Ainda a organização

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Lightning

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Re: Ainda a organização
« Responder #105 em: Julho 08, 2017, 01:46:01 pm »
Como se viu com o roubo dos paióis de Tancos, o Exército tem muitas unidades, e cada vez menos pessoal, além de que passa muita gente pelo Exército mas são poucos os que ficam no quadro. Acho que antes que um dia seja preciso contratar securitas para fazer rondas, preferia que o Exército se adiantasse e "criasse" a sua força securitas, isto é uma unidade militar ou militarizada, criada a partir dos militares contratados que até gostariam de continuar no Exército mas não conseguiram entrar no quadro. Uma força semelhante ao que a Marinha tem com a Policia dos Estabelecimentos da Marinha.
 

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Camuflage

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Re: Ainda a organização
« Responder #106 em: Julho 08, 2017, 02:08:48 pm »
Em vez de terem unidades tão dispersas e quartéis vazios, se calhar está na altura de se adaptarem à realidade. O tempo não volta para trás e o conceito de exércitos gigantes de homens já foi ultrapassado.
 

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Get_It

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Re: Ainda a organização
« Responder #107 em: Julho 08, 2017, 03:11:06 pm »
Como se viu com o roubo dos paióis de Tancos, o Exército tem muitas unidades, e cada vez menos pessoal, além de que passa muita gente pelo Exército mas são poucos os que ficam no quadro. Acho que antes que um dia seja preciso contratar securitas para fazer rondas, preferia que o Exército se adiantasse e "criasse" a sua força securitas, isto é uma unidade militar ou militarizada, criada a partir dos militares contratados que até gostariam de continuar no Exército mas não conseguiram entrar no quadro. Uma força semelhante ao que a Marinha tem com a Policia dos Estabelecimentos da Marinha.

Sou mais apologista de fazer uma reorganização como deve ser das Forças Armadas e das de Segurança e acabar com as polícias militares e passar a GNR a fazer essa tarefa (passaria a ser uma gendarmerie mais ao estilo da holandesa), obviamente deixando outras missões que actualmente tem para a PSP e outras entidades.

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Ainda a organização
« Responder #108 em: Julho 08, 2017, 05:17:52 pm »
Sabes a diferença salarial entre um soldado das Forças Armadas e um Guarda da GNR? Vai aumentar a despesa só porque é fashion?!
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lightning

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Re: Ainda a organização
« Responder #109 em: Julho 08, 2017, 07:24:14 pm »
Sou mais apologista de fazer uma reorganização como deve ser das Forças Armadas e das de Segurança e acabar com as polícias militares e passar a GNR a fazer essa tarefa (passaria a ser uma gendarmerie mais ao estilo da holandesa), obviamente deixando outras missões que actualmente tem para a PSP e outras entidades.

Já estive em bases aéreas na Holanda e não é bem assim, lá quem faz controlo de acessos e segurança são civis. A marechaussee tem um posto fora das instalações da Base Aérea mas entram quando querem e fazem operações STOP dentro do perímetro da Base iguais às que vemos na rua com controlo de alcoolemia, documentação, etc aos militares e todo o género de operações tipo Policia Militar, a marechaussee tem poder de policia igual à GNR, mas acho que eles não tem área territorial atribuída, lá é a policia civil que faz o policiamento de patrulhamento em todo o território, a marechaussee faz as áreas militares e tem unidades especiais de reserva.
https://en.wikipedia.org/wiki/Royal_Marechaussee

Em Itália é que acho que os Carabinieri fazem tudo, mas não tenho a certeza.
« Última modificação: Julho 08, 2017, 07:36:17 pm por Lightning »
 

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FoxTroop

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Re: Ainda a organização
« Responder #110 em: Julho 08, 2017, 07:37:06 pm »
Em vez de terem unidades tão dispersas e quartéis vazios, se calhar está na altura de se adaptarem à realidade. O tempo não volta para trás e o conceito de exércitos gigantes de homens já foi ultrapassado.

Sim, era o que deveria ter sido feito já à bastantes anos, mas depois como justificar tanto "comandante"? O que fazer a esse pessoal todo? Mexer nos tachos e chafaricas não pode.
 
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Re: Ainda a organização
« Responder #111 em: Julho 09, 2017, 03:12:36 am »
Sim, era o que deveria ter sido feito já à bastantes anos, mas depois como justificar tanto "comandante"? O que fazer a esse pessoal todo? Mexer nos tachos e chafaricas não pode.

Cabe a quem está no sistema começar a vir para as ruas e criticar as chefias, saber apontar o dedo e deixar de se acovardar. Se é preciso denunciar que se faça sem pudores em vez de se cooperar. O sistema só pode ser desmontado de dentro para fora, não podemos continuar a ter tanto descontentamento nas forças armadas e sempre que aparecem câmaras apresentam o seu sorriso amarelo.
 

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nelson38899

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Re: Ainda a organização
« Responder #112 em: Julho 09, 2017, 12:28:35 pm »
Sim, era o que deveria ter sido feito já à bastantes anos, mas depois como justificar tanto "comandante"? O que fazer a esse pessoal todo? Mexer nos tachos e chafaricas não pode.

Cabe a quem está no sistema começar a vir para as ruas e criticar as chefias, saber apontar o dedo e deixar de se acovardar. Se é preciso denunciar que se faça sem pudores em vez de se cooperar. O sistema só pode ser desmontado de dentro para fora, não podemos continuar a ter tanto descontentamento nas forças armadas e sempre que aparecem câmaras apresentam o seu sorriso amarelo.

Como já foi dito, exercito de milhões de homens, já não faz muito sentido!

Eu continuo a defender o fim dos micro quartéis que existem e Portugal!

Para mim era fechar tudo e dividir os 32 mil homens, por quatro bases (A norte brigada de reacção rápida, centro Brigada de intervenção e Brigada logística, a  sul a brigada mecanizada)

Madeira e Açores passavam para responsabilidade os fuzileiros
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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FoxTroop

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Re: Ainda a organização
« Responder #113 em: Julho 09, 2017, 01:20:38 pm »
Sim, era o que deveria ter sido feito já à bastantes anos, mas depois como justificar tanto "comandante"? O que fazer a esse pessoal todo? Mexer nos tachos e chafaricas não pode.

Cabe a quem está no sistema começar a vir para as ruas e criticar as chefias, saber apontar o dedo e deixar de se acovardar. Se é preciso denunciar que se faça sem pudores em vez de se cooperar. O sistema só pode ser desmontado de dentro para fora, não podemos continuar a ter tanto descontentamento nas forças armadas e sempre que aparecem câmaras apresentam o seu sorriso amarelo.

Boa parte do pessoal que está lá dentro são os acomodados. Quando, por algum motivo ou ocasião, aparecem na praça publica a criticar ou a denunciar algo, o assunto roda sempre à volta do mesmo. Os salários!

Estive nada mais, nada menos que 11 anos nas fileiras, sempre em unidade operacional e, quando saí por opção e de acordo com a minha consciência, tinha mais de 1/3 da minha vida passada lá dentro e toda uma série de missões "no cinturão". E saí porque não podia nem aceitava continuar a pactuar com o rumo que as coisas levavam nem com a forma como os camaradas reduziam tudo a uma questão de "quanto chove ao final do mês". (havia e há muitas excepções a esse tipo de comportamento)

Quando nas conversas se falava de estarem a levar aquilo ao ponto de ruptura total, a maior parte da malta seguia a linha do "desde que me paguem", quando em conversa se falava que estávamos a caminho de ser meros funcionários públicos, muitos assim queriam que fosse e, muitos entre os que não queriam, comportavam-se como tal. (uma vez tive de o dizer mesmo a um Sr. Comandante que ao expressar que não éramos funcionários públicos e que tinhamos de fazer o Povo compreender isso respondi-lhe que ajudaria bastante se deixasse-mos de nos comportar como tal, talvez o tal de Povo, compreendesse melhor).

Como tal e já tive sério desaguisados com antigos camaradas, digo e torno a afirmar, se o descontentamento dentro das fileiras é assim tão grande, em Democracia resta apenas uma opção a quem é militar, demitir-se em protesto. Protestar como eu vejo, mas sem largar a "mamadeira" é simplesmente porco e abjecto para mais que em toda e qualquer empresa por onde tenho trabalhado, vir para as redes sociais falar mal das mesmas dá direito a um bilhete para a fila do IEFP com justa causa.

Para finalizar este desabafo, boa parte dos que ainda por lá andam, a ultima coisa que querem é uma FA funcionais, com sistemas e controlos de progressão de carreira baseados em capacidades e méritos, que os obrigue a serem militares de corpo e alma e não simples funcionários que vão lá fazer uma perninha à base ou quartel nos tempos livres dos seus trabalhos em part-time (na realidade o part-time é a função militar). Simplesmente não querem e as chefias, enfiadas em negociatas e trocas de favores para vacaturas e promoções forçadas (quem se lembra da forma manhosa como se promovel uma tonelada de oficiais superiores que estavam encalhados com a jogada da missões em que se mandavam CFr/TCor e CTen/Majores de propósito para os promover "forçadamente" durante as missões pois o organograma exigia que as funções fosse a do posto acima), sabem o que a maioria quer é sopas e descanso, um ordenado ao fim do mês e um posto ou função que lhes permita ir mantendo os seus part-times e negócios cá fora.
Tudo o resto é treta.

 
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tenente

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Re: Ainda a organização
« Responder #114 em: Julho 09, 2017, 01:49:24 pm »
Sim, era o que deveria ter sido feito já à bastantes anos, mas depois como justificar tanto "comandante"? O que fazer a esse pessoal todo? Mexer nos tachos e chafaricas não pode.

Cabe a quem está no sistema começar a vir para as ruas e criticar as chefias, saber apontar o dedo e deixar de se acovardar. Se é preciso denunciar que se faça sem pudores em vez de se cooperar. O sistema só pode ser desmontado de dentro para fora, não podemos continuar a ter tanto descontentamento nas forças armadas e sempre que aparecem câmaras apresentam o seu sorriso amarelo.

Como já foi dito, exercito de milhões de homens, já não faz muito sentido!

Eu continuo a defender o fim dos micro quartéis que existem e Portugal!

Para mim era fechar tudo e dividir os 32 mil homens, por quatro bases (A norte brigada de reacção rápida, centro Brigada de intervenção e Brigada logística, a  sul a brigada mecanizada)

Madeira e Açores passavam para responsabilidade os fuzileiros

Onde foste encontrar o fectivo de 32.000 almas do nosso Exército ??
Nem o total de efectivos das FFAA chegam a esse número quanto mais o desflacadissimo Exército .


Quando um Povo não Respeita as Suas FFAA, Não Respeita a Sua História nem se Respeita a Si Próprio  !!
 

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Re: Ainda a organização
« Responder #115 em: Julho 09, 2017, 02:34:12 pm »
Sim, era o que deveria ter sido feito já à bastantes anos, mas depois como justificar tanto "comandante"? O que fazer a esse pessoal todo? Mexer nos tachos e chafaricas não pode.

Cabe a quem está no sistema começar a vir para as ruas e criticar as chefias, saber apontar o dedo e deixar de se acovardar. Se é preciso denunciar que se faça sem pudores em vez de se cooperar. O sistema só pode ser desmontado de dentro para fora, não podemos continuar a ter tanto descontentamento nas forças armadas e sempre que aparecem câmaras apresentam o seu sorriso amarelo.

Como já foi dito, exercito de milhões de homens, já não faz muito sentido!

Eu continuo a defender o fim dos micro quartéis que existem e Portugal!

Para mim era fechar tudo e dividir os 32 mil homens, por quatro bases (A norte brigada de reacção rápida, centro Brigada de intervenção e Brigada logística, a  sul a brigada mecanizada)

Madeira e Açores passavam para responsabilidade os fuzileiros

Onde foste encontrar o fectivo de 32.000 almas do nosso Exército ??
Nem o total de efectivos das FFAA chegam a esse número quanto mais o desflacadissimo Exército .

Era o que eu ia dizer, até podem ter 32000 militares no organograma das Forças Armadas, pelo que vi na TV, devemos ter 29.000, dos quais 17.000 exército, 7.000 marinha e 5.000 força aérea.

O problema dos mini-quarteis é que eles já existem e criar outras "Santa Margaridas" custa dinheiro, pelo menos se criassem verdadeiros batalhões de 600 homens e fechassem os que ficassem vazios, já era um bom passo. Não concordo com a colocação de fuzileiros como tropa de guarnição nas ilhas, eles são uma força de intervenção.
« Última modificação: Julho 09, 2017, 02:36:48 pm por Lightning »
 
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Re: Ainda a organização
« Responder #116 em: Julho 09, 2017, 04:58:55 pm »
Sim, era o que deveria ter sido feito já à bastantes anos, mas depois como justificar tanto "comandante"? O que fazer a esse pessoal todo? Mexer nos tachos e chafaricas não pode.

Cabe a quem está no sistema começar a vir para as ruas e criticar as chefias, saber apontar o dedo e deixar de se acovardar. Se é preciso denunciar que se faça sem pudores em vez de se cooperar. O sistema só pode ser desmontado de dentro para fora, não podemos continuar a ter tanto descontentamento nas forças armadas e sempre que aparecem câmaras apresentam o seu sorriso amarelo.

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Madeira e Açores passavam para responsabilidade os fuzileiros

Onde foste encontrar o fectivo de 32.000 almas do nosso Exército ??
Nem o total de efectivos das FFAA chegam a esse número quanto mais o desflacadissimo Exército .

Era o que eu ia dizer, até podem ter 32000 militares no organograma das Forças Armadas, pelo que vi na TV, devemos ter 29.000, dos quais 17.000 exército, 7.000 marinha e 5.000 força aérea.

O problema dos mini-quarteis é que eles já existem e criar outras "Santa Margaridas" custa dinheiro, pelo menos se criassem verdadeiros batalhões de 600 homens e fechassem os que ficassem vazios, já era um bom passo. Não concordo com a colocação de fuzileiros como tropa de guarnição nas ilhas, eles são uma força de intervenção.

O Exército actualmente, não possui 15.000 efectivos e mesmo desses 14.000 e qq coisa, o Nosso Exército :

A) nem cinco Batalhões de Infantaria, com três Cat's cada, consegue aprontar, ( dois dos Batalhões (-) que formamos, são Oriundos dos Paras ),

B) Nem um Grupo de CC, a três Esquadrões;

C) Nem dois Grupos de Artilharia de Campanha, GAC's completos, quando na realidade deveríamos possuir três GAC's completos;

Ou seja, nem  consegue formar, oito UNIDADES tipo batalhão, que juntas não tem efectivo suficiente para constituir uma simples divisão Infª !!!
Mas em contrapartida o Exército:
Tem a BriInt composta por dois batalhões infª a duas Cat's !!
Tem a BriRR com três batalhões Paras e Comandos, também Incompletos !!
Tem a BriMec a dois Batalhões/Grupos de Manobra sendo um deles equipado com M113 ainda originais !!!
Tem não sei onde, a Unidade de DCA, á espera de adquirir o seu equipamento, "Missilzinho " portátil, de DCA !!!!!

Mas, para ter isto tudo, muito bem Organizado/Enquadrado.......................... Tem apenas 25 Generais, Rácio 01 Oficial General para 580 efectivos !!!

Deixemo-nos de pantomineirices, a realidade é esta e só esta, andamos a tapar o SOL, com uma Peneira para Inglês ver, mais nada, se de um efectivo de, digamos, 14.500, não conseguimos formar oito Bat/Grupos de 600 homens/mulheres cada, ou seja cerca 4800 combatentes, 33% do total, para mim está tudo dito, isto é uma farsa, uma fantochada completa !!!

Abraços
« Última modificação: Julho 09, 2017, 05:19:18 pm por tenente »


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Re: Ainda a organização
« Responder #117 em: Julho 09, 2017, 08:25:08 pm »
Apenas para ajudar à discussão o quadro de efectivos atribuídos aos três ramos para 2017 segundo o DL 84/2016
https://dre.pt/application/file/a/105583449
                                                                   
                                            EXÉRCITO                                 FORÇA AÉREA                             MARINHA
                                QP               RV & RC                      QP               RC & RV                   QP                RC&RV
OFICIAIS              2097                   355                     1418                    267                    1328                  156
SARGENTOS       2987                   575                     2264                      66                    2280                       0
PRAÇAS                     0                 8886                            0                 1519                     3069                  843

QP-Quadro permanente RV&RC-Regime voluntariado e Regime contracto

Não inclui os 2104 efectivos a exercerem funções no EMGFA ou os 792 que exercem funções fora da instituição militar.

Cumprimentos,
 

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Lightning

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Re: Ainda a organização
« Responder #118 em: Julho 09, 2017, 10:32:38 pm »
Assim de cor, aquela reorganização do defesa 2020, acho que incluia mudar o efectivo do exército de 60% apoio 40% operacional para o oposto, 40% apoio e 60% operacional, ainda não devem ter conseguido.

Mas para não ser só dizer mal, Lembro-me que ainda não há muitos anos o exército tinha um centro de recrutamento por distrito e acho que agora já só tem dois, um na zona do Porto e outro na zona de Lisboa.
« Última modificação: Julho 09, 2017, 10:38:51 pm por Lightning »
 

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night_runner

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Re: Ainda a organização
« Responder #119 em: Julho 10, 2017, 12:55:37 am »
Já que se fala em descontentamento... ninguém arranja fotos dos muros da escola de fuzileiros antes de serem repintados? ::)
« Última modificação: Julho 10, 2017, 12:57:12 am por night_runner »