Artilharia do Exército

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Pescador

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #945 em: Maio 02, 2023, 11:45:55 am »
E o que dizer sobre o Denel G7 (105mm)?

Com aquele alcance suplanta. Mas o caso é que é bem mais pesado que o Light Gun e, isso é o que joga a favor do mais leve em ser colado num determinado espectro de atuação e reboque/transporte
« Última modificação: Maio 02, 2023, 11:51:55 am por Pescador »
 

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Kalil

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #946 em: Maio 02, 2023, 12:57:49 pm »
Antes da aquisição de novas peças de artilharia, não será conveniente garantir o  apoio de fogo orgânico nos batalhões de infantaria? Quer os morteiros quer os futuros(?) sistemas AA?
Digo isto numa questão de lógica de probabilidade de uso, que será certamente maior a este nível, comparando com a projeção de uma bateria de artilharia dedicada.

E ainda, quando se investir a sério na artilharia, certamente surgirá a equação de investir ou na anti-aerea ou nas peças de 155mm. Deveriam ser ambas, mas conhecendo o hábito..
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #947 em: Maio 02, 2023, 01:35:49 pm »
E o que dizer sobre o Denel G7 (105mm)?

Com aquele alcance suplanta. Mas o caso é que é bem mais pesado que o Light Gun e, isso é o que joga a favor do mais leve em ser colado num determinado espectro de atuação e reboque/transporte

O único país que vejo os países a OTAN a adquirir material fora da aliança é Israel. Fora essa excepção...não estou a crer.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Subsea7

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #948 em: Maio 02, 2023, 01:51:06 pm »
E o que dizer sobre o Denel G7 (105mm)?

Com aquele alcance suplanta. Mas o caso é que é bem mais pesado que o Light Gun e, isso é o que joga a favor do mais leve em ser colado num determinado espectro de atuação e reboque/transporte

O único país que vejo os países a OTAN a adquirir material fora da aliança é Israel. Fora essa excepção...não estou a crer.

E Portugal...no Brasil, KC-390....
 
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Re: Artilharia do Exército
« Responder #949 em: Maio 02, 2023, 01:58:17 pm »
Parece-me pouco ambicioso. O archer não cabe no KC?

Faz sentido, na era dos drones, continuar com artilharia rebocada?
 

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dc

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #950 em: Maio 02, 2023, 02:08:23 pm »
Faz sentido ter artilharia rebocada? Sim, seja 105mm ou 155, dá jeito, por poderem ser helitransportados. Além do mais, as LG até num C-295 podem ser carregadas, permitindo colocar rapidamente estes sistemas numa ilha, sem estar dependente do sempre limitado número de aeronaves de transporte maiores.

Também faz sentido artilharia AP, pelas vantagens óbvias que tem.

Onde se poderá questionar, é se faz sentido, dado estado da BrigMec, que dificilmente verá melhores dias, pois o investimento necessário seria perto dos 1000 milhões, continuar a existir AP de lagartas, dedicados a esta brigada que nunca será usada fora de Portugal, sem ser como parte de um dispositivo maior (conjunto com a BrigInt) ou de forças aliadas.

Dito isto, gosto bastante da solução encontrada pelos dinamarqueses, ao adquirirem no mesmo programa o ATMOS (155mm) e o PULS (MLRS), por um valor bastante interessante. Dado que em termos de capacidades, ter sistemas AP em lagartas e outros tantos em rodas, poderá ser visto, na maioria dos casos, como redundante, enquanto que por outro lado, um sistema de foguetes/mísseis, dá capacidades completamente novas (dependendo do modelo e rockets/mísseis adquiridos, pode ainda fazer de bateria anti-navio), parece-me financeiramente mais racional esta opção.
 

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papatango

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #951 em: Maio 02, 2023, 02:16:41 pm »
Os numeros apresentados pelo sistema da Denel são impressionantes, no entanto, da forma como vejo as coisas, uma unidade que utilize o Light Gun, é uma unidade leve, que tem como vantagem poder ser transportada rapidamente, chegar antes, e mais depressa que os outros, para poder  utilizar o seu poder de fogo.

O armamento de  calibre 105mm não pode garantir superioridade perante armas de 155mm ou 152mm, o seu equivalente russo. Num duelo de artilharia, o 105mm não vai ganhar nada, já que o poder explosivo é muito inferior (naturalmente, dada a diferença de peso da munição).

Os ingleses quando enviam o Light Gun para as Malvinas esperam enfrentar a artilharia argentina com peças Oto Melara de 105mm.
O Light Gun, a acreditar no que disseram os ingleses nos seus relatórios, era muito mais preciso que o seu equivalente argentino.

Ao mesmo tempo, os ingleses contavam que os argentinos acabariam por ficar sem munição, já que a Royal Navy não permitiria o reabastecimento.
Ainda assim, já os ingleses estavam a caminho, quando a principal unidade de artilharia argentina recebe um reforço, primeiro de dois e depois de mais dois  sistemas de 155mm fabricados na Argentina, derivados de um modelo francês.
Serão alvo da atenção dos aviões ingleses até ao final da guerra terrestre. Os argentinos apenas tinham quatro unidades.

O Light Gun só poderá ter vantagem numa fase inicial, antes de o inimigo poder atuar e transportar meios mais poderosos, ou então quando não for possível ao inimigo transportar esses meios. É uma arma ligeira que se torna menos relevante à medida que aumentar a intensidade do conflito.

A situação que normalmente podemos apontar, são conflitos necessidade da contestação da nossa autoridade sobre as ilhas atlânticas.
Nestes casos, a utilidade da artilharia não depende tanto do alcance da peça, quanto do conhecimento do terreno e o posicionamento das peças numa qualquer improvavel situação de combate.

Deste ponto de vista, a mobilidade, a rapidez com que a peça pode ser reposicionada teriam precedencia sobre o alcance da peça.
Não estou a ver nada que possa substituir com eficácia uma unidade armada com estas peças, com a necessária logística, constituida por viaturas ligeiras, mas com potência para mover as peças e a munição rapidamente.
O seu reduzido tamanho, também facilita a sua ocultação, o que nos dias de hoje se torna mais importante.

Dito isto, uma unidade com 18 destas peças continua a fazer sentido, se e sempre se, houver capacidade para a transportar rapidamente para qualquer lugar, onde seja possível ter vantagem resultado da soma "rapidez" + "poder de fogo"

Já quanto às peças de 155mm, a sua utilização é outra, compreende-se noutro enquadramento, e por isso a sua substituição por meios autotraportados faz todo o sentido.

Os M114 de 155mm são peças de museu. Até os seus substitutos, já foram substituidos, e provavelmente deveriam ser mais ...

É muito mais fácil enganar uma pessoa, que explicar-lhe que foi enganada ...
 
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Re: Artilharia do Exército
« Responder #952 em: Maio 02, 2023, 03:11:36 pm »
E o que dizer sobre o Denel G7 (105mm)?

Com aquele alcance suplanta. Mas o caso é que é bem mais pesado que o Light Gun e, isso é o que joga a favor do mais leve em ser colado num determinado espectro de atuação e reboque/transporte

O único país que vejo os países a OTAN a adquirir material fora da aliança é Israel. Fora essa excepção...não estou a crer.

E Portugal...no Brasil, KC-390....

Não falei no KC390 porque já sabia que ia dar raia, no entanto o mesmo já foi adquirido por vários países da OTAN e há outros Europeus a colocarem-se a jeito.
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Re: Artilharia do Exército
« Responder #953 em: Maio 02, 2023, 03:18:14 pm »
Faz sentido ter artilharia rebocada? Sim, seja 105mm ou 155, dá jeito, por poderem ser helitransportados. Além do mais, as LG até num C-295 podem ser carregadas, permitindo colocar rapidamente estes sistemas numa ilha, sem estar dependente do sempre limitado número de aeronaves de transporte maiores.

Também faz sentido artilharia AP, pelas vantagens óbvias que tem.

Onde se poderá questionar, é se faz sentido, dado estado da BrigMec, que dificilmente verá melhores dias, pois o investimento necessário seria perto dos 1000 milhões, continuar a existir AP de lagartas, dedicados a esta brigada que nunca será usada fora de Portugal, sem ser como parte de um dispositivo maior (conjunto com a BrigInt) ou de forças aliadas.

Dito isto, gosto bastante da solução encontrada pelos dinamarqueses, ao adquirirem no mesmo programa o ATMOS (155mm) e o PULS (MLRS), por um valor bastante interessante. Dado que em termos de capacidades, ter sistemas AP em lagartas e outros tantos em rodas, poderá ser visto, na maioria dos casos, como redundante, enquanto que por outro lado, um sistema de foguetes/mísseis, dá capacidades completamente novas (dependendo do modelo e rockets/mísseis adquiridos, pode ainda fazer de bateria anti-navio), parece-me financeiramente mais racional esta opção.

Obrigado pela resposta. A minha questão vem no sentido de que me parece que com a massificação dos drones, um sistema parado é um sistema morto.

Faz-me mais sentido sistemas de disparar e sair. Mas tambem pouco percebo do ponto de vista operacional. Dai perguntar  :G-beer2:
 

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #954 em: Maio 02, 2023, 04:06:43 pm »
E o que dizer sobre o Denel G7 (105mm)?

Com aquele alcance suplanta. Mas o caso é que é bem mais pesado que o Light Gun e, isso é o que joga a favor do mais leve em ser colado num determinado espectro de atuação e reboque/transporte

O único país que vejo os países a OTAN a adquirir material fora da aliança é Israel. Fora essa excepção...não estou a crer.

E Portugal...no Brasil, KC-390....

Não falei no KC390 porque já sabia que ia dar raia, no entanto o mesmo já foi adquirido por vários países da OTAN e há outros Europeus a colocarem-se a jeito.

E tbm à Coreia do Sul. A Polónia faz lá compras como se aquilo fosse o Pingo Doce num 1º de Maio.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #955 em: Maio 02, 2023, 04:23:24 pm »
Faz sentido ter artilharia rebocada? Sim, seja 105mm ou 155, dá jeito, por poderem ser helitransportados. Além do mais, as LG até num C-295 podem ser carregadas, permitindo colocar rapidamente estes sistemas numa ilha, sem estar dependente do sempre limitado número de aeronaves de transporte maiores.

Também faz sentido artilharia AP, pelas vantagens óbvias que tem.

Onde se poderá questionar, é se faz sentido, dado estado da BrigMec, que dificilmente verá melhores dias, pois o investimento necessário seria perto dos 1000 milhões, continuar a existir AP de lagartas, dedicados a esta brigada que nunca será usada fora de Portugal, sem ser como parte de um dispositivo maior (conjunto com a BrigInt) ou de forças aliadas.

Dito isto, gosto bastante da solução encontrada pelos dinamarqueses, ao adquirirem no mesmo programa o ATMOS (155mm) e o PULS (MLRS), por um valor bastante interessante. Dado que em termos de capacidades, ter sistemas AP em lagartas e outros tantos em rodas, poderá ser visto, na maioria dos casos, como redundante, enquanto que por outro lado, um sistema de foguetes/mísseis, dá capacidades completamente novas (dependendo do modelo e rockets/mísseis adquiridos, pode ainda fazer de bateria anti-navio), parece-me financeiramente mais racional esta opção.

Obrigado pela resposta. A minha questão vem no sentido de que me parece que com a massificação dos drones, um sistema parado é um sistema morto.

Faz-me mais sentido sistemas de disparar e sair. Mas tambem pouco percebo do ponto de vista operacional. Dai perguntar  :G-beer2:

Sim e não. Pelo que eu tenho lido, ao principio e até recentemente a melhor opção eram os sistemas que permitem o "shoot and scoot", mas agora que as linhas estão estagnadas, a melhor opção é a camuflarem-se o melhor que conseguirem. Depende da situação e do TO.

Os M777 têm sido usados em massa pelos Ucranianos, assim como toda uma série de sistemas que permitem o "shoot and scoot" de uma forma bastante rápida e eficaz (Caeser, archer, etc).
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Drecas

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #956 em: Maio 02, 2023, 05:38:30 pm »
Não será lá grande upgrade......... desapontado sinceramente, falta de ambição

Tenho ideia que o M777 na versão A2 é bastante superior ao L-119.

Não acho uma comparação muito justa visto serem feitos para cenários e empregos algo diferentes, pessoalmente não tenho problema nenhum em manter 105cm rebocado na BRR, precisam é do upgrade para M-119A3 para incluir FCS.

Quanto ao M777 que faria mais sentido na BrigInt, preferia lá está o Boxer RCH 155

E sim eu sei que tenho uma panca com tudo o que é novinho em folha e caro haha
 

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dc

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #957 em: Maio 02, 2023, 06:37:42 pm »
Obrigado pela resposta. A minha questão vem no sentido de que me parece que com a massificação dos drones, um sistema parado é um sistema morto.

Faz-me mais sentido sistemas de disparar e sair. Mas tambem pouco percebo do ponto de vista operacional. Dai perguntar  :G-beer2:

Acaba por ser sempre uma questão do contexto onde são usados. Normalmente, mantém-se as LG ou outro sistema rebocado na BRR, e o sistema AP 155 na BrigInt. As LG conferem à BRR uma capacidade de poder de fogo aeromóvel (de helicóptero) que de outra forma não teriam.

Mas aqui o nosso problema é outro. Nós estamos tão atrasados em relação aos outros, que vemos a tecnologia a evoluir, novos conceitos, novas doutrinas, novas estratégias, etc, a ser desenvolvidas, e na hora de decidir o que devemos comprar, andamos aqui a comparar sistemas que se complementam e não substituem, mas que por falta de dinheiro, temos de escolher só um. De notar que já vai tudo saltar para a artilharia de rockets, e nós ainda estamos aqui a decidir se vamos substituir os M114 de uma brigada média de rodas, por um sistema rebocado ou AP.

Entretanto, e para vos complicar ainda mais a vida... o ideal passava por complementar os LG, com isto (idealmente montado em Vamtac):
http://www.military-today.com/artillery/hawkeye.htm

Podíamos se necessário reduzir o número de LG (passando à reserva), para acomodar uns quantos destes na BRR. O facto destes poderem, em teoria, ser transportados 3 de cada vez num KC-390/C-130 (em contraste com apenas 1 Caesar), permite uma maior facilidade na hora de destacar uma maior quantidade de sistemas para um determinado TO, de forma a conferir poder de fogo altamente móvel para apoiar forças ligeiras (igualmente aerotransportáveis e móveis).

A outra vantagem que este sistema Hawkeye poderia trazer, era que, passando a ser o principal sistema AP aerotransportável, este podia deixar de ser um critério na hora de escolher o modelo AP 155mm para a BrigInt, passando as opções mais pesadas a entrar no programa. Francamente, esta ideia de a BrigInt ser aerotransportável, é nada mais que um mito. Realisticamente não temos capacidade para transportar a tralha toda para um TO, por avião. Dá jeito numa situação ocasional, mas nunca será um método eficiente de transportar a tralha toda.

Para mim, passaríamos a ter 2 GACs:
-o da BRR, com L119 ou M777 + Hawkeye
-o da BrigInt, com ATMOS + PULS

O da BrigMec, neste momento, não faz sentido existir, dado esta brigada não ter qualquer capacidade de operar de forma independente, nem terá tão depressa. Mais fácil que a BrigMec ficasse reduzida a 50 Leopard + 50 IFV de lagartas, incorporados numa Brigada Mista com a BrigInt, do que veríamos uma modernização total da brigada.
 
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Stalker79

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #958 em: Maio 02, 2023, 07:46:04 pm »
E o que dizer sobre o Denel G7 (105mm)?

Com aquele alcance suplanta. Mas o caso é que é bem mais pesado que o Light Gun e, isso é o que joga a favor do mais leve em ser colado num determinado espectro de atuação e reboque/transporte

O único país que vejo os países a OTAN a adquirir material fora da aliança é Israel. Fora essa excepção...não estou a crer.


Agora há paises da NATO a comprar material á Coreia do Sul que é uma coisa louca. E não é mau pensado não senhor.
Ganham em preço e são "mãos largas" com as transferencias de tecnologia.
 :-P
 

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Lightning

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Re: Artilharia do Exército
« Responder #959 em: Maio 03, 2023, 09:38:27 pm »
E o que dizer sobre o Denel G7 (105mm)?

Com aquele alcance suplanta. Mas o caso é que é bem mais pesado que o Light Gun e, isso é o que joga a favor do mais leve em ser colado num determinado espectro de atuação e reboque/transporte

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E Portugal...no Brasil, KC-390....

Não falei no KC390 porque já sabia que ia dar raia, no entanto o mesmo já foi adquirido por vários países da OTAN e há outros Europeus a colocarem-se a jeito.

A Suécia que ainda não é da NATO, e até recentemente nem queria saber disso, está farta de vender para a NATO, alias os canhões Bofors, os CSR Carl Gustav, e se calhar outras coisas são quase o standart NATO para os próprios países NATO.