Brigada de Intervenção

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Re: Brigada de Intervenção
« Responder #75 em: Maio 20, 2022, 10:48:01 am »
A BAE Systems têm o Archer no concurso para a aquisição do novo Howitzer montado em camião do US Army.

Para quem não sabe os participantes no concurso são:
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BAE Systems’ ARCHER, Elbit Systems of America’s ATMOS Iron Sabre, Nexter’s Caesar, AM General’s Brutus, and the NORA B-52 M21 system.

 

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Pescador

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Re: Brigada de Intervenção
« Responder #76 em: Maio 20, 2022, 08:41:36 pm »
Existe alguma razão para os modelos Eslovacos como o Eva nunca entrarem nas possibilidades? É que pelo menos com esses (tal como o Archer) não é preciso o pessoal sair para fora do carro.



https://militaryleak.com/2020/12/30/eva-8x8-155mm-self-propelled-howitzer/

Cerca de 20 ton, mais 2 que o Caesar 6x6. mas dentro do que o KC leva, para situações inopinadas de substituição por exemplo.

Opções não faltam, Falta é interesse em  mexer o assunto



 
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Re: Brigada de Intervenção
« Responder #77 em: Junho 18, 2022, 05:57:45 pm »
Mais uma opção para os morteiros

 

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Cabeça de Martelo

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Re: Brigada de Intervenção
« Responder #78 em: Junho 22, 2022, 03:02:14 pm »
A long-range truck-based artillery effector by Rheinmetall



By Paolo Valpolini

Visiting the Unterlüß premises means witnessing the manufacturing of some of the key elements of the new Rheinmetall artillery system that is being proposed to the Bundeswehr and, of course, to potential export customers.

The remaining key element, the 10×10 truck chassis, is produced by Rheinmetall MAN Military Vehicles (RMMV), the joint venture between Rheinmetall (51%) and MAN (49%), specialised in trucks design and production, from white fleet trucks to fully militarised tactical trucks, which main production facility is based in Vienna.

The new artillery system is based on the new HX3 truck chassis, the new family of vehicles ensuring better protection, better ergonomics, a new electronic architecture, simpler human-machine interface, increased stowage space for soldiers’ equipment, as well as innovative mechanical solutions. The new Euro 5 engine is fully multifuel and can therefore employ either diesel fuel or F34 jet fuel, a key capability when operating downrange. A Euro 6 engine is also available, however in that case the silencer must be replaced to allow it using the F34.

As said a key issue in the design phase was protection, both ballistic and against blast. Customers can select their preferred protection solution, maximum level remaining classified. Rheinmetall inaugurated the new Unterlüß protected cabin assembly hall in 2014, and since then in late April this year 1,380 such cabins had been produced. A new welding robot was acquired, being the only one in Germany capable to weld ballistic steel, according to the company. The robot is used to weld the main parts of the cabin, the structure, the floor panel, the rear panel and the doors, while smaller items are welded by hand, which is considered more cost effective. Welding is checked using paint, UV rays and magnetron, faulted welding being restored by hand. Once finished the most protected cabin weighs around 2,200 kg, the Rheinmetall Unterlüß plant being able to produce eight cabins per week.

The Rheinmetall Weapons & Munitions (RWM) plant is also in charge of the automated artillery turret that will equip the 10×10 HX3 in the self-propelled artillery version. At Eurosatory the company exhibits the truck with a mock-up turret, as during the show the real demonstrator is being assembled at Unterlüß, EDR On-Line was told. Increasing the range was a key requirement, hence the development of a 60-calibre barrel, which means a 9.3 meters long one. The Unterlüß plant is the one where all 120 mm and 155 mm barrels are produced, the average time since the raw barrel coming from Buderus, a company based in Wetzlar, arrives at the Rheinmetall facility till it is ready to be sent to KMW in Munich, where both the Leopard 2 and the PzH 2000 are assembled, is around six months. The production is made of 24 steps, however the long time is not due to machining but to the resting time between operations, which allows tensions in the materiel to decrease. To give an idea of the precision work involved in barrels production, in a 120 mm 55-calibre barrel, which means a 6.6 meters length, the tolerance on the centre of the bore at the breech end and at the muzzle end must be lower than 0.08 mm. Until now the longest barrel produced was that of the PzH 2000, slightly over 8 meters, however the new 60-calibre artillery barrel requires new tools to be produced, therefore RWM has recently installed new machines. Among those the one used for rifling; in the past the barrel was kept still, the rifling being made by rotating tools that were machining the inside of the barrel. The new grooving machine works with the opposite principle, machining tools remaining fix while it is the barrel that rotates. According to Rheinmetall the new gun will be able to shoot 155 mm boattail, base bleed or V-LAP projectiles at over 75 km, new long-range rounds allowing reaching targets at even greater distances. More than one 60-calibre barrel could be seen on the production line, at different stage of completion, the company aiming to start the testing of the whole system in late 2022.

...

https://www.edrmagazine.eu/a-long-range-truck-based-artillery-effector-by-rheinmetall
« Última modificação: Junho 22, 2022, 03:03:29 pm por Cabeça de Martelo »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 
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Re: Brigada de Intervenção
« Responder #79 em: Junho 30, 2022, 09:53:29 pm »
A KMW apresentou na EUROSATORY 2022 varias versões do Boxer muito interessantes.

Desde uma versão com lagartas, uma lança pontes e ainda uma versão de artilharia 155mm com um canhão derivado do PzH 2000. Em termos de logística é um sonho. ;D




 
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Re: Brigada de Intervenção
« Responder #80 em: Julho 01, 2022, 12:31:50 pm »
A long-range truck-based artillery effector by Rheinmetall



According to Rheinmetall the new gun will be able to shoot 155 mm boattail, base bleed or V-LAP projectiles at over 75 km, new long-range rounds allowing reaching targets at even greater distances.

https://www.edrmagazine.eu/a-long-range-truck-based-artillery-effector-by-rheinmetall
A munição V-LAP (Velocity Enhanced Long-Range Artillery Projectile) é de concepção Sul Africana (Denel) e pensei que os Americanos (com a colaboração do corrupto governo Sul Africano) a tivessem matado à nascença. É bom ver que a Rheinmetall a salvou.

O alcance de mais de 75 km só foi oficialmente conseguido com o G6 porque ignora o Joint Ballistics Memorandum of Understanding (JBMoU) da NATO. Se os alemães também conseguem esse alcance é porque também passaram a ignorar o tal memorandum.

https://defense-update.com/20191127_long_range_artillery.html

G6:
« Última modificação: Julho 01, 2022, 12:34:00 pm por LuisPolis »
 

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Re: Brigada de Intervenção
« Responder #81 em: Julho 01, 2022, 12:41:57 pm »
O alcance de mais de 75 km só foi oficialmente conseguido com o G6 porque ignora o Joint Ballistics Memorandum of Understanding (JBMoU) da NATO. Se os alemães também conseguem esse alcance é porque também passaram a ignorar o tal memorandum.

Com a mudança de paradigma após a guerra na Ucrânia, muitos desses memorandos poderão ser considerados obsoletos. Se a Rússia foi capaz de iniciar uma guerra de um dia para o outro, também será capaz de contornar vários memorandos que visavam a paz na Europa. O Ocidente deve vir a fazer o mesmo, quiçá também com as limitações dos mísseis de cruzeiro e afins.

Devemos entrar numa fase de dissuasão entre os dois blocos, e para isso vai ter que se criar armamento que coloque o outro lado em check. Resta saber é se para nós vai haver alguma diferença, ou se vamos continuar na mesma, com mínimos dos mínimos, por exemplo, ao não adquirir mísseis de cruzeiro, ou a adquirir artilharia moderna, mas usando apenas munição convencional.
 

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Re: Brigada de Intervenção
« Responder #82 em: Julho 01, 2022, 06:51:30 pm »
O alcance de mais de 75 km só foi oficialmente conseguido com o G6 porque ignora o Joint Ballistics Memorandum of Understanding (JBMoU) da NATO. Se os alemães também conseguem esse alcance é porque também passaram a ignorar o tal memorandum.

Com a mudança de paradigma após a guerra na Ucrânia, muitos desses memorandos poderão ser considerados obsoletos. Se a Rússia foi capaz de iniciar uma guerra de um dia para o outro, também será capaz de contornar vários memorandos que visavam a paz na Europa. O Ocidente deve vir a fazer o mesmo, quiçá também com as limitações dos mísseis de cruzeiro e afins.

Devemos entrar numa fase de dissuasão entre os dois blocos, e para isso vai ter que se criar armamento que coloque o outro lado em check. Resta saber é se para nós vai haver alguma diferença, ou se vamos continuar na mesma, com mínimos dos mínimos, por exemplo, ao não adquirir mísseis de cruzeiro, ou a adquirir artilharia moderna, mas usando apenas munição convencional.

Rússia não tem nem nunca terá armamento para dissuasão, nada do que têm é tecnologicamente superior e não têm muitas coisas ao mesmo nível
 

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dc

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Re: Brigada de Intervenção
« Responder #83 em: Julho 02, 2022, 12:13:07 am »
Têm, nomeadamente mísseis hipersónicos, mísseis balísticos, submarinos, mísseis de cruzeiro... Todos estes ainda têm valor de dissuasão. E não serão muito difíceis de desenvolver, sendo que na Europa, o seu desenvolvimento estava limitado devido aos memorandos em questão. Com esses memorandos fora da equação, mais fácil seria de parte a parte desenvolver armas dissuasoras.

E em caso de dúvida, a Rússia tentará juntar-se à China para desenvolver este tipo de armamento. "Nós" não podemos ficar para trás, porque o desenvolvimento de novas tecnologias será constante.
 
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Red Baron

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Re: Brigada de Intervenção
« Responder #84 em: Julho 02, 2022, 10:34:53 pm »
Alguém me consegue explicar a importância do atirador especial nas secções Pandur?
 

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Re: Brigada de Intervenção
« Responder #85 em: Julho 03, 2022, 12:27:12 am »
Alguém me consegue explicar a importância do atirador especial nas secções Pandur?


https://comum.rcaap.pt/handle/10400.26/15158

O presente trabalho de investigação subordinado ao tema “A integração de Atiradores Especiais num Batalhão de Infantaria” propõe investigar a integração de atiradores especiais numa unidade escalão Batalhão de Infantaria.

Para a sua consecução definiu-se como objetivo geral analisar as implicações do emprego de atiradores especiais, no atual ambiente operacional, em apoio às unidades escalão Batalhão de Infantaria.

De modo a concretizar o mesmo delimitou-se o trabalho ao estudo dos Batalhões de Infantaria Mecanizados de Rodas, da Brigada de Intervenção, recorrendo-se sempre que necessário aos Batalhões Stryker do Exército dos Estados Unidos da América, dada a sua experiência de combate em diversos teatros de operações.

Para a realização deste trabalho estruturou-se um modelo de análise, efetuando-se uma abordagem qualitativa de natureza descritiva.
Recorre-se ao método de abordagem hipotético-dedutivo, através de uma conexão descendente iniciada com a descrição do ambiente operacional, o emprego de Batalhões de Infantaria e a utilização de atiradores especiais.
Da análise dos resultados verifica-se que o atual ambiente operacional apresenta uma elevada complexidade, existindo uma tendência para os futuros conflitos armados ocorrerem em Estados falhados e em áreas urbanas, existindo uma ameaça predominantemente irregular.

Os Batalhões de Infantaria têm assim a necessidade de possuir atiradores especiais, de forma a poderem empregar fogos diretos com precisão.

Conclui-se que com a crescente complexidade do ambiente operacional face à tipologia de ameaça, os Batalhões de Infantaria portugueses, que futuramente poderão ser empregues neste tipo de teatros de operações, devem possuir atiradores especiais, que empreguem fogos diretos com precisão a médias distâncias, sendo estes integrados ao nível das Secções de atiradores.
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Re: Brigada de Intervenção
« Responder #86 em: Julho 03, 2022, 12:29:44 am »
Alguém me consegue explicar a importância do atirador especial nas secções Pandur?
Só posso dizer que tem sido algo típico squads passarem a terem uma dmr, o objetivo pelo que percebo é dar um maior alcance á unidade.
A ideia nasce penso principalmente do Iraque e Afeganistão onde se notou que por vezes fazia falta algo com melhor capacidade a maior distancia.
Pessoalmente acho uma excelente ideia sinceramente

Squad francês:
https://static.wixstatic.com/media/a137e0_2eac4b54da3f447db339d8c0ca9faf5a~mv2.png
neste caso o mais curioso até é o uso da scar 17 e não da hk417

e um britânico:
https://www.battleorder.org/uk-graphics?lightbox=dataItem-kwu410od

Also alguém sabe porque é secção?
No meu entendimento é:
Pelotão -> secção -> squad -> duas equipas
 
ou cá faz-se diferente?
« Última modificação: Julho 03, 2022, 12:30:27 am por Drecas »
 

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Red Baron

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Re: Brigada de Intervenção
« Responder #87 em: Julho 03, 2022, 12:32:41 am »
Alguém me consegue explicar a importância do atirador especial nas secções Pandur?


https://comum.rcaap.pt/handle/10400.26/15158

O presente trabalho de investigação subordinado ao tema “A integração de Atiradores Especiais num Batalhão de Infantaria” propõe investigar a integração de atiradores especiais numa unidade escalão Batalhão de Infantaria.

Para a sua consecução definiu-se como objetivo geral analisar as implicações do emprego de atiradores especiais, no atual ambiente operacional, em apoio às unidades escalão Batalhão de Infantaria.

De modo a concretizar o mesmo delimitou-se o trabalho ao estudo dos Batalhões de Infantaria Mecanizados de Rodas, da Brigada de Intervenção, recorrendo-se sempre que necessário aos Batalhões Stryker do Exército dos Estados Unidos da América, dada a sua experiência de combate em diversos teatros de operações.

Para a realização deste trabalho estruturou-se um modelo de análise, efetuando-se uma abordagem qualitativa de natureza descritiva.
Recorre-se ao método de abordagem hipotético-dedutivo, através de uma conexão descendente iniciada com a descrição do ambiente operacional, o emprego de Batalhões de Infantaria e a utilização de atiradores especiais.
Da análise dos resultados verifica-se que o atual ambiente operacional apresenta uma elevada complexidade, existindo uma tendência para os futuros conflitos armados ocorrerem em Estados falhados e em áreas urbanas, existindo uma ameaça predominantemente irregular.

Os Batalhões de Infantaria têm assim a necessidade de possuir atiradores especiais, de forma a poderem empregar fogos diretos com precisão.

Conclui-se que com a crescente complexidade do ambiente operacional face à tipologia de ameaça, os Batalhões de Infantaria portugueses, que futuramente poderão ser empregues neste tipo de teatros de operações, devem possuir atiradores especiais, que empreguem fogos diretos com precisão a médias distâncias, sendo estes integrados ao nível das Secções de atiradores.

Muito bonito mas o atirador especial está ao nível da secção e não da esquadra.
Faz sentido ter esquadras de 3 elementos e depois ter o comandante e o atirador fora da esquadra?
É porque é algo diferente dos outros elementos parecidos da NATO
 

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Re: Brigada de Intervenção
« Responder #88 em: Julho 03, 2022, 02:06:51 am »
Eu não compreendo um calibre diferente a nível da secção (logo quando  temos aí uma metralhadora  ligeira com o mesmo calibre) e como arranjar tanto soldado com "capacidades" de atirador especial e treinar tantos... questiono se não deveria estar a no escalão pelotão.
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Lancero

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Re: Brigada de Intervenção
« Responder #89 em: Julho 05, 2022, 06:33:52 pm »
Alguém me consegue explicar a importância do atirador especial nas secções Pandur?


https://comum.rcaap.pt/handle/10400.26/15158

O presente trabalho de investigação subordinado ao tema “A integração de Atiradores Especiais num Batalhão de Infantaria” propõe investigar a integração de atiradores especiais numa unidade escalão Batalhão de Infantaria.

Para a sua consecução definiu-se como objetivo geral analisar as implicações do emprego de atiradores especiais, no atual ambiente operacional, em apoio às unidades escalão Batalhão de Infantaria.

De modo a concretizar o mesmo delimitou-se o trabalho ao estudo dos Batalhões de Infantaria Mecanizados de Rodas, da Brigada de Intervenção, recorrendo-se sempre que necessário aos Batalhões Stryker do Exército dos Estados Unidos da América, dada a sua experiência de combate em diversos teatros de operações.

Para a realização deste trabalho estruturou-se um modelo de análise, efetuando-se uma abordagem qualitativa de natureza descritiva.
Recorre-se ao método de abordagem hipotético-dedutivo, através de uma conexão descendente iniciada com a descrição do ambiente operacional, o emprego de Batalhões de Infantaria e a utilização de atiradores especiais.
Da análise dos resultados verifica-se que o atual ambiente operacional apresenta uma elevada complexidade, existindo uma tendência para os futuros conflitos armados ocorrerem em Estados falhados e em áreas urbanas, existindo uma ameaça predominantemente irregular.

Os Batalhões de Infantaria têm assim a necessidade de possuir atiradores especiais, de forma a poderem empregar fogos diretos com precisão.

Conclui-se que com a crescente complexidade do ambiente operacional face à tipologia de ameaça, os Batalhões de Infantaria portugueses, que futuramente poderão ser empregues neste tipo de teatros de operações, devem possuir atiradores especiais, que empreguem fogos diretos com precisão a médias distâncias, sendo estes integrados ao nível das Secções de atiradores.

Muito bonito mas o atirador especial está ao nível da secção e não da esquadra.
Faz sentido ter esquadras de 3 elementos e depois ter o comandante e o atirador fora da esquadra?
É porque é algo diferente dos outros elementos parecidos da NATO

Considerando que as esquadras são a 3 elementos (chefe, minimi e granadeiro), fora destas tens o chefe seção , condutor e apontador pesada, faz sentido porque havendo mais um lugar… 😁
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito