Arma Anti-Aérea para Quando?

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Nuno

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« Responder #15 em: Setembro 02, 2008, 10:44:05 am »
Que tipo de material AA Portugal possui e em que quantidade?
 Onde está distribuido?


 Qual seria o sistema ideal de defesa AA(dentro das possibilidades do país) e onde seria colocado?
Bases aerea ,BNL, Grandes Unidades ou como postou o "dawn_to_dusk_" todos os quarteis deviam possuir defesa AA?
 

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nelson38899

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« Responder #16 em: Setembro 02, 2008, 10:51:08 am »
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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PereiraMarques

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« Responder #17 em: Setembro 02, 2008, 12:29:21 pm »
Citação de: "Nuno"
Que tipo de material AA Portugal possui e em que quantidade?
 Onde está distribuido?


Citar
Tendo em conta o dispositivo territorial do Exército, as unidades de Artilharia Antiaérea da Força Operacional Permanente do Exército (FOPE) encontram-se distribuídas pelo continente e pelos arquipélagos dos Açores e Madeira[46].

Assim, encontram-se no Regimento de Artilharia Antiaérea Nº1 (RAAA1), em Queluz, as Forças de apoio Geral (FAG), com um efectivo de uma Bateria de Artilharia Antiaérea (BAAA), um Pelotão AAA, este último com a capacidade de reforçar, se necessário, a Brigada de Reacção Rápida (BRR), equipado com o sistema de míssil portátil Stinger e uma BAAA em apoio à Brigada de Intervenção (BI), composta por um Pelotão Míssil Ligeiro, um Pelotão Míssil Portátil e um Pelotão Radar.

Em Santa Margarida encontra-se uma Bateria, composta por um Pelotão de Míssil Ligeiro Chaparral e um Pelotão Radar que garante a protecção antiaérea da Brigada Mecanizada (BM).

Nos Arquipélagos da Madeira e dos Açores, encontram-se aquarteladas duas baterias no Regimento de Guarnição Nº3 (Funchal) e Regimento de Guarnição Nº2 (Ponta Delgada) respectivamente, em apoio do Agrupamento de Defesa Territorial (ADT), equipadas, cada uma delas, com dois Pelotões Canhão Bitubo de 20mm.

Uma pequena ressalva para a presença física de todos os tipos de sistemas de armas antiaéreas no RAAA1, em Queluz, mas apenas para efeitos de instrução.

Actualmente, os materiais que equipam a Artilharia Antiaérea Portuguesa dividem-se em sistema canhão e sistema míssil.


 :arrow: http://www.revista-artilharia.pt/97405.htm
 

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LM

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« Responder #18 em: Setembro 02, 2008, 02:32:49 pm »
Citação de: "PereiraMarques"
Citar
(...)Assim, encontram-se no Regimento de Artilharia Antiaérea Nº1 (RAAA1), em Queluz, as Forças de apoio Geral (FAG), com um efectivo de uma Bateria de Artilharia Antiaérea (BAAA), um Pelotão AAA, este último com a capacidade de reforçar, se necessário, a Brigada de Reacção Rápida (BRR), equipado com o sistema de míssil portátil Stinger e uma BAAA em apoio à Brigada de Intervenção (BI), composta por um Pelotão Míssil Ligeiro, um Pelotão Míssil Portátil e um Pelotão Radar(...).


O que querem dizer com "Pelotão Míssil Ligeiro", partindo do princípio que o Stinger é o "Pelotão Míssil Portátil"...?
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 

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PereiraMarques

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« Responder #19 em: Setembro 02, 2008, 09:12:15 pm »
Chaparral...é estranho estar uma viatura de lagartas numa Brigada Motorizada (i.e. de "Intervenção") não é? :roll:
 

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nelson38899

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« Responder #20 em: Setembro 07, 2008, 12:10:07 am »
Eu propunha este equipamento,  o Pantsyr acho ideal para nós e os gregos ja os têem por isso não deve haver problemas.



caracteristicas:
http://www.ausairpower.net/APA-Rus-PLA-PD-SAM.html
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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dawn_to_dusk_

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« Responder #21 em: Setembro 07, 2008, 01:27:17 am »
literalmente com um canhão com um camiao (como os menes do xuning teem um radio com um carro)
 

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LuisC

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« Responder #22 em: Setembro 07, 2008, 01:41:10 am »
Os russos têm actualmente alguns equipamentos bastante atractivos, quer em termos de qualidade, quer em preço e o Pantsyr é um bom exemplo disso.
Sem os constrangimentos de outros tempos, e correspondendo aos requisitos técnicos/operacionais das nossas FAs, porque não adquirir este ou outros equipamentos de origem russa?

Cumps
 

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jmg

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« Responder #23 em: Setembro 07, 2008, 09:55:51 am »
Eu sei que o nosso governo tenta aproximação com a Venezuela, mas daí a adoptarmos a politica de reequipamento deles vai um grande passo.
Já comprámos helicopteros russos mas para o SNBPC.
Os nossos compromissos, alianças e boas relações não nos permitem olhar para esse mercado.
Não estou a dizer que o material não presta (mesmo se acho que tecnologicamente não é do melhor e ao nível da fiabilidade também), mas não se muda de mercado sem levantar grandes ondas, principalmente agora com o arrefecimento de relações Rússia/UE devido ao conflito na Georgia.
Não te fies de mim, se te faltar valentia.
(Inscrição gravada num antigo punhal.Autor desconhecido)

ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ
 

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PereiraMarques

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« Responder #24 em: Setembro 07, 2008, 06:54:46 pm »
Além disso as aquisições, a realizarem-se, (não esquecer que não estão previstas na actual LPM) passarão muito provavelmente por material norte-americano em 2ª mão (Avenger/Linebacker/Stinger). Conforme referido em diversos artigos da Revista de Artilharia (http://www.revista-artilharia.pt)...
 

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nelson38899

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« Responder #25 em: Setembro 07, 2008, 08:19:56 pm »
Citação de: "jmg"
Eu sei que o nosso governo tenta aproximação com a Venezuela, mas daí a adoptarmos a politica de reequipamento deles vai um grande passo.
Já comprámos helicopteros russos mas para o SNBPC.
Os nossos compromissos, alianças e boas relações não nos permitem olhar para esse mercado.
Não estou a dizer que o material não presta (mesmo se acho que tecnologicamente não é do melhor e ao nível da fiabilidade também), mas não se muda de mercado sem levantar grandes ondas, principalmente agora com o arrefecimento de relações Rússia/UE devido ao conflito na Georgia.


Aí está o problema estamos sempre à espera dos americas e mais uma vez vamos adquirir equipamentos velhos, desactualizados e com pouco poder de dissuasão, só tenho pena é que os generais não tenham memória suficiente, pois se tivessem lembravam-se o porquê de Portugal não ter tido aviões de interdição aérea até à chegada dos F16, entre outros equipamentos.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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jmg

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« Responder #26 em: Setembro 07, 2008, 09:09:51 pm »
Bem eu penso que existe mais material sem ser americano.
Penso no francês ou Israelita por exemplo.
Não te fies de mim, se te faltar valentia.
(Inscrição gravada num antigo punhal.Autor desconhecido)

ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ
 

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nelson38899

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« Responder #27 em: Setembro 07, 2008, 09:14:51 pm »
também eu gosto desse equipamento, o problema é quem compra não olha para esses países.

"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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triton

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« Responder #28 em: Setembro 07, 2008, 09:18:21 pm »
e que tal adquirir equipamento russo :?:  


« Última modificação: Setembro 07, 2008, 09:26:54 pm por triton »
 

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jmg

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« Responder #29 em: Setembro 07, 2008, 09:25:16 pm »
Citação de: "triton"
e equipamento russo :?:


Eu já disse o porquê achar que não mais acima.
PS: É só a minha opinião.
Não te fies de mim, se te faltar valentia.
(Inscrição gravada num antigo punhal.Autor desconhecido)

ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ