Guerra na Síria

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Lusitano89

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Re: Guerra na Síria
« Responder #180 em: Outubro 18, 2013, 11:33:30 pm »
Regime admite negociações, rebeldes matam oficial da secreta


O regime sírio admitiu hoje que as negociações de paz podem começar em novembro, num dia em que os inspetores das armas químicas fizeram metade do trabalho e os rebeldes mataram um oficial sénior dos serviços de informações. A televisão estatal anunciou que o major-general Jamaa Jamma «foi martirizado quando estava no cumprimento das suas obrigações de defesa da Síria e do seu povo, a perseguir terroristas em Deir Ezzor».

Jamma estava a dirigir os serviços de informações militares nesta província na parte leste da Síria, onde os fóruns dos combatentes islamitas na internet disseram que foi morto num confronto na cidade homónima.

Em Moscovo, o vice-primeiro-ministro sírio, Qadri Jamil, disse à imprensa que as propostas negociações de paz em Genebra podiam começar em 23 e 24 de novembro".

Tanto o ministro dos Negócios Estrangeiros russo como a Organização das Nações Unidas (ONU) adiantaram que a data da conferência seria decidida pelo secretário-geral desta, Ban Ki-moon.

«Quando for a altura para um anúncio, o secretário-geral fá-lo-á», disse o porta-voz da ONU, Martin Nesirky, a jornalistas, em Nova Iorque.

«E recordo a vocês e a toda a gente que é o secretário-geral que vai convocar a conferência e que é o secretário-geral que vai convidar as diferentes partes a estarem presentes», salientou.

A Federação Russa e vários estados ocidentais têm estado a pressionar desde maio para novas conversações entre o regime sírio e os rebeldes, com vista a uma solução negociada para o conflito, que já causou a morte a mais de 115 mil pessoas desde março de 2011.

A oposição síria está dividida quanto a comparecer na conferência e o regime do Presidente Bashar al-Assad garante que a saída deste do poder não vai estar presente em qualquer negociação.

O Conselho Nacional, um grupo que federa várias tendências dos rebeldes, já fez saber que vai discutir na próxima semana a sua ida às conversações, o que vai culminar com uma votação.

Mas Jamil disse que «não havia alternativa» à conferência de paz e que a ausência de partes da oposição síria não iria afetar o seu calendário ou formato.

A comunidade internacional renovou a sua pressão para a conferência de Genebra no seguimento de um acordo mediante o qual a Síria vai entregar o seu arsenal químico para ser destruído.

O acordo, consagrado numa resolução do Conselho de Segurança, afastou uma ação militar dos EUA contra o regime de Al-Assad, depois de um ataque com gás sarin, em 21 de agosto, ter causado a morte a centenas de pessoas nos arredores de Damasco.

Este texto estipulou a deslocação para a Síria de técnicos da ONU e da Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ) para dirigir a destruição do armamento químico.

Hoje, a OPAQ, que recebeu o Prémio Nobel da paz na última semana, adiantou que já fez cerca de metade das inspeções previstas ao arsenal.

«Já fizemos cerca de 50% do trabalho de verificação das instalações que nos foram declaradas», afirmou um conselheiro político da OPAQ, Malik Ellahi, aos jornalistas, em Haia.

Os inspetores têm até 30 de junho de 2014 para terminar a destruição do arsenal químico sírio.

Lusa
 

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papatango

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Re: Guerra na Síria
« Responder #181 em: Outubro 20, 2013, 12:35:00 pm »
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sim, eu sei que e um documentario dum canal russo. um pouco de propaganda, mas muita verdade

Toda a propaganda tem que parecer dizer a verdade, senão não seria propaganda.
Os canais russos são controlados pelo KGB (agora FSB) e os jornalistas não têm qualquer liberdade para dizer o que quer que seja que não tenha sido determinado pela policia do regime de Putin. Desafiar o ditador significa a morte numa prisão do regime.

É claro que agora não se morre das torturas dos comunistas, agora morres-se de doença. Os camaradas não têm culpa que os prisioneiros tivessem apanhado gripe.

Na Russia não se pode apanhar gripe na prisão. Nas prisões russas, até uma constipação mata, principalmente se se tratar de alguém que protesta contra o Putin.


Colocar links para notícias vindas da Russia, é por isso apenas propaganda. Não há qualquer verdade nelas, porque as meias verdades se destinam a tentar convencer quem já está convencido e não pode aceder à imprensa livre.
É muito mais fácil enganar uma pessoa, que explicar-lhe que foi enganada ...
 

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Re: Guerra na Síria
« Responder #182 em: Outubro 20, 2013, 06:27:22 pm »
ah mestre papatango, papatango

em boa hora me registei neste forum para me rir do que tem vindo a escrever sobre a siria e para aprender os truques dos hipocritas

o seu lugar e no forum areamilitar, essa plataforma de desinformacao americana

ah mestre papatango, papatango

voce mais se parece como uma mula de palas que so sabe uma direccao

tanto desconhecimento, tanta ignorancia, e porque?

quando e que nos vai dizer quantas vezes vai a embaixada por semana? quantos envelopes lhe passam? quantas viagens ja fez a zurich?
 

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Re: Guerra na Síria
« Responder #183 em: Outubro 20, 2013, 06:40:03 pm »
a guerra da siria explicada as criancas

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Russia's Middle Eastern Frontier
Nikolai MALISHEVSKI | 17.10.2013

 The U.S., overloaded with colossal internal problems, is once again planning to get out of trouble by beating Russia in the global competition on the oil and gas fronts. On the oil front with the help of Saudi Arabia, and on the gas front (and to some extent on the potassium front) with the help of Qatar. In this economic war, Syria is one of Russia’s most significant frontiers.

Saudi Arabia is America's tool for controlling oil supplies and putting pressure on Iran and Russia by threatening to displace their oil in all the biggest importers on the planet. This is done using a scheme worked out back in the 1980s, when by agreement with Washington the Saudis dropped the price of oil to 10 dollars a barrel, reducing the main revenue item of the USSR's budget to nothing and hastening the end of the Soviet superpower. While Washington lacks such a mechanism with regard to natural gas, it realizes quite well that Russia, which possesses approximately one third of world gas reserves, can become a world leader in this sphere. And these days the stability of a country's geopolitical positions is more dependent on control of gas fields and transport routes than oil fields and transport routes.

Since the beginning of the Arab spring and the aggression against Syria, Qatar has begun to play a key role in America's anti-Russian plans, as it has: a) colossal gas reserves, in which respect this small country has already surpassed Gazprom, b) a huge fleet of 54 special Q-max and Q-flex ships for transporting liquefied gas, and c) the largest gas field in the world, the Northern field, for which the moratorium on development ends in 2014. Most likely, that is when the deciding battle for Syria will take place and the all-out «gas» attack on Russia will begin…

The monarchies of the Persian Gulf, which along with the United States support «democratic changes» in several Middle Eastern countries, themselves remain dictatorial regimes. Thus the «Arab spring» boomerang they have thrown will inevitably return to them. The only way for them to divert the energy of the revolutionary explosion away from themselves is to try to redirect this energy outward. The Saudis' and Qataris' efforts are directed to the northeast, and their targets are Syria and Iran, and in the later stage, the Caucasus and the Volga region.

Qatar is not only a tool for controlling gas supplies and squeezing Russia out of the European market. It is expected that the loss of the gas market in the European Union would be catastrophic for Russia's budget. Strictly speaking, Qatar as a political entity is a British creation, buttressed by the U.S. army. At the same time it is a branch of Western transnational corporations. Like Saudi Arabia, Qatar has long been a center of international terrorism, sending fighters to Libya, Syria, Egypt, Algeria and the Caucasus. At one time the Qataris, who have an army of 12,000, sent 5,000 special operations troops into the deciding battle for the Libyan capital, Tripoli.

Ideological support for Qatar's policy is provided by the television channel Al Jazeera and several influential Islamist figures like Yusuf al-Qaradawi, the chairman of the World Council of Islamic Theologians, who took an active anti-Russian position back in the years of the first Chechen campaign. The Qataris openly welcome Chechen terrorist leaders like Zelmikhan Yandarbiev and finance Syrian «rebels», to whom Qatari aviation sends a huge amount of weapons via Turkey and Jordan. However, the main direction of attack for Qatar and its Western patrons is connected not with military actions, but with economic ones.

Qatar is already waging a price war against Russia. The Qataris are working in Belarus under Gazprom's nose, regasification terminals are under construction in the south and north of Europe, and the possibility of building terminals in England, the Netherlands, Turkey, Greece, etc. is being probed. The Qataris would think nothing of openly beating up a Russian diplomat at the ambassadorial level. The Emir of Qatar, sheikh Hamad bin Khalifa Al Thani, whose main office is located in London, has already eliminated or neutralized all Russian oil and gas projects in Qatar: 5 large billion-dollar projects like Yamal-LNG and 18 projects estimated at hundreds of millions of dollars. The same thing was done with gold mining projects.

Qatar owns 30% of the Rockefellers' Exxon Mobil Corporation, an energy monster which has become the main beneficiary of the occupation of Iraq and is one of the main lobbyists for the war against Syria. It is to this corporation that the puppet regime in Baghdad gave a 50-year monopoly on the development of Iraq's oil reserves after the overthrow of Saddam Hussein. As the main consumer of Russian gas is Europe, Exxon is trying to implement an alternative Qatar - Europe gas pipeline project. The White House also has an interest in this project.

If the American-Qatari alliance is able to shut out Gazprom, it would lead to a drop in hydrocarbon prices with all the ensuing consequences. It only remains to destroy Syria and all Middle Eastern infrastructure related to Russian energy projects, first of all pipeline infrastructure, as was done after post-Nasser Egypt was swung about from Moscow toward Washington in the 1970s; this was accompanied by the destruction of infrastructure the Egyptians had built on Moscow's money and the transformation of Egypt from a leader of the Arab world to a third-class state.

They want to destroy Syria in order to:

1) Take control not only of the recently discovered Syrian gas fields between Damascus and Homs, but of the entire territory of the country, which is seen as an important Middle Eastern geoeconomic crossroads and an alternative to the sea route for transporting hydrocarbons. The oil and gas monarchies of the Gulf are critically dependent on the transport route through the Strait of Hormuz. If that route were to be blocked for several months, an economic crisis would be inevitable for the Saudis, the Qataris and the Europeans.

2) Replace gas supplies to Europe from the north (from Russia) with supplies from the south (from U.S. vassals on the Gulf), as after the fall of Asad, even if Iran blocks the Strait of Hormuz, it will be possible to lay a gas pipeline through the territory of occupied Syria, allowing Qatar to displace Gazprom.

For now the Americans and Saudis are hastening to deprive Syria of chemical weapons and develop Libyan oil. The Qataris, who have already quietly drawn away 6% of the European Union market (as a result of which Gazprom's share has decreased by 2%), are moving in on Libya's gas sphere and setting their sights on yet another gas state, Algeria, which for now retains its sovereignty in the gas extraction field (Qatar is already sending weapons and jihadist thugs to Algeria at full tilt).

The approaching year 2014 will be decisive in the fate of Syria as Russia's Middle Eastern frontier. It is next year that a) it will become impossible to further postpone the resolution of internal problems in the U.S., b) chemical weapons in Syria will be destroyed, c) the moratorium on the development of the largest gas field in the world, the Northern field on the border between Qatar and Iran, will end, and d) Qatar will finish building its fleet, create infrastructure for delivering LNG (a port on the coast, a series of super gas tankers, and regasification terminals in the EU), and gain a stake in European gas transport systems.

The main task for Russia's foreign policy in the Middle East in 2014 will be not to allow the destruction of Syria or the «democratization» of Algeria in a similar scenario.
 

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FoxTroop

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Re: Guerra na Síria
« Responder #184 em: Outubro 21, 2013, 10:49:26 pm »
Citação de: "listadecompras"
ah mestre papatango, papatango

voce mais se parece como uma mula de palas que so sabe uma direccao

tanto desconhecimento, tanta ignorancia, e porque?

quando e que nos vai dizer quantas vezes vai a embaixada por semana? quantos envelopes lhe passam? quantas viagens ja fez a zurich?


Hóstia que é canela até ao pescoço e logo a pés juntos  :mrgreen:
 

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Re: Guerra na Síria
« Responder #185 em: Outubro 22, 2013, 06:43:18 pm »
foxtroop

ja conheces a anedota do analista americano que confundiu as horas a que recebeu um relatorio duma ONG (1400; duas da tarde portanto) com o numero de mortos num ataque quimico?

eu depois conto-te...
 

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Re: Guerra na Síria
« Responder #186 em: Outubro 27, 2013, 09:15:48 pm »
https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Re: Guerra na Síria
« Responder #187 em: Outubro 29, 2013, 07:29:15 pm »
obvio que quando os americanos se sentaram a mesa com os russos, tiveram que dar o braco a torcer

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Iran Warned the USA on Chemical Weapons, TCSM Claims
Posted by Emine Dilek on Wednesday, September 11, 2013

In a letter obtained by The Christian Science Monitor (TCSM) that was sent to the USA officials, Iran has been warning Washington since July 2012 that Sunni rebel fighters have acquired chemical weapons, and called on the US to send “an immediate and serious warning” to rebel groups not to use them.
Iran claims that it warned the United States directly, in mid- and late- 2012, and at least once after that, about the risks of chemical weapons among the rebels. The letter references messages from July 18 and December 1, 2012.
Tehran Times also reports on the letter, claiming the letter is undated and was produced by the previous government under former president Mahmoud Ahmadinejad, according to informed sources in Iran who provided a copy to the Monitor on the condition that they not be further identified.
A U.S. State Department official would not verify the authenticity of the letter as a matter of policy, stating, “We don’t comment on diplomatic correspondence.”
Neither the Persian and English versions of the letter seen by the Monitor have any official letterhead or other identifying marks.
Iran has argued against US airstrikes, as one of the backers of the Syrian government. The country warned that sectarian “fire” will spread, and that jihadist rebels may have been behind the Aug. 21 chemical weapons attack that US officials say killed more than 1,400 people near Damascus.
On September 8th during a visit to Iraq, Iran’s Foreign Minister Mohammad Javad Zarif said “There is ample intelligence that takfiri  [extremist] groups are in possession of chemical. Extremists and takfiris are a threat to the whole region.” Semi-official Fars News Agency the Press TV headlined the story as “Iranian FM refutes US claims on Syria’s use of chemical weapons.”
The letter adds that Iran “will not spare any effort” to find a “peaceful solution.” Iran “would like to urge the US government to prevent any undermining [of] the non-proliferation of WMDs” and avoid “a potential human tragedy” by “sending an immediate and serious warning to the insurgent forces in Syria about any resort to chemical weapons/elements.”
 

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Re: Guerra na Síria
« Responder #188 em: Outubro 29, 2013, 07:33:23 pm »
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Rebels conduct new chemical weapons attack in Syria near Turkish border - report
Published time: October 29, 2013 18:42
Edited time: October 29, 2013 19:12

The rebels used chemical weapons in north-eastern Syria near the border with Turkey on Tuesday, a Lebanese TV channel Al-Mayadeen reported.

The toxic shell exploded near a Kurdish defense forces’ checkpoint close to the border with Turkey in the city of Ras al-Ayn al-Hasakah.

The attack was reported by Kurdish defense forces who are conducting military operations against the rebels in the region.

They are quoted as saying they saw toxic yellow smoke that followed the shell explosion, while some of them had symptoms of severe chemical intoxication accompanied by nausea.

The reported chemical attack comes amid the second day of fierce fighting in the town.

The Kurdish forces have successfully repelled several attacks by armed groups of extremists of the Nusra Front ( Jabhat al-Nusra), and the Islamic State of Iraq and the Levant, killing 28 militants.

This comes as the joint mission of UN international experts and the Organization for the Prohibition of Chemical Weapons (OPCW) is in Syria inspecting the sites of the toxic attacks and destroying chemical weaponry.

The joint mission was launched after the US and its allies threatened to apply military action on Syria following the August 21 attack in Damascus’ eastern Ghouta suburb, which killed between dozens and 1,300 people, according to varying reports.

Syria officially became an OPCW member at the beginning of October, in an attempt to resolve the chemical weapons issue in the war-torn country.

Damascus also began destroying the first chemical weapons at that time, which, according to the deal brokered by the US and Russia in September, must be fully eliminated by June 30, 2014.

Syrian authorities have declared 23 chemical weapons sites. The joint mission have verified 21 sites, the organization said in a report acquired by AP on Monday.

“The two remaining sites have not been visited due to security reasons,” the report added, suggesting that are in rebel-held areas.

Syria has also declared 41 facilities -  18 chemical weapons production facilities, 12 chemical weapons storage facilities, eight mobile units to fill chemical weapons, and three chemical weapons-related facilities -  at the chemical sites where it stored approximately 1,300 tons of precursors and agents, and over 1,200 unfilled munitions to deliver them.

"In addition, the Syrian authorities have reported finding two cylinders not belonging to them, which are believed to contain chemical weapons," said Ahmet Uzumcu, chief of the global chemical weapons watchdog, in the OPCW report.
« Última modificação: Outubro 29, 2013, 07:43:04 pm por listadecompras »
 

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Re: Guerra na Síria
« Responder #189 em: Outubro 29, 2013, 07:41:59 pm »
Friends of Syria, assim se intitulam

Com amigos destes quem precisa de inimigos?



From (L-R front row) Foreign Ministers of France Laurent Fabius, Saudi Prince Saud al-Faisal, Britain William Hague, US John Kerry and Turkey Ahmet Davutoglu, (Back L-R) Egyptian deputy foreign minister Egypt Hamdi Sanad Loza, German State Secretary of the Federal Foreign Office Emily Haber, Jordan's Foreign Minister Nasser Judeh, UAE Foreign Minister Sheikh Abdullah Bin Zayed al-Nahyan, Qatar's Foreign Minister Khalid bin Mohamed al-Attiyah and Italy's deputy foreign minister Lapo Pistelli pose for a group photograph before holding the "London 11" meeting from the Friends of Syria Core Group


O ditador assad la se vai desfazendo das armas quimicas.
Quando e que os mentirosos dos americanos capturam as armas quimicas dos rebeldes e se juntam ao Assad para limpar a Siria dos radicais islamicos?
 

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FoxTroop

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Re: Guerra na Síria
« Responder #190 em: Outubro 29, 2013, 10:16:14 pm »
Citação de: "listadecompras"
foxtroop

ja conheces a anedota do analista americano que confundiu as horas a que recebeu um relatorio duma ONG (1400; duas da tarde portanto) com o numero de mortos num ataque quimico?

eu depois conto-te...

 :shock:   :lol:  :lol:  :lol:

Entretanto, parce que os terr....... errr.... quer dizer, "freedom fighters", têm somado uns quantos desaires. Começa a haver falta de voluntários para o TO.
 

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papatango

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Re: Guerra na Síria
« Responder #191 em: Outubro 30, 2013, 04:29:37 pm »
Foxtroop :

Você deveria entender antes de mais, que não é por criar muitos nicks que passa a ter razão.

A credibilidade que lhe poderia restar (que obviamente não é nenhuma pois você já mostrou ao que veio) desapareceu quando os seus multi nomes começaram a dizer a mesma coisa.


A estação de televisão Russia Today, segue o mesmo estilo jornalístico do canal americano Fox News, onde a verdade é absolutamente secundária quando se tem que vender uma ideologia. Algumas das pérolas que você e os seus logins puseram a circular:

Estava garantido que os americanos iam atacar a Síria e que os gloriosos russos preparavam a sua esquadra para entrar em guerra.
Como sabemos os americanos bombardearam o seu camarada socialista.

Era garantido por um site 100% fiável que os russos se preparavam para atacar a Arábia Saudita.
Estranhamente, os russos parecem mais interessados em criar a ideia de que são uma sociedade funcional, para garantir os jogos de inverno.

Era mais que certo que os americanos tinham estado por detrás do golpe no Egito.
Afinal, neste momento os egipcios aparentam aproximar-se mais dos russos, por causa das pressões americanas depois do golpe de estado.


Ainda hoje, foram divulgadas imagens sobre a participação macissa dos criminosos nazistas iranianos ao lado do debochado porco socialista Bashar.
Era tudo mentira até hoje, e os gloriosos sites russos garantiam que era mentira.


A verdade é que os socialistas não estão a ganhar a guerra.
Os seus camaradas iranianos, estão lá porque acham que se trava na Síria uma guerra do bem (os 11% de alauitas apoiados pelos xiitas) contra o mal (o resto da população).
E isto são palavras do principal chefe da força de elite dos guardas revolucionários iranianos, que foi morto pelos rebeldes há poucos dias.

Entretanto, o único material americano que aparece na Síria são armamentos antigos da década de 70, que são provavelmente desencantados nos cemitérios de sucata da Arábia Saudita.

Os sauditas estão irritados com os americanos, ao ponto de terem sido eleitos para o Conselho de Segurança e depois saírem em protesto.

Tudo o que o nosso glorioso camarada Raposa da tropa (que de raposa tem pouco, porque já se descobriu o rabo e é rabo de ratazana) disse, provou-se ser apenas um grupo de mentiras e desinformação ao melhor estilo comunista, que a ratazanazita tenta afirmar, criando multiplos logins para tentar provar que tem razão ...

Filho, vai-te mas é curar...
É muito mais fácil enganar uma pessoa, que explicar-lhe que foi enganada ...
 

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Re: Guerra na Síria
« Responder #192 em: Outubro 30, 2013, 10:22:47 pm »
Citação de: "papatango"
Você deveria entender antes de mais, que não é por criar muitos nicks que passa a ter razão.

A credibilidade que lhe poderia restar (que obviamente não é nenhuma pois você já mostrou ao que veio) desapareceu quando os seus multi nomes começaram a dizer a mesma coisa.

Infelizmente, para as contas públicas, mas felizmente para si, a falta de inteligencia não paga imposto. O "nick"  que tenho neste fórum é o mesmo que tenho em outros espaços dedicados à Defesa e Geopolitica e as ideias e posições que defendo neste fórum são exactamente as mesmas que defendo nos outros espaços, ao contrário de sua excelsa nulidade, a quem já apanhei em diversos contorcionismos ideológicos e que, por mais estupido que pareça, já me fizeram sentir vergonha por o meu caro ser português (letra pequena intencional) perante o achicalhamento em que caiu, cai e continuará a cair.
Não necessito de criar outros perfis/nicks/whatsoever-whatsoever, para reforçar qualquer ideia ou posição minha pois, ao contrário do meu caro, não ando aqui para ganhar nada mais que seja conhecimento e não tenho falta de espinha que chegue para me prostituir na defesa de posições ideologicas que não compartilho, seja por dinheiro, seja de borla, até porque a única coisa que um Homem realmente possui é o seu caracter.

Quanto ao resto do texto, se é que se pode chamar isso a verborreia que lá está plasmada, apenas volta a mostrar, mais uma vez e sem exemplo, a sua total alienação e profunda ignorância sobre o que lá se passou e está a passar.

Se em vez da estupida "idiotologice" que vomita, tivesse aberto a mente à discussão sobre a discussão da estratégia americana para a região, apoiada num eixo Telavive - Riade;

Se tivesse tempo ou abertura para compreender e estudar as declarações de muita gente importante dentro das cupulas militares americanas ou de muitos dos seus relatórios e estudos sobre a região, que defendiam e defendem uma mudança gradual no foco dessa politica, passando a um novo eixo Teerão - Ancara;

Se o teu neurónio semifuncional saisse da letargia pré-paleolitica e compreendesse a razão por detrás das recentes movimentações de Riade e Telavive, o tal desagrado que falas em relação aos americanos.

A recusa silenciosa em entrar em qualquer debate dessa natureza, que obrigue a sair do pensamento formatado, da idiotologice pura, deve-se a?........ Cada um que pense por sim, que a resposta não deve vir dificil.

A estreiteza de vistas, a falta de capacidade de raciocinio. Tal comportamento simplesmente não se coaduna e só resta pensar que é simplesmente má-fé e trabalho pago, recuso-me a pensar que possa ser mesmo tal ignorância.

Por isso sim, curar, segue o conselho que tão paternalmente dás, vai curar-te.

PS: A proposito do meu "nick", o mesmo se deve ao facto de eu simplemente não estar inspirado no dia em que me registei aqui e, ao olhar para a parede, vi um dos louvores dados por um esquadrão de cavalaria americano, o esquadrão (troop) Fox (FoxTroop) e foi o que ficou. (olha, já viste, aprendeste mais uma coisa hoje oh "petas&tangas")

Quanto à acusação de multiplos nicks, nem vale a pena pedir à Moderação que actue no sentido de que se faça prova disso, pois apesar de parecer-me que tal é contra as regras do Fórum e passivel de expulsão e, portanto, uma acusação grave, vindo de quem vem não passa da manobra de desespero. Incomodo-te não é? Lixado quando se apanha quem,  embora não sendo muito inteligente ou mesmo esperto, se dá ao trabalho de pensar por si e de dizer não aos debitadores de mer....errr......., quer dizer, Rebelos de Sousa de plantão.  :lol:  :lol:   totó, aiutame  :lol:  :lol:
 

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Re: Guerra na Síria
« Responder #193 em: Outubro 31, 2013, 01:40:48 am »
Tenho acompanhado esta excelente discussão mas POR FAVOR acabem com os ataques pessoais.
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Re: Guerra na Síria
« Responder #194 em: Outubro 31, 2013, 04:12:22 pm »
Desculpe, mas considerando os ataques pessoais deste senhor, que continuam desde há semanas, e considerando que até agora nada foi feito, permito-me achar que realmente não devem ter andado com muita atenção.


Além disso, repito, o sr. foxtroop começou a recorrer a um truque muito utilizado pelos especialistas no insulto.
Criar multi logins, utilizando métodos simples para encapotar os IP (coisa simples) para depois haver muita gente a criticar a mesma pessoa, curiosamente utilizando o mesmo estilo.

É claro e evidente e só não vê quem não quer ver.

Este tipo de gente, é o mesmo que vive nas caixas de comentários dos jornais. Não tem argumentação, nem ideias, nem qualquer conhecimento de causa e limita-se a criticar porque não sabe fazer mais nada.
E depois, quando desencanta alguém que lhe desagrada ou tem a infeliz ideia de lhe responder, começa com os ataques pessoais e os insultos.

há meses que este canalha, REPITO (PORQUE A INAÇÃO DOS RESPONSÁVEIS) ME DÁ ESSE DIREITO, este canalha me insulta direta e indiretamente, sem que nada seja feito.

Lembro, que já fui moderador deste fórum e retirei-me porque obviamente eu não podia ser juiz em causa própria e não me podia defender e responder na mesma moeda.

Creio que todos  já percebemos qual é o objetivo deste tonto.
Mas se entendemos e não fazemos nada, então estamos a colaborar com ele.

Se é essa a linha do fórum defesa quanto à gestão deste tipo de problema, é então é melhor que nos informem.
É muito mais fácil enganar uma pessoa, que explicar-lhe que foi enganada ...