Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama

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dc

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Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Responder #1845 em: Julho 23, 2021, 02:00:01 pm »
Os caças mencionados não são de "categorias" diferentes (tirando o F-35 que representa de facto um salto geracional), não se deve é apenas comparar com o F-35 e Rafale, pois há muitos mais modelos superiores aos nossos MLU, a começar pela quantidade de caças por esse mundo que já andam de radar AESA (e isto inclui o próprio F-16V, que é a solução lógica, rápida e barata para eliminar algumas das limitações). Depois, de nada adianta ter um caça todo xpto, e depois continuar com armamento 1 geração atrasado, e total ausência de armamento stand-off ou dos simples mísseis anti-navio.

As BD são GP, tendo na marinha holandesa a função primária ASW. As nossas não serão muito diferentes, já que não se destacam em nada mesmo após o MLU. Depois, o principal ponto forte dos navios dos aliados, não é a capacidade BMD (algo que a grande maioria não tem), mas sim a disparidade tecnológica dos nossos face aos deles em todos os níveis. Mesmo em ASW não se comparam com o melhor que há na Europa, e não esquecer que temos 3 fragatas que cada vez mais caminham para OPVs glorificados, com equipamento a roçar o básico para um navio de guerra. Na prática temos 2 fragatas medíocres, e 3 que cada vez menos merecem ser consideradas fragatas. Quando comparamos o que seria prioritário, ir buscar fragatas novas ou caças novos, diria que as fragatas estão primeiro (até porque de caças existe a solução já mencionada acima).

Os Leo sim, é verdade que são de uma versão mais antiga que alguns dos nossos aliados, no entanto não é obsoleta. Pecam sim pelo devido apoio de um IFV moderno e de sistemas SHORAD/C-UAS para que não estejam tão expostos às ameaças do século XXI. Existem outras prioridades.

De forma generalizada, é fácil enumerar N lacunas. Enquanto nós andamos de M-114 os outros de Caesar ou M-777, nós de M-113 eles de CV-90/Pizarro/Puma/etc, nós de KC-390 eles de A-400/C-17/A330 MRTT, nós com Stinger/Bitubo/Chaparral eles de GDF/Stinger/SHORAD moderno/NASAMS/Patriot, nós com NPOs desarmados eles com OPVs com peças de 76mm/hangar/sensores militares. Podíamos falar dos Lynx sem FLIR, dos Koala civis, enquanto os outros até Apaches têm. Ou da ausência de AOR. Ou das crises de manutenção na Marinha e FAP, na frota envelhecida de veículos no Exército. Ou nós de Zebros e eles de LHD.
 

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Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Responder #1847 em: Julho 23, 2021, 02:15:35 pm »
Creio que é uma proposta à parte do programa das fragatas. No entanto, não deixa de trazer outra perspectiva, que enquanto aqui se fala em fragatas minimalistas, os outros pegam num navio do tamanho do NPO, e espetam o dobro dos VLS da ASWF belga.
 
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Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Responder #1848 em: Julho 23, 2021, 06:31:36 pm »
Creio que é uma proposta à parte do programa das fragatas. No entanto, não deixa de trazer outra perspectiva, que enquanto aqui se fala em fragatas minimalistas, os outros pegam num navio do tamanho do NPO, e espetam o dobro dos VLS da ASWF belga.


DC não brinques, os Israelitas são capazes de ser os unicos gajos no mundo que fazem corvetas Destroyer!!!
São basicamente paiois flutuantes!
 :mrgreen:
 

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dc

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Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Responder #1849 em: Julho 23, 2021, 09:37:18 pm »
Sim eles têm o hábito de tirar o máximo partido dos seus cascos. Já se via isso com a família Saar, meros missile boats (até à 4.5), mas com armamento quase equivalente às nossas VdG. No nosso caso é óbvio que este tipo de navio não faz grande sentido dada a área onde operamos, no meio do Atlântico, mas já dá para fazer uma comparação do quão absurdo é ter fragatas de 5 ou 6 mil toneladas, que são caras que se farta ainda assim, com armamento básico.
 
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Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Responder #1850 em: Julho 23, 2021, 10:38:58 pm »
Comparativamente, um "bicho" destes pra proteger plataformas de gás no mediterraneo:

"The Sa'ar 6 has a displacement of almost 1,900 tons at full load and is 90 m (295 ft 3 in) long. It is armed with an Oto Melara 76 mm main gun, two Typhoon Weapon Stations, 32 vertical launch cells for Barak-8 surface-to-air missiles, 20 cells for the C-Dome point defense system, 16 anti-ship missiles (likely Gabriel 5), the EL/M-2248 MF-STAR AESA radar, and two 324 mm (12.8 in) torpedo launchers. It has hangar space and a platform able to accommodate a medium class SH-60-type helicopter."

E nós sempre com as embarcações dos 300 para patrulhar meio atlantico....

 :-P
 

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dc

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Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Responder #1851 em: Julho 24, 2021, 08:11:40 am »
Lá está, é comparar as Sa'ar 6 com qualquer fragata de topo europeia, e só perdem no deslocamento e provavelmente na capacidade de "atacar" o Atlântico. De resto, batem-se com o que de melhor há no mundo. Imagino o que eles fariam com uma fragata de 4000 toneladas... Deviam ter uns 90 VLS. :mrgreen:
 

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Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Responder #1852 em: Julho 24, 2021, 12:15:01 pm »
Citar
According to a tweet published by Defensearab on July 12, 2021, Morocco is negociating with the Italian firm Fincantieri to acquire two FREMM multipurpose frigate, including the Italian frigate Luigi Rizzo.

Todo o mediterrâneo está a equipar-se, tempos complicados estão para vir.
 

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Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Responder #1853 em: Julho 24, 2021, 12:21:34 pm »
Por cá o lema deve ser "Portugal é fixe" pois não se passa nada, nem nunca se passará o que quer que seja connosco. Em última instância, se as coisas derem para o torto, faz-se uma romaria ao santuário de Fátima. ::)



P.S. (no pun intended) o Sr. Ministro Leão continua a fechar a sete chaves os cofres das Finanças, por isso algumas "boas intenções" deverão ser mesmo para esquecer...
Saudações Aeronáuticas,
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Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Responder #1854 em: Julho 24, 2021, 12:41:27 pm »
Por cá o lema deve ser "Portugal é fixe" pois não se passa nada, nem nunca se passará o que quer que seja connosco. Em última instância, se as coisas derem para o torto, faz-se uma romaria ao santuário de Fátima. ::)



P.S. (no pun intended) o Sr. Ministro Leão continua a fechar a sete chaves os cofres das Finanças, por isso algumas "boas intenções" deverão ser mesmo para esquecer...

Cá nem em Padeiras se investe. :-P
 

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Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Responder #1855 em: Julho 26, 2021, 11:24:24 am »
Entretanto lá por fora, até aquela potencia naval, o Bangladesh  lança  um concurso para compra de fragatas no valor de 2,5 biliões de dólares com os turcos na linha da frente.

https://www.dailysabah.com/business/defense/turkish-shipbuilder-front-runner-in-bangladesh-frigate-program

Turkish shipbuilder front runner in Bangladesh frigate program
BY DAILY SABAH
 ISTANBUL DEFENSE JUL 25, 2021 2:44 PM GMT+3
 
The Bangladesh Navy is one step closer to finalizing its multibillion-dollar frigate program, which foresees the construction of multirole capable guided-missile frigates at the country’s Chattogram Dry Dock LTD (CDDL) with technical cooperation from a foreign naval shipbuilder, in which Turkey is a candidate and likely front runner.

Several countries initially showed interest in the $2.5 billion program, including the United Kingdom, France and South Korea, while Turkey, China, the Netherlands and Italy made the offers that reached the final stage.

Turkey’s STM Defense Technologies Engineering and Trade Inc., which built the Istanbul Frigate, the fifth vessel constructed as part of the MILGEM (National Ship) project, is likely to be the front runner, according to Bangladesh’s defense sites, since it is both cost-saving and also allows the addition of weapons and sensors by other Turkish sub-contractors, such as defense giants Aselsan and Roketsan.

The main reason why the bids of the remaining three countries are not as suitable as Turkey’s is that they are either more costly or not compatible with what the South Asian country's needs.

China's offer includes the procurement of Type 054 frigates at a unit cost of $378 million in exchange for the majority of CDDL's shares being given to China's China Shipbuilding and Offshore International Company Ltd. (CSOC) – an offer that Bangladeshi authorities do not favor.

The Type 054 frigate – the first of which entered service with the People’s Liberation Army Navy Surface Force in 2007– has a loaded displacement of 4,000 tons and carries medium-range air defense missiles, anti-ship missiles, a Type 730 30mm Close Air Defense System, torpedo tubes and an Anti-Submarine Warfare (ASW) rocket launcher system, though these can be changed depending on the upgrades made on the vessel.

The Dutch proposal, which includes the collaboration of Damen and CDDL on the construction of ships with domestic facilities, is not compatible with the country's needs because it offers a frigate on the segment similar to that of the Shadhinata class already in service in Bangladesh Navy, thus it does not have much to add for new capabilities.

Meanwhile, being one of the best proposals that the Bangladesh Navy is interested in, Italy offered Fincantieri’s multipurpose frigate design, a downscaled version of the company’s FFG(X) offered to the United States Navy. However, local defense sites point that the cost of those frigates would be well above the allocated budget of Bangladesh’s navy.

All these developments, including Italy’s over-budget bid, put Turkey above the main competitors of the program. It also has side advantages for Turkey as it would pave the way for the export of subsystems, such as the national vertical launch system (VLS) or domestically developed anti-ship missiles.

The weapon systems to be equipped with the STM’s I-class frigate will be decided by the Bangladeshi side if Turkey takes over the project and cooperation will be established between the Turkish shipbuilder and the CDDL.

Turkey’s Istanbul Frigate (F-515) construction saw leading defense companies Aselsan and Havelsan as its main business partners. It also has around 80 subcontractors working for more than 150 systems. Around two-thirds of those subcontractors are domestic while the rest are international companies. The vessels, differing from other MILGEM ships, carry surface-to-air guided weapons (SAGW) or more specifically, shipborne medium-range air defense missile systems.

Aselsan’s Gökdeniz close-in weapon system (CIWS) and the newly developed three-dimensional radars will also be integrated into the vessel. The national VLS system (MDAS) will be used for the first time on the TCG Istanbul, as well.
 
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Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Responder #1856 em: Julho 26, 2021, 02:01:19 pm »


About RSN Al Jubail-class / Navantia Avante 2200 corvette


Royal Saudi Navy’s corvette will be based on the Navantia Avante 2200 design (Credit: Navantia)

The Al Jubail-class corvette (Avante 2200) has a length of 104 metres, a beam of 14 metres and will be able to accommodate 102 people (crew and additional personnel). It will reach a maximum speed of 27 knots and, among other aspects, it has the capacity to carry 21 days’ supplies on board.

The corvettes are the latest generation of successful Navantia-designed combatants, and incorporate state-of-the-art Navantia products, such as the CATIZ Combat System, DORNA Gun Fire Control System, NAVCOMS/HERMESYS Integrated External and Internal Communications System, MINERVA Integrated Navigation and Bridge System, or COMPLEX-SIMPLEX Integrated Platform Management Platform together with equipment manufactured by Navantia under license such as the Leonardo SUPER RAPID 76mm main gun, Rheinmetall Air Defence MILLENNIUM 35mm close-in weapon system, MTU propulsion engines and diesel generators, and RENK gearboxes.

The contract includes Life Cycle Support for five years and the supply of various services such as integrated logistical support, operational and maintenance training, supply of training and training Centers for the Combat System and Platform Control System for ships, Support to the Life Cycle, previously mentioned, and the systems for the maintenance of ships in the RNSF Jeddah Naval Base.

https://www.navalnews.com/naval-news/2021/07/navantia-launched-fourth-corvette-for-the-royal-saudi-navy/
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Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Responder #1857 em: Agosto 01, 2021, 04:06:53 pm »
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
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Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Responder #1858 em: Agosto 02, 2021, 08:55:02 am »
Lá está, mal abrem o concurso, recebem logo 5 propostas. Por cá se calhar diz-se que não há soluções no mercado.
 
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Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Responder #1859 em: Agosto 07, 2021, 03:44:15 pm »
(...) quem pensa que as Constellation são uma cópia exacta das FREEM está, no mínimo, equivocado. As Constellation são baseadas nas FREMM italianas, utilizam o mesmo grupo propulsor e eléctrico, têm um layout semelhante, no entanto, são mais compridas, mais largas e deslocam umas centenas de toneladas adicionais, porque os requisitos de construção naval norte-americanos são muito mais exigentes que os das marinhas europeias.

Mais deslocamento =》mais "resiliência"... mas os requisitos de construção tem outras exigências? Tipos aço, mais redundâncias, mais equipamentos controle de avarias? É apenas uma questão de "tamanho", a USN não concebe um navio de 1a linha tão "pequeno", comparando com o que as marinhas europeias considerem normal?

Sim, em princípio maior deslocamento traduz-se em maior resistência (resiliência, no sentido físico, não se aplica neste caso). Historicamente, os navios militares americanos têm maior deslocamento que os seus congéneres europeus, em grande parte por os seus requisitos de controlo de avarias serem mais exigentes (mais anteparas, compartimentos estanques, etc.).

Pode não ser uma comparação justa, mas o resultado do ataque à Stark foi bastante diferente dos ataques às fragatas e contra-torpedeiros britânicos nas Malvinas, apesar de, tal como as fragatas Leader, a Stark ter superestrutura em alumínio.

No entanto, por vezes, as coisas não são tão lineares — vide o caso da fragata norueguesa Helge Ingstad, que era um navio relativamente grande. Mas os europeus estão a recuperar terreno no campo do deslocamento — os britânicos começaram a “engordar” os seus navios desde os finais dos anos 80 e os alemães, italianos e franceses nos finais dos anos 90.

Na escolha das FREMM italianas para o programa FFG(X), a qualidade do projecto deve ter pesado mais do que a integração de sistemas. Para um observador externo e sem acesso à documentação técnica, o vencedor óbvio seria a F100 que é, na prática, uma mini Arleigh Burke. Os americanos devem ter chegado à conclusão que o projecto italiano era mais próximo dos padrões do NAVSEA que os restantes concorrentes, com menor necessidade de alterações estruturais e diminuição de riscos.

Pode ser que um dia tenhamos a sorte de ter dois ou três navios desta classe na nossa frota.
« Última modificação: Agosto 09, 2021, 04:37:09 am por NVF »
Talent de ne rien faire
 
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