China

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Lusitano89

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Re: China
« Responder #15 em: Janeiro 18, 2021, 03:52:04 pm »
Economia chinesa cresce 2,3% em 2020


 

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Daniel

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Re: China
« Responder #16 em: Abril 05, 2021, 08:32:03 am »
 

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Daniel

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Re: China
« Responder #17 em: Abril 16, 2021, 09:14:39 am »
Economia da China cresceu 18,3% no primeiro trimestre de 2021
https://24.sapo.pt/economia/artigos/economia-da-china-cresceu-183-no-primeiro-trimestre-de-2021
Citar
A economia da China cresceu 18,3%, no primeiro trimestre deste ano, em relação ao período homólogo de 2020, quando a atividade económica no país asiático paralisou, devido às medidas de prevenção contra a covid-19.

Os dados hoje anunciados pelo Gabinete Nacional de Estatísticas (GNE) são particularmente sonantes, já que o período homólogo representou a maior contração da economia chinesa em mais de meio século. Entre janeiro e março de 2020, o país asiático adotou várias medidas restritas de prevenção contra a covid-19.

O GNE chinês observou que o crescimento da atividade, em comparação com o último trimestre de 2020, quando a atividade económica já tinha retomado a normalidade, fixou-se em 0,6%.

A atividade manufatureira, as vendas de automóveis e outros dados de produção e consumo recuperaram para níveis superiores ao período anterior à pandemia.
O Partido Comunista Chinês declarou vitória sobre o coronavírus em março de 2020, permitindo a reabertura gradual das fábricas e lojas.

A economia “apresentou um desempenho estável, com uma base consolidada e um bom ímpeto de crescimento”, apontou o GNE, num relatório.

Os dados estão em linha com as expectativas dos analistas. Alguns alertaram, no entanto, que apesar do desempenho recente da economia chinesa, a recuperação ainda é incerta, face a novas vagas de covid-19 que podem enfraquecer a procura global.

Alguns governos têm de recuar nas medidas de abertura, para combater o aumento de novos casos da doença, atrapalhando os negócios e o comércio.

Entre janeiro e março do ano passado, a economia da China encolheu 6,8%. O Governo chinês adotou então medidas sem precedentes ao encerrar a maioria das fábricas, lojas e escritórios, para combater a doença, que foi pela primeira vez detetada na cidade de Wuhan, no final de 2019.

Temo que quando a EU e o Mundo acordar já será tarde.
 

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Re: China
« Responder #18 em: Abril 16, 2021, 10:31:49 am »
Já referi isso aqui mesmo. O mundo já vai muito tarde para uma realidade evidente, a China é uma superpotência económica, já o é também em termos políticos e só falta sê-lo militarmente, mas é apenas uma questão de tempo!

O ocidente caíu na patetice de desindustrializar os seus países, só porque a indústria poluí e aqui tem salários mais altos, para empurrarmos essas "coisas" sujas para oriente.......
Só que a capacidade industrial é fundamental para muitas coisas, como a pandemia veio a revelar e também para um aspecto muito importante, nenhum sector ganha tanto dinheiro como a indústria e subir na cadeia de valor.

A China muito pacientemente aceitou as indústrias poluentes do mundo inteiro e começou a produzir sub-produtos para o mundo inteiro, depois aplicou o capitalismo ao extremo e inteligentemente subiu na cadeia de valor e deixou de apenas fornecer as maiores marcas mundiais como passou também a criar as suas próprias marcas:
- Nos telemóveis: Xiomi, Oneplus, Huawei, Oppo, Nubia......
- Portáteis: Lenovo, Xiomi, Huawei, e milhentas de marcas que existem.
- Sector automóvel, tem cópias de quase todas as marcas ocidentais: https://comprasegura.standvirtual.com/principais-marcas-automoveis-chinesas/
E quando não chega, compram marcas ocidentais com mais prestígio, como fizeram com a Volvo.

E como é que conseguem tudo isto? Simples, têem capacidade industrial e capacidade de gerar valor o que indirectamente vai ajudar a financiar o poderia militar que é o aspecto que está mais atrás..... mas é tudo uma questão de tempo.......
 
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Re: China
« Responder #19 em: Agosto 05, 2021, 11:32:29 am »
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Re: China
« Responder #20 em: Outubro 18, 2021, 12:34:21 pm »
Crises na construção e na energia fazem abrandar economia chinesa


 

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Re: China
« Responder #21 em: Novembro 10, 2021, 08:46:17 am »
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Re: China
« Responder #22 em: Novembro 10, 2021, 11:24:55 am »
Impressão minha ou, com este plano, Portugal perde a sua famosa "centralidade" geo-estratégica?
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 

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Re: China
« Responder #23 em: Novembro 10, 2021, 11:59:07 am »
Impressão minha ou, com este plano, Portugal perde a sua famosa "centralidade" geo-estratégica?

Mas alguém quer "isto" para alguma coisa? Só se forem dores de cabeça
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Re: China
« Responder #24 em: Novembro 11, 2021, 11:23:40 am »
https://www.reuters.com/business/several-bondholders-china-evergrande-receive-overdue-bond-coupon-payments-media-2021-11-11/

Evergrande dodges default again; property sector debt concerns linger

Cash-strapped developer China Evergrande Group once again averted a destabilising default at the last minute, with a source on Thursday saying several bondholders had received overdue coupon payments.

Evergrande (3333.HK), the world's most indebted developer, has been stumbling from deadline to deadline in recent weeks as it grapples with more than $300 billion in liabilities, $19 billion of which are dollar bonds.

Chinese media outlet Cailianshe reported several bondholders had received interest payments of the three bond tranches that had a total of more than $148 million due last month. , ,

The payments were made at the end of a 30-day grace period that ended Wednesday, and were the third reprieve for the company in the past month. Two separate offshore coupon payments that were due in late September and for which the grace periods ended in late October were also paid with the deadline perilously close.

A failure to pay would have resulted in a formal default by the company and triggered cross-default provisions for other Evergrande dollar bonds, exacerbating a debt crisis looming over the world's second-largest economy.

"The near-term fix seems to be happening but there's a long way to go before this issue gets sorted out. These are early days," said the source with knowledge of the matter, referring to Evergrande and declining to be named without authorisation to talk to the media.

Evergrande, which is at the centre of a deepening liquidity squeeze in China's $5 trillion property sector, did not respond to Reuters request for comment on its latest bond coupon payment.

Although the developer managed to avoid a default again, woes in the property sector showed no signs of abating with a wall of debt coming due.

Evergrande has coupon payments totalling more than $255 million due on Dec. 28. It has come under pressure from its other creditors at home and a stifling funding squeeze has cast a shadow over hundreds of its residential projects.

Investor focus is now also shifting to other cash-strapped developers which have a string of offshore payments coming due in the short term, including Kaisa Group (1638.HK).

Kaisa has the most offshore debt of any Chinese developer after Evergrande and pleaded for help from creditors this week. It has coupon payments totalling over $59 million due on Thursday and Friday, with 30-day grace periods for both.

It was not immediately known if Kaisa, which became China's first property company to default on an overseas bond in 2015, has made payment for the tranche due on Thursday. It has already missed payments on some wealth management products at home.

The developer did not immediately respond to Reuters request for comment.

HARD LANDING

While the U.S. Federal Reserve this week warned China's troubled property sector could pose global risks, there were no clear indications whether Beijing will step in with a broader, national plan to tackle the issue.

Chinese regulators have in recent weeks, however, sought to reassure investors and homebuyers, saying risks were controllable and excessive credit tightening by banks was being corrected.

Regulators and government think tanks have also held meetings with developers in the past few weeks, and the market is expecting some easing in credit and housing policies to prevent a hard landing of the sector.

Those hopes and Evergrande's payment sparked a relief rally across Chinese property shares, with an index of real estate A-shares (.CSI000952) surging 9%, and Hong Kong's Hang Seng Mainland Properties Index (.HSMPI) closing up 5.6%.

Shares of Evergrande closed up 6.8% to a two-week high.

Chinese developers' bond prices, which have been hit hard in recent weeks, soared even higher.

Duration Finance data showed the price on China Aoyuan Group's (3883.HK) 5.88% March 2027 bond jumping more 30% on the day, although it continued to trade at deeply distressed levels of around 36 cents in the dollar.

Evergrande's April 2022 notes jumped 4% from midnight to 28.886 cents on the dollar in the afternoon, yielding 620%, though still off from the 30.289 earlier this week, according to Duration Finance data.

The developer's bond due March 2024 traded at 24.839, up from 23.692 on Wednesday, the data showed.

Bonds issued by Times China Holdings (1233.HK) Xinyuan Real Estate (XIN.N), Yuzhou Group Holdings (1628.HK) and Sunac China Holdings (1918.HK) also rose more than 10%.

An index of dollar-denominated Asian high-yield bonds (AHYG.SI) rose more than 1%, while Chinese high-yield corporate dollar spreads (.MERACYC) narrowed from record highs.

Developers including Evergrande and Kaisa have also been looking to sell some of their business assets in China and elsewhere to raise cash amid rapidly growing repayment obligations.

British electric motor maker Saietta (SED.L) said on Thursday that it is acquiring electric powertrain company e-Traction from Evergrande's automotive unit in a deal worth up to 2 million euros ($2.31 million)
 

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Re: China
« Responder #25 em: Dezembro 16, 2021, 08:59:04 am »
How China Overtook the U.S. as the World’s Major Trading Partner

https://www.visualcapitalist.com/china-u-s-worlds-trading-partner/

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Re: China
« Responder #26 em: Outubro 15, 2022, 11:35:26 am »


Ou seja, o Biden deu a escolher aos gestores e Engenheiros Norte-Americanos o seu emprego na China ou para empresas chinesas ou a sua cidadania. Eles escolheram a segunda e agora as empresas de semicondutores Chineses estão na caca.

Citar
Esta rodada de sanções significa aniquilação para a indústria de semicondutores da China. Isso não é nada como as mais de dez rodadas de sanção performática durante os anos Trump – este é um ato sério de decapitação em toda a indústria.

Qualquer empresa chinesa que sobreviva é uma empresa que ainda não foi totalmente sancionada.

Qualquer empresa chinesa totalmente sancionada está 100% condenada; não há possibilidade de sobrevivência.

Cidadãos americanos e residentes permanentes votarão previsivelmente com os pés."

Dado que muitos dos empreendedores mais bem-sucedidos da China nos últimos anos à luz do Zero Covid e da liderança de Xi decidiram deixar o país, esses novos regulamentos podem ser o ponto de inflexão para muitos dos talentos mais experientes da China no espaço de chips.

Fonte: Jordan Schneider
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: China
« Responder #27 em: Janeiro 05, 2023, 09:56:39 am »
Pois bem me parecia......
A China agora passou a ser um mercado e nome tóxico para as grandes empresas mundiais!

Silenciosas mas em coro marcas automóveis começam a apagar o "made in China"

A guerra na Ucrânia e a política "zero covid" de Pequim deixou claro que o lema "made in China" não poderá figurar para sempre nem em todas as peças dos gigantes automóveis. As grandes marcas já inverteram a marcha e num coro silencioso começam a decidir sair do país.



https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/silenciosas-mas-em-coro-marcas-automoveis-comecam-a-apagar-o-made-in-china?ref=DET_Engageya_JNegocios
 
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Re: China
« Responder #28 em: Janeiro 12, 2023, 01:15:16 pm »
“Putin está doido”: China distancia-se da Rússia e quer melhorar relações com países ocidentais



A China está a tentar melhorar as relações com alguns países ocidentais e a prestar especial atenção aos laços com a Europa, que foram “gravemente danificados” devido ao apoio de Pequim à Rússia durante a guerra na Ucrânia.

Pequim está a tentar, de forma não oficial, agir como um potencial “pacificador” e convencer os seus parceiros europeus de que pode dissuadir Putin de utilizar armas nucleares. O país pretende não só ajudar a controlar a ofensiva militar que decorre desde dia 24 de fevereiro como colaborar na reconstrução da Ucrânia no pós-guerra, segundo o jornal Financial Times.

Enquanto o líder chinês Xi Jinping e Vladimir Putin têm debatido publicamente planos para aprofundar as suas relações, vários funcionários chineses reveleram que “procuraram trazer clareza às relações entre a China e a Rússia sobre a questão da Ucrânia”, ideia apoiada por alguns diplomatas europeus.

“Putin é louco”, comentou um funcionário chinês, sob condição de anonimato, acrescentando: “A decisão de invadir foi tomada por um grupo muito pequeno de pessoas. A China não deve seguir cegamente a Rússia”.

A China “compreende agora alegadamente a possibilidade de a Rússia não ser capaz de derrotar a Ucrânia e emergir do conflito como uma potência menor”, admitiram os representantes chineses expressando desconfiança em relação à liderança do Kremlin.

Pequim argumenta que não tinha conhecimento dos planos do líder russo sobre a invasão da Ucrânia sublinhando que houve uma falta de compreensão da situação, o que levou as autoridades chinesas a despromover o então vice-ministro dos Negócios Estrangeiros chinês Le Yucheng por não ter previsto a guerra.

A ofensiva militar lançada pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14 milhões de pessoas, 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,9 milhões para países europeus, de acordo com os mais recentes dados da Organização das Nações Unidas (ONU), que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa, justificada pelo presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

https://multinews.sapo.pt/noticias/putin-esta-doido-china-distancia-se-da-russia-e-quer-melhorar-relacoes-com-paises-ocidentais/

A China está obviamente mais preocupada com as consequências económicas. A Rússia pouco representa para as importações/exportações da China. Já a UE pesa 7 vezes mais, e EUA outro tanto. E mesmo assim, mais importante para a China e antes da Rússia, para além da UE e EUA, ainda há o Japão, Coreia do Sul, Taywan, Austrália, Malásia, Brasil..... e só depois aparece a Rússia!!!!!

A China, pragmática como é, já percebeu quem é que tem mais a perder num conflito entre a outrora potência russa e a Ucrãnia, apoiada por todo o ocidente!!!!!
A China já assumiu que a Rússia vai saír de rastos da Ucrãnia e está a preparar o reatar de relações com o ocidente. Apesar de que parecem-me irremediavelmente perdidas (China vs Ocidente).
 

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Re: China
« Responder #29 em: Janeiro 28, 2023, 10:05:50 pm »
Japão e Países Baixos unem-se aos EUA nas restrições de chips à China

Há já vários anos, ainda na administração de Donald Trump, os Estados Unidos aplicaram várias medidas restritivas pesadas à China, o que levou a que as marcas tecnológicas chinesas tivessem que encontrar soluções e alternativas de modo a continuar a disponibilizar os seus serviços e produtos aos consumidores.

No entanto parece que o cenário ficou agora mais complicado para o país asiático uma vez que o Japão e os Países Baixos se vão unir aos Estados Unidos da América na restrição de chips à China.



Japão e Países Baixos também vão aplicar restrições à China

Segundo as mais recentes notícias da indústria tecnológica, o Japão e os Países Baixos vão juntar-se aos Estados Unidos nas restrições à China no que respeita ao acesso aos chips. Esta medida restritiva tem como objetivo limitar a capacidade do país asiático em fabricar e produzir os seus próprios componentes, nomeadamente semicondutores.

Esta decisão acontece depois que as fabricantes norte-americanas se queixaram que impedir que apenas as empresas dos EUA possam realizar negócios com a China está a prejudicar a sua competitividade. Como tal, o Japão e os Países Baixos terão repensado a sua estratégia e irão então implementar restrições ao território chinês. A holandesa ASML, líder no fabrico de máquinas EUV (Ultra Violeta Extrema) para a produção de chips de litografia avançada, e as japonesas Tokyo Electron, dedicada aos semicondutores, e Nikon Corp, do segmento de ótica e imagem, serão alguns dos mais relevantes nomes que deixarão de poder vender os seus equipamentos à China.



Como consequência, o país liderado por Xi Jinping terá que arranjar forma de criar as suas próprias máquinas litográficas para conseguir dar avanço na sua indústria de chips. No entanto, de acordo com o Bloomberg, espera-se que a China consiga, a longo prazo, alcançar a sua independência tecnológica, o que pode tornar o país ainda mais forte no segmento dos semicondutores.

Segundo algumas fontes, "as autoridades americanas, holandesas e japonesas devem concluir as negociações até sexta-feira, horário dos EUA, sobre um novo conjunto de limites que será fornecido às empresas chinesas. [...] Não há planos para anunciar as restrições publicamente, mas provavelmente entrarão em vigor imediatamente".

https://pplware.sapo.pt/gadgets/hardware/japao-e-paises-baixos-unem-se-aos-eua-nas-restricoes-de-chips-a-china/comment-page-1/

Finalmente o ocidente a abrir os olhos!!!!

Julgo que está traçada a nova guerra fria, inimigos do ocidente a China como principal concorrente a abater e logo a seguir a rússia!!!!
Passo a passo a China e rússia são isoladas!!!!

Excepto nós que temos as principais e mais importantes empresas nacionais nas mãos dos chineses!!!!!  ::)