UAVs na FAP

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Re: UAVs na FAP
« Responder #225 em: Setembro 13, 2022, 01:58:45 pm »
Entretanto os nossos vizinhos usaram fundos comunitários para reforçar a UME com aeronaves não tripuladas classe 1: La UME compra seis drones con fondos de la Unión Europea (13 de Setembro de 2022).

Felizmente para eles, a força aérea espanhola não precisa de recorrer aos fundos comunitários para comprar SANTs dado que já têm Reapers.

Cumprimentos,

Temos desses em Portugal nas FS
 

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Lusitano89

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Re: UAVs na FAP
« Responder #226 em: Outubro 08, 2022, 01:42:09 pm »
Forças Armadas realizam voo de sistema aéreo não tripulado de Beja a Porto Santo



As Forças Armadas Portuguesas realizaram hoje um voo de teste de um sistema aéreo não tripulado (SANT) que percorreu 940 quilómetros, entre Beja e Porto Santo, para avaliar a sua utilização em missões de vigilância a longa distância.

A iniciativa, segundo um comunicado divulgado pelas Forças Armadas, contou com a colaboração da empresa UAVision e o voo percorreu uma distância de 508 milhas náuticas (940 quilómetros), entre a Base Aérea n.º 11, em Beja, e o Aeroporto de Porto Santo (Madeira).

A descolagem em Beja ocorreu às 00:05, hora em Portugal continental, tendo a aterragem em Porto Santo ocorrido às 08:30.

“Estas 08:25 horas de voo foram essenciais para a avaliação da autonomia do SANT, da capacidade das comunicações via satélite entre estações em terra e a aeronave e do sistema de comando e controlo a longas distâncias”, explicaram as Forças Armadas.

A fonte acrescentou que “este voo permitiu, igualmente, identificar requisitos que possibilitem a edificação da capacidade de vigilância marítima a longa distância, com vista à utilização deste tipo de sistemas em missões de vigilância da nossa Zona Económica Exclusiva, a partir do Continente, dos Açores e da Madeira”.

Para além disso, foi ainda “possível efetuar avaliações técnicas, essenciais à ponderação de futuras aquisições deste tipo de sistemas”.

Nesta missão foram empenhadas duas tripulações, compostas, cada uma, por cinco elementos da Marinha, do Exército e da Força Aérea, a operar a partir de Beja e Porto Santo.

A monitorizar a missão esteve, igualmente, o Comando Conjunto para as Operações Militares (CCOM), localizado em Oeiras.

As Forças Armadas explicaram que têm vindo a empregar o sistema SANT em várias missões operacionais, tanto em terra como no mar, destacando as missões realizadas em reforço da prevenção e combate aos incêndios rurais.

Neste âmbito disse que foram realizadas, até sexta-feira, cerca de 1100 horas de voo em apoio ao Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais de 2022, tendo sido vigiada uma “área total superior a nove vezes o território nacional”.


 :arrow: https://odigital.sapo.pt/forcas-armadas-realizam-voo-de-sistema-aereo-nao-tripulado-de-beja-a-porto-santo/
 
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Re: UAVs na FAP
« Responder #227 em: Outubro 09, 2022, 10:31:48 pm »
« Última modificação: Outubro 09, 2022, 10:32:48 pm por PereiraMarques »
 
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Re: UAVs na FAP
« Responder #228 em: Outubro 09, 2022, 11:01:33 pm »
A MÓNICA SILVA, é boa a comer gelados !
 

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Re: UAVs na FAP
« Responder #229 em: Outubro 26, 2022, 07:27:17 pm »
 
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Re: UAVs na FAP
« Responder #230 em: Outubro 26, 2022, 08:08:16 pm »
Forças Armadas realizam voo de sistema aéreo não tripulado de Beja a Porto Santo



As Forças Armadas Portuguesas realizaram hoje um voo de teste de um sistema aéreo não tripulado (SANT) que percorreu 940 quilómetros, entre Beja e Porto Santo, para avaliar a sua utilização em missões de vigilância a longa distância.

A iniciativa, segundo um comunicado divulgado pelas Forças Armadas, contou com a colaboração da empresa UAVision e o voo percorreu uma distância de 508 milhas náuticas (940 quilómetros), entre a Base Aérea n.º 11, em Beja, e o Aeroporto de Porto Santo (Madeira).

A descolagem em Beja ocorreu às 00:05, hora em Portugal continental, tendo a aterragem em Porto Santo ocorrido às 08:30.

“Estas 08:25 horas de voo foram essenciais para a avaliação da autonomia do SANT, da capacidade das comunicações via satélite entre estações em terra e a aeronave e do sistema de comando e controlo a longas distâncias”, explicaram as Forças Armadas.

A fonte acrescentou que “este voo permitiu, igualmente, identificar requisitos que possibilitem a edificação da capacidade de vigilância marítima a longa distância, com vista à utilização deste tipo de sistemas em missões de vigilância da nossa Zona Económica Exclusiva, a partir do Continente, dos Açores e da Madeira”.

Para além disso, foi ainda “possível efetuar avaliações técnicas, essenciais à ponderação de futuras aquisições deste tipo de sistemas”.

Nesta missão foram empenhadas duas tripulações, compostas, cada uma, por cinco elementos da Marinha, do Exército e da Força Aérea, a operar a partir de Beja e Porto Santo.

A monitorizar a missão esteve, igualmente, o Comando Conjunto para as Operações Militares (CCOM), localizado em Oeiras.

As Forças Armadas explicaram que têm vindo a empregar o sistema SANT em várias missões operacionais, tanto em terra como no mar, destacando as missões realizadas em reforço da prevenção e combate aos incêndios rurais.

Neste âmbito disse que foram realizadas, até sexta-feira, cerca de 1100 horas de voo em apoio ao Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais de 2022, tendo sido vigiada uma “área total superior a nove vezes o território nacional”.


 :arrow: https://odigital.sapo.pt/forcas-armadas-realizam-voo-de-sistema-aereo-nao-tripulado-de-beja-a-porto-santo/

Agora basta comparar essa coisa com os mais recentes modelos da Tekever, seja o AR3 com 16 horas de autonomia e como o AR5 com mais de 20 horas, ou o próximo ARX, todos com radar de abertura sintética e todos os sensores de imagem já conhecidos e, logo fica no ar a pergunta, "porquê chover no molhado"??????

Mas pronto, continua a mesma novela e não dá para mudar, deve haver alguém a orientar a coisa e assim usam outros os melhores e cá a complexidade mais habitual
« Última modificação: Outubro 26, 2022, 11:26:29 pm por Pescador »
 

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dc

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Re: UAVs na FAP
« Responder #231 em: Outubro 27, 2022, 04:15:57 pm »
Eu não tenho problema nenhum com os Ogassa. O problema está mesmo nas mentalidades, que acham que aquilo chega. Enquanto isso, a Tekever dá saltos enormes, e tem UAVs que serviam perfeitamente a FAP em missões de vigilância/patrulha marítima. Não seria impensável ter na mesma FAP, os Ogassa e os AR5 em simultâneo, com perfis de missão diferentes.

Tekever ARX

https://www.facebook.com/tekever/videos/410016471149560

"Deployable cargo"? Será que poderá ter capacidade de lançamento de armas? Muito interessante este UAV.

Para não falar das capacidades SIGINT/COMINT/ELINT que a aeronave poderá vir a ter, algo que praticamente não existe por cá.
 

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Re: UAVs na FAP
« Responder #232 em: Outubro 27, 2022, 11:19:03 pm »
Eu não tenho problema nenhum com os Ogassa. O problema está mesmo nas mentalidades, que acham que aquilo chega. Enquanto isso, a Tekever dá saltos enormes, e tem UAVs que serviam perfeitamente a FAP em missões de vigilância/patrulha marítima. Não seria impensável ter na mesma FAP, os Ogassa e os AR5 em simultâneo, com perfis de missão diferentes.

Tekever ARX

https://www.facebook.com/tekever/videos/410016471149560

"Deployable cargo"? Será que poderá ter capacidade de lançamento de armas? Muito interessante este UAV.

Para não falar das capacidades SIGINT/COMINT/ELINT que a aeronave poderá vir a ter, algo que praticamente não existe por cá.

Mesmo que não tenha ligação míssil -> radar do UAV deve de dar para lançar mísseis que se guiem por infra vermelhos ou mísseis com navegação GPS. Digo eu. Não tenho a certeza.

Nota que as FAs operam o AR3 e o AR4 segundo a própria Tekever. Mas nunca os vi a serem notícia como os Ogassa lá isso é verdade.
 

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dc

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Re: UAVs na FAP
« Responder #233 em: Outubro 29, 2022, 04:31:35 pm »
Não só os modelos da Tekever não são notícia como os Ogassa, como não adquirimos o seu modelo mais avançado, o AR5, que é bastante bom para patrulha marítima. O que tendo em conta a dimensão do nosso território marítimo, fazia todo o sentido.
 
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Re: UAVs na FAP
« Responder #234 em: Outubro 29, 2022, 04:56:07 pm »
Não só os modelos da Tekever não são notícia como os Ogassa, como não adquirimos o seu modelo mais avançado, o AR5, que é bastante bom para patrulha marítima. O que tendo em conta a dimensão do nosso território marítimo, fazia todo o sentido.

Não tenhas pena da Tekever, depois dos maus momentos voltaram a apostar em desenvolvimento. Conseguiram uma versão VTOL do AR3 e conseguiram lançar do AR5 carga.

Recentemente conseguiram grandes apoios do estado, pelo PRR uns milhões para desenvolver o ARX e pela CM Ponte de Sor e fundos Europeus apoios para uma nova fabrica no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor
 

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Re: UAVs na FAP
« Responder #235 em: Outubro 29, 2022, 06:12:01 pm »
Não só os modelos da Tekever não são notícia como os Ogassa, como não adquirimos o seu modelo mais avançado, o AR5, que é bastante bom para patrulha marítima. O que tendo em conta a dimensão do nosso território marítimo, fazia todo o sentido.

Concordo. Já deviam de ter adquirido esse modelo.

Agora estava a pensar. Não foi um AR4 que caiu ao mar ao ser lançado mesmo em frente aos jornalistas? Vai ver houve mosquitos por cordas por causa disso.
 

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dc

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Re: UAVs na FAP
« Responder #236 em: Outubro 29, 2022, 10:19:45 pm »
Não só os modelos da Tekever não são notícia como os Ogassa, como não adquirimos o seu modelo mais avançado, o AR5, que é bastante bom para patrulha marítima. O que tendo em conta a dimensão do nosso território marítimo, fazia todo o sentido.

Não tenhas pena da Tekever, depois dos maus momentos voltaram a apostar em desenvolvimento. Conseguiram uma versão VTOL do AR3 e conseguiram lançar do AR5 carga.

Recentemente conseguiram grandes apoios do estado, pelo PRR uns milhões para desenvolver o ARX e pela CM Ponte de Sor e fundos Europeus apoios para uma nova fabrica no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor

Não é uma questão de ter pena, é uam questão de não termos comprado o UAV mais avançado de produção nacional, principalmente quando se quer fazer patrulha marítima e vigilância florestal.

Espero que, a não adquirirem o AR5, pelo menos comprem o ARX, que aparenta ter ainda mais utilidade militar.

Agora estava a pensar. Não foi um AR4 que caiu ao mar ao ser lançado mesmo em frente aos jornalistas? Vai ver houve mosquitos por cordas por causa disso.

Sim, foi. Mas aí foi mais dramatização que outra coisa. Aconteceu uma falha no lançamento (lançamento feito à mão), que fez aeronave cair no Tejo creio eu. Este tipo de falhas tendem a acontecer menos com o uso de catapultas por exemplo, com a variável humana à mistura, a probabilidade é sempre maior.

Podes ter um gajo a atirar uma granada com a mão, esta em vez de passar pela janela, bate na parede e volta para trás e rebenta com o gajo que a lançou, a culpa não é da granada.

Infelizmente este tipo de situações, do drone cair à água, fazem mais furor na comunicação social do que as qualidades do drone em si.
 

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Re: UAVs na FAP
« Responder #237 em: Outubro 29, 2022, 10:47:04 pm »
Não só os modelos da Tekever não são notícia como os Ogassa, como não adquirimos o seu modelo mais avançado, o AR5, que é bastante bom para patrulha marítima. O que tendo em conta a dimensão do nosso território marítimo, fazia todo o sentido.

Não tenhas pena da Tekever, depois dos maus momentos voltaram a apostar em desenvolvimento. Conseguiram uma versão VTOL do AR3 e conseguiram lançar do AR5 carga.

Recentemente conseguiram grandes apoios do estado, pelo PRR uns milhões para desenvolver o ARX e pela CM Ponte de Sor e fundos Europeus apoios para uma nova fabrica no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor

Não é uma questão de ter pena, é uam questão de não termos comprado o UAV mais avançado de produção nacional, principalmente quando se quer fazer patrulha marítima e vigilância florestal.

Espero que, a não adquirirem o AR5, pelo menos comprem o ARX, que aparenta ter ainda mais utilidade militar.


Agora estava a pensar. Não foi um AR4 que caiu ao mar ao ser lançado mesmo em frente aos jornalistas? Vai ver houve mosquitos por cordas por causa disso.

Sim, foi. Mas aí foi mais dramatização que outra coisa. Aconteceu uma falha no lançamento (lançamento feito à mão), que fez aeronave cair no Tejo creio eu. Este tipo de falhas tendem a acontecer menos com o uso de catapultas por exemplo, com a variável humana à mistura, a probabilidade é sempre maior.

Podes ter um gajo a atirar uma granada com a mão, esta em vez de passar pela janela, bate na parede e volta para trás e rebenta com o gajo que a lançou, a culpa não é da granada.

Infelizmente este tipo de situações, do drone cair à água, fazem mais furor na comunicação social do que as qualidades do drone em si.

Está previsto a compra de 3 UAV médios lá para 2027. Se vai ser o ARX ou não é difícil dizer.
 

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Re: UAVs na FAP
« Responder #238 em: Outubro 30, 2022, 04:22:56 pm »
A questão é que os Ogassa não servem. Desde de inicio que dão barraca, poucos conseguiam voar e não é como o caso lançamento manual que fez tanta noticia e visualizações no youtube. É bem pior. E nem para os incêndios a coisa tem andado pacifica.
Mas agora esta noticia de fazer 8,5 horas de voo é que dá vontade de rir quando temos o AR3 que faz 16 horas e possui o tal radar que o ogassa não tem. Pode ser adquirido com kit para VTOL, como se pode ver em vídeos acessíveis a qualquer um.     https://www.tekever.com/models/ar3/
Até parece que estamos a falar de produtos de planetas diferentes, quando são da casa. Grande feito esse. Não comprem o outro, insistam.
Pergunto a quem interessa tanta publicidade do ogassa comprados 12 á pressa e omitir comparações com outros produtos nacionais? Ostracizaram alguém?  Não dá garrafas por fora?
É que este País a nível e aquisições até kits de garrafas de vinho a acompanhar tem, como o SIRESP.

Quanto a verbas, a Tekever está representada em 5 Países, tem produtos em vários outros clientes nomeadamente a Autoridade Marítima Europeia. Se agora recebeu verba só já no direito na medida de outros, mas fez sucesso por si própria. Só os patuscos saloios de cá não têm visto o que cá havia, para soluções da patrulha marítima ou terrestre, de médio e longo alcance.
Algo importante por exemplo nos arquipélagos, onde os AR3 podiam  fazer a vigilância marítima.

Mas coisas compradas a pressa e sem controlo e saber como vai ser é típico e, falta é haver um jornalismo de investigação que investigue ligações pessoais nas aquisições e decisões. Nomeadamente do estrelato
Como foi com as Glock e a tais patilhas inventadas à pressa para justificar aquisição dentro dos parâmetros, mas  a dar barraca até nos testes onde até caiam carregadores de qualquer maneira, pois a patilha de retenção estava mal. Já a de segurança não é aconselhado usar senão em casos mesmo reais porque até parte com o uso intenso em treino. Mas deu para ofertas e compras pessoais a metade do valor.
E o Siresp, que usa rádios cujos botões se desfazem em menos de nada e quanto a comunicações foi aceite apesar de falhas notadas e depois andaram a remediar com mais antenas. Mas a verdade é que aquilo é lixo. Basta entrar num estacionamento interior de um C Comercial ou prédio grande e já não serve. lotes de baterias que incham a carregar.

Já a agora coloco aqui o link da  colaboração da Tekever e, sim dinheiros também vindos de fora, que não foi para o AR3 e AR5 mas muito mais a frente com o ARX e satélites, já que ambos o AR5 e ARX são por operados por satélite tendo assim um alcance virtualmente infinito, para as mais de 20 horas de voo 
https://www.tekever.com/projects/infante/   
Apoio financeiro da União Europeia: 6.139.801,47€ (FEDER). Custo total elegível: 9.170.960,93€
Para mais comparação com o ogassa do interesse da FAP.

https://www.tekever.com/atlas/

Um destes podia ser operado de Lisboa para qualquer parte do território, abastecer numa ilha e continuar a volta completa.

Palhaçadas no País de batanetes vaidosos com ligação aos umbigos
« Última modificação: Outubro 30, 2022, 07:47:18 pm por Pescador »
 
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Re: UAVs na FAP
« Responder #239 em: Outubro 31, 2022, 11:22:43 am »
De facto não se compreende o afastamento da Tekever.. Deviamos trabalhar com o que de melhor já existe no país..
 
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