REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS

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Cabeça de Martelo

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #1155 em: Maio 28, 2021, 10:58:41 am »
Pergunta que PODERÁ NÂO TER IMPORTÂNCIA nenhuma, mas aqui fica:

- Porque é que não há NADA sobre a mãe do ministro da defesa (Ann Titi...)?

Só sei que é britânica, tal como a mulher.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Luso

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #1156 em: Maio 28, 2021, 01:48:02 pm »
Pergunta que PODERÁ NÂO TER IMPORTÂNCIA nenhuma, mas aqui fica:

- Porque é que não há NADA sobre a mãe do ministro da defesa (Ann Titi...)?

Só sei que é britânica, tal como a mulher.

É muito estranho. Noutras situações semelhantes leva a caminhos curiosos.
Suspeito que poderá ser um caminho de investigação "interessante". Quem souber de mais alguma coisa, por favor partilhe.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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typhonman

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #1157 em: Maio 29, 2021, 12:13:56 am »
 

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nelson38899

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #1158 em: Junho 02, 2021, 10:26:10 am »
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Inconsistências, colisões de competências, lapsos e omissões”. O ministro da Defesa não viu “turbulência” nos atuais chefes militares quanto à reforma do comando superior das Forças Armadas – e chegou a dizer que as alterações estavam a ser encaradas “com toda a normalidade” – mas não foi isso que os chefes do Estado-Maior do Exército (CEME) e da Força Aérea (CEMFA) transmitiram aos deputados, esta terça-feira, na reunião realizada à porta fechada com a Comissão de Defesa, no Parlamento. Nas intervenções escritas, a que o Expresso teve acesso, os generais apresentaram numerosas críticas, tanto ao processo de diálogo do Governo com as chefias como ao conteúdo da reforma
expresso.pt

Curiosamente o papa bolas de golfe nem a boca abre. A marinha tem mesmo o seu fim anunciado.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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zawevo

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #1159 em: Junho 02, 2021, 05:31:06 pm »
Dois almirantes falaram em tons diferentes sobre a reforma militar
Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas defendeu o modelo. Chefe da Armada fez apreciação demolidora.


https://www.publico.pt/2021/06/02/politica/noticia/dois-almirantes-falaram-tons-diferentes-reforma-militar-1965068

Esta notícia é só para assinantes. Alguém que a coloque aqui s.f.f.

Pode ser que o Calado tenha pensado que não queria ficar para a história como o coveiro da Marinha.
 
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zawevo

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #1160 em: Junho 02, 2021, 10:17:55 pm »
Chefe do Estado-Maior da Armada defende autonomia dos ramos
Almirante António Mendes Calado pede ainda clareza nas competências.


https://www.dn.pt/politica/chefe-do-estado-maior-da-armada-defende-autonomia-dos-ramos-13798626.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter

O Chefe do Estado-Maior da Armada defendeu esta quarta-feira que é essencial "garantir a autonomia" administrativa dos ramos e propôs que fique claro que "a competência para comandar e administrar recursos do ramo compete ao respetivo chefe".

Ouvido neste dia na comissão parlamentar de Defesa, o almirante António Mendes Calado defendeu que a reforma legislativa para alterar a estrutura das Forças Armadas "não pode prejudicar a competência" dos chefes para "comandar e para administrar o respetivo ramo, nem afetar a sua dependência relativamente ao ministro da Defesa Nacional".

De acordo com a uma intervenção escrita, à qual a Lusa teve acesso, o almirante António Mendes Calado alertou os deputados para alguns aspetos que a Marinha "considera essencial que sejam melhorados", a começar pela "autonomia administrativa dos ramos e à clarificação das dependências dos respetivos Chefes de Estado-Maior".

O CEMA aponta que, nas propostas do Governo para alterar a estrutura das Forças Armadas, "a dependência hierárquica dos Chefes de Estado-Maior em relação ao CEMGFA foi estabelecida relativamente a 'todos os assuntos militares'", considerando que esta é "uma formulação imprecisa e de difícil delimitação".

"Efetivamente, são os Chefes de Estado-Maior que, nos termos da lei, prestam contas sobre a gestão do seu ramo, pelo que é necessário que fique claro que a competência para comandar e para administrar os recursos do ramo compete ao respetivo Chefe do Estado-Maior, respeitando, dessa forma, a autonomia administrativa do ramo", lê-se na intervenção escrita.

Em coerência, continua o CEMA, "de forma a salvaguardar a manutenção da autonomia administrativa dos ramos, importa manter, nos Chefes de Estado-Maior, a competência para a administração de recursos dos ramos, e, no CEMGFA, a competência para o emprego operacional das capacidades dos Sistemas de Forças no cumprimento das missões das Forças Armadas".

Mendes Calado sustenta ainda que, sendo os chefes dos ramos "quem presta contas sobre a gestão do respetivo ramo, a autonomia para a administração dos recursos não pode deixar de estar em quem presta contas e é responsabilizado pelas decisões que toma".

"Facilmente se compreende que não pode a autoridade para a decisão ficar no CEMGFA e a responsabilidade por prestar contas recair nos CEM", argumenta.

A proposta de lei que foi aprovada no parlamento prevê, neste âmbito, que o CEMGFA tem o comando operacional das Forças Armadas e que os chefes militares estão na sua dependência hierárquica.

Um outro aspeto referido pelo chefe da Armada respeita às "competências deliberativas" do Conselho de Chefes de Estado-Maior, principal órgão militar coordenador e de consulta do Chefe do Estado-Maior-General - competências que o Governo propõe alterar.

Para o CEMA, este Conselho "é o fórum de aprofundamento do modelo de atuação militar conjunta e constitui um elemento essencial para a coesão das Forças Armadas e, em particular, da sua estrutura superior, onde as decisões estruturantes devem continuar a envolver os quatro chefes militares".

"Só assim, se valoriza um modelo de lideranças alinhadas, com o adequado controlo e equilíbrio no processo de decisão, dando um exemplo de liderança inclusiva, com responsabilidades partilhadas, respeitando o posicionamento institucional do CEMGFA como principal conselheiro militar do ministro da Defesa Nacional, que a lei em vigor já reconhece", sustentou.

Na opinião de Mendes Calado, "a documentação estruturante da Defesa Nacional deve ter o envolvimento, com capacidade deliberativa, de todos os chefes militares, o que confere ao processo de decisão e respetivos documentos finais, a ponderação, robustez e coerência requeridas a instrumentos que são objeto de revisão apenas uma vez em cada década".

Quanto às missões cometidas à Marinha, Mendes Calado aponta que a proposta de LOBOFA "deve continuar a referir explicitamente "o exercício da autoridade do Estado nas zonas marítimas sob soberania ou jurisdição nacional e no alto mar" e as "operações e atividades no domínio das ciências e técnicas do mar".

As propostas do executivo para rever a Lei de Defesa Nacional e a Lei Orgânica de Bases das Forças Armadas (LOBOFA) foram aprovadas em 20 de maio com os votos do PS, PSD e CDS. Votaram contra BE, PCP, PEV, Chega e abstiveram-se o PAN, a Iniciativa Liberal e as duas deputadas não inscritas Joacine Katar Moreira (ex-Livre) e Cristina Rodrigues (ex-PAN).

A reforma, que concentra mais ​​​​​​​poder no CEMGFA, foi criticada por ex-chefes militares e de dois antigos Presidentes, Ramalho Eanes e Cavaco Silva, que assinaram uma carta enviada ao Presidente da República.

 

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #1161 em: Junho 02, 2021, 10:20:02 pm »
CEMGFA defende reforma militar do Governo para ajudar à “mudança da mentalidade”

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/cemgfa-defende-reforma-militar-do-governo-para-ajudar-a-mudanca-da-mentalidade-746684

O almirante Silva Ribeiro foi o último dos chefes militares a ser ouvido hoje, na comissão parlamentar da Defesa Nacional, sobre a reforma do Governo da estrutura das Forças Armadas, que concentra mais poder no CEMGFA e tem sido criticada por 28 ex-chefes militares em democracia, incluindo o ex-Presidente Ramalho Eanes.

O Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA) defendeu hoje que a alteração na estrutura militar não é uma “reforma disruptiva”, mas sim uma adaptação do que foi feito desde 1982 e que ajudará à “mudança de mentalidade”.

O almirante Silva Ribeiro foi o último dos chefes militares a ser ouvido hoje, na comissão parlamentar da Defesa Nacional, sobre a reforma do Governo da estrutura das Forças Armadas, que concentra mais poder no CEMGFA e tem sido criticada por 28 ex-chefes militares em democracia, incluindo o ex-Presidente Ramalho Eanes.

Segundo a versão escrita da intervenção, a que a Lusa teve acesso, Silva Ribeiro afirmou encarar as alterações propostas pelo Governo à Lei da Defesa Nacional (LDN) e à Lei Orgânica de Bases das Forças Armadas (LOBOFA) “não como uma reforma disruptiva, mas como o culminar de uma adaptação progressiva, iniciada em 1982”.

Ao contrário dos três chefes dos ramos (Exército, Força Aérea e Marinha) que o antecederam nas audições e levantaram reparos às leis, disse que este é um “aperfeiçoamento legislativo” para “alinhar competências” do CEMGFA que já estão atribuídas por lei para “responder em permanência perante o Governo, através do Ministério da Defesa Nacional, pela capacidade de resposta militar das Forças Armadas”.

Também permitirá, disse, “eliminar situações frequentes de interpretações divergentes” que, por vezes, perturbam a “ação militar” e “afetam o princípio fundamental da unidade de comando”.

Silva Ribeiro respondeu ainda às críticas vindas da esquerda parlamentar e de ex-chefes ao dizer que, com esta reforma proposta pelo Governo, será “possível focalizar o MDN nas questões políticas e o CEMGFA nas questões militares”.

“O que me parece também contrariar a tese da governamentalização das Forças Armadas, pois o que está em causa é uma transferência de responsabilidades do foro militar, do MDN para o CEMGFA”, disse, segundo a versão do discurso inicial aos deputados, a que a Lusa teve acesso.

O Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas concluiu que “a adaptação legislativa proposta contribuirá para promover uma mudança de mentalidade, que, valorizando a cultura e a identidade próprias dos ramos, atenuará as rivalidades corporativas”.

E permitirá “criar um espírito de corpo conjunto e uma identidade comum das Forças Armadas”, importante para lidar “com os atuais desafios de segurança”, que exigem “novos conceitos de emprego conjunto e integrado das forças militares” e trabalhar, “conjuntamente, os desafios de pessoal, material, organização, inovação e transformação”, de forma a criar sinergias.

As propostas do executivo para rever a Lei de Defesa Nacional e a Lei Orgânica de Bases das Forças Armadas (LOBOFA) foram aprovadas em 20 de maio com os votos do PS, PSD e CDS. Votaram contra BE, PCP, PEV, Chega e abstiveram-se o PAN, a Iniciativa Liberal e as duas deputadas não inscritas Joacine Katar Moreira (ex-Livre) e Cristina Rodrigues (ex-PAN).

A reforma, que concentra mais poder no CEMGFA, foi criticada por ex-chefes militares e de dois antigos Presidentes, Ramalho Eanes e Cavaco Silva, que assinaram uma carta enviada ao Presidente da República.
 

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #1162 em: Junho 02, 2021, 10:26:34 pm »
Chefes de Estado-Maior críticos e apreensivos

https://www.dn.pt/politica/reforma-das-forcas-armadas-chefes-de-estado-maior-criticos-e-apreensivos-13794644.html

Os chefes do Exército e da Força Aérea foram ouvidos na Comissão de Defesa Nacional e sugeriram um total de 57 alterações à proposta do governo. O chefe do Exército declarou a sua disponibilidade para retirar todas as "lacunas, falhas, omissões e outros inconvenientes" das propostas do governo.

Nunes da Fonseca (CEME) e Joaquim Borrego (CEMFA) foram os primeiros chefes militares a serem ouvidos
Nunes da Fonseca (CEME) e Joaquim Borrego (CEMFA) foram os primeiros chefes militares a serem ouvidos, ontem, na Comissão de Defesa Nacional.© Tiago Petinga / Lusa

Valentina Marcelino
02 Junho 2021 — 00:51

Os chefes de Estado-Maior do Exército (CEME) e da Força Aérea (CEMFA) no ativo também assumem críticas ao diploma e apreensão quanto ao seu impacto na disciplina e no funcionamento dos ramos das FAA.

Ouvidos na Comissão de Defesa Nacional nesta terça-feira, o CEME General Nunes da Fonseca e o CEMFA General Joaquim Borrego deixaram um memorando e documentos detalhados sobre a sua posição: o primeiro fez 24 propostas de alteração ao diploma do governo e, segundo deu nota aos deputados, apenas seis foram aceites; o segundo apresentou 33 propostas de alteração, mas apenas cinco foram tidas em conta no diploma aprovado.

Esta audição é a primeira de um conjunto de quatro em sede da discussão na especialidade das propostas do governo para alterar a Lei de Defesa Nacional e a Lei Orgânica de Bases de Organização das Forças Armadas, com a justificação de reforçar as competências e responsabilidades de coordenação e comando na figura do chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA) de forma a aumentar a eficácia operacional das FAA.

A audição à porta fechada, aprovada por PS, PSD e CDS, mereceu a reprovação do BE, que já tinha visto chumbado o seu requerimento para ouvir os críticos da reforma, como o Grupo de Reflexão Independente (GREI), onde estão ex-chefes dos ramos e associações socioprofissionais.

"Inadmissível. Vergonhoso. É verdade que votei contra", confirmou ao DN o deputado bloquista João Vasconcelos.

Nesta quarta-feira será a vez da audição do chefe de Estado-Maior da Armada, almirante Mendes Calado, e do CEMGFA, almirante Silva Ribeiro.

Joaquim Borrego foi o primeiro a ser ouvido e na sua intervenção não deixou de destacar a "surpresa" com que recebeu o anúncio desta reforma, quando o país está em pleno combate à pandemia.

O CEMFA subscreve uma das principais críticas que tem sido amplamente repetida pelo grupo de ex-chefes, quanto à retirada de competências de cada chefe de ramo, no Conselho de Chefes, em matérias que são consideradas "estruturantes" para as FAA, como são as decisões relativas ao sistema e dispositivos de forças, bem como as relacionadas com a Lei de Programação Militar e a Lei das Infraestruturas Militares.

Borrego apelou a que se desse, isso sim, prioridade a resolver a sangria de efetivos que se verifica nas FAA - só na Força Aérea, disse aos deputados, faltam cerca de 1200 militares e 400 funcionários civis - e assumiu preocupação com a prontidão dos meios aéreos, em situação problemática, devido ao desinvestimento acumulado.

Borrego alertou para a importância de equilíbrio nas alterações que venham a ser feitas nas competências dos ramos que, no seu entende, devem ser salvaguardadas de erosões que fragilizem o comando e a gestão de recursos.

O CEMFA não deixou de frisar que, com a atual organização, as Forças Armadas já empregam as suas capacidades de forma conjunta sob coordenação do CEMGFA, seja em situações estritamente militares seja em casos de duplo uso, como no apoio à Proteção Civil e às forças e serviços de segurança.

Nunes da Fonseca esteve também alinhado nesta ordem de ideias, declarando a sua disponibilidade para retirar todas as "lacunas, falhas, omissões e outros inconvenientes" das propostas do governo.

Além de se ter também posicionado contra a já referida retirada de poder deliberativo do Conselho de Chefes, o CEME adiantou também aos deputados que, desde o início do processo, tem pedido, sem que tivesse respostas, um diagnóstico das falhas da eficácia operacional do atual modelo, para que possam ser encontradas soluções.

De acordo com a posição que deixou aos deputados, esta análise aprofundada, estudada e testada, devia sempre ser feita antes de qualquer alteração legislativa mais profunda - o que lamentou não ter acontecido neste processo.

A importância da identidade dos ramos e da disciplina hierárquica para a organização e o bom funcionamento foi também assinalada por ambos os Chefes, não deixando de afirmar que, apesar das suas apreensões, o que o poder político decidir será sempre obviamente cumprido.
 

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nelson38899

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #1163 em: Junho 02, 2021, 10:35:45 pm »
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Inconsistências, colisões de competências, lapsos e omissões”. O ministro da Defesa não viu “turbulência” nos atuais chefes militares quanto à reforma do comando superior das Forças Armadas – e chegou a dizer que as alterações estavam a ser encaradas “com toda a normalidade” – mas não foi isso que os chefes do Estado-Maior do Exército (CEME) e da Força Aérea (CEMFA) transmitiram aos deputados, esta terça-feira, na reunião realizada à porta fechada com a Comissão de Defesa, no Parlamento. Nas intervenções escritas, a que o Expresso teve acesso, os generais apresentaram numerosas críticas, tanto ao processo de diálogo do Governo com as chefias como ao conteúdo da reforma
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Curiosamente o papa bolas de golfe nem a boca abre. A marinha tem mesmo o seu fim anunciado.

As minhas desculpas, pela má interpretação da informação, pensei que o CEMA já tivesse sido ouvido.
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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #1164 em: Junho 03, 2021, 10:14:55 am »
Basicamente foram defender os tachos

Meios não interessam para nada.

Ok siga.
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #1165 em: Junho 03, 2021, 01:15:36 pm »
Eles já têm os meios, vão pedir mais o quê? Já ganham bem, têm motorista, secretária, cargo respeitado...

Quem está mal que se mude ou que busque um par de tomates para se insurgir.
 
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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #1167 em: Junho 07, 2021, 03:46:38 pm »
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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #1168 em: Junho 07, 2021, 05:23:05 pm »
Contem as medalhas do português e do espanhol :mrgreen:

https://www.facebook.com/277993702401379/posts/1669885313212204/?app=fbl

Imitador....tenho um post idêntico na parte da Marinha...
 
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