Musica classica é demais. E não, nao a uso para adormecer, mesmo no dia-a-dia é das que me acompanha no leitor de MP3.A Moonlight Sonata do Beethoven é algo por demais, as quatro estaçoes do Vivaldi também, em especial a Primavera e o Inverno. Muito sublime, e tenho aqui um top 100 de musica classica, com obras magnificas que nao conhecia ainda. Como o Requiem entre outras.Cheers!
-TonyCarreira
Já que falamos de clássica, uma que sempre preferi.Johan Pachelbel (1653-1706) - Canon in D MajorOrchestra da Camara di Verona "Verona & Lake Garda"
Tecnologia pouco seguraLeitores de MP3 podem atrair relâmpagosPedro Chaveca Já foram várias as vítimas electrocutadas enquanto ouviam música nos seus leitores digitais. Hellen H. RichardsonOuvir música ao som de relâmpagos pode ser uma mistura realmente explosiva19:27 | sexta-feira, 13 JUL 07 Os Estados Unidos e o Canadá já somam algumas vítimas de electrocussão por relâmpagos, não por se terem deixado dormir debaixo de uma árvore mas simplesmente por estarem a ouvir música no leitor de MP3, que nestes casos era o iPod da Apple, enquanto aparavam a relva ou praticavam jogging.Uma das vitimas que ficou em pior estado foi um canadiano de 39 anos que foi atingido por um relâmpago enquanto praticava jogging debaixo de uma trovoada e ouvia música no iPod. O homem que não quis ser identificado, pagou caro a insensatez, sendo atingido por um raio que lhe deixou queimaduras de segundo grau numa perna e no peito e furou ambos os tímpanos. O homem, que segundo testemunhas foi projectado a uma distância de dez metros, partiu ainda alguns ossos internos do ouvido e o maxilar em vários sítios.Outro destes casos foi o de Jason Bunch, um jovem americano de 18 anos que aparava a relva ao som dos Metallica e com a tempestade mais próxima a dezenas de quilómetros de distância, foi atingido por um raio solitário após este ter destruído uma árvore a escassos metros do rapaz. Mais uma vez, os tímpanos e os maxilares foram as zonas do corpo mais atingidas, assim como a perna, onde o jovem transportava o iPod e que ficou gravemente queimada.“Vai acertar onde tiver de acertar”Mas não se pense que só quem gosta de ouvir música ao ar livre é um potencial alvo da fúria dos relâmpagos. Existem relatos de pessoas que foram atingidas por raios enquanto usavam pagers, computadores portáteis ou os velhinhos walkman. Em comum todos possuíam partes metálicas e estavam a ser utilizados na rua, o que já levou Mary Ann Cooper da Universidade de Medicina de Chicago a deixar um conselho: “Quando trovejar vá para casa”.Cooper afasta também o velho mito que os aparelhos electrónicos atraem os relâmpagos como as árvores ou os pára-raios. “Vai acertar onde tiver de acertar, mas uma vez que entre em contacto com o metal, o metal conduz a electricidade”, simplificou a médica.O americano Michael Utley, um antigo corretor da bolsa, que sobreviveu a um relâmpago enquanto falava ao telemóvel durante uma partida de golfe, criou um site onde aborda estes temas e desmistifica algumas questões relacionadas com a utilização deste tipo de aparelhos.Em Portugal nada de novoNo Portugal do "choque tecnológico" nada há a registar. Apenas o inocente rebentamento de uma bateria de um telefone portátil, enquanto o dono o transportava na algibeira, “mas ninguém ficou ferido”, como confirmou ao Expresso Graça Cabral da DECO.O Gabinete de Comunicação do Centro Hospitalar de Lisboa Central que inclui os hospitais de São José, Santo António dos Capuchos, Santa Marta, Dona Estefânia e o extinto hospital dos Capuchos, também não confirma qualquer caso de queimaduras graves “que alguma vez tenham dado entrada nas urgências de qualquer uma destas unidades”, como referiu fonte hospitalar.