FAP SEGUNDO MINHA VISÃO

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Lightning

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« Responder #60 em: Março 23, 2007, 04:52:44 pm »
Resolvi efectuar uma outra FAP segundo a minha visão.

Abertura da BA3 - Tancos com:
» Esquadra 501 - 6 C-130H Hércules
» Esquadra 552 - 18 Allouettes III
» U.A.L.E. - 10 NH-90 T.T.H.

BA5 - Monte Real
» Esquadra 201 - 20 F-16 (MLU???)
» Esquadra 301 - 20 F-16 (MLU???)
» Esquadra 103 - 20(?) Alpha Jet

BA6 - Montijo
» Esquadra 601 - 5 P-3C Orion
» Esquadra 502 - 12 C-295
» Esquadra 751 - 12 EH-101 Merlin
» E.H.M. - 5 Super Lynx

AM3 - Madeira
» destacamentos de F-16, C-295 e EH-101.

AM4 - Açores
» destacamentos de F-16, C-295 e EH-101.

Agora antes que me batam com a moca dos pregos  c34x vou explicar o porquê de algumas das coisas que referi:

Inspirei-me na organização da FAP nos anos 80 em que a instrução não estava toda junta em Beja mas sim separada pelas bases como a instrução de jactos em Monte Real, e a aviação de carga em Tancos.

Tornei as bases mais especificas, a BA3 tem como função apoiar forças terrestres, escolhi Tancos devido à presença dos paraquedistas ai, tive algumas duvidas entre por o C-130 ou o C-295 em Tancos mas acabei por decidir pelo C-130 já que o C-295 possui versões de vigilância marítima e faz destacamentos de transporte inter-ilhas nos Açores e Madeira logo é mais virado para acções sobre o mar, simultaneamente o C-130 está mais vocacionado para missões tácticas em teatros de operações de risco (Afeganistão), logo mais virado para apoiar forças terrestres.

Sou contra a formação de duas unidades a usar a mesma aeronave, refiro-me ao substituto do Allouette, deve permanecer só uma unidade, talvez uma unidade mista FAP-exército, ou então totalmente FAP ou totalmente exército, mas mesmo sendo só do exército continua a formar pilotos para a Armada e para a FAP (EH-101).

A base de Monte Real apoia tanto as forças terrestres com CAS como forças maritimas com TASMO.

Fechei Beja, ou então pode tornar-se num Aerodromo de Manobra como em Ovar o AM1.

Como é facilmente perceptivel quase não alterei o numero de aeronaves que possuimos ou pensamos possuir nem os tipos de aeronaves, este exemplo de FAP é principalmente a nivel da localização.

edit: esqueci-me da esquadra 101 com os Epsilon, esta retorna a Sintra, que é onde foi o seu inicio, como a BA1 fecha esta esquadra fica atribuida à Academia como está actualmente a esquadra dos Chipmunk.
« Última modificação: Março 23, 2007, 05:07:20 pm por Lightning »
 

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ricardonunes

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« Responder #61 em: Março 23, 2007, 05:02:44 pm »
Concordo plenamente com a rectivação da BA3, só não sei se tem as condições para alojar os C-130 :?:
Potius mori quam foedari
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #62 em: Março 23, 2007, 06:42:19 pm »
Era uma boa reorganização!  :wink:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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typhonman

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« Responder #63 em: Março 23, 2007, 10:17:53 pm »
Bem, isto é dificil, mas como bom Portugûes tenho de dar a minha opinião. Isto do quadro de ameaças há primeira vista não existirem é uma falsa questão, temos arquipelagos no meio do oceano atlântico, um deles perto de África, o que aconteceu em 2000 com a ilha de Perejil pode acontecer com as Selvagens, ou mesmo outros problemas relacionados com o terrorismo internacional, quem nos diz que de hoje para amanha a Argélia e Marrocos não se tornam em estados terroristas? Veja-se a crescente subida da Alqaeda em Marrocos inclusivé com detenções na Força Aérea e Exército Marroquinos, por ligações a Alqaeda, o controlo das rotas maritimas que passam para o Norte da Europa, possuir os meios para negar o uso dos nossos mares a quem nos não queiramos, assim como um sistema de defesa aérea integado. O primeiro passo ja foi dado com a instalação do Sistema de Defesa Aérea, nomeadamente com a instalação de Radares e redes de comunicações e a compra de esquadras de defesa aérea com F16A/B OCU e posteriormente modernização para o padrão MLU e compra de munições inteligentes. No futuro será implementado um sistema de defesa aérea com misseis no solo( vontade ja expressa em discursos do CEMFA e num artigo da Mais Alto).  O ideal seria ter as duas esquadras equipadas com MLU e munições BVR, assim como uma rede de radares 3D móveis, assim como centros de CI2/CI3( Comando e Comunicações) e Informações. Algo que deveria ser complementado com aeronaves de colecção de inteligencia electrónica (ELINT) e de comunicações (COMINT), assim como aeronaves dedicadas a Guerra Electrónica.

Já que estamos numa de lista de aeronaves, esta seria a minha:

Esquadras de Combate:

 :arrow: 12 EH101M, a versão CSAR seria equipada com metralhadoras de 20mm e 12.7mm.

 :arrow: 18 A109M para uso conjunto da FAP e Exército.( Os do exército seriam equiapdos com misseis TOW ou Hellfire2)

 :arrow:  6 C130HH30 Fazer o alongamento dos 3 que faltam alongar, modernizar os seus aviónicos e dar-lhes capacidade de serem reabastecidos em voo, e de reabastecer.

 :arrow: 5 P3C para missões de Luta Anti-Submarina, patrulhamento marítimo e realização de missões de ataque em profundidade, com o uso de munição SLAM-ER e AGM65G Maverick.

 :arrow: 6 UAV-Huron de fabrico Israelita, possui um alcance fantástico com uma electronica state-of-the-art.

 :arrow: 2 C99 para Transporte VIP

 :arrow: 3 C99 Para transporte VIP.


*C99= Embraer 145.
 

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Lightning

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« Responder #64 em: Março 23, 2007, 10:24:43 pm »
Citação de: "Typhonman"

 :arrow: 3 C99 Para transporte VIP.


*C99= Embraer 145.


 :twisted:
 

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pablinho

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« Responder #65 em: Março 23, 2007, 10:33:26 pm »
Creo que o post inicial esaxerou un pouco, para conseguir todo eso necesitaredes diñeiro...
 

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typhonman

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« Responder #66 em: Março 23, 2007, 11:24:12 pm »
Sem esquecer que lá para 2020 o futuro será o F35A JSF isto se os preços o permitirem, ou então se houver politicos que façam valer o acordo das lajes.

 

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Charlie Jaguar

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« Responder #67 em: Março 24, 2007, 12:35:07 am »
Mas que grande wish-list que para aqui vai!  :roll:  

Caro Lightning, li e reli as suas propostas. Por muito sentido que possam fazer (algumas apenas, não todas), estas seguem no sentido contrário ao da intenção actual da FAP, isto é, a concentração de meios com missões idênticas e/ou complementares em poucas BAs.  c34x
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

"(...) Que, havendo por verdade o que dizia,
DE NADA A FORTE GENTE SE TEMIA
"

Luís Vaz de Camões (Os Lusíadas, Canto I - Estrofe 97)
 

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Luso

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« Responder #68 em: Março 24, 2007, 11:36:00 am »
Uma pergunta: não notam uma tendência para os construtores construirem aviões de combate bimotores?
Com preços unitários astronómicos é conveniente não arriscar tal investimento dependente de um motor. Até a Saab já pensa numa versão bimotor do Grippen e a Coreia do Sul agora só quer bimotores também.
Cada vez faz menos sentido o monomotor sobretudo quando o preço do F35 atinge valores cada vez maiores.
Provavelmete o F35 poderá não ser mesmo a "melhor futura" aeronave.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Charlie Jaguar

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« Responder #69 em: Março 24, 2007, 12:06:29 pm »
Eu penso que nos teremos mesmo de safar com monomotores, muito embora os bimotores estejam em voga dada a segurança extra fornecida pela existência de uma segunda unidade propulsora.

Penso que fará mais sentido - a todos os níveis - podermos vir a adquirir o F-35A, ou mesmo uma versão evoluída do JAS-39 Gripen, do que eventualmente se optar por um Typhoon ou Rafale. Contudo não nos esqueçamos que os F-16MLU continuarão a evoluir (M5, M6, M7, etc), algo que não os tornará de modo algum obsoletos. Além disso, o prazo para a aquisição de um novo aparelho de combate para a Força Aérea só se deverá situar entre 2025/2030.  :wink:
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

"(...) Que, havendo por verdade o que dizia,
DE NADA A FORTE GENTE SE TEMIA
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Luís Vaz de Camões (Os Lusíadas, Canto I - Estrofe 97)
 

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Lightning

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« Responder #70 em: Março 24, 2007, 01:20:53 pm »
Concordo que não vale a pena pensar muito seriamente no substituto do F-16 MLU, já que isso acontecerá daqui a 20 ou mais anos, é quase como pensar no substituto do EH-101.
 

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typhonman

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« Responder #71 em: Março 24, 2007, 10:59:00 pm »
Bem  em 2020 a maior parte dos nossos aliados já irá operar aeronaves de uma geração superior, vejamos os operadores de F16MLU europeus, a Dinamarca planeia comprar F35 (faz parte do programa de desenvolvimento) assim como a Holanda e provavelmente a Noruega. Resta Portugal e a Bélgica ( com caças mais antigos) pois a Grécia e a Polónia receberam unidades novas de fábrica nos ultimos tempos.
A Bélgica é uma incognita..Assim como Portugal. Imaginem uma operação aérea aliada em que o requisito so strike pacage seja que a força de combate não seja detectada ou que permaneça o maior tempo possivel por descobrir..Vamos enviar os nossos F16MLU por mais actualizações que tenham? Penso que o caminho será por volta de 2015 começa negociações que envolvam o JSF, isto sem esquecer as contrapartidas das Lajes. Se não corremos o risco de acontecer o que aconteceu na operação alied force em 1999, em que nos limitamos a ter um papel secundário, até nem foi pelo avião em si, mas pela falta de armas BVR como o AIM120C AMRAAM.

Isto a somar ao facto de ter-mos uma FAP com capacidade de "contestar" o dominio dos ceus,e isso só será feito com uma aeronave do tipo do JSF. Até lá esperemos que o seu preço não suba ainda mais..
 

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Get_It

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« Responder #72 em: Março 25, 2007, 12:01:26 am »
Não concordo com as ideias do Typhonman.
Em primeiro lugar, acho muito mal pensar que daqui para o futuro a NATO ou os nossos aliados ao operarem e participarem nas mesmas missões irão ter como requisito aviões que tenham a capacidade de ficarem no ar durante muito tempo no ar sem serem detectados - algo que duvido muito que o F-35 seja capaz de fazer, visto que isto requer mais que um simples avião desenhado com este objectivo.

Em segundo lugar, quanto a enviarmos no futuro os nossos F-16 MLU para mais modernizações/actualizações, concordo com o Typhonman, isso é algo que duvido muito que aconteça, seja pela idade da fuselagem dos caças ou seja pela má experiência que (eu penso que) Portugal tem com esses programas - raios parta as OGMA.

Em terceiro lugar, e mais uma vez, duvido muito que existam negociações por volta de 2015 que envolvam o F-35. Pois não tenho muita esperança que nesse ano já hajam desses caças em segunda mão, pois o preço dos F-35 vai-se manter além das possibilidades portuguesas e mesmo as Lajes poderão não ajudar muito.
Há que também adicionar a isto, o facto de existirem já muitos outros caças mais baratos, que embora não tenham uma etiqueta a dizer «À PROVA DE RADAR», têm ainda uma performance excelente.

F-35 para Portugal? Não me parece, só se as coisas mudarem muito, e neste muito incluo, melhores condições financeiras para Portugal, que o caça se faça provar, e que haja algum político que seja subornado para que Portugal os compre. Pois se formos a ver daqui a alguns anos o F-35 vai ter que competir com muitos mais caças modernos no mercado.

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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Lightning

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« Responder #73 em: Março 25, 2007, 01:02:57 pm »
Citação de: "Typhonman"
Imaginem uma operação aérea aliada em que o requisito so strike pacage seja que a força de combate não seja detectada ou que permaneça o maior tempo possivel por descobrir..Vamos enviar os nossos F16MLU por mais actualizações que tenham?


Nesse caso também não podem participar as Forças Aéreas Alemãs, Britânica, Francesa, Italiana, Espanhola... Já que os F-35 estão planeados para equipar as Marinhas de alguns destes paises e também não são em numero idêntico às das forças aéreas, isto é, o RU planeia ter 200 Eurofighters, mas a Marinha de certeza que não terá tantos F-35 para equipar 2 porta-aviões, a Itália vai ter 120 Eurofighters e a Espanha perto de 90 eurofighters, mas para equipar 2 porta-aviões STOVL é preciso apenas um punhado de F-35, 20 ou 30 talvez.
 

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pablinho

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« Responder #74 em: Março 25, 2007, 03:41:38 pm »
Porque Potugal non se involucrou no programa typhon?