A Verdade Sobre a Economia Espanhola

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #630 em: Janeiro 24, 2013, 09:15:07 am »
Desemprego em Espanha atinge os 26%

PÚBLICO

24/01/2013 - 08:46

Quase seis milhões de desempregados registados no fim de 2012 e uma nova taxa de desemprego recorde.


O número de desempregados em Espanha atingiu quase os seis milhões no final de 2012. A taxa chegou ao marco dos 26,02%, anunciou nesta quinta-feira o instituto nacional de estatísticas espanhol.

Os resultados do quarto trimestre de 2012 apontam para um número total de 5,965 milhões de desempregados, um novo recorde histórico, de acordo com a imprensa espanhola.

Nos últimos três meses de 2012, mais 187 mil espanhóis ficaram sem emprego, escreve o El País. De acordo com o gabinete nacional de estatísticas espanhol, em média, cerca de 3000 espanhóis perderam o emprego todos os dias no último trimestre de 2012.

Segundo o diário espanhol El Mundo, em 2007, antes da crise económica ter embatido na Europa, a taxa de desemprego em Espanha encontrava-se nos 8,6%, o que representava cerca de 1,9 milhões de desempregados.

Outro dado preocupante está na redução da população activa em Espanha. Por força do abandono do mercado laboral, o quarto trimestre de 2012 terminou com menos 176 mil espanhóis a procurarem emprego. Esta queda foi particularmente severa no grupo da população com menos de 25 anos, escreve o El País, que cita as estatísticas divulgadas nesta quinta-feira.

Mas o principal ano de perdas no mercado de trabalho espanhol aconteceu em 2009, quando Espanha perdeu 1,2 milhões de postos de trabalho. Esta queda é ainda superior aos 850 mil empregos que foram eliminados em 2012, como indica o gabinete nacional de estatísticas espanhol.

http://www.publico.pt/economia/noticia/ ... 26-1581894

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #631 em: Fevereiro 01, 2013, 05:34:09 pm »
não sabia onde pôr isto, vai aqui

Já há mais de 450 mil assinaturas online a pedir demissão de Rajoy

PÚBLICO

01/02/2013 - 12:33

(actualizado às 15:41)

Suspeitas de corrupção sobre o primeiro-ministro espanhol desencadeiam forte reacção nas redes sociais. Alguns dirigentes do PP confirmam contabilidade paralela, embora cúpula do PP negue


Mais de 450 mil pessoas assinaram desde ontem uma petição online para que o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, se demita, depois de o jornal El País ter publicado documentos que revelam a existência de uma contabilidade paralela que durante duas décadas permitiu aos dirigentes do Partido Popular (PP) beneficiar de dinheiro recebido de donativos empresariais.

Disponibilizada na plataforma Change.org e divulgada nas redes sociais desde ontem com etiquetas como #Rajoydimisión ou #quesevayantodos, a  petição exige a “demissão da cúpula do PP” e de “todos os que receberam dinheiro ‘negro’”.

O El País garante que vários dirigentes destacados do PP confirmaram a contabilidade paralela revelada pelos documentos que publicou. Um deles é o actual presidente do Senado, Pío García Escudero, que logo ontem confirmou ter pedido um empréstimo de cinco milhões de pesetas ao partido para reconstruir a sua casa em Madrid, destruída por um atentado da ETA. Outro é Jaume Matas, ex-ministro do Ambiente de José Maria Aznar.

Dois vereadores do PP pediram entretanto a demissão, manifestando o seu espanto com as notícias vindas a público. Eduardo Junquera, vereador de Gijón, ironizou dizendo que se demitia por "motivos de saúde: não por estar doente, mas para não me pôr doente por causa do caso Bárcenas", relata o El País.

Mas a reacção oficial do PP, através de Dolores de Cospedal, secretária-geral do partido, e de Soraya Saénz de Santamaría, vice-presidente do Governo, foi negar a veracidade dos documentos do El País e garantir a honestidade de Mariano Rajoy.

"Sempre vi em Mariano Rajoy uma conduta exemplar e o exemplo de uma vida correcta e dedicada ao serviço público", garantiu a vice-presidente do Governo, que trabalha com Rajoy há 12 anos, no final da reunião do Conselho de Ministros, confirmando que este sábado o primeiro-ministro dará explicações públicas sobre o caso aos espanhóis.

De acordo com o El País, Mariano Rajoy e os seus próximos estão a estudar outras formas de contestar a intensa onda de indignação causada por estas revelações. Uma possibilidade é publicar as declarações de IRS de Rajoy e dos restantes membros da direcção do PP que surgem nos papéis do ex-tesoureiro do PP, Luís Bárcenas – porque não basta negar, há que oferecer provas, defendem alguns dirigentes.

Este escândalo de corrupção está a ser revelado por causa da investigação que está a ser feita a Bárcenas, que está relacionado com o caso Gürtel, uma extensa trama de corrupção e enriquecimento ilícito que envolveu quatro comunidades autónomas governadas pelo PP e várias empresas espanholas. Bárcenas deixou de ser tesoureiro do PP em 2009 e entregou o seu cartão de militante em 2010, mas sempre esteve no coração financeiro do Partido Popular.

Os documentos revelados pelo El País, escritos pela mão de Barcenas, seriam o assentamento do dinheiro recebido de vários empresários e empresas espanholas que depois era canalizado para diversos dirigentes importantes do PP. Rajoy recebeu 25.200 euros anuais durante 11 anos, segundo estes documentos, mas não era o único a beneficiar deste esquema. Por exemplo, Dolores de Cospedal (actual secretária-geral do PP), Rodrigo Rato (foi vice-secretário-geral), Javier Arenas (ex-presidente do PP da Andaluzia, ex-secretário-geral do PP e hoje vice-secretário para a Política Autonómica), ou Ana Palacio (ex-ministra de Exteriores).

http://www.publico.pt/mundo/noticia/mai ... oy-1582951
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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #632 em: Fevereiro 01, 2013, 08:14:45 pm »
Citar
Os dados da contabilidade de Álvaro Puerta e Luis Bárcenas, tesoureiros do PP espanhol, entre 1990 e 2009, refletem pagamentos periódicos à cúpula de dirigentes.
Centenas de indignados espanhois e pessoas em situação precária manifestaram-se em frente da sede do PP em Madrid.
Exigem respostas ao escândalo denunciado pelos Media espanhois desde meados de janeiro, que o El País provou com uma fatura de comissões pagas por empresas privadas a governantes espanhois.

O jornal El Mundo foi o primeiro a noticiar
alegadas práticas de subornos e desvios de verbas no partido.
O El País publicou depois uma série de informações que viria a provar que o ex-tesoureiro do partido, Luis Bárcenas, efetuou o pagamento de determinadas quantias de dinherio a vários dirigentes do partido popular nos anos de efervescência imobiliária.
Chegaram a transitar 22 milhões de euros por uma conta na Suíça em nome de Bárcenas, que deixou de ser tesoureiro precisamente por se ter envolvido num escândalo de financiamento ilegal.
Esta autêntica bomba relógio acaba de explodir em plena crise de confiança dos espanhois em relação aos responsáveis políticos.
A oposição exige respostas imediatas.

Mariano Rajoy ordenou uma auditoria externa sobre as contas do partido, a que preside desde 2004, e disse que "não lhe tremeria a mão" no caso de se descobrir que tinham sido feitos pagamentos irregulares a alguns funcionários ou responsáveis partidários.
"Alguns membros do PP foram expulsos por condutas inadequadas. Posso apenas responder pelos membros atuais do partido e não vacilarei, serei inflexível", acrescentou.
No entanto, Rajoy é acusado de receber pagamentos trimestrais e semestrais durante mais de uma década...
Os últimos documentos publicados revelam ainda doações de construtores civis à estrutura partidria em troca de contratos pblicos nos anos 2000.
Para além deste escândalo, todo o sistema de financiamento dos partidos polticos espanhois está em causa. A lei é opaca e as contas não são tornadas públicas.
https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #633 em: Março 21, 2013, 09:17:20 pm »
Três milhões de espanhóis em pobreza extrema


A crise está a atingir de tal forma a sociedade espanhola que já existem no país três milhões de pessoas em situação de pobreza extrema, a antecâmara da exclusão social.

O cenário negro foi traçado por um estudo da Fundação Fossea intitulado "Desigualdade e Direitos Sociais. Análises e Perspectivas 2013" elaborado a partir de diferentes fontes oficiais e revela uma situação dramática e sem precedentes nos tempos recentes.

Segundo a entidade, o colapso financeiro das famílias espanholas resulta do efeito combinado da quebra de receitas (4%) e da subida dos preços (10%), traduzindo-se num "empobrecimento galopante", sobretudo entre os mais desfavorecidos. Em declarações ao jornal espanhol El País, Carlos Susías, responsável da Rede Contra a Pobreza e a Exclusão Social, afirma que "a evolução do empobrecimento em Espanha nos últimos anos é uma verdadeira barbaridade".

Uma das consequências da crise é o desemprego e o aumento da pobreza. Outra, "o aumento sem precedentes da desigualdade e da distribuição da riqueza na sociedade", diz Susías. Segundo o El País, desde 2006, as receitas das pessoas com menos recursos cairam todos os anos cerca de 5% mesmo que em relação aos mais favorecidos a tendência tenha sido inversa. O resultado é que a diferença entre os mais desfavorecidos e os mais ricos aumentou 30%.

Lusa
 

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #634 em: Março 22, 2013, 09:39:21 am »
Año 1.998 fin de la crisis anterior = 500.000 inmigrantes
Año 2013 plena crisis actual = 7.000.000 de inmigrantes.

Las cifras de pobreza y paro publicadas  vienen derivadas de la invasion de inmigrantes que ha padecido Espana en pocos años-

Aun asi y todo conserva un indice de desarrollo humano superior al Ingles o Italiano y muy cercano al Finlandes. :)
 

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #635 em: Abril 25, 2013, 10:03:20 pm »
Desemprego em Espanha já afecta mais de 6 milhões de pessoas


A taxa de desemprego em Espanha subiu para 27,16% no final do primeiro trimestre, o pior registo em mais de 37 anos, ultrapassando pela primeira vez os seis milhões de desempregados. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE) espanhol, entre Janeiro e Março deste ano o número de pessoas com emprego caiu 322.300, baixando o número de pessoas com emprego para os 16.634.700.

O número de pessoas que perdeu o emprego há mais de um ano também subiu, desta feita para os 2.901.100 nos 12 meses terminados em Março, mais 111.200 que o mesmo período terminado no final do quarto trimestre de 2012.

No último ano, mais de meio milhão de pessoas terão perdido o seu emprego.

O desemprego jovem (pessoas com menos de 25 anos) situou-se nos 57,22% no primeiro trimestre, mais 2,09 pontos percentuais que no quarto trimestre, elevando o número de jovens desempregados em Espanha para os 960.400.

O número de famílias com todos os seus membros no desemprego subiu ainda para 1,9 milhões.

Lusa
 

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #636 em: Agosto 06, 2013, 11:01:44 am »
The Wall Street Journal destaca el llamado "milagro" Español.
Interesante artículo despues de los últimos meses, donde las exportaciones crecen y crecen, el paro baja y las perspectivas son positivas.

http://www.larazon.es/detalle_normal_ec ... gDIY20lGyS
 

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #637 em: Outubro 01, 2013, 03:35:46 pm »
Citação de: "old"
Año 1.998 fin de la crisis anterior = 500.000 inmigrantes
Año 2013 plena crisis actual = 7.000.000 de inmigrantes.

Las cifras de pobreza y paro publicadas  vienen derivadas de la invasion de inmigrantes que ha padecido Espana en pocos años-

Aun asi y todo conserva un indice de desarrollo humano superior al Ingles o Italiano y muy cercano al Finlandes. :)


Se o IDH é superior, ótimo! Mas devias tentar perceber porque, será que percebes?
Old, o IDH é alto devido às comunidades autônomas bilingues e trilingues, se tivermos em conta generalizada aprendizagem do Inglês pelo mundo.
E a verdade é que regiões em que as pessoas estejam dispostas a ter 2 linguas maternas e ainda aprender mais 1, o IDH sobe e muito. E o IDH alto significa mais cultura, mais escolaridade, mais capital humano.
Será que as tipicas regiões "castelhanas" chegam a este nível?


A questão da imigração, embora seja em parte verdade, não serve para justificar a atual situação económica espanhola, uma vez que perante a crise e desemprego quem está a mais vai se embora. E Espanha já terá inclusive atingido um fluxo migratório negativo.
Espanha está com problemas económicos estruturais como Portugal.

Enquanto pessoas como o Old mantiverem uma posição de quase batalha ou disputa de argumentos e ideias, só para impingir que é melhor, a sociedade só perde.
 

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Lusitano89

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #638 em: Outubro 09, 2013, 06:53:50 pm »
Conselho da Europa considera que austeridade em Espanha está a aumentar pobreza


O Conselho da Europa considera que a austeridade em Espanha e os cortes na segurança social, educação e políticas sociais estão a levar a um "aumento preocupante" da pobreza e a afectar especialmente crianças, jovens e deficientes. As conclusões fazem parte do relatório do comissário de Direitos Humanos desta organização internacional, Nils Muiznieks, que esteve em Espanha durante o passado mês de Junho para analisar o impacto das medidas de austeridade no país.

No relatório, hoje conhecido, Muiznieks considerou que os cortes "têm conduzido ao aumento preocupante da pobreza das famílias em Espanha" com "repercussões desfavoráveis nos direitos humanos".

Os mais prejudicados por esta situação, assinalou o comissário, são as crianças, os jovens e os incapacitados para os quais pede uma "protecção especial".

Segundo Muiznieks, deveria aproveitar-se os períodos de crise "como oportunidade para ajustar os sistemas nacionais de direitos humanos" e "melhorar a eficiência dos sistemas nacionais de segurança social".

Neste sentido, referiu o texto, "Espanha deveria assegurar uma protecção social mínima para todos".

Entre outras medidas, o comissário pede alojamentos alternativos quando ocorram despejos de famílias com filhos e que "não se exclua a nenhuma criança dos cuidados de saúde independentemente da situação legal dos seus pais".

O relatório mostra preocupação pelos cortes orçamentais, entre 14,4 % e 21,4 %, no sector da Educação nos últimos três anos, que afecta a igualdade de oportunidades.

Também pede às autoridades que reconsiderem a exclusão da matéria de Educação para a Cidadania, "instrumento essencial para promover o respeito pelo pluralismo, os valores da democracia e o Estado de direito".

O comissário europeu destacou no relatório que 100.000 incapacitados carecem de lar, que só entre 1% e 4% deles beneficia da Lei de Autonomia e que 800 mil não podem exercer o seu direito ao voto.

Muiznieks também abordou no relatório alguns casos de violência policial, expressando preocupação pelo uso de balas de borracha nas manifestações contra os cortes e a dificuldade na identificação dos agentes de polícia.

O comissário encontrou-se em Espanha com vários membros do Governo nacional e regionais, representantes de ONG e outros responsáveis sectoriais.

SOL
 

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #639 em: Outubro 24, 2013, 09:03:34 am »
España sale de la recesión en este tercer trimestre.

http://www.elcorreo.com/vizcaya/rc/2013 ... 31019.html

Tambien se han creado 72.000 empleos en el mismo periodo de tiempo.

http://www.20minutos.es/noticia/1956779 ... trimestre/

E insisto en la tragedia de la inmigracion.
Casi 6 millones de africanos, sudamericanos, rumanos o bulgaros que NO se van del pais y son un lastre complicado de superar.
 

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #640 em: Outubro 28, 2013, 01:33:50 pm »
32 mil milhões de €€€ nas mãos de 30 famílias espanholas


Trinta famílias espanholas controlam através dos seus grupos empresariais mais de 32 mil milhões de euros, segundo uma análise da revista norte-americana Forbes.
O poder financeiro é ainda mais forte no topo já que há três famílias que sozinhas controlam impérios no valor de mais de 11.200 milhões de euros e que se encontram no restrito grupo das dez primeiras riquezas do país.

Estes dados fazem parte da lista Forbes dos cem milionários mais ricos de Espanha, que será divulgada nos próximos dias.

O sector têxtil, a venda de imóveis, o mundo dos investimentos, da bolsa ou a alimentação, entre outros, são alguns dos sectores de negócio onde as famílias espanholas mais ricas acumularam a sua fortuna.

A idade média destes supermilionários espanhóis é de 66,5 anos e só 9 pessoas têm menos de 50 anos.

A lista espanhola inclui 11 fortunas femininas sendo que praticamente todas elas são herdadas, fruto da partilha de bens depois da morte do fundador ou herdeiro varão, ou, nas de origem mais tardia, da separação de bens depois de um divórcio.

Na edição mundial, só figuram 5 mulheres espanholas; a ex-mulher de Amâncio Ortega (dono da Zara), Rosalía Mera, (falecida recentemente); as irmãs Alicia e Esther Koplowitz; Helena Revoredo, viúva do fundador de Prosegur; e María do Pino e Calvo Sotelo (filha do fundador de Ferrovial).

A idade média das mais ricas do país é de 63 anos e o capital acumulado pelas 11 mais poderosas ascende a 22.125 milhões de euros.

Segundo o director da Forbes, Andrés Rodríguez, outra das marcas características dos detentores das fortunas espanholas é que preferem que não se fale delas.

Costumam investir na terra como valor seguro, incluindo em quintas, vinhedos ou ganadarias, e a maioria salvou-se do impacto da crise devido à internacionalização das suas empresas.

Um caso extraordinário, indica Rodríguez, é o do presidente e máximo acionista da OHL, Juan Miguel Villar-Mir, que se manteve "contra ventos e marés" apesar do duro golpe que sofreu o sector da construção em Espanha.

O Rei Juan Carlos não aparecerá na lista das 100 personalidades mais ricas de Espanha, refere a revista que assegura que a riqueza do monarca continua a ser uma incógnita, apesar da nova lei de transparência.

Na última lista da Forbes sobre os 15 monarcas com maior fortuna do mundo, Juan Carlos I também não aparecia.

A classificação, que se poderá consultar no número de Novembro da Forbes, é liderada pelo co-fundador da Inditex, Amancio Ortega, a terceira fortuna do planeta, apenas superada pelo magnata mexicano Carlos Slim e por Bill Gates.

São 20 as fortunas espanholas que aparecem na lista dos 100 milionários do planeta. Entre elas: Juan Roig (Mercadona), Isak Andic e família (Cabo), Manuel Jove, Rafael del Pino (Ferrovial), Juan Abelló, Florentino Pérez (ACS), Gabriel Escarrer (Meliá), Enrique Bañuelos e Alberto Cortina.

Lusa
 

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #641 em: Novembro 19, 2013, 04:08:58 pm »
Citação de: "old"
España sale de la recesión en este tercer trimestre.

http://www.elcorreo.com/vizcaya/rc/2013 ... 31019.html

Tambien se han creado 72.000 empleos en el mismo periodo de tiempo.

http://www.20minutos.es/noticia/1956779 ... trimestre/

E insisto en la tragedia de la inmigracion.
Casi 6 millones de africanos, sudamericanos, rumanos o bulgaros que NO se van del pais y son un lastre complicado de superar.
:mrgreen:  :mrgreen:  :mrgreen:  :mrgreen:  :mrgreen:  :mrgreen:  :mrgreen:  :mrgreen:  :mrgreen:  :mrgreen:  :mrgreen:  :mrgreen:  :mrgreen:  :mrgreen:

Palhaçada!!!

http://www.bfmtv.com/video/bfmbusiness/ ... -2-159348/
 

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #642 em: Janeiro 04, 2014, 05:02:29 pm »
Muitas boas noticias!!... :G-beer2:


La prima de riesgo baja hasta 195 puntos, nivel mínimo desde el comienzo de mayo de 2011

http://www.rtve.es/noticias/20140103/pr ... 8280.shtml



El paro baja en diciembre en 107.570 personas y en 147.385 en el conjunto de 2013.
El mejor dato en 16 años.


http://www.antena3.com/noticias/economi ... 00015.html



La Seguridad Social gana 64.097 afiliados en diciembre


http://www.abc.es/economia/20140103/abc ... 30924.html



El IPC interanual se sitúa en el 0,2% en diciembre, en mínimo histórico



http://www.abc.es/economia/20140103/abc ... 30926.html



Las ventas de coches crecieron en España un 3,3% en 2013

http://www.rtve.es/noticias/20140102/ve ... 7481.shtml
 

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #643 em: Fevereiro 22, 2014, 06:53:50 pm »
Moody's eleva un escalón el 'rating' de España, a 'Baa2' con perspectiva positiva

Citar
MADRID, 21 Feb. (EUROPA PRESS) -

 La agencia de calificación crediticia Moody's ha elevado este viernes un escalón la nota de la deuda soberana española, que pasa de 'Baa3 a 'Baa2', y ha marcado como positiva la perspectiva de evolución.

   Entre sus argumentos, la agencia ha destacado que la economía española ha logrado "reequilibrarse" y pasar a un "modelo de crecimiento más sostenible" que tiene entre sus principales apoyos la mejora de la competitividad en el exterior.

   Asimismo, considera que se ha llevado a cabo un amplio abanico de "reformas estructurales" en materia laboral, pensiones e impuestos, así como una "reestructuración" del sistema bancario. Todo ello, ha añadido Moddy's, hace prever un crecimiento mayor y "más sostenible" y  "continuas mejoras" en las finanzas públicas.

   Como tercer punto, la firma ha apuntado "la mejora de las condiciones de financiación", toda vez que ha dado por superada la crisis de deuda que afectó a la eurozona a mediados de 2012. Moody's ha atribuido esta rebaja de la prima de riesgo a las políticas del Banco Central Europeo (BCE), las "evidentes mejoras" de la economía española y el compromiso del Gobierno con las reformas.

   No obstante, Moody's ha advertido de que España sigue teniendo entre como lastre el déficit presupuestario --del 7 por ciento en 2013-- y su alto nivel de deuda, que podría alcanzar el 102 por ciento del PIB en el año 2016. Además, el sistema bancario sigue siendo "débil" a ojos de la agencia, que también prevé una reducción del desempleo a un ritmo "bajo".

   La agencia ha mejorado también la nota del Fondo de Reestructuración Ordenada Bancaria (FROB) --de 'Baa3' a 'Baa2'--.

NUEVA NORMATIVA EUROPEA

   La Unión Europea ha elevado desde este año su control sobre las agencias de calificación, ya que, para evitar turbulencias en los mercados provocados por rebajas de nota inesperadas, la nueva normativa les obliga a publicar por adelantado un calendario anual con un máximo de tres fechas en las que tengan previsto anunciar sus calificaciones sobre deuda pública.

   Estas calificaciones sólo pueden anunciarse tras el cierre de las bolsas de la UE en viernes y al menos una hora antes de su reapertura. Además, los inversores y los Estados miembros deberán ser informados de los hechos y los supuestos en los que se basa cada calificación de deuda soberana.

   Cumpliendo con esta nueva normativa, la agencia informó que volverá a revisar la nota de España en dos ocasiones este año, el 20 de junio y el 17 de octubre. Por su parte, Fitch publicará su decisión sobre el rating de España el 25 de abril y el 24 de octubre, y Standard & Poor's (S&P) el 23 de mayo y el 14 de noviembre.

http://www.europapress.es/economia/macr ... 30410.html
 

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #644 em: Agosto 22, 2014, 07:46:50 pm »
Increible el cambio en dos años:

A España ya le pagan por comprar su deuda a corto plazo


Por primera vez en su historia, las letras a tres meses se sitúan en tipos negativos



Citar
El interés de las letras a tres meses lleva varios meses en mínimos históricos y este jueves ha llegado incluso a situarse en negativo en el mercado secundario, al intercambiarse a una cifra del entorno del -0,020%.

Este tipo de papel lleva varios meses vendiéndose en las subastas a tipos próximos a cero y no supera el 1% desde el año 2012. Sin embargo, es la primera vez en la historia que se anota tasas negativas.

La última vez que estos títulos se sacaron a subasta, el pasado 22 de julio, se vendieron 640 millones con una rentabilidad media del 0,127% y una marginal del 0,138%.

La semana que viene el Gobierno celebrará otra emisión de letras a 3 y 9 meses y espera que las cifras sigan a la baja, por lo que el interés podría situarse también en cifras negativas en el mercado primario.

Según el analista de XTB Javier Urones es muy positivo obtener niveles de financiación de esta índole que reflejan la fortaleza de España y muestran que la renta soberana española se ha convertido en un «activo de moda».

A su juicio, los tipos se estabilizarán en estos niveles hasta el que Banco Central Europeo (BCE) empiece a subir los tipos de interés cuando se afiance la recuperación económica en Europa.

En este contexto, Urones cree que el Gobierno debe analizar si es un buen momento para aumentar las emisiones y sacar provecho al actual nivel de mínimos que marcan todos los plazos. En concreto, cree que sería oportuno vender títulos a 3 y 5 años, que pueden generar buenas rentabilidades en el futuro.

Sin embargo, el Gobierno ya ha dicho que su estrategia pasa por reducir ahora la cantidad de emisiones y dilatarlas en el tiempo, puesto que el Tesoro ha cubierto ya casi el 80% de sus necesidades de financiación para este año.

De hecho, el Gobierno ha cancelado la emisión de bonos y obligaciones prevista para este jueves por la falta de demanda que provoca el periodo estival, tal y como ha hecho los últimos años

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