en labores de bombero. La delegación de La Moncloa que llegó el viernes a Washington se vio en la inesperada tesitura de tener que calmar a las autoridades estadounidenses, irritadas por el anuncio de la retirada unilateral de las tropas españolas en Kosovo.

Iba en visita de cortesía y acabó en labores de bombero. La delegación de La Moncloa que llegó el viernes a Washington se vio en la inesperada tesitura de tener que apagar la irritación de las autoridades estadounidenses ante el anuncio de la retirada unilateral de las tropas españolas en Kosovo. Y lo logró, según el secretario general de la Presidencia del Gobierno, Bernardino León, pues la Administración Obama "ha pasado página" a este episodio, que no debería enturbiar sus relaciones con el Gobierno de Zapatero.

La delegación española ofreció al consejero de Seguridad Nacional, el general James Jones, garantías de que la retirada se hará en estrecha coordinación con los países aliados y con los mandos militares sobre el terreno y se prolongará todo el tiempo necesario para que no se produzca ningún desajuste en la operación de la OTAN en Kosovo (Kfor). Hasta un año podrían seguir en Kosovo los soldados españoles, especialmente, para asegurar la protección de puntos sensibles como monasterios ortodoxos y enclaves serbios, según dijeron los representantes del Gobierno español en la reunión. A pesar de estos hechos, un portavoz de Defensa aseguró anoche que su departamento mantendrá el plazo para el repliegue fijado por la ministra Chacón: antes del final del verano.

Chacón se reunirá la próxima semana con el secretario general de la OTAN, Jaap de Hoop Scheffer, para pactar la retirada. Si ésta se demora tanto como sugirió la delegación enviada a Washington, podría coincidir con el paso a la tercera fase de la operación en Kosovo, que conlleva una fuerte reducción de tropas, y la decisión dejaría de ser unilateral.

La delegación de La Moncloa trasladó a Jones la disposición española a aumentar el compromiso con Afganistán, una vez que el presidente Obama exponga en la cumbre de abril de la OTAN su nueva estrategia para el país asiático, empantanado entre el narcotráfico y la insurgencia talibán. Aunque no se concretó la aportación, España estudia ofrecer un batallón para garantizar la seguridad de las elecciones presidenciales de agosto y aumentar la participación de la Guardia Civil en la formación de la policía afgana.

León acudió acompañado por el embajador en Washington, Jorge Dezcallar, y por el ex jefe de la cúpula militar Félix Sanz, amigo personal de Jones de la etapa en que éste era comandante supremo de las fuerzas aliadas en Europa. Se esperaba una entrevista cómoda, pues Jones -que hizo de anfitrión de los Reyes en su visita de febrero pasado a Florida- no oculta su simpatía por España. El objetivo era abrir canales de comunicación entre la Casa Blanca y La Moncloa, pero el anuncio de la retirada de Kosovo, realizado el jueves por Chacón, cambió el panorama. Antes de que León y Sanz se vieran con Jones, el portavoz de la Secretaría de Estado se mostró "profundamente decepcionado" por la decisión y agregó que se había enterado poco antes de hacerse pública.

León declaró ayer a la cadena SER que el primer roce entre la Administración de Obama y el Gobierno Zapatero "se podía haber evitado" si se hubiera explicado mejor la decisión. Recordó que la ministra ya dijo que la retirada se hará de forma "gradual y coordinada", pero admitió que quizá "esos adjetivos no sirvieron para explicar [la posición española] hasta el punto que hubiera sido necesario".

Lo relevante, en todo caso, no es lo que dijera Chacón ante las tropas en Kosovo, sino la información que se facilitó a los aliados por canales diplomáticos y militares.

Según fuentes gubernamentales, la decisión definitiva de anunciar la retirada se tomó el miércoles, en un despacho entre Chacón y Zapatero. Ese mismo día, Chacón llamó al secretario general de la OTAN para adelantarle la noticia que al día siguiente, mediante una carta a los aliados, oficializó el embajador español en el Consejo Atlántico, Carlos Miranda. La ministra también llamó al secretario de Estado de Defensa, Robert Gates, pero no pudo localizarlo, por lo que fue el secretario general de Política de Defensa, Luis Cuesta, el encargado de trasladar la noticia a través de la Embajada de EE UU en Madrid.

Estas primeras gestiones deberían haberse acompañado de una intensa campaña para explicar a los aliados las razones de la retirada y ofrecerles garantías de que se hará de forma que no cause disfunciones a la operación de la OTAN. A juzgar por los hechos, no se hizo así. Cuando el subsecretario para Europa del Departamento de Estado llamó por vez primera al embajador en Washington para pedirle explicaciones, éste no pudo darlas, pues no estaba informado. Fue a última hora del jueves cuando Exteriores distribuyó un telegrama a las embajadas en el que informaba de la decisión.

León atribuyó a Chacón la decisión de hacer el anuncio durante su visita a las tropas. Fuentes de Defensa confirmaron que la ministra se lo propuso así a Zapatero "porque creía que los soldados merecían ser los primeros en saberlo". Además, agregaron, la fecha se eligió teniendo en cuenta las necesidades del planeamiento militar, pues el repliegue, por la cantidad de material acumulado, debe prepararse con antelación y tenerse en cuenta para el relevo.

Lo sorprendente es que hasta los aliados más estrechos, como el ministro de Exteriores francés, se mostraran sorprendidos.

Fonte




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Se ofrece una colaboración intensa en Afganistán

Marisa Cruz | Madrid
Actualizado domingo 22/03/2009 05:25 horas

El Gobierno aplaza 'sine die' la salida de las tropas españolas de Kosovo

El Gobierno ha mitigado la tensión con EEUU, provocada por la ministra de Defensa al anunciar por sorpresa la retirada de las tropas de Kosovo, con dos promesas hechas ante la Administración Obama.

La primera: la salida de los militares españoles de los Balcanes no tendrá fecha fija, se prolongará el tiempo que sea necesario para cumplir los objetivos de la misión y se adecuará a las decisiones de los comandantes sobre el terreno. La segunda: España "colaborará más intensamente" y "con todas las herramientas posibles" en la nueva estrategia que diseña Obama para Afganistán.

El secretario general de la Presidencia, Bernardino León, y el general de Ejército y alto representante militar para la Presidencia de la UE, Félix Sanz Roldán, fueron los dos hombres que La Moncloa mandató de urgencia para deshacer el embrollo ante el Consejero Nacional de Seguridad de Obama, el general retirado James Jones.

El asunto se había complicado excesivamente por el hecho de que la ministra Chacón no había logrado hablar en persona con el secretario de Defensa norteamericano, Robert Gates, para anticiparle el anuncio que pensaba hacer en los Balcanesy el embajador español no pudo ofrecer los datos que las autoridades norteamericanas le pedían por la sencilla razón de que él, como el ministro de Exteriores, Miguel Ángel Moratinos, también desconocía la decisión de Chacón de anunciar la retirada de las tropas "antes de finales de verano".

Durante el encuentro, los representantes de Zapatero ofrecieron a Jones garantías de que la salida de las tropas de Kosovo se hará en completa coordinación con los aliados, dejando que los comandantes sobre el terreno decidan los momentos oportunos y que el plazo para la salida puede prolongarse cuanto sea necesario.

El propio Bernardino León explicó ayer en declaraciones a la Cadena Ser, a su regreso a España, que la decisión de anunciar la retirada fue de la ministra de Defensa. En su opinión, los adjetivos "gradual y coordinada" que utilizó Carme Chacón al hacer su anuncio "no fueron suficientes para explicar, hasta el punto que hubiera sido necesario, la voluntad de España de coordinar y prolongar la estancia de las tropas mientras sea necesario para cumplir los objetivos de la misión y hacerlo teniendo en cuenta la visión de los distintos comandantes sobre el terreno".

El secretario general de la Presidencia también se mostró convencido de que si todo se hubiera explicado bien desde el primer momento "sin ninguna duda" el Gobierno "se habría evitado" el malestar y las críticas de EEUU y de la OTAN, 15 días antes de que los aliados se reúnan en la Cumbre de Estrasburgo.

Fonte



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EL GOBIERNO APLAZA LA SALIDA DE KOSOVO

Ni Moratinos ni los embajadores en EEUU y la OTAN conocían la retiradaSegún revelan este domingo El Mundo y El País, una de las promesas hechas a EEUU para calmar el enfado de Obama fue que las tropas se quedarían, al menos, un año. La descoordinación en el Gobierno fue total. León responsabilizó este sábado de las críticas a Chacón.

(Libertad Digital) Los datos que aportan este domingo los diarios El Mundo y El País sobre lo ocurrido desde que se tomó la decisión sobre Kosovo hasta que Bernardino León trató de calmar a la Administración estadounidense resultan demoledores: la descoordinación entre Defensa y Exteriores fue total y terminó de desencadenar la dura reacción de EEUU tras el precipitado anuncio de la salida de la ex provincia serbia.

Cuando el pasado jueves Carme Chacón aprovechó la visita a las tropas para anunciar la retirada, ni Miguel Ángel Moratinos, ni el embajador en EEUU, Jorge Dezcállar, ni el representante español en la OTAN, Carlos Miranda, habían sido avisados de la decisión del Gobierno. León y Félix Sanz Roldán, que estaban de viaje a Washington para reunirse con el consejero de Seguridad Nacional, James Jones, en una reunión concertada hace tiempo, conocieron la noticia cuando hicieron escala en las Azores.

Dezcállar, revela El País, no pudo por tanto dar explicaciones al Departamento de Estado estadounidense cuando éste se enteró de la repentina salida de las tropas españolas porque no estaba informado de ello. Fuentes de Exteriores citadas por El Mundo apuntan que pasó un "mal trago". Algo similar le ocurrió a Miranda: cuando Jaap de Hoop Scheffer, secretario general de la OTAN, le pidió más datos después de recibir la llamada de Chacón, Miranda no pudo dárselos: no los tenía. Desde el Gobierno alegan que la ministra no pudo hablar con él porque el embajador estaba viajando en avión desde Afganistán.

El ministro de Exteriores también desconocía por completo la retirada de las tropas. De hecho, hace sólo dos semanas, el 5 de marzo, defendió ante sus homólogos de los países aliados que no había intención de sacar a los soldados de Kosovo, cuenta El País citando una fuente que conoce el contenido de la reunión.

Al parecer, fue el miércoles cuando se decidió que las tropas saldrían de Kosovo. La tomaron José Luis Rodríguez Zapatero y Carme Chacón, según las fuentes gubernamentales citadas por el diario de Prisa. Fue la ministra la que al parecer quiso que las tropas fueron las primeras en enterarse. La razón que esgrimió, según Defensa, que los soldados "merecían ser los primeros en saberlo".

La retirada se retrasa

Por otro lado, la manera en que se ha conseguido que el Gobierno de Obama "pase página", según proclamó este sábado Bernardino León, han sido dos promesas: la de que las tropas se quedarán el tiempo que sea necesario para coordinarse con el resto de efectivos y que nuestro país colaborará con Obama en su nueva estrategia en Afganistán, lo que, probablemente, supondrá el envío de más militares. El País apunta a que las tropas en Kosovo permanecerán un año más; El Mundo habla de un aplazamiento "sine die" de la salida.

Tras la publicación de estas informaciones, fuentes del Gobierno han indicado a Efe que la decisión de retirar las tropas es "firme", pero el Ejecutivo se muestra dispuesto a que pueda haber una "cierta flexibilidad" en el plazo previsto inicialmente y que fue fijado para antes de que finalice el verano por la ministra de Defensa.

Esta posibilidad, según han informado las mismas fuentes, se planteará en una reunión que mantendrán la próxima semana Chacón y el secretario general de la OTAN, Jaap de Hoop Scheffer, para coordinar esa operación.

Fonte
Um dos primeiros erros do mundo moderno é presumir, profunda e tacitamente, que as coisas passadas se tornaram impossíveis.

Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'






Cumprimentos
 

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MARIA JOSE

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« Responder #283 em: Março 22, 2009, 01:10:36 pm »
Además de malos, son chapuceros.
 

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Hoomer Simpson

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« Responder #284 em: Março 23, 2009, 12:40:25 pm »
Naô comcordo nas formas, mais si no fundo... Se a Espanha naô reconheze a independencia do Kosovo ¿Que sentido ten sostela co seus soldados?.
"Entramos juntos, saímos juntos" si, mais entramos, por se algum esqueceu, en territorio Serbio e teriamos que sair de territorio serbio, naô dun novo estado. A NATO esta a servir os intereses USA, que deste jeito reduze o poder da Serbia, tradicional aliado de Russia. Naô "entramos" para soster a indemepdencia de Kosovo, só para parar un genocidio...
Um saúdo
"Two beer or not two beer...That's the question¡"