A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !

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LM

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #105 em: Junho 04, 2019, 05:33:56 pm »
O "mini-MLU" das VdG Meko foi uma alteração de ultima hora ao plano existente, devido a um compromisso politico - um caso em que a ideia era boa (PSD exigiu que se desse atenção à força de fragatas, pois julgou 2 BD com MLU + 3 Meko "patrulhão" errado, mesmo conseguindo um LPD), mas o resultado (fazer um mini MLU às Meko, retirando verba do LPD) mau...

Duvido (espero eu) que seja para avançar com mini-MLU às Meko, os milhões devem ser utilizados para compra de oportunidade - assim o acordo com PSD é respeitado (aumento capacidade do "segmento" fragatas); talvez abandonando o LPD e talvez reduzindo o numero fragatas, no entanto (2 BD + 2 "?").   
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 

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tenente

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #106 em: Junho 04, 2019, 06:07:07 pm »
Os Aussies mantem a intenção de por volta de 2024, daqui a cinco anos, começarem a substituir as suas ANZAC.

Que alguém do nossos burgo, tome a iniciativa de os contactar para uma provável aquisição de três ou até quatro unidades e esqueçam a pseudo modernização das VdG, que só irá avante se for para engrossar os bolsos de alguns, pois como as compras de material NOVO, começaram a ser intermediadas pela NSPA, as luvas já não são tão fáceis de ocorrer !!

https://navaltoday.com/2017/04/13/australia-could-benefit-from-shorter-warship-service-life-study-suggests/

https://en.wikipedia.org/wiki/Anzac-class_frigate

From Warramunga onwards, the frigates were launched with the ability to carry and fire the RIM-162 Evolved Sea Sparrow Missile (ESSM) as a replacement for the Sea Sparrow missile; these were quad-packed into the Mark 41 launcher for a payload of 32 missiles.[5] Warramunga was the first ship in the world fitted with the ESSM, and the first test firing was conducted aboard on 21 January 2003.[55] The modifications entered operational service aboard three ships in June 2004.[48] A CEA Technologies solid-state continuous wave illuminator was also fitted as part of the ESSM system.[48]

From 2005 onwards, the RAN began fitting the Anzacs and the Adelaides with Harpoon Block II missiles in two quad-tube canister launchers.[59] The Australian Anzacs were fitted for but not with the launchers, but the original planned location on 02 deck was found to be unsuitable, and the launchers were relocated to 01 deck, in front of the bridge.[48] Around the same time, the RAN began to fit all frigates deploying to the Persian Gulf with two M2HB .50 calibre machine guns in Mini Typhoon mounts, installed on the aft corners of the hangar roof.[60] Two TopLite EO directors are used with the guns.[60]

The Mark 32 torpedo tubes aboard the Australian frigates were originally fitted with American Mark 46 anti-submarine torpedoes, but these were replaced with the French-Italian MU90 Impact torpedo prior to 2008.[61] Toowoomba was the first Australian ship to fire an MU90 torpedo, during a test firing in June 2008, and Stuart performed the first 'warshot' firing of an armed MU90.[61][62] .......

....... Planned replacement

The RAN plans to begin removing their Anzacs from service from 2024 onwards.[75] To replace them, the Hunter class of new frigates will be built under the SEA 5000 acquisition project.[75] The frigates are predicted to have a displacement of up to 7,000 tonnes (6,900 long tons; 7,700 short tons), and although they will be primarily oriented towards anti-submarine warfare, they are expected to be capable of also operating against air, sea-surface, and land targets.[75][76] Originally eight vessels were planned, but by August 2015, the number of planned ships had increased to nine, with an estimated cost of $20 billion.[75][77] Construction is predicted to commence in 2020.[76] The Abbott Government promised that the two-decade construction project will be headquartered in South Australia, with shipbuilding divided between ASC Pty Ltd in South Australia and BAE Systems' Williamstown Dockyard in Victoria.[77] On 18 April 2016, Prime Minister Malcolm Turnbull (Abbott's successor) confirmed that BAE Systems' Type 26-class, Fincantieri's FREMM-class and a re-designed F-100-class frigate designed by Navantia had been shortlisted to replace the ANZAC-class in Australia. The Prime Minister confirmed that any frigate will be built in Adelaide and incorporate an Australian CEA phased array radar. The program is estimated to be worth $35 billion. In June 2018 it was confirmed that BAE Systems’s Type 26 had won the SEA5000 competition, with the in service date for the new vessels being set for 2027.[78]

as três Fragatas que possivelmente nos interessarão são as : Ballarat, Toowoomba e Perth, respectivamente de 2004, 2005 e 2006.







Abraços
« Última modificação: Junho 04, 2019, 06:30:43 pm por tenente »
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #107 em: Junho 04, 2019, 07:08:09 pm »
As opções de armamento das ANZAC incluem um CIWS, que seria colocado no deck onde, em geral, estão os Harpoon.


Specifications:
Builder: Tenix Defence, Williamstown, Australia
 
Length: 118 meters (387 feet) overall
Beam: 14,8 meters (49 ft)
Draft: 4,35 meters (14.3 ft)
Displacement: 3600 tons (full load)
Speed: 27 knots (50 km/h)
Range: 6000 NM (11000 km) at 18 knots (33 km/h)
Complement: 177

Propulsion: 
 CODOG (Combined Diesel or Gas)
 1 x General Electric LM2500-30 gas turbine (30172 hp / 22500 kW)
 2 x MTU 12V1163 TB83 diesel engines (8840 hp / 6590 kW, each)
2 shafts, 2 controllable pitch propellers

 
Armament / fitted:
  Mk-41 Mod.5 Vertical Launching System (VLS) - 8 cells
for
 RIM-7 Sea Sparrow SAM (1 per cell)
 RIM-162 Evolved Sea Sparrow Missile (ESSM) (4 per cell)
1 x  Mk-45 (Mod.2) 5”/54 caliber lightweight gun
2 x  Mk-32 Mod.5 triple-torpedo-tubes for   Mk-46 torpedoes
 
optional:
1 x Mk-15 Phalanx Close-in Weapon System (CIWS)
2 x  Mk-141 missile launcher for up to 8  RGM-84 Harpoon SSM
 another  Mk-41 Mod.5 Vertical Launching System (VLS)

Aviation:
flight deck and hangar for 1 helicopter (Sikorsky S-70B Seahawk or MH-60R Seahawk)

 Sensors and processing systems:
 Raytheon SPS-49(V)8 ANZ aerial search and long-range surveillance
 CEAFAR active phased array radar
 CEAMOUNT target illuminators
 Saab Systems Celsius Tech 9LV 453 combat data system
 Saab Systems Ceros 200 fire control director
 Kelvin Hughes SharpEyeTM I-Band navigation radar
 Thomson Sintra Spherion B hull-mounted bow sonar
 Thales UMS-5424 Petrel mine and obstacle avoidance sonar system
 Vampir NG infrared search & track system

 Electronic warfare & decoys:
Mark 36 SRBOC launchers
 SLQ-25A towed torpedo decoy
 BAE Systems Nulka decoy launchers
 Rascal Thorn modified Sceptre-A electronic support measures
 Telefunken PST-1720 Telegon 10 radar intercept unit




http://www.seaforces.org/marint/Australian-Navy/Frigate/Anzac-class.htm

Abraços
« Última modificação: Junho 04, 2019, 07:12:26 pm por tenente »
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #108 em: Junho 04, 2019, 09:24:15 pm »
Na minha opinião, não há melhor opção para nós que esta, já que as Zeven Provincien ou semelhantes só estarão disponíveis perto de 2030. Não sei em quanto ficaria de preço, mas 3 Anzac parecem-me bastante dentro do orçamento, se comparado com navios novos, e não representam de todo limitações em termos de capacidades.

Relativamente aos navios em si, aquele Mk-41 poderia receber outras 8 células? Parece-me ter espaço ao lado das 8 já existentes. E a posição dos mísseis podia ser resolvida com a futura inclusão (teórica ainda) de mísseis LRASM, que podem ser lançados dos Mk-41. Isto permitia remover os lançadores dos Harpoon, e os mísseis em si, e eventualmente realizar o desejo que vi algures de se converter em baterias de artilharia costeira. Mas isto são outros 500. O espaço à frente da ponte poderia acomodar um dos Phalanx que temos em armazém.
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #109 em: Junho 04, 2019, 09:33:33 pm »
Na minha opinião, não há melhor opção para nós que esta, já que as Zeven Provincien ou semelhantes só estarão disponíveis perto de 2030. Não sei em quanto ficaria de preço, mas 3 Anzac parecem-me bastante dentro do orçamento, se comparado com navios novos, e não representam de todo limitações em termos de capacidades.

Relativamente aos navios em si, aquele Mk-41 poderia receber outras 8 células? Parece-me ter espaço ao lado das 8 já existentes. E a posição dos mísseis podia ser resolvida com a futura inclusão (teórica ainda) de mísseis LRASM, que podem ser lançados dos Mk-41. Isto permitia remover os lançadores dos Harpoon, e os mísseis em si, e eventualmente realizar o desejo que vi algures de se converter em baterias de artilharia costeira. Mas isto são outros 500. O espaço à frente da ponte poderia acomodar um dos Phalanx que temos em armazém.

Ápartida o espaço está lá. O problema é o comprimento, aquelas são "self- defense" de cerca de 4.5/5 metros, ou seja só levam Sea Sparrows e ESSM´s, para os LRAMS´s e outros como SM-2 caso se mantivesse os Harpoon tem de ser "Tactical Version", que são bastante mais fundos, no minimo 7 metros.
(Para não falar que são 13.500 kg)

 :-P
 

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dc

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #110 em: Junho 04, 2019, 09:40:10 pm »
Quanto ao LPD, esquecia-se o dito, os fundos seriam canalizados para as Anzac, e o AOR executaria parcialmente as missões que seriam impostas ao LPD. Mais tarde quando se resolvessem estes problemas com os meios de superfície, aí sim pensava-se em adquirir/construir um LPD.

Na minha opinião, não há melhor opção para nós que esta, já que as Zeven Provincien ou semelhantes só estarão disponíveis perto de 2030. Não sei em quanto ficaria de preço, mas 3 Anzac parecem-me bastante dentro do orçamento, se comparado com navios novos, e não representam de todo limitações em termos de capacidades.

Relativamente aos navios em si, aquele Mk-41 poderia receber outras 8 células? Parece-me ter espaço ao lado das 8 já existentes. E a posição dos mísseis podia ser resolvida com a futura inclusão (teórica ainda) de mísseis LRASM, que podem ser lançados dos Mk-41. Isto permitia remover os lançadores dos Harpoon, e os mísseis em si, e eventualmente realizar o desejo que vi algures de se converter em baterias de artilharia costeira. Mas isto são outros 500. O espaço à frente da ponte poderia acomodar um dos Phalanx que temos em armazém.

Ápartida o espaço está lá. O problema é o comprimento, aquelas são "self- defense" de cerca de 4.5/5 metros, ou seja só levam Sea Sparrows e ESSM´s, para os LRAMS´s e outros como SM-2 caso se mantivesse os Harpoon tem de ser "Tactical Version", que são bastante mais fundos, no minimo 7 metros.
(Para não falar que são 13.500 kg)

 :-P

Não seja por isso, no lugar dos Harpoon coloca-se um segundo Mk-41.  :mrgreen:
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #111 em: Junho 05, 2019, 10:31:29 am »
Alguém escreveu aqui no forum que o sonho molhado da MP eram as FREEM
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #112 em: Junho 05, 2019, 11:40:35 am »
Alguém escreveu aqui no forum que o sonho molhado da MP eram as FREEM

Vai ser como o LPD. Tanto queriam um topo de gama todo xpto, que acabaram com nenhum.

Eu estou para ver é se, em 2024 surgir a oportunidade de adquirir as Anzac, não vão inventar uma desculpa qualquer na esperança de adquirir as FREMM... depois o governo dessa altura vai dizer que não há dinheiro e a MP fica apeada por mais uns anos...
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #113 em: Junho 05, 2019, 01:30:57 pm »
Alguém escreveu aqui no forum que o sonho molhado da MP eram as FREEM

Vai ser como o LPD. Tanto queriam um topo de gama todo xpto, que acabaram com nenhum.

Eu estou para ver é se, em 2024 surgir a oportunidade de adquirir as Anzac, não vão inventar uma desculpa qualquer na esperança de adquirir as FREMM... depois o governo dessa altura vai dizer que não há dinheiro e a MP fica apeada por mais uns anos...


"É muito grande"
 :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #114 em: Junho 05, 2019, 02:06:50 pm »


O que é que vocês dizem do LHD TRIESTE para a marinha portuguesa em 2055? Não era uma boa oportunidade? Digam lá!  ;)
 
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #115 em: Junho 05, 2019, 02:08:05 pm »
Alguém escreveu aqui no forum que o sonho molhado da MP eram as FREEM

Vai ser como o LPD. Tanto queriam um topo de gama todo xpto, que acabaram com nenhum.

Eu estou para ver é se, em 2024 surgir a oportunidade de adquirir as Anzac, não vão inventar uma desculpa qualquer na esperança de adquirir as FREMM... depois o governo dessa altura vai dizer que não há dinheiro e a MP fica apeada por mais uns anos...


"É muito grande"
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"O hangar não dá para os Lynx, porque foi feito para o SH-60."  ::)
 
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #116 em: Junho 05, 2019, 02:17:16 pm »


O que é que vocês dizem do LHD TRIESTE para a marinha portuguesa em 2055? Não era uma boa oportunidade? Digam lá!  ;)

Não são estes que vão substituir os S. Giorgio a partir de 2020 (dá para os Merlin como atestam as fotos 2 e 5)?  :mrgreen: :mrgreen:











http://www.seaforces.org/marint/Italian-Navy/Amphibious-Ship/San-Giorgio-class.htm

Cumprimentos  c56x1 c56x1

« Última modificação: Junho 05, 2019, 02:20:45 pm por mafets »
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #117 em: Junho 05, 2019, 02:21:23 pm »
Lá vinha o BE pedir esclarecimentos do porquê de termos adquirido um "porta-aviões"  :mrgreen:
 

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Stalker79

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #118 em: Junho 05, 2019, 02:24:08 pm »
Lá vinha o BE pedir esclarecimentos do porquê de termos adquirido um "porta-aviões"  :mrgreen:

Coitadito do "porta aviões", mal pode levar com os helicopteros quanto mais!
São pequeninos, mesmo.
 ;D
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #119 em: Junho 05, 2019, 02:32:26 pm »
De facto é pequeno, mas o convés corrido tem vantagens na operação de um maior número de helis em simultâneo.
O nosso mal é que mal temos helis para ocupar o convés de voo por completo. Mas era uma questão que se resolvia com a aquisição de uns SH-60  :mrgreen: