Sector Bancário

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Re: Sector Bancário
« Responder #30 em: Junho 22, 2023, 09:43:57 am »
Para quem tinha dúvidas sobre o motivo do Estado baixar os juros dos certificados de aforro de 3,5 para 2,5% ao ano!!!!!!

Portugal é dos mais atingidos da UE por fuga de depósitos

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca---financas/detalhe/portugal-e-dos-mais-atingidos-da-ue-por-fuga-de-depositos

É que agora os bancos continuam a ganhar muito dinheiro, sem risco nenhum! Basta pegarem nas dezenas de milhares de milhões de euros que têem de depósitos sem nada que lhes fazer (os bancos não estão a emprestar dinheiro a quase ninguém, apesar de terem bastante liquidez), colocam no BCE a render 3,5% e pagam ao dono do dinheiro por volta de 1% ou menos!!!!! Estimativas apontam para que os bancos nacionais emprestem menos de 80% de todo o dinheiro disponível. O recordista é a CGD, com depósitos de cerca de 90 mil milhões de euros....... mas emprestou 50 mil milhões de euros!

https://eco.sapo.pt/2023/06/09/tem-dinheiro-a-render-no-banco-5-graficos-que-nao-trazem-boas-noticias-para-depositantes/
« Última modificação: Junho 22, 2023, 09:49:04 am por Viajante »
 

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Re: Sector Bancário
« Responder #31 em: Julho 27, 2023, 11:21:24 am »
CGD avança com processo contra a Orey Antunes

A Caixa opôs-se à aprovação do Processo Especial de Revitalização que levou a uma perda de mais de 4 milhões de euros.



A Caixa Geral de Depósitos avançou com um processo em tribunal contra a Sociedade Comercial Orey Antunes (SCOA), no valor de 4,7 milhões de euros, segundo noticia o Eco esta quinta-feira. A ação visa também o presidente Duarte D’Orey e os ex-administradores Miguel Ribeiro Ferreira e Rui Antunes Pinto, que deixaram a sociedade em 2021.

De acordo com o jornal, em causa estará o Processo Especial de Revitalização (PER) que está em curso na SCOA e que vai levar perdas de 90% aos credores. A Caixa perdeu 4,2 milhões de euros neste processo.

O banco não comentou o caso, mas deu entrada uma ação no Tribunal da Comarca de Lisboa na semana passada que tem o mesmo montante de crédito que o banco público reclama à SCOA no âmbito do PER. A Caixa ter-se-á oposto à homologação do PER, que viria a ser aprovado, e apresentou um recurso para que o processo fosse revisto alegando que a SCOA ocultou a validação atribuída a duas sociedades de um fundo sediado no Luxemburgo no valor global de 27 milhões de euros.

Além da Caixa, o jornal adianta que entre os credores abrangido pelo perdão de dívida de cerca de 52 milhões de euros estarão outros grande bancos nacionais incluindo o Novo Banco, o BCP e o Santander.

https://www.jornaldenegocios.pt/economia/justica/detalhe/cgd-avanca-com-processo-contra-a-orey-antunes#loadComments

Todos nós temos razões de queixas quando somos obrigados a salvar os Bancos, mas a realidade, tirando algumas excepções, os bancos podem tombar quando têem um somatório de situações como esta!
Resumidamente, o Grupo Orey Antunes já estava a definhar à bastantes anos, por fim e numa reunião de credores, aprovaram um perdão de dívida de 90%!!!!!!!!! Quem ficou em maus lençóis....... foram os bancos, como a CGD, Santander e Novo Banco, que contra a vontade são obrigados a perdoar quase toda a dívida......

O problema surge porque a CGD alega que existem pelo menos 2 sociedades sediadas no Luxemburgo, pertencentes aos accionistas da Orey Antunes e que valerão algo como 27 milhões de euros!!!!!! Com toda a razão, os bancos tentam ir buscar todo o dinheiro que emprestaram, esteja ele onde estiver!!!!!!

Porque se um Banco tiver muitos buracos como este e como funcionam com pouco capital próprio para os activos que têem (quer dizer que um banco normalmente tem pouco mais de 10% de todo o dinheiro/activos, o restante pertence aos depositantes. Apesar do BCE exigir rácios TIER 1 mais elevados do que no passado, qualquer banco se tiver muitos créditos incobráveis, vulgarmente conhecidos como calotes, vai ao fundo e com estrondo!!!!!)

Aqui ficam alguns links. A empresa obviamente também lesou muitos investidores, porque era cotada em bolsa...... apesar de não apresentar contas!!!!!!!!!!!

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/orey-antunes-obteve-perdao-de-52-milhoes-mas-continua-sem-prestar-contas

https://expresso.pt/economia/2022-10-24-Banco-de-Portugal-confirma-que-Duarte-dOrey-nao-pode-ser-banqueiro-por-cinco-anos-2e0ebddd

https://www.cmvm.pt/pt/AreadoInvestidor/Faq/Pages/faq_liquidacao_orey_ific.aspx
 

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Re: Sector Bancário
« Responder #32 em: Agosto 19, 2023, 12:14:22 pm »
Lucros da CGD sobem 25% no semestre para 608 milhões

Resultados desde a recapitalização já superam prejuízos verificados entre 2011 e 2016. Paulo Macedo, CEO do banco, entende, por isso, que é "um resultado histórico".



A Caixa Geral de Depósitos obteve nos primeiros seis meses do ano lucros de 608 milhões de euros, um acréscimo de 122 milhões de euros, ou de 25%, face ao mesmo período do ano passado.

O banco sublinha que com este exercício, "o conjunto de resultados gerados desde a recapitalização de 2017 permitiu saldar os prejuízos acumulados dos exercícios de 2011 a 2016", pelo que Paulo Macedo, CEO do banco entende que este é "um resultado histórico".

Em comunicado à CMVM, o banco informa que os depósitos de clientes alcançaram em junho 79 mil milhões de euros. Deste valor, 69 mil milhões dizem respeito a Portugal em junho, uma subida de 0,6%, invertendo a tendência dos meses anteriores (pelo menos desde março estavam em queda).

Quanto ao crédito, a carteira de crédito teve uma redução de 0,8% face ao primeiro semestre de 2022, para 52,6 mil milhões de euros, uma evolução considerada pela CGD como "estável num cenário de diminuição da procura".

Daquele valor, 45 mil milhões foram concedidos em Portugal. Ao nível das famílias, há uma ligeira descida (-0,3%), para 45,4 mil milhões de euros, mas a queda é maior quando observado apenas o crédito concedido para habitação: uma descida de 2,1% para 24,5 mil milhões de euros. Já no crédito a pequenas e médias empresas, houve um aumento de 1%, para 4,1 mil milhões.

Relativamente ao rácio de crédito malparado (NPL) atingiu os 1,8 mil milhões, descendo 3,8% face ao primeiro semestre de 2022. Corresponde a 2,48% do total do crédito.

Em relação às comissões cobradas, chegaram aos 289 milhões de euros, significando um decréscimo de 5% face ao mesmo período de 2022. A CGD prevê "a continuação da descida até ao final do ano".

Os custos de estrutura recorrentes, incluindo com pessoal, ficaram em 460 milhões de euros, mais 9% do que no período hómologo, dos quais 323 milhões em Portugal (+10%).

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/lucros-da-cgd-sobem-25-no-semestre-para-608-milhoes?ref=DET_Engageya_JNegocios

O que faço referência não é ao lucro, sou da área da gestão e não sou da esquerda, não tenho qualquer problema em ver lucros elevados e cada vez mais robustos. Prefiro isso a ter de colocar na minha de declaração de IRS, para além dos meus dependentes, ainda ter de acrescentar a TAP ou a CGD ou o Novo Banco  :mrgreen:

Mas não, o que salta à vista é este fenómeno que está a acontecer neste momento em Portugal. Os bancos nunca tiveram tanta liquidez como agora, mas mesmo com taxas de juro altas, não estão a emprestar mais dinheiro, porquê?
Neste caso da CGD, em Portugal a CGD tem 69 mil milhões de depósitos de clientes, mas destes, só emprestou 45 mil milhões!!!! Quer dizer que tem 24 mil milhões de euros sem emprestar nem a clientes particulares, nem a empresas e nem ao Estado! Muito provavelmente estão no BCE, a render 3,75%!!!!!

Como a CGD remunera aos seus clientes a baixo de 3% ao ano (e muitas das vezes sem poderem movimentar durante um ano), ganha pelo menos 1% sem risco nenhum! É que se emprestar o dinheiro, vai ter de enfrentar o crédito incobrável!!!!

Pode não parecer muito, mas 1% de 24 mil milhões de euros rende pelo menos 240 milhões de euros por ano para a CGD!!!!!! E sem risco nenhum!!!!!!
« Última modificação: Agosto 19, 2023, 12:16:18 pm por Viajante »
 

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Re: Sector Bancário
« Responder #33 em: Novembro 04, 2023, 10:43:54 am »
BPN - 15 anos após a nacionalização

Em 2008 a queda de um pequeno banco acabaria por tornar-se o primeiro grande escândalo financeiro do país. O Banco Português de Negócios foi nacionalizado em Novembro, depois de meses de suspeitas sobre dificuldades. No centro da polémica esteve um nome: José Oliveira e Costa, o presidente da instituição que tinha estado no primeiro governo de maioria absoluta de Cavaco Silva enquanto Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais. Esta é a história do processo que culminou no anúncio de Teixeira dos Santos e que envolve crime, teias de influências, acusações de falhas de supervisão e uma fatura de 6 mil milhões de euros para as contas públicas.

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca---financas/15-anos-apos-a-nacionalizacao/

Sequência de disparates tomados na altura e que terminaram numa nacionalização que nunca devia ter acontecido. As empresas nascem, crescem e eventualmente morrem!!!!! O BPN devia ter sido liquidado ou então deixarem a equipa que quis salvar o banco actuar!

A supervisão não viu nada, e mesmo assim ainda consegue chegar a Vice do BCE!!!!!!
O Governo de Sócrates em vez de deixar o banco morrer, comete 2 erros gravíssimos: Nacionaliza um banco sem sequer saber quanto é que nos pode custar a todos nós; E depois outro erro, assim que nacionaliza o banco...... entrega a sua gestão a um concorrente, a CGD!!!! O que faz a CGD? Vai buscar os melhores clientes ao BPN (para a CGD) e deixa o BPN afundar-se ainda mais. Depois o Conselho de Administração do BPN ..... também eram Administradores da CGD....... mas recebiam o salário sem sequer lá porem os pés!!!!!!
 

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Re: Sector Bancário
« Responder #34 em: Novembro 05, 2023, 11:15:13 am »
Bancos privados já renegociaram 73 mil créditos à habitação

Este é o valor até setembro que resulta dos créditos renegociados pelo Santander, BCP e Novo Banco. O BPI não fornece o número de negociações.



Os principais bancos privados renegociaram mais de 73 mil créditos à habitação até setembro devido à dificuldade das famílias em pagarem as prestações mensais.

O Santander Totta renegociou mais de 36 mil créditos à habitação desde o início do ano, respondeu à Lusa fonte oficial.

Já o Novo Banco fez 17.700 renegociações e o BCP fez mais de 16.000 renegociações.

O BPI não divulga o total de renegociações, referindo apenas que os créditos renegociados têm o valor total de 950 milhões de euros. Apenas ao abrigo do decreto-lei 80-A/2022 foram renegociados créditos no valor de 414 milhões de euros, abrangendo 3.400 clientes, disse.

Milhares de renegociações de empréstimos são feitas ao abrigo de legislação do Governo mas a maioria é por acordo comercial entre cliente e banco (renegociação comercial).

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) só divulgará estes dados quando publicar as contas dos primeiros nove meses do ano, dia 10.

As renegociações de crédito podem ser feitas de várias formas, por baixa do 'spread' (margem de lucro comercial do banco), aumento do prazo de pagamento do crédito ou um período de carência no pagamento de capital (por exemplo, durante um ano o cliente só paga juros, o que baixa a prestação mensal mas capitalizando de futuro o valor em falta).

A subida das taxas de juro tem criado problemas a muitas famílias que pagam crédito à habitação, uma vez que têm efeito nos contratos a taxa variável com subida significativa das prestações mensais.

Para mitigar o impacto imediato, os bancos têm renegociado créditos e o Governo tem tomado medidas, caso da bonificação de créditos à habitação de famílias em dificuldades (tendo em conta algumas condições).

O Santander Totta tem mais de 10 mil créditos bonificados, segundo fonte oficial.

O BPI tem 4.700 clientes com bonificação de juros no valor médio de 10 euros mensais.

O BCP teve 2.400 contratos de crédito com bonificações e, em média, a bonificação foi de 32 euros mensais.

Já no Novo Banco, nos primeiros nove meses do ano, houve 1.360 contratos de crédito à habitação com juros bonificados pelo Estado.

Desde a quinta-feira passada que os clientes bancários com crédito à habitação podem pedir a adesão ao regime que fixa por dois anos a prestação e por um valor inferior ao atual. O valor que os clientes não pagarem durante dois anos será pago de futuro, somando-se ao capital (o que significa que os clientes pagarão mais juros).

Até setembro, os quatro principais bancos privados que operam em Portugal tiveram lucros agregados de 2.301 milhões de euros, quase o dobro dos primeiros nove meses de 2022.

A principal rubrica a explicar a subida significativa dos ganhos é a margem financeira, que é a diferença entre o que os bancos cobram pelos créditos e o que pagam pelos depósitos.

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca---financas/detalhe/bancos-privados-ja-renegociaram-73-mil-creditos-a-habitacao

Quem tem dificuldades em pagar a prestação da casa, é a medida que deve recorrer, antes de entrar em incumprimento!
 
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Re: Sector Bancário
« Responder #35 em: Janeiro 23, 2024, 10:24:41 am »
Fosun encaixa 235 milhões com venda de 5,6% do capital do BCP

Preço por ação foi de 0,278 euros, num desconto de 3,3% face à cotação de fecho de hoje. Participação do acionista chinês passa a ser de cerca de 20%. Liquidação acontece dentro de três dias.



A Fosun concluiu a venda de 5,6% do capital do BCP, reduzindo a sua posição para pouco mais de 20%.

O desfecho da operação foi comunicado pelo banco em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

O valor total da operação atingiu aproximadamente 235 milhões de euros "correspondente a um preço de 0,2780 euros por ação", lê-se no documento, que acrescenta que "a liquidação ocorrerá a 25 de janeiro de 2024", momento a partir do qual a companhia chinesa passará a deter cerca de 3 mil milhões de ações do BCP.

O desconto face à cotação de fecho de hoje é de 3,3%.

A operação foi anunciada poucas horas da sua concretização e não apanhou a administração do banco desprevenida, apurou o Negócios, já que acontece alguns dias depois de a Fosun ter organizado o seu encontro anual de quadros, que este ano decorreu na China. O CEO do banco, Miguel Maya, e o "chairman", Nuno Amado, costumam ser presenças assíduas nessas reuniões.

O acionista garante que a redução da participação "não tem qualquer relação com a situação financeira e de ‘cash flow’".

A decisão, assegurou a Fosun ao Negócios, é "um comportamento de investimento normal. Após esta transação, a Fosun continua a deter 20% do BCP". A empresa assegura que "continuará a apoiar o desenvolvimento do BCP" e afirma que "continua muito otimista em relação aos mercados estrangeiros, incluindo Portugal. Os investimentos da Fosun em Portugal, como a Fidelidade, continuarão a ser componentes muito importantes" e a decisão "não deve ser interpretada como um sinal de que a Fosun deixou de estar otimista em relação ao mercado português sob quaisquer circunstâncias".

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca---financas/detalhe/fosun-encaixa-235-milhoes-com-venda-de-56-do-capital-do-bcp

A frase anedótica que destaco é esta: "O acionista garante que a redução da participação "não tem qualquer relação com a situação financeira e de ‘cash flow’"."
Pois claro que a venda não tem nada a ver com o facto da Fosun ter a corda na garganta e estar excessivamente endividada!!!!!

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/lucro-da-fosun-cai-para-metade-no-primeiro-semestre
 

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Re: Sector Bancário
« Responder #36 em: Fevereiro 08, 2024, 06:44:51 pm »
Lucros do BPI sobem 42% para 524 M€ em 2023


 

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Re: Sector Bancário
« Responder #37 em: Fevereiro 12, 2024, 04:10:26 am »
Quando já falta menos de 1 mês para as eleições, somos bombardeados por promessas sem parar, algumas muito perigosas:

Pedro Nuno Santos quer Estado a assumir malparado na habitação

Socialistas querem dar a mão a quem se vê sem conseguir pagar a prestação e ajudar quem vai comprar e não tem dinheiro para a entrada. Mais-valias penalizadas no investimento especulativo.



O Estado deve ajudar as famílias que, tendo um crédito à habitação, com as suas casas hipotecadas ao banco, se vejam em dificuldades e deixem de conseguir pagar as prestações. A ideia é que, uma vez esgotados todos os mecanismos de renegociação com os bancos, seja o próprio Estado a assumir o crédito, garantindo que a família possa continuar na casa. A medida consta do programa eleitoral ......

https://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/pedro-nuno-santos-quer-estado-a-assumir-malparado-na-habitacao#loadComments

Ou seja, o risco de incumprimento de um crédito à habitação, que neste momento é da responsabilidade do credor e depois de quem emprestou dinheiro (que arrisca perder dinheiro), agora o Estado assume-se como o Avalista Disto Tudo (com os nossos impostos)!

É um negócio parecido ao BES/Novo Banco, bancos e pessoas negoceiam, mas se correr mal, é o Estado que paga!!!! Brilhante PNS!!!!!
 

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Re: Sector Bancário
« Responder #38 em: Fevereiro 12, 2024, 11:48:10 am »
Bancária suspeita de desviar 3 milhões


« Última modificação: Fevereiro 12, 2024, 11:49:22 am por Lusitano89 »