A Verdade Sobre a Economia Espanhola

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Lusitano89

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #585 em: Fevereiro 08, 2012, 08:01:28 pm »
Impostos elevados e recessão fazem contrabando de tabaco prosperar em Espanha


Os fumadores espanhóis, afetados pelos impostos elevados e pelo agravamento da recessão, estão a apostar no fornecimento de tabaco através do contrabando para 'alimentar' os seus hábitos, noticia hoje a Bloomberg. As importações ilegais de tabaco representam atualmente entre 7 a 8 por cento das vendas de cigarros em Espanha, o que compara com uma variação nula há um ano atrás, de acordo com a associação de tabaco de Espanha.

Em regiões do Sul do país como Cadiz, Sevilha e Málaga, a quota de mercado de tabaco vendido através de contrabando ascende a 20 por cento.

"Contrabando e tabaco falsificado, que tinha sido erradicado desde 1993, regressou em força no ano passado", afirmou à Bloomberg Jaime Gil-Robles, responsável da Altadis, a unidade espanhola do grupo Imperial Tobacco.

O contrabando, encorajado pelo aumento de impostos em dezembro de 2010 e pela proibição de fumar em lugares públicos, afetou os cofres do Estado e as receitas das empresas do setor.

Espanha, que tem a taxa mais elevada de desemprego no seio da União Europeia, recebeu menos 14 por cento de receitas de impostos de tabaco no ano passado do que o estimado pelo Governo, que rondava os 9,05 mil milhões de euros, excluindo o imposto sobre o valor acrescentado, segundo a Altadis.

"A política fiscal foi desastrosa já que levou a um aumento médio de 50 cêntimos por pacote", considerou Gil-Robles.

"Se somarmos a isto a crise e ao disparo da taxa de desemprego então temos o cenário perfeito para o contrabando e para o tabaco ilegal", acrescentou.

Em apenas uma semana, em janeiro, as autoridades fiscais espanholas apreenderam mais de um milhão de pacotes de cigarros ilegais no valor de 4 milhões de euros.

Em dezembro, as autoridades anunciaram que tinham confiscado 561,500 pacotes de cigarros falsificados da marca Marlboro, que eram importados da China e entravam no país através do porto de Valencia num contentor identificado como "fibra sintética".

Para Mario Espejo, presidente do conselho de administração da associação espanhola de tabaco, que representa mais de dois terços das 14.000 entidades registadas no país, o crescimento do contrabando "é uma terrível preocupação para toda a indústria".

O número de maços ou pacotes de cigarros vendidos no ano passado caiu 17 por cento em Espanha, para 3,02 mil milhões.

A Altadis pediu este mês um congelamento, por dois anos, das taxas sobre o tabaco, com o objetivo de ajudar o mercado a recuperar.

Lusa
 

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Cabeça de Martelo

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #586 em: Março 02, 2012, 05:37:52 pm »
Isto é de homem!!!

Citar
Objectivo apresentado por Rajoy em Bruxelas
Espanha toma “decisão soberana” de anunciar nova meta do défice de 5,8%
02.03.2012 - 15:24 Por Pedro Crisóstomo

Ao fim de semanas de expectativa que o próprio Governo espanhol alimentou sobre uma possível redução mais suave do défice, o Presidente do executivo, Mariano Rajoy, anunciou hoje uma nova meta orçamental. Espanha fará uma redução do défice em 2012 para 5,8%, em vez dos 4,4% inscritos no pacto de estabilidade assinado com a Comissão Europeia.

O anúncio feito por Rajoy, em Bruxelas, no dia em que os líderes de 25 países da União Europeia – incluindo Espanha – assinaram um pacto orçamental com regras de disciplina orçamental mais apertadas, é implicitamente contestado pela chanceler alemã.

Angela Merkel veio avisar não fazer sentido falar na flexibilização dos objectivos orçamentais dos países, embora tenha sublinhado que só depois de os Estados-membros apresentarem os seus orçamentos à Comissão e de esta fazer as suas recomendações será tomada uma decisão no Conselho Europeu.

Rajoy frisou, por seu lado, que a nova meta resulta de uma “decisão soberana de Espanha”, tomada independentemente da posição dos Governos da zona euro.

O anterior executivo, de José Rodrigues Zapatero, acordara com Bruxelas reduzir o défice para 4,4%, para atingir o objectivo de 3% no próximo ano. Mas, face ao desvio superior ao previsto nas contas de 2011 (um défice de 8,5%, contra o objectivo de 6%), o novo executivo espera que a Comissão Europeia e os parceiros europeus reconheçam a nova margem orçamental.

O esforço de redução do défice é de 2,7 pontos percentuais face ao valor apurado do défice de 2011. E apesar de ficar acima do objectivo, Rajoy considerou que está dentro das recomendações da Comissão Europeia para a diminuição progressiva. Madrid acredita que conseguirá cumprir o objectivo de 3% no próximo ano.

Espanha tem de apresentar o Orçamento até final de Março e, no mês seguinte, o novo objectivo do défice no pacto de estabilidade. Caberá depois à Comissão Europeia divulgar as suas recomendações ao Conselho Europeu, que só em Junho se pronunciará.

Rajoy reafirmou o objectivo de cumprir as recomendações de Bruxelas, afirmando, aliás, que a decisão de apresentar uma nova meta cumpre as recomendações “de défice excessivo, que era de 1,5% da média anual do défice estrutural”.


 :arrow: http://economia.publico.pt/Noticia/espa ... 58-1536116
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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old

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #587 em: Março 20, 2012, 04:39:08 pm »
No tiene mucho que ver pero..

El Gobierno acaba de autorizar prospecciones petroliferas en aguas proximas a Canarias.

Se estiman depositos capaces de producir el 10% de todo el suministros nacional.

 

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Rui Pastor

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #588 em: Abril 08, 2012, 10:35:07 pm »
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Isto é de homem!!!

Citar
Objectivo apresentado por Rajoy em Bruxelas
Espanha toma “decisão soberana” de anunciar nova meta do défice de 5,8%
02.03.2012 - 15:24 Por Pedro Crisóstomo

Ao fim de semanas de expectativa que o próprio Governo espanhol alimentou sobre uma possível redução mais suave do défice, o Presidente do executivo, Mariano Rajoy, anunciou hoje uma nova meta orçamental. Espanha fará uma redução do défice em 2012 para 5,8%, em vez dos 4,4% inscritos no pacto de estabilidade assinado com a Comissão Europeia.

O anúncio feito por Rajoy, em Bruxelas, no dia em que os líderes de 25 países da União Europeia – incluindo Espanha – assinaram um pacto orçamental com regras de disciplina orçamental mais apertadas, é implicitamente contestado pela chanceler alemã.

Angela Merkel veio avisar não fazer sentido falar na flexibilização dos objectivos orçamentais dos países, embora tenha sublinhado que só depois de os Estados-membros apresentarem os seus orçamentos à Comissão e de esta fazer as suas recomendações será tomada uma decisão no Conselho Europeu.

Rajoy frisou, por seu lado, que a nova meta resulta de uma “decisão soberana de Espanha”, tomada independentemente da posição dos Governos da zona euro.

O anterior executivo, de José Rodrigues Zapatero, acordara com Bruxelas reduzir o défice para 4,4%, para atingir o objectivo de 3% no próximo ano. Mas, face ao desvio superior ao previsto nas contas de 2011 (um défice de 8,5%, contra o objectivo de 6%), o novo executivo espera que a Comissão Europeia e os parceiros europeus reconheçam a nova margem orçamental.

O esforço de redução do défice é de 2,7 pontos percentuais face ao valor apurado do défice de 2011. E apesar de ficar acima do objectivo, Rajoy considerou que está dentro das recomendações da Comissão Europeia para a diminuição progressiva. Madrid acredita que conseguirá cumprir o objectivo de 3% no próximo ano.

Espanha tem de apresentar o Orçamento até final de Março e, no mês seguinte, o novo objectivo do défice no pacto de estabilidade. Caberá depois à Comissão Europeia divulgar as suas recomendações ao Conselho Europeu, que só em Junho se pronunciará.

Rajoy reafirmou o objectivo de cumprir as recomendações de Bruxelas, afirmando, aliás, que a decisão de apresentar uma nova meta cumpre as recomendações “de défice excessivo, que era de 1,5% da média anual do défice estrutural”.


 :arrow: http://economia.publico.pt/Noticia/espa ... 58-1536116

Não é de homem, é de quem não percebe nada do que está a fazer. Desde que fez isso, os mercados não largaram mais a Espanha. A banca espanhola está falida, só têm casas em stock que não conseguem vender. A isto soma-se a teimosia de não quererem aumentar o IVA, tendo uma taxa que só prejudica os sócios comunitários, tal como a Irlanda coma sua taxa reduzidíssima de IRC. Mas a Espanha vai acabar por aumentar o IVA, no entanto é pouco provável que escape a um pedido de resgate (de facto, a Espanha já está intervencionada, via BCE), sendo uma incógnita o que vai acontecer com os seus bancos. Infelizmente, a Espanha pode ser o país que vai destruir o euro. Esperemos que não.
 

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urso bêbado

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #589 em: Abril 24, 2012, 06:46:14 pm »
Dívida espanhola atinge 165% do PIB, Igreja e rei não sofrem austeridade

A dívida externa espanhola atingiu no final de 2011 o valor de 1,775 biliões de euros, correspondente a 164,5 por cento do PIB, percentagem que corresponde à que produziu às cruéis intervenções de austeridade na Grécia. Os dados foram divulgados pelo Banco de Espanha no mesmo dia em que o governo de Rajoy anunciou mais cortes na despesa pública, atingindo a saúde pública e a educação.

A relação entre a dívida externa e o PIB em Espanha é das mais altas do mundo. As normas da União Europeia estabelecem uma dívida externa máxima de 60 por cento do PIB; quando se iniciou a intervenção na Grécia a dívida grega era de 120 por cento do PIB, verificando-se que a política de austeridade adoptada a fez subir em menos de dois anos para quase 170 do PIB. O governo direitista de Rajoy, em associação com a senhora Merkel e a Comissão Europeia, segue essa mesma política em Espanha, que poderá significar um em cada quatro espanhóis desempregados no fim deste ano. A dívida externa espanhola é sobretudo privada; só 16 por cento correspondem a dívida pública.

Na segunda-feira, o governo de Mariano Rajoy anunciou novos cortes no valor de 10 mil milhões de euros na saúde pública e na educação. Apesar do anúncio do aprofundamento da austeridade, os juros da dívida espanhola continuam a aumentar, provocando o que a comunicação social qualifica como “a desconfiança dos mercados”. O mesmo acontece com as dívidas da Itália e da Grécia, revelando estas situações o fracasso contínuo das políticas de austeridade.

Mariano Rajoy anunciou já cortes de despesas em três etapas: a primeira de 16 mil milhões de euros; a segunda de 40 mil milhões; e agora a terceira, de 10 mil milhões, sem dar mais explicações.

Entretanto, a revista Europa Laica anunciou recentemente que o Estado Espanhol, que a Constituição proclama laico, contribui anualmente com cerca de 10 mil milhões de euros para a Igreja Católica, verba equivalente à terceira fatia de cortes incidindo sobre saúde e educação. Os gastos do Estado com a casa real, segundo informações desta instituição, atingem 16 mil milhões de euros anuais, correspondentes ao valor da primeira fatia de cortes.

http://www.esquerda.net/artigo/d%C3%ADv ... dade/22689
 

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Lusitano89

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #590 em: Abril 27, 2012, 06:22:43 pm »
IVA pode subir para 20,8 % em Espanha


Receita adicional que o Governo espanhol prevê receber em 2013 com o aumento dos impostos indirectos pode levar a aumento do IVA.

O cálculo, feito pela Lusa, baseia-se nos dados das receitas de impostos indirectos dos últimos anos que confirmam que para que o IVA não aumentasse os restantes impostos indirectos (sobre o álcool, o tabaco ou a gasolina) teriam que aumentar quase 50%.
 
Ainda que o Governo não tenha precisado os valores dos aumentos e como estes se distribuirão pelos impostos existentes, o aumento de dois pontos no nível do IVA em 2010 (de 16 para 18%) representou receitas adicionais de 6,5 mil milhões de euros.
 
Dados da Fazenda espanhola consultados pela Lusa confirmam que em 2011 a receita vinda do IVA foi de 31.712 milhões de euros, ou cerca de 63 por cento da receita total em impostos indirectos.
 
A este valor somam-se os cerca de 19 mil milhões de euros pelos restantes impostos indirectos (37% do total da receita por este tipo de impostos).
 
Cumprir este objectivo adicional de receita para 2013 com os impostos indirectos obrigaria a uma subida de 16% nos impostos sobre o consumo.
 
Caso o Governo queira manter a mesma relação de 'forças' entre o IVA e os restantes impostos, o aumento da taxa máxima do IVA seria de sensivelmente dois terços do esforço global necessário, ou mais 5.230 milhões de euros de receita.
 
Em termos percentuais, cumprir esse objectivo obrigaria a subir o IVA pelo menos 2,8 pontos base, ou seja para uma taxa máxima de 20,8%.
 
Depois de meses de garantias de vários membros do Governo de que o IVA não seria aumentado, o ministro da Economia espanhol, Luis de Guindos, anunciou hoje que o Governo vai aumentar os impostos indirectos em 8.300 milhões de euros em 2013, deixando antever possíveis alterações ao IVA.
 
De Guindos disse hoje, depois da reunião de Conselho de Ministros, que haverá uma redistribuição da carga fiscal.
 
Alterações, explicou, que pretendem reduzir a carga tributária sobre o trabalho, aumentando a carga sobre o consumo, num quadro de contenção das contas públicas para que se cumpra o objectivo de défice de 2013 fixado em 3 por cento do PIB.
 
Sem nunca se referir directamente ao IVA, De Guindos explicou que o impacto dos aumentos - que será parcialmente compensado por reduções dos impostos sobre o trabalho - abrangeria "impostos indirectos", tanto do IVA como de impostos especiais.
 
"Falamos de imposição indirecta, que é a imposição sobre o consumo.
Simultaneamente está a estudar-se uma redução das cargas sobre o trabalho. É o recomendado pela UE e pelo FMI mas que não se pode aplicar em Espanha porque o sistema de negociação colectiva o dificultava", referiu.
 
Actualmente Espanha tem uma taxa de IVA máxima de 18%.

Diário Económico / Lusa
 

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urso bêbado

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #591 em: Maio 03, 2012, 08:18:15 pm »
 

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chaimites

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #592 em: Maio 07, 2012, 11:00:11 pm »
Citar
Os gastos do Estado com a casa real, segundo informações desta instituição, atingem 16 mil milhões de euros anuais, correspondentes ao valor da primeira fatia de cortes.



Esses numeros estao errados!!!!

16 mil milhoes só se Sua Alteza Real   limpasse o real cagueiro a notas de 500 Euros :mrgreen:  :mrgreen:

Os gajos do Bloco de Escqueda que escreveram isso devem ter fumado um charro marado só pode. :amazing:
 
A Casa Real recebeu em 2011 perto de  8.5 milhões de Euros do orçamento de estado

Citar
La Casa de Su Majestad el Rey hace público, por primera vez, desde 1979 el desglose de su presupuesto de Gastos. En el 2011 la cantidad fijada en los Presupuestos Generales del Estado asciende a 8.434.280 euros.

Su Majestad el Rey percibe del presupuesto global de la Casa 292.752 euros anuales, en concepto de dotación y gastos de representación.

Su Alteza Real el príncipe de Asturias percibe la mitad de dicha cantidad (146.375,50 euros).

Su Majestad la Reina, Su Alteza Real la Princesa de Asturias, y las Infantas Doña Elena y Doña Cristina no tienen asignación fija. Únicamente se les asignan gastos de representación en proporción y cuantía variable cada año. El conjunto de esta partida, en el 2011, no podrá superar los 375.000 euros.

Todos los miembros de la Familia Real están sujetos al pago de todos los impuestos y se les practican las correspondientes retenciones.

• El conjunto de la dotación y gastos de la Familia Real supone el 9,65% del total del Presupuesto de la Casa

• El capítulo mayor del gasto corresponde a PERSONAL, 47,89% del total

• La partida de GASTOS CORRIENTES en bienes y servicios asciende al 38,83%


http://www.casareal.es/noticias/news/20111228_desglose_presupuestario-ides-idweb.html

Los gastos totales de la Casa Real, incluyendo su asignación oficial, pueden elevarse en la práctica a casi 25 millones, incluyendo los gastos de desplazamientos, el mantenimiento de bienes muebles e inmuebles (que como propiedad de Patrimonio Nacional, se incluyen en su presupuesto específico), el mantenimiento de los 60 vehículos oficiales (que son parte del Parque Móvil del Estado, y se incluye en su presupuesto específico en el Ministerio de Hacienda y los viajes al extranjero, que son sufragados por el Ministerio de Asuntos Exteriores

Quanto ao dinheiro para a igreja Catolica:
Para financiar 237 cantinas  sociais. 113 residencias  de idosos  14 hospitais,  1.300 000  (um milhao e trezentos mil alunos) em escolas a Igreja catolica 1108 gabinetes  da  Cáritas. 13.167 empregados  Conservaçao  de 103.431 monumentos declarados protegidos.  45.300 reformados sem direito a pensao do estado.

A Igeja católica devido á sua tradiçao em Espanha acaba por ter em suas mãos muitas das valencias que deveria ser o Estado a fornecer aos seus cidadãos

criticavel ou nao depende do ponto de vista de cada um.

Citar
Espanha: Colégios católicos economizam ao estado cerca de 3.5 bilhões de euros


O vice secretário de assuntos econômicos da Conferência Episcopal Espanhola (CEE), Fernando Giménez Barriocanal, disse que as escolas vinculadas à Igreja Católica dão às administrações públicas uma economia de mais de 3.5 bilhões de euros, já que, como explicou, existem 1.3 milhões de alunos nos colégios da Igreja Católica na Espanha


Mais uma vez os amigos do Bloco de Esquerda nao especificam onde é gasto o dinheiro que o estado dá a igreja catolica Espanhola
Eles la saberão porque.........

Agora pergunto eu
Quanto custaria ao estado espanhol, manter mais 14 hospitais
1milhão e trezentos mil alunos
45 mil reformados
e todo o trabalho social que e feito pela cáritas, cantinas sociais onde os pobres comem de graça, lares de idosos  manutenção dos mais de 100 000 monumentos etc, etc?.

Sendo eu a favor de um estado Laico, nao podemos deixar de valorizar o trabalho que a igreja Catolica faz a nível social. e se o faz é porque o Estado nao preenche esses requesitos! ou por interesse ou por nao poder
O mesmo se passa em Portugal.
 

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Tiger22

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #593 em: Junho 09, 2012, 10:23:19 pm »
Passados quase 6 anos de dar início a este tópico, aí está a realidade do "gigante" com pés de barro, quer dizer, de tijolo:

Citar
Eurogrupo prevê ajuda financeira de 100 mil milhões para Espanha
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia ... id=2600446


Do tijolo e da corrupção imobiliária (entre bancos, promotores e políticos) advinha a "grandeza" espanhola, que alguns parolos por aqui não se cansavam de anunciar. Pum!

Agora toca a todos nós a pagar...
"you're either with us, or you're with the terrorists."
 
-George W. Bush-
 

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chaimites

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #594 em: Junho 10, 2012, 11:27:20 am »
Espanha pede resgate  de 100 mil milhoes para  o sector financeiro.

100 mil milhões para salvar dezenas de  "BPN`S" e evitar que a banca entre em falencia
 

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old

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #595 em: Junho 10, 2012, 01:21:24 pm »
Es lo "mejor" que pudo haber pasado. El gobierno Español ha doblegado a Alemania que queria un rescate completo al pais, e imponer sus restricciones y encima que el FMI fuera quien prestara el dinero. Y de eso nada. El FMI se queda fuera, unicamente supervisara

 Sera una linea de credito de ayuda a los bancos y  sera el FROB ( fondo reestructuracion ordenado bancario) quien reciba el dinero y se destinara exclusivamente a bancos y cajas de ahorros (caixa catalunya, nova caixa galizia, caja madrid (Bankia), cam, ccm, etc etc etc)

Volvera a fluir el credito a familias y empresas y esperemos que sea el inicio del fin de la crisis

http://www.elcorreo.com/vizcaya/rc/2012 ... 91630.html
 

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miguelbud

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #596 em: Junho 10, 2012, 06:00:39 pm »
Citação de: "old"
Es lo "mejor" que pudo haber pasado. El gobierno Español ha doblegado a Alemania que queria un rescate completo al pais, e imponer sus restricciones y encima que el FMI fuera quien prestara el dinero. Y de eso nada. El FMI se queda fuera, unicamente supervisara

 Sera una linea de credito de ayuda a los bancos y  sera el FROB ( fondo reestructuracion ordenado bancario) quien reciba el dinero y se destinara exclusivamente a bancos y cajas de ahorros (caixa catalunya, nova caixa galizia, caja madrid (Bankia), cam, ccm, etc etc etc)

Volvera a fluir el credito a familias y empresas y esperemos que sea el inicio del fin de la crisis

http://www.elcorreo.com/vizcaya/rc/2012 ... 91630.html

Old, vai tudo depender de como os mercados vao reagir da próxima vez que venderem obrigaçoes. Mas garanto-te que nao se vao livrar de ainda mais austeridade.
 

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Tiger22

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #597 em: Junho 10, 2012, 11:44:52 pm »
Citação de: "old"
Es lo "mejor" que pudo haber pasado. El gobierno Español ha doblegado a Alemania que queria un rescate completo al pais, e imponer sus restricciones y encima que el FMI fuera quien prestara el dinero. Y de eso nada. El FMI se queda fuera, unicamente supervisara

 Sera una linea de credito de ayuda a los bancos y  sera el FROB ( fondo reestructuracion ordenado bancario) quien reciba el dinero y se destinara exclusivamente a bancos y cajas de ahorros (caixa catalunya, nova caixa galizia, caja madrid (Bankia), cam, ccm, etc etc etc)

Volvera a fluir el credito a familias y empresas y esperemos que sea el inicio del fin de la crisis

http://www.elcorreo.com/vizcaya/rc/2012 ... 91630.html

Patético. Como patética e ridícula, como a imprensa internacional o refere, é a tentativa do governo espanhol de tentar convencer os espanholitos de que o resgate não foi um regate mas sim um empréstimo. Claro que foi um empréstimo, mas um empréstimo em forma de resgate porque não havia dinheiro na Espanha nem nos mercados para acorrer a aquela necessidade. Todas as vantagens do resgate espanhol serão necessariamente também aplicadas a Portugal e a outros países resgatados, como ainda hoje o deixou claro o nosso Primeiro-ministro.

PATÉTICO...

http://blogs.elpais.com/aguas-internaci ... scate.html
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old

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #598 em: Junho 11, 2012, 08:52:33 am »
Citação de: "Tiger22"
Citação de: "old"
Es lo "mejor" que pudo haber pasado. El gobierno Español ha doblegado a Alemania que queria un rescate completo al pais, e imponer sus restricciones y encima que el FMI fuera quien prestara el dinero. Y de eso nada. El FMI se queda fuera, unicamente supervisara

 Sera una linea de credito de ayuda a los bancos y  sera el FROB ( fondo reestructuracion ordenado bancario) quien reciba el dinero y se destinara exclusivamente a bancos y cajas de ahorros (caixa catalunya, nova caixa galizia, caja madrid (Bankia), cam, ccm, etc etc etc)

Volvera a fluir el credito a familias y empresas y esperemos que sea el inicio del fin de la crisis

http://www.elcorreo.com/vizcaya/rc/2012 ... 91630.html

Patético. Como patética e ridícula, como a imprensa internacional o refere, é a tentativa do governo espanhol de tentar convencer os espanholitos de que o resgate não foi um regate mas sim um empréstimo. Claro que foi um empréstimo, mas um empréstimo em forma de resgate porque não havia dinheiro na Espanha nem nos mercados para acorrer a aquela necessidade. Todas as vantagens do resgate espanhol serão necessariamente também aplicadas a Portugal e a outros países resgatados, como ainda hoje o deixou claro o nosso Primeiro-ministro.

PATÉTICO...

http://blogs.elpais.com/aguas-internaci ... scate.html

¿Que espera de la prensa britanica o alemana? Estan profundamene molestos con las presiones del gobierno Español,  Al final tuvieron que ceder, han perdido. Es el derecho a la pataleta.

 El FMI no presta ni un euro a España y se queda totalmente fuera, se le deja unicamente redactar informes  :lol:

 la recapitalizacion bancaria se gestion a traves del Frob (organismo Español creado hace unos años para tal cosa) y encima no se imponen condiciones macroeconomicas. Mas claro, agua.

Encima la deuda publica Española es muy inferior a la Alemana, Francesa, Inglesa, Americana, Japonesa etc etc etc

http://www.elmundo.es/elmundo/2012/06/1 ... 41847.html

asi que portuguesito, tenga un poco mas de educacion y siga ahorrando para visitar al medico y llenar el deposito de su "autocarro". De echo, el rescate Portugues es el mas duro de los 3 efectuados. Eso si que es patetico.
 

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Edu

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Re: A Verdade Sobre a Economia Espanhola
« Responder #599 em: Junho 11, 2012, 11:29:40 am »
Bem, primeiro gostaria de dizer que se torna obvio que aquilo que o primeiro ministro veio dizer é pura e simplesmente propaganda para consumo interno, na prática a espanha vai estar sujeita a condições apenas um pouco mais leves, princiapalmente nos juros. No entanto as futuras renegociações podem vir a tornar as condições iguais para os 4 países.

Tomara a Europa que a espanha só precise mesmo destes 100 mil milhões de euros, vamos todos esperar que sim. Pessoalmente não acredito nisso,  ajuda a espanha não se vai ficar por aqui e o FMI vai mesmo entrar (se é que não está já lá na realidade), e ai, esqueçam lá a ausencia de condições duras e regulação.

O futuro o dirá...