Substituição dos Allouette III

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Major Alvega

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #660 em: Novembro 23, 2018, 05:50:45 pm »
 O AW119Kx no âmbito militar, no limite só serve para instrução. Quem o adquiriu até hoje foi a Argélia e o Bangladesh (dois grandes exemplos) e foi com esse único propósito. Hoje em 2018 helis para uso geral militar são biturbina, o resto é inventar e não ter nenhuma noção do que está a dizer.

 Se não tivesse sido estupidamente cancelados os 2 concursos de helis, a esta hora estávamos muito bem servidos. O NH90 para transporte de tropas, Medevac, Apoio Aéreo e o H135M (biturbina) para instrução, SAR costeiro, Medevac, Ops Especiais e ISTAR.
« Última modificação: Novembro 23, 2018, 05:51:25 pm por Major Alvega »
 

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Red Baron

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #661 em: Novembro 23, 2018, 06:09:01 pm »
O Correio da Manhã diz que vamos ter 6 helis de ataque, título à Correio da Manhã, à que dar o desconto.

www.cmjornal.pt/portugal/amp/portugal--vai-ter-seis-helis-de-ataque

Ficaríamos assim com 11 helis na esquadra 552, mais ou menos o que tínhamos de Alouettes à uns anos.

Conseguir 6  AH-1W SuperCobra que os americanos andam a querer despachar é que vinha a calhar.

Como eles obrigam a um plano de modernização feito nos EUA, era só acrescentar um sistema de controle de balde para poderem participar  no combate aos incêndios.

Era matar 3 coelhos com uma cajadada. Helicóptero de ataque preparado para operar a partir de navios, Helicóptero de ataque para o exercito e Helicóptero preparado para o combate a incêndios.
 

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tenente

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #662 em: Novembro 23, 2018, 06:09:58 pm »
O AW119Kx no âmbito militar, no limite só serve para instrução. Quem o adquiriu até hoje foi a Argélia e o Bangladesh (dois grandes exemplos) e foi com esse único propósito. Hoje em 2018 helis para uso geral militar são biturbina, o resto é inventar e não ter nenhuma noção do que está a dizer.

 Se não tivesse sido estupidamente cancelados os 2 concursos de helis, a esta hora estávamos muito bem servidos. O NH90 para transporte de tropas, Medevac, Apoio Aéreo e o H135M (biturbina) para instrução, SAR costeiro, Medevac, Ops Especiais e ISTAR.

Não leste bem a minha pergunta.
Eu perguntei se alguém sabia qual a principal limitação operacional que os helis monomotores tem/sofrem em relação aos helis bi/trimotores e a limitação está relacionada com o voo...

Abraços
Quando um Povo/Governo não Respeita as Suas FFAA, Não Respeita a Sua História nem se Respeita a Si Próprio  !!
 

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tenente

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #663 em: Novembro 23, 2018, 06:11:56 pm »
O Correio da Manhã diz que vamos ter 6 helis de ataque, título à Correio da Manhã, à que dar o desconto.

www.cmjornal.pt/portugal/amp/portugal--vai-ter-seis-helis-de-ataque

Ficaríamos assim com 11 helis na esquadra 552, mais ou menos o que tínhamos de Alouettes à uns anos.

Conseguir 6  AH-1W SuperCobra que os americanos andam a querer despachar é que vinha a calhar.

Como eles obrigam a um plano de modernização feito nos EUA, era só acrescentar um sistema de controle de balde para poderem participar  no combate aos incêndios.

Era matar 3 coelhos com uma cajadada. Helicóptero de ataque preparado para operar a partir de navios, Helicóptero de ataque para o exercito e Helicóptero preparado para o combate a incêndios.

Bem podes esquecer os supercobra e afins, pelo preço que indicam para adquirir os seis helis, o que vamos ter vão ser os aw169 e já é um pau.



Abraços
« Última modificação: Novembro 23, 2018, 06:52:33 pm por tenente »
Quando um Povo/Governo não Respeita as Suas FFAA, Não Respeita a Sua História nem se Respeita a Si Próprio  !!
 

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Igor

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #664 em: Novembro 23, 2018, 07:07:54 pm »
Infelizmente acredito que o modelo escolhido será o A109 power,
 

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Charlie Jaguar

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #665 em: Novembro 23, 2018, 08:43:52 pm »
O Correio da Manhã diz que vamos ter 6 helis de ataque, título à Correio da Manhã, à que dar o desconto.

www.cmjornal.pt/portugal/amp/portugal--vai-ter-seis-helis-de-ataque

Ficaríamos assim com 11 helis na esquadra 552, mais ou menos o que tínhamos de Alouettes à uns anos.

Atenção que quem escreve o artigo no CM por norma costuma estar muito bem informado, e as fontes que menciona apontam a hipótese que também já aqui ainda hoje falei dos Koalas a "esteróides".  ;)

Parece haver uma certa confusão relativamente ao número final: se aos 5 aparelhos já contratados juntarmos 6, serão 11; se se activarem os 2 de opção, serão 13. O que muito provavelmente poderá acontecer será a aquisição de um segundo lote de AW119 armados, com blindagem, sensores ópticos, etc, e depois instalar os mesmos equipamentos nos helis do lote inicial. É pena se assim for pois o AW169M, e naturalmente o AW139M, seriam muito mais adequados a essa missão. 
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

"(...) Que, havendo por verdade o que dizia,
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Luís Vaz de Camões (Os Lusíadas, Canto I - Estrofe 97)
 

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Major Alvega

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #666 em: Novembro 23, 2018, 08:54:48 pm »
O AW119Kx no âmbito militar, no limite só serve para instrução. Quem o adquiriu até hoje foi a Argélia e o Bangladesh (dois grandes exemplos) e foi com esse único propósito. Hoje em 2018 helis para uso geral militar são biturbina, o resto é inventar e não ter nenhuma noção do que está a dizer.

 Se não tivesse sido estupidamente cancelados os 2 concursos de helis, a esta hora estávamos muito bem servidos. O NH90 para transporte de tropas, Medevac, Apoio Aéreo e o H135M (biturbina) para instrução, SAR costeiro, Medevac, Ops Especiais e ISTAR.

Não leste bem a minha pergunta.
Eu perguntei se alguém sabia qual a principal limitação operacional que os helis monomotores tem/sofrem em relação aos helis bi/trimotores e a limitação está relacionada com o voo...

Abraços

Ah OK! Mas não estava a referir-me a ti.
A solução do biturbina é obvia: redundância/segurança e operacionalidade mais efectiva quando submetido a condições exigentes como é o uso militar.

A Austrália tem um requerimento a decorrer para 15 helicópteros, transportáveis em C-17 para uso de forças especiais em qualquer parte do mundo. O candidato mais destacado e que é apontado como favorito é o AW109 Trekker, que é no final de contas um AW119 biturbina.
« Última modificação: Novembro 23, 2018, 09:00:16 pm por Major Alvega »
 

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NVF

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #667 em: Novembro 23, 2018, 09:05:03 pm »
Não leste bem a minha pergunta.
Eu perguntei se alguém sabia qual a principal limitação operacional que os helis monomotores tem/sofrem em relação aos helis bi/trimotores e a limitação está relacionada com o voo...

Abraços

Voo noturno? Voar sobre o oceano? No Canadá, helis monomotores não podem voar a mais de 25 nm da costa; em Portugal não sei.
Talent de ne rien faire
 

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PMFM

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #668 em: Novembro 23, 2018, 09:10:55 pm »
O que se falava há uns tempos era que desses novos helicópteros "pelo menos alguns" iam ser o AW119. Mas como num dia dizem uma coisa e no outro fazem o oposto, já não sei nada...
Citar
O que também está assente é que pelo menos alguns dos novos helicópteros equipados e armados para missões terrestres vão ser do modelo que a Força Aérea vai adquirir - o Koala - ao fabricante italiano Leonardo para formação e treino, informaram várias fontes.
https://www.dn.pt/edicao-do-dia/22-set-2018/interior/exercito-sempre-quis-ter-helicopteros-mas-nao-os-vai-ter-9886811.html

Mas realmente seria ridículo comprar este modelo para estas funções, mas pelo montante disponível não deve dar pra muito.
Por isso ou são todos AW119 e então, para além de não serem adequados às funções, são caros demais, ou são alguns AW119 e os restantes de outro modelo (no máximo 2 ou 3, na melhor das hipóteses).

Como já foi aqui falado no forum pra se ter uma ideia do preço do AW169M, a Guardia di Finanza encomendou 22 por 280 milhões € (com support and training incluídos). Dá cerca de 12,7 milhões € por helicóptero. O AW139M será ainda mais caro, logicamente.

https://www.flightglobal.com/news/articles/first-sales-success-for-military-variant-of-aw169-he-453545/
« Última modificação: Novembro 23, 2018, 09:13:40 pm por PMFM »
 

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Major Alvega

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #669 em: Novembro 23, 2018, 09:32:38 pm »
Não leste bem a minha pergunta.
Eu perguntei se alguém sabia qual a principal limitação operacional que os helis monomotores tem/sofrem em relação aos helis bi/trimotores e a limitação está relacionada com o voo...

Abraços


Voo noturno? Voar sobre o oceano? No Canadá, helis monomotores não podem voar a mais de 25 nm da costa; em Portugal não sei.

Em Portugal os helis civis monoturbina não podem voar depois da hora oficial do pôr-do-sol. E só podem voar numa faixa costeira muito estreita que que não tenho presente o nº de milhas. Mas na aviação as normas são universais, por isso julgo que não deve diferir das normas canadianas..
E tem a ver com o voar de noite e sobre o mar que está intimamente relacionado com a redundância e a segurança extra que um helicóptero biturbina proporciona em relação a um monoturbina.
 

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Lightning

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #670 em: Novembro 23, 2018, 09:35:24 pm »
O alerta SAR do Alouette no AM1 é do nascer ao pôr do sol, mas desconheço se é apenas por ser monoturbina ou se tem a ver com equipmentos.
 

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tenente

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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #671 em: Novembro 23, 2018, 09:42:29 pm »
Infelizmente acredito que o modelo escolhido será o A109 power,

se fosse esse o escolhido era muito superior ao 119...... já podia voar de noite !!!!!!! :G-beer2:

Abraços
« Última modificação: Novembro 23, 2018, 09:54:53 pm por tenente »
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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #672 em: Novembro 23, 2018, 09:46:05 pm »
Não leste bem a minha pergunta.
Eu perguntei se alguém sabia qual a principal limitação operacional que os helis monomotores tem/sofrem em relação aos helis bi/trimotores e a limitação está relacionada com o voo...

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Voo noturno? Voar sobre o oceano? No Canadá, helis monomotores não podem voar a mais de 25 nm da costa; em Portugal não sei.

CERTO !!!!!
os helis monomotores não podem voar depois do pôr do sol e até este nascer !!!!!

O 119 não pode efectuar voos nocturnos, simplesmente por ser monomotor......e então se não pode voar de noite como poderá ser o escolhido para operar na versão de heli armado, para efectuar o apoio terrestre ??
Simplesmente não pode, a não ser  que as cabecinhas pensadoras limitem as operações de combate ao período diurno, tipo Raul Solnado e a ida á guerra !!!! c56x1 :mrgreen:

Abraços
« Última modificação: Novembro 23, 2018, 09:56:53 pm por tenente »
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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #673 em: Novembro 23, 2018, 09:49:53 pm »
O alerta SAR do Alouette no AM1 é do nascer ao pôr do sol, mas desconheço se é apenas por ser monoturbina ou se tem a ver com equipmentos.

Correcto, é simplesmente por ser um heli monomotor, Lightning, só isso !
E cinquenta anos depois vamos comprar outro heli monomotor, muito bom !!!!

Abraços
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Re: Substituição dos Allouette III
« Responder #674 em: Novembro 23, 2018, 09:53:33 pm »
O Correio da Manhã diz que vamos ter 6 helis de ataque, título à Correio da Manhã, à que dar o desconto.

www.cmjornal.pt/portugal/amp/portugal--vai-ter-seis-helis-de-ataque

Ficaríamos assim com 11 helis na esquadra 552, mais ou menos o que tínhamos de Alouettes à uns anos.

Atenção que quem escreve o artigo no CM por norma costuma estar muito bem informado, e as fontes que menciona apontam a hipótese que também já aqui ainda hoje falei dos Koalas a "esteróides".  ;)

Parece haver uma certa confusão relativamente ao número final: se aos 5 aparelhos já contratados juntarmos 6, serão 11; se se activarem os 2 de opção, serão 13. O que muito provavelmente poderá acontecer será a aquisição de um segundo lote de AW119 armados, com blindagem, sensores ópticos, etc, e depois instalar os mesmos equipamentos nos helis do lote inicial. É pena se assim for pois o AW169M, e naturalmente o AW139M, seriam muito mais adequados a essa missão.

SE optarem pelo  " Asteroidekualito ", é erro sobre erro, se a aquisição do aw119 já foi um erro, a segunda aquisição da versão " armada " , vai ser um erro ainda maior !
Será que  estão a transformar as FFAA em funcionários públicos 09/16 ?????

Abraços
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