Notícias da Força Aérea Brasileira

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HSMW

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Re: Notícias da Força Aérea Brasileira
« Responder #915 em: Janeiro 29, 2021, 04:15:43 pm »
A minha questão era mais relativamente ao reabastecimento em voo.

Que o 330 vai fazer, mas, o 390 também?
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"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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dc

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Re: Notícias da Força Aérea Brasileira
« Responder #916 em: Janeiro 29, 2021, 04:23:58 pm »
A FAB tem alguma aeronave que reabasteça apenas com o Flying Boom? Se não tiverem, não faz muito sentido ter esta capacidade nos A-330. A não ser que queiram uma aeronave capaz de P&D, mas com maior alcance.
 

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NVF

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Re: Notícias da Força Aérea Brasileira
« Responder #917 em: Janeiro 31, 2021, 02:58:11 am »
Os MRTT não têm, necessariamente, que ser equipados com o flying boom. Os da RAF não têm flying boom, apesar de eles operarem o C-17.

A FAB pode utilizar os 330 para reabastecer os KC-390 em missões de longo alcance. É mais eficiente que utilizar outro KC nessas funções.
Talent de ne rien faire
 

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Vitor Santos

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Re: Notícias da Força Aérea Brasileira
« Responder #918 em: Fevereiro 01, 2021, 07:22:47 pm »
FAB e o Airbus A330 MRTT – entenda


Na a sua tradicional live semanal no canal do Youtube, o presidente República Jair Bolsonaro afirmou que a Força Aérea Brasileira (FAB) receberá duas aeronaves da Airbus. O presidente, num possível equívoco, mencionou que o modelo a ser recebido é o “A230”, cuja denominação não é utilizada para nenhum modelo de aeronave da Airbus. Entretanto, é conhecida a necessidade de um novo tipo para repor a desativação dos quatro Boeing KC-137E, ocorrida em 10 de outubro de 2013.

Lotados no 2º/2º Grupo de Transporte (2º/2º GT) “Esquadrão Corsário”, na Ala 11 (Galeão – RJ), os KC-137E cumpriam as missões de transporte presidencial de longo curso; transporte estratégico de pessoal, de cargas e de tropas; e reabastecimento em voo (REVO).

Em 9 de maio de 2012, a FAB lançou o programa KC-X2 que buscou analisar as ofertas para dois aviões de transporte e de reabastecimento em voo de longo alcance. As possibilidades apresentadas foram o Airbus A330 MRTT; a Boeing com o KC-767A, com a conversão do Boeing 767-200ER para essa função, sendo essa solução tendo sido adotada pelo Japão e pela Itália; e, por fim, a israelense IAI com um programa semelhante ao da Boeing, convertendo exemplares disponíveis no mercado e em boas condições para serem transformados em cargueiros e reabastecedores.

A IAI foi a escolhida pela Colômbia para transformar um Boeing 767-200ER civil para a missão militar, O exemplar recebeu, dentre outras modificações, porta lateral para embarque de grandes volumes, piso reforçado para suportar maior peso das cargas e pods de reabastecimento em voo.

Em 14 de março de 2013 a FAB anunciou a IAI como vencedora do processo. O contrato incluiria três aviões, sendo um convertido em Israel e dois no Brasil, pela TAP ME. A Akaer seria envolvida na parte de engenharia e a Gespi receberia conhecimentos para manutenção nos motores dos caças A-4 Skyhawk da Marinha do Brasil. A Friuli, por sua vez, receberia conhecimentos para projetar ferramentais para serem usados nas mudanças de configuração do avião, por exemplo, de carga para passageiro.


O contrato, porém, não continuou e foi encerrado em dezembro de 2016.

Como medida temporária, a FAB arrendou um Boeing 767-300ER (designado C-767 com a matrícula FAB 2900, c/n 26470), da empresa GFG Global Flying Group, por um período de três anos.

A aeronave chegou em 10 de julho de 2016 e o contrato posteriormente não foi renovado, sendo a aeronave devolvida ao operador.

Na semana passada a FAB divulgou informações esclarecendo o cancelamento, em agosto de 2020, da nova licitação para o arrendamento de um Boeing 767-300ER.

Não se sabe ao certo o estágio das negociações para a compra dos dois exemplares do A330 para a FAB. Nem um cronograma e a origem dessas aeronaves.

A Airbus já possui 61 exemplares encomendados do A330 MRTT, com 41 desses já entregues para a Arábia Saudita, Austrália, Cingapura, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, França, OTAN e Reino Unido.

A aeronave pode transportar até 45 toneladas de carga, até 130 macas; ou ter uma configuração mista levando 40 macas, 20 pessoas de equipe médica, equipamentos de suporte à vida e 100 passageiros. Ou 300 passageiros. Para missões de reabastecimento em voo, até 111 toneladas de combustível. Apenas como base de comparação, cada F-5EM pode levar, considerando os tanques internos e externos, um total de 4,5 toneladas de combustível. O AMX pode levar até 3.622 kg de combustível utilizando os tanques subalares menores.

 :arrow:  https://tecnodefesa.com.br/fab-e-o-airbus-a330-mrtt-entenda/
 

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Vitor Santos

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Re: Notícias da Força Aérea Brasileira
« Responder #919 em: Fevereiro 02, 2021, 04:37:40 pm »
FAB ultrapassa 1000 horas de voo em missões de apoio à região Norte


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Aeronaves como KC-390 Millennium, C-130 Hércules, C-105 Amazonas, C-99 e outras estão envolvidas no transporte de insumos, equipamentos e pacientes

A Força Aérea Brasileira (FAB), que atua desde o dia 8 de janeiro no transporte de pacientes, bem como de tanques de oxigênio líquido, cilindros de oxigênio e equipamentos para o combate ao novo Coronavírus na região Norte, somou, nesta segunda-feira (01), 1067 horas voadas em proveito da Operação COVID-19, atendendo às demandas do Norte do País. O emprego das aeronaves tem a missão de salvar vidas por meio, dentre outras ações, da distribuição de insumos para o sistema de saúde, reduzindo, assim, os impactos da pandemia.

Diversas aeronaves da FAB são empregadas nas missões, como o KC-390 Millennium, C-130 Hércules, C-105 Amazonas, C-99 e outras. Nesta segunda-feira (01), um KC-390 decolou da Ala 9, em Belém (PA), às 16h15 (horário de Brasília), para a Ala 8, em Manaus (AM), transportando um isocontainer, contendo 6.047m³ de oxigênio líquido, pesando aproximadamente 17 toneladas. No domingo (31), um C-130 decolou da Ala 1, em Brasília (DF), com nove tanques de oxigênio líquido para Manaus (AM). No sábado (30), um C-99 decolou às 21h21 da Ala 8, em Manaus (AM), transportando 11 pacientes com destino à Base Aérea de Florianópolis (BAFL), onde pousou às 2h41 deste domingo (31). Outra missão, foi de um KC-390 Millennium, que carregou em Brasília oito tanques de oxigênio, pesando 12.785 quilos de carga, com destino à Manaus.


Para o Comandante do 1º Grupo de Transporte de Tropa (1º GTT) - Esquadrão Zeus, Tenente-Coronel Aviador Luiz Fernando Rezende Ferraz, atuar na Operação COVID-19, que ultrapassa a marca de 1000 horas de voo somente prestando apoio para a região Norte do Brasil, nesse mês de janeiro, torna-se motivo de satisfação pela oportunidade de ajudar a população brasileira. “Sabemos que nosso trabalho tem sido de vital importância para a sociedade. Cada pouso e decolagem tem sido motivo de orgulho, pois estamos cumprindo uma missão real. Poder ajudar ao próximo é sempre uma tarefa muito gratificante”, destaca.

No período em que os esforços da Força Aérea concentram-se para auxiliar a região Norte, foram realizados mais de 100 voos e, ainda, transportadas cerca de 1100 toneladas de carga. Essa ação já removeu, do Amazonas (AM), de Rondônia (RO) e de Roraima (RR), 457 pacientes para as cidades de Teresina (PI), São Luís (MA), João Pessoa (PB), Natal (RN), Goiânia (GO), Brasília (DF), Belém (PA), Vitória (ES), Maceió (AL), Recife (PE), Uberaba (MG), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), São Paulo (SP), Palmas (TO) e Florianópolis (SC).

Operação COVID-19

Por meio do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), a FAB cumpre as missões que têm como objetivo minimizar os impactos do novo Coronavírus no sistema de saúde de alguns estados do Norte do País. O Transporte Aéreo Logístico da FAB integra as ações da Operação COVID-19, acionada pelo Ministério da Defesa, em uma cooperação com o Ministério da Saúde.


O Comando da Aeronáutica está dedicando permanentemente o esforço do seu efetivo e de suas aeronaves, 24 horas por dia e sete dias por semana, em atendimento às necessidades da sociedade brasileira no enfrentamento à pandemia da COVID-19.

 :arrow:  FAB








 

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Vitor Santos

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Re: Notícias da Força Aérea Brasileira
« Responder #920 em: Março 06, 2021, 01:19:54 pm »
MRTT da FAB subiu para o telhado...

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Ministério da Economia nega recursos para compra dos A330


Após ter sido anunciada pelo próprio Presidente da República, a aquisição de um par de jatos de transporte para a Força Aérea Brasileira já está estagnada. O Ministério da Fazenda negou a liberação de recursos, segundo reportagem publicada no jornal O Globo assinada por Gabriel Shinohara.

A FAB tem pressa para adquirir as aeronaves. O plano era abrir um processo de licitação logo após a liberação do crédito. Daí, as aeronaves deveriam ser entregues em um prazo de 60 dias, o que sugere a possível aquisição de jatos usados.

Durante live realizada no dia 28 de janeiro, o presidente Jair Bolsonaro comentou sobre a compra de dois aviões “A230″, em uma possível referência aos A330. Segundo ele, os recursos viriam da recuperação de verbas desviadas em casos de corrupção e que devem voltar ao orçamento público por meio de ações da Advocacia-Geral da União.

De acordo com a reportagem do O Globo, o Ministério da Defesa solicitou um crédito extraordinário de R$ 500 milhões, no início de fevereiro. O objetivo seria adquirir aeronaves capazes de carregar 240 a 600 cilindros de oxigênio ou, em outra configuração interna, receber seis pacientes em UTI’s móveis ou até 130 macas convencionais.

Hoje, o país não conta com nenhuma aeronave militar da categoria de peso e alcance do A330. Os KC-390, criados para realizar missões táticas como lançamento de paraquedistas, não têm a mesma capacidade de carga ou alcance. A aquisição dos novos jatos estratégicos, uma demanda que existe na FAB desde a aposentadoria dos KC-137, ocorreria de forma emergencial, por conta da necessidade de apoio logístico surgida com a pandemia de Covid-19. O transporte de vacinas e de insumos para vacinas tamb

Ainda segundo a reportagem, a Junta de Execução Orçamentária do Ministério da Economia considerou que o pedido de crédito suplementar não atendia aos preceitos de urgência, imprevisibilidade e relevância necessários para a edição de uma Medida Provisória para liberar os recursos. O Ministério da Defesa, por outro lado, alegou que esse era exatamente o caso.

 :arrow:  https://www.edrotacultural.com.br/ministerio-da-economia-nega-recursos-para-compra-dos-a330/
 

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Vitor Santos

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Re: Notícias da Força Aérea Brasileira
« Responder #921 em: Março 08, 2021, 03:40:30 pm »
Apesar do revés inicial, a Força Aérea Brasileira prossegue no objetivo de adquirir dois cargueiros A330


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Embora tenha tido seu pedido de R$ 500 milhões negado pelo Ministério da Economia para a compra de dois Airbus A330, a FAB prossegue no objetivo de adquirir os aviões.

Já que a tentativa inicial por um crédito extraordinário não foi bem sucedida, por não atender aos “aos preceitos de urgência, imprevisibilidade e relevância” previstos na Constituição, a estratégia agora é incluir os recursos na Lei Orçamentária anual – LOA 2021 que tramita no Congresso.

A expectativa é que os recursos estejam disponíveis até abril, para que então se lance o edital de compra.

A ideia é adquirir dois aviões, aproveitando os atuais preços favoráveis dessas plataformas no mercado e posteriormente convertê-los em reabastecedores.

A FAB buscava suprir sua necessidade de transporte estratégico através do Projeto CX-2 e acabou alugando um Boeing 767 por mais de dois anos como medida interina.

A aquisição de cargueiros de grande porte visa complementar a frota de aeronaves de transporte KC-390 e C-130 em operação.

 :arrow:  https://www.aereo.jor.br/2021/03/08/apesar-do-reves-inicial-a-forca-aerea-brasileira-prossegue-no-objetivo-de-adquirir-dois-cargueiros-a330/


 
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Re: Notícias da Força Aérea Brasileira
« Responder #922 em: Março 22, 2021, 01:25:02 pm »
Aeronaves da FAB transportam isocontainer e pacientes na região Norte do País


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Dois aviões C-105 Amazonas e um KC-390 Millennium foram acionados para os transportes de isocontainer e pacientes, nessa sexta-feira (19)

A Força Aérea Brasileira (FAB) continua prestando apoio às missões da Operação COVID-19. Nessa sexta-feira (19), três aeronaves realizaram transporte de oxigênio e pacientes na região Norte do País. Um KC-390 Millennium, operado pelo Primeiro Grupo de Transporte de Tropa (1° GTT) - Esquadrão Zeus, transportou um isocontainer pesando 15 toneladas, contendo o equivalente a 51 metros cúbicos de volume.

A decolagem da Base Aérea de Manaus (BAMN) ocorreu às 13h40 (horário de Brasília) e o pousou na Base Aérea de Porto Velho (BAPV) foi às 14h30. O equipamento será utilizado para o abastecimento de oxigênio em hospitais da rede pública e privada do Estado de Rondônia. A ação visa atender aos pacientes internados pela contaminação de COVID-19 e foi coordenada, conjuntamente, pelo Ministério da Saúde, Ministério da Defesa e Governo do Estado de Rondônia.

O Comandante da Ala 2, Coronel Aviador Gustavo Pestana Garcez, responsável pela supervisão e pelo preparo do 1º GTT, enfatizou a importância da missão de apoio ao Estado. “Dedicamos permanentemente o esforço de nosso efetivo e de nossas aeronaves, 24 horas por dia e sete dias por semana, no enfrentamento da pandemia do COVID-19”, concluiu.

Para o Chefe da Seção de Operações do 1º GTT e Comandante da missão, Major Aviador Bruno Américo Pereira, essa é uma oportunidade de estabelecer o suporte logístico de oxigênio para o Estado de Rondônia com a aeronave KC-390 Millennium. “É sempre motivo de orgulho e uma tarefa muito gratificante para o Esquadrão ajudar a população Brasileira”, destacou o Oficial.

De acordo com o Superintendente do Ministério da Saúde em Rondônia, Ivo Mendonça, o oxigênio recebido será utilizado para o abastecimento de todos os 52 municípios de Rondônia. "O Ministério da Saúde vai realizar esse trabalho em conjunto com a Força Aérea Brasileira enquanto perdurar essas necessidades de abastecimento de oxigênio aos pacientes internados. Daremos todo o apoio”, afirma.

Transporte de pacientes

Com o objetivo de minimizar os impactos no sistema de saúde da região Norte, dois C-105 Amazonas da FAB, operados pelo Primeiro Esquadrão do Nono Grupo de Aviação - Esquadrão Arara (1º/9º GAV), transportaram 18 pacientes infectados pela COVID-19. O primeiro voo saiu de Porto Velho (RO), transportando 15 pessoas, às 02h10 horas (horário de Brasília) e pousou em Manaus (AM), às 04h15 horas.

Já a segunda aeronave, decolou de Rio Branco (AC) às 01h30 horas (horário de Brasília) e, pousou na capital manauense às 04h25 horas, com três pacientes.

"Estar nesse cenário nos dá percepção real da necessidade dessas famílias que têm a FAB como sua esperança Clique aqui para baixar a imagem original", disse o Chefe da Seção Aeromédica do Hospital de Aeronáutica de Manaus (HAMN), Capitão  Médico Waldyr Moysés de Oliveira Junior.

Operação COVID-19

Por meio do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), a FAB cumpre as missões que tem como objetivo minimizar os impactos do novo Coronavírus no sistema de saúde. O Transporte Aéreo Logístico integra as ações da Operação COVID-19, acionada pelo Ministério da Defesa, em uma cooperação com o Ministério da Saúde.

Com colaboração da Tenente Rebeca

Fotos: Tenente Bruna/Ala 8; Tenente Receba/BAPV; Capitão Waldyr/HAMN

 

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Vitor Santos

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Re: Notícias da Força Aérea Brasileira
« Responder #923 em: Março 24, 2021, 01:10:38 am »
Pilotos de Caça da FAB realizam o primeiro voo de instrução na aeronave JAS-39D Gripen


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Os voos básicos visam ambientar os tripulantes às características do novo vetor de caça da Força Aérea Brasileira

Quatro pilotos da Força Aérea Brasileira (FAB) realizaram sua primeira missão de instrução a bordo da aeronave Gripen, denominada de JAS-39D, pertencente à Força Aérea Sueca e alocadas no Esquadrão Wing F-7. Tal ação, realizada na primeira semana de março, em Såtenäs, na Suécia, objetiva qualificar os Oficiais Aviadores para que possam atuar na implantação da aeronave no Brasil.

Os pilotos, pertencentes ao Primeiro Grupo de Defesa Aérea (1º GDA) – Esquadrão Jaguar, fazem parte da equipe designada pelo Comando de Preparo (COMPREP) para realizar o primeiro Curso Operacional do novo vetor de caça da Força Aérea Brasileira (FAB).

A primeira fase do curso, denominada Conversion Training, é destinada a verificar a condição fisiológica do piloto, por meio de qualificações específicas de sobrevivência no mar e resistência ao alto fator de carga “G” (de gravidade). Além disso, os tripulantes brasileiros participam de aulas e realizam provas teóricas sobre toda a parte técnica da aeronave, além de procedimentos de padronização.

Os pilotos também realizam missões com os instrutores suecos focados na operação da aeronave. Os voos básicos visam ambientar os tripulantes às características do vetor. Neles são realizadas acrobacias, emergências simuladas, voo por instrumento, navegação e gerenciamento dos diversos sistemas embarcados.

Para o Major Aviador Vítor Cabral Bombonato, a aeronave Gripen na versão Sueca (C/D) impressiona pelo alto nível de tecnologia embarcada. “Diversos sistemas são controlados por computadores, o que reduz bastante a carga de trabalho do piloto em comparação com o F-5M. Um bom exemplo é o sistema de controle de voo, que atua nas superfícies de comando de maneira mais eficiente possível evitando cargas excessivas e perdas de controle. Assim, é possível direcionar a atenção para a execução tática da missão”, explica.

O Comandante da Ala 2, Coronel Aviador Gustavo Pestana Garcez, comenta sobre o início dos voos de instrução. “Esta etapa permite aos pilotos conhecerem de perto as capacidades e potencialidades do Sistema Gripen, que no futuro próximo atuará na manutenção da soberania do espaço aéreo brasileiro”, disse.

Visita de integração na Ala 2, em Anápolis (GO)

Enquanto os pilotos da FAB se aperfeiçoam na Suécia, a Ala 2, em Anápolis (GO), continua a preparação para o recebimento, ainda neste ano, das primeiras aeronaves F-39 Gripen, bem como dos simuladores e equipamentos de apoio. Com isso, o GT-FOX do COMPREP – um grupo de militares escolhidos para prestar assessoria no que diz respeito às atividades de implantação operacional da aeronave – visitaram as instalações da Organização Militar.

 :arrow:  https://www.aereo.jor.br/2021/03/23/pilotos-de-caca-da-fab-realizam-o-primeiro-voo-de-instrucao-na-aeronave-jas-39d-gripen/


 

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Vitor Santos

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Re: Notícias da Força Aérea Brasileira
« Responder #924 em: Março 31, 2021, 06:23:15 pm »
Entrevista com Jackson Schneider, Presidente e CEO, Embraer Defesa e Segurança

Da Pucará Defense conversamos com Jackson Schneider, que lidera a área de defesa do gigante brasileiro, sobre como a crise atual afetou a empresa e os planos para continuar crescendo, ganhando espaço como um dos principais players do setor de aviação militar. uma escala global.


Como você pode analisar a situação da Embraer, principalmente na área de defesa, após o início da pandemia e a crise econômica global que isso acarretou?


A Embraer tem um plano estratégico para reverter o cenário, que já apresenta resultados positivos nos resultados do 4T20, principalmente devido à melhor rentabilidade em um segmento como o de Defesa. A Embraer Defesa & Segurança encerrou o ano com US $ 3,6 bilhões em pedidos firmes, o que representa 25% da carteira total da Companhia. No segmento Defesa, as campanhas de vendas estão sendo realizadas e os pedidos não foram cancelados, apenas postergados. Estamos otimistas com o portfólio de soluções que oferecemos, que vai muito além da aeronave, com presença no ar, terra, mar, espaço e cibernética. O C-390 Millennium, por exemplo, tem sido fundamental no apoio logístico à FAB no combate à pandemia no Brasil.


Como a Embraer espera enfrentar essa situação, somada às dificuldades geradas pelo fracasso do acordo com a Boeing?


O acordo com a Boeing foi importante para ambas as empresas, mas não crítico. O processo de diversificação de negócios que a Embraer vem desenvolvendo nas últimas duas décadas permite essa flexibilidade em momentos cíclicos. A área de Defesa & Segurança tem papel fundamental na geração de receita, com a expectativa de aumentar gradativamente sua participação nos resultados da empresa, principalmente com a aceleração das entregas do C-390 Millenium, que já foram contratadas pela FAB, a Força Aérea Portuguesa e Forças Armadas Húngaras. Temos a convicção de que nossos produtos são extremamente competitivos nas categorias em que concorrem, com destaque para o C-390 e o A-29 Super Tucano.


Como você vê o mercado de produtos da Embraer?


Temos um portfólio completo de soluções de defesa e segurança, que vai muito além da aeronave, com presença no ar, terra, mar, espaço e cibernética. Continuaremos com o foco no setor aeronáutico e de defesa, nosso principal negócio, mas também estamos abertos a oportunidades de diversificação, alianças e novos negócios em segmentos de alta tecnologia relacionados ao nosso negócio, como segurança cibernética, controle de tráfego aéreo e satélites. Em termos de vendas, temos várias campanhas para o C-390 Millennium e A-29 Super Tucano em andamento no momento, e estamos confiantes de que podemos oferecer soluções bastante competitivas.


No KC-390, como estão as entregas para a FAB e para quando estão previstas as entregas para Portugal e Hungria? Espera-se que novos contratos sejam assinados em um futuro próximo?


A Embraer já entregou à Força Aérea Brasileira (FAB) quatro aeronaves multimissão KC-390 Millennium e a previsão é concluir a entrega de um total de 28 unidades em 2027. As entregas para Portugal e Hungria estão previstas para começar em 2023 Relativamente à liquidação de novos contratos, não comentamos possibilidades de negócio, mas estamos muito confiantes e optimistas quanto às novas perspectivas de venda, visto que existe um interesse crescente pelo C-390 Millennium no mercado internacional e vários clientes potenciais que solicitem informações sobre a aeronave.


Muitos clientes em potencial estão optando por modernizar suas frotas existentes em vez de comprar novas aeronaves. Como você vê que isso afeta o programa?


O C-390 Millennium foi projetado para estabelecer novos padrões em sua categoria. Quando a Embraer iniciou o programa, já sabia que teria que enfrentar essa concorrência, por isso desenvolveu uma aeronave que se destaca por oferecer mobilidade incomparável, rápida reconfiguração, alta disponibilidade, maior flexibilidade, tecnologia de ponta comprovada e mais fácil manutenção, tudo em uma plataforma única e exclusiva. Desde que entrou em serviço na FAB, o KC-390 começou a demonstrar seu excelente desempenho e capacidades como uma aeronave multi-missão de nova geração. Recentemente, a frota KC-390 ultrapassou 1.500 horas de vôo operacional. Entendemos também que, ao receber encomendas de Portugal e da Hungria, duas nações que fazem parte da NATO, outros países terão interesse na aeronave.


Sobre o Super Tucano, o que você pode falar sobre a Nova Geração do avião? Como foram as entregas para novos clientes durante a pandemia e que expectativas você tem para adicionar novos operadores?


O A-29 Super Tucano possui mais de 60 mil horas de vôo acumuladas em combate, sendo uma plataforma extremamente robusta, com comprovada performance em condições de combate, e referência em treinamento básico e avançado. A escolha do A-29 Super Tucano pelo Comando de Operações Especiais da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) é mais uma demonstração da versatilidade, confiabilidade e robustez da plataforma, que vem sendo aprimorada ao longo dos anos.

Durante o 4º trimestre de 2020, três aeronaves A-29 Super Tucano destinadas à Força Aérea da Nigéria, de um total de 12 unidades, foram entregues à Sierra Nevada Corporation (SNC), nos Estados Unidos. Ainda em 2020, os dois últimos A-29 Super Tucanos foram entregues à Força Aérea do Chile e as seis aeronaves encomendadas pela Força Aérea Filipina.

Sobre os novos contratos, existem várias oportunidades de vendas ativas, mas não podemos comentar agora. Destaco, porém, a aceleração das entregas do A-29 Super Tucano no último trimestre, o que gerou um aumento significativo da receita da área de Defesa & Segurança no resultado da Embraer.


No ano passado, a Força Aérea Brasileira apresentou os conceitos do STOUT, em substituição a Bandeirante e Brasília. Em que estágio está esse projeto e o que você pode nos dizer sobre as características que se espera atingir?


É o resultado de um estudo desenvolvido pela Embraer, com a Força Aérea Brasileira, que alia a excelência técnica da empresa e a experiência operacional de diversos pilotos de transporte da FAB, nos termos estabelecidos no Memorando de Entendimento (MoU), assinado em Dezembro de 2019, cujo objetivo era o projeto de uma nova aeronave leve de transporte militar que atendesse às demandas das Forças Armadas brasileiras.


Pôde-se constatar que o projeto aumenta a propulsão híbrida. Como a Embraer está trabalhando atualmente no desenvolvimento de alternativas com motores elétricos e outros tipos de propulsão não convencional?


É uma nova tecnologia que acreditamos será o futuro da aviação, mas é muito cedo para falar sobre suas características e aplicações.


O que você pode nos dizer sobre o projeto com o IAI para uma versão AEW & C do Praetor 600? Hoje esse tipo de produto pode ser muito procurado, dada a necessidade de controlar as atividades ilegais no espaço aéreo das nações. No entanto, muitas forças carecem de meios para comprar aeronaves muito sofisticadas e caras. Essa aeronave será capaz de atender às expectativas desses países?


Projetada para operar em um novo segmento do mercado de AEW & C, esta aeronave de última geração é baseada na moderna plataforma super midsize do jato executivo Embraer Praetor 600. A Embraer fornecerá a plataforma aérea, sistemas de solo, sistemas de comunicação e integração de aeronaves ., enquanto a IAI-ELTA fornecerá radar AEW, SIGINT (inteligência de sinais) e outros sistemas eletrônicos. La solución P600 AEW&C cubre todas las necesidades al proporcionar vigilancia precisa y confiable de largo alcance contra amenazas aéreas y marítimas, brindando la capacidad de vigilancia aérea real más accesible del mercado, basada en una plataforma aérea moderna y un conjunto de sistemas de misión de " última geração".


Quanto ao valor, será o resultado dos requisitos e necessidades de cada cliente individual, com oportunidades de vendas relevantes para o P600 AEW & C em mercados específicos, sendo os principais mercados os países que necessitam de vigilância aérea e estão em conflito ou tensões geopolíticas.


O Phenom e o Legacy entraram no mercado de operadores militares com versões para treinamento, evacuação médica e verificação de ajuda de navegação. Que perspectivas você tem nesse segmento? Você planeja lançar novas variantes?


Estamos sempre em busca de oportunidades de diversificação de portfólio aliadas à atual conjuntura do mercado. O lançamento do Phenom 300MED, por exemplo, vem atender às necessidades da atual crise de saúde por meio do legado da plataforma Phenom 300 e de uma ampla gama de configurações de recursos para transporte aeromédico, que dão suporte ao atendimento de profissionais de saúde. pacientes. Em relação aos novos projetos, a Embraer manterá o mercado informado caso novas variantes sejam lançadas.


Há alguns anos, foi cogitada uma versão de patrulha marítima do Embraer 190, embora não houvesse mais notícias a esse respeito. Vendo a necessidade de substituição de aeronaves como o P-3 Orion e outros modelos no mundo, a empresa continua pensando no desenvolvimento desse tipo de plataforma?


No momento, a Embraer não tem nenhum desenvolvimento neste segmento de mercado. Porém, estamos sempre avaliando o mercado e conversando com os clientes para entender as diferentes necessidades.


Como estão os programas de modernização do AMX e A-4 Skyhawk da FAB e da Marinha, respectivamente?


Ambos os programas de modernização continuam avançando na Unidade Gavião Peixoto da Embraer. A Embraer entregou a primeira das sete unidades AF-1B à Marinha do Brasil em 2015. Desde então, cinco aeronaves foram entregues e duas ainda estão em processo de modernização. Todas as aeronaves estão sendo atualizadas com novos sistemas de radar e computador, bem como melhorias em equipamentos de comunicação e armas, além de acompanhamento estrutural. O primeiro caça A-1 modernizado (A-1M) para a FAB foi entregue em 2013 e 10 foram modernizados desde então. Aeronaves modernizadas estão recebendo novos sistemas de navegação, armamento, geração de oxigênio, radar multimodo, contramedidas eletrônicas e walk-through estrutural.


Na área de sistemas de defesa, como a Embraer está participando de programas como o Sisfron?


O projeto SISFRON (Sistema Integrado de Vigilância de Fronteiras) é liderado pela Savis Tecnologia e Sistemas SA, empresa do grupo Embraer. A Savis foi selecionada pelo Exército Brasileiro para implementar a fase piloto do projeto, que é o maior programa militar de proteção de fronteiras do mundo, atuando no controle de fronteiras terrestres no Brasil. A fase piloto foi iniciada em 2012 pelo Exército Brasileiro com a implantação de um conjunto integrado de recursos tecnológicos, como sensores optrônicos, radares de vigilância terrestre, sistemas de inteligência de sinais (COMINT), sistemas de comunicações táticas, redes de dados dedicadas e softwares para apoio à decisão.


Qual a evolução esperada pela empresa na área de produção de radares e sistemas de vigilância, comando e controle?


Continuaremos focados no setor aeronáutico e de defesa, nosso principal negócio, mas também estamos atentos às oportunidades de diversificação, alianças e novos negócios. Por meio de empresas coligadas, já atuamos em áreas relacionadas à aviação e defesa, como controle de tráfego aéreo e radar. Um exemplo é a Atech, que desenvolve soluções para sistemas de missão crítica, tanto em aplicações civis como militares, como sistemas de comando e controle, gestão de tráfego aéreo, sistemas de instrumentação e controle, sistemas embarcados, simuladores, gestão de ativos, cibernética. Segurança, Smart Conexões e Logística. A empresa também é responsável pelo desenvolvimento e atualização de todo o sistema do espaço aéreo brasileiro.


 :arrow: https://www.pucara.org/post/entrevista-a-jackson-schneider-presidente-y-ceo-embraer-defesa-e-seguran%C3%A7a
 

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Vitor Santos

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Re: Notícias da Força Aérea Brasileira
« Responder #925 em: Abril 02, 2021, 03:13:58 pm »
FAB realiza resgate de tripulante em navio na costa pernambucana


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Missão foi realizada pela tripulação do 1º/8º GAV – Esquadrão Falcão, nessa quinta-feira (01)

O Primeiro Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (1º/8º GAV) - Esquadrão Falcão, sediado na Ala 10, em Parnamirim (RN), resgatou, nessa quinta-feira (01), um tripulante filipino de 42 anos que caiu a uma altura de oito metros, no porão de cargas de um navio que saiu da Argentina, com destino ao Marrocos. O navio navegava pela costa brasileira, próximo ao Estado de Pernambuco (PE).

O Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), Organização da Força Aérea Brasileira (FAB) responsável pela coordenação de missões aéreas, acionou o Esquadrão após contato do Centro de Coordenação de Salvamento Aéreo (SALVAERO) de Recife. O navio MV Kiran Africa, originário do País de Malta, foi localizado a aproximadamente 30 quilômetros da costa brasileira, próximo ao Porto de Suape, na cidade do Recife (PE).

A aeronave H-36 Caracal decolou de Parnamirim (RN) às 6h15 (horário de Brasília) e voou até a posição do navio para realizar o resgate. O helicóptero manteve o voo pairado enquanto os homens de resgate SAR (do inglês, Search and Rescue – Busca e Salvamento) desceram até o convés, imobilizaram o tripulante do navio e o içaram. Ao final, o Esquadrão transportou o paciente até a Base Aérea de Recife (BARN), onde foi transferido, em seguida, de ambulância, para um hospital da capital pernambucana para receber atendimento médico especializado. O estado de saúde do filipino foi considerado estável. Toda a operação teve duração de três horas e meia de voo.

“É motivo de muito orgulho e satisfação poder participar de mais um resgate bem sucedido. O preparo e o profissionalismo de todos os tripulantes foram fatores de destaque, proporcionando uma operação segura e rápida. Essa eficiência fez total diferença para a realização do içamento na modalidade maca”, disse o Comandante da aeronave Capitão Aviador José Wellinghton Félix De Carvalho.


De acordo com um dos homens de resgate do FAB 8512, Tenente Aviador Johnata Tavares Soares, o primeiro militar a descer até o convés do navio, os treinamentos que o Esquadrão realiza para missões de resgate são fundamentais para quando ocorrerem situações reais. “Enquanto era içado em meio ao mar imenso com a vítima na maca, me veio à cabeça cada dificuldade que tive que enfrentar para estar ali, desde a minha formação na Escola de Especialistas de Aeronáutica e na Academia da Força Aérea até os desafios no Curso SAR. O sentimento já dentro da aeronave é que cada gota da suor, cada percalço valeu a pena. Já tinha tido essa oportunidade como piloto, mas como H-SAR essa sensação é ainda mais intensa”, relatou.

Preparo

Um dos fatores fundamentais para o sucesso de qualquer missão é o preparo operacional das tripulações. Para atingir alto nível técnico e doutrinário, agindo com a pronta-resposta requerida na execução das ações, os Esquadrões da Força Aérea realizam treinamentos regulares. Neste contexto, o Comando de Preparo (COMPREP) tem papel relevante. Como Comando Operacional encarregado de fixar os padrões de eficiência, planejar o treinamento e avaliar o desempenho das unidades subordinadas, a partir das capacidades definidas pelo Comandante da Aeronáutica, também coordena a formulação da Doutrina Aeroespacial, em consonância com as experiências adquiridas e os sistemas de armas incorporados à FAB.


Fotos: Esquadrão Falcão/1º/8º GAV