Israel vs Hezbollah no Libano

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typhonman

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« Responder #570 em: Agosto 17, 2006, 10:09:13 pm »
LOBO SOLITÁRIO, eu andei por lá a ver. Mas todos vocês me pareceram bons rapazes.. :D
 

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Luso

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« Responder #571 em: Agosto 17, 2006, 10:10:38 pm »
Citação de: "othelo"
Nacionalismo de direita exacerbado e de “pálas nos olhos” e esquerdas radicais sem sentido de pátria / nacionalidade, e ambas negando ou pelo menos fazendo “vista grossa” dos erros históricos e desconhecendo o  que deve ser uma política de defesa coerente,  são uma duvidosa contribuição para a discução publica de qualquer assunto que seja.


Sem dúvida. Diria mesmo que os dois são fruto da mesma árvore.
Todavia não chamaria aos neonazis "nacionalistas de direita". É ofensivo para os nacionalistas. Os nacionalistas defendem as glórias da nação, do país e procuram as suas potencialidades, a bem de todos, dos cidadãos e da civilização em geral.
E não alinham em modismos estrangeirados, nem chegam ao absurdo de defender modismos "de fora" que ameaçam a nação que dizem defender (resultado da sua ignorância crassa e chã).
Mas basta.
Isto já foi muito mastigado.

Siga para o tema principal.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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RedWarrior

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« Responder #572 em: Agosto 17, 2006, 10:11:23 pm »
Citação de: "Bravo Two Zero"
A extrema-esquerda e a extrema-direita unidas num ideal comum!!!!
Costuma-se dizer que uma mentira dita muitas vezes acaba por se tornar verdade.

Citação de: "LOBO SOLITÁRIO"
Patetas tipo comunas . Os maiores assassinos da historia da humanidade.

 Já conheço a cassete...Portanto, daqui para a frente todas as pessoas que defendam uma maior intervenção do Estado na economia vão levar um rótulo de gulags + purgas etc.. e vão ser comparadas a pessoas que afirmam que os judeus são uma "raça" inferior na ultima de 3 categorias e que os europeus descendem todos da raça superior ( a ariana ) por mais que estudos recentes o desmintam.
 Epá, por acaso não houve por aí nenhum defensôr acérrimo da privatização de sectores vitais à economia que tenha morto uns quantos milhões??? É que assim eu escusava de ter que argumentar o porquê de ser contra a privatização e bastava dizer que essas pessoas são "Os maiores assassinos da historia da humanidade"...e assim ficava tudo mais fácil.
A primeira vítima de todas as guerras é a verdade
 

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typhonman

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« Responder #573 em: Agosto 17, 2006, 10:19:00 pm »
O reforço da UNIFIL parece que está "ameaçado".. niguem quer meter lá soldados.. Os franceses pensaram em 5000 por enquanto enviam 200.. a alemanha não sequer meter ao barulho.. USA não se metem.. UK não se metem.. Espanha pode enviar um batalhão.. a Itália não dá certezas..

Quizeram acabar com a guerra rápido, mas o problema subsiste.. e mesmo que essa força seja completa não os estou a ver a usar a força para desarmar o Hezbolah. Israel teve um movimento de mestre ao meter o ocidente ao barulho.. quero ver como se vão "passar a batata quente"..

Se tentam tirar as armas ao hezbolah, vai haver sangue quer do hezbolah quer de civis quer das forças da ONU..
Se deixarem as armas ao Hezbolah, quando a força da ONU sair.. Daqui a meses..anos.. a guerra poderá voltar a eclodir.. (mini guerra fria)
A outra hipótese é a fonte de financiamento e armas ser cortada mas isso implicava uma guerra com a Siria e Irão..
 

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Luso

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« Responder #574 em: Agosto 17, 2006, 10:19:57 pm »
Siga para o tema do tópico.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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« Responder #575 em: Agosto 17, 2006, 10:25:46 pm »
Relativamente ao comentário de dois “camaradas” meus é de facto bastante triste e não concordo com ele.
Não sou contra o povo judeu e acho justo e legitimo que tenham uma pátria.
Eu também defendo uma maior intervenção do estado na economia
Bem e agora tenho de ir trabalhar que é uma coisa que muitos meninos não sabem o que é.
Amanhã responderei aos vossos comentários. Antes de o fazerem tenham em conta que não existe só preto e branco, que as teorias politicas evoluem.
Por ultimo convém nunca esquecer que o estado de Israel era o único que apoiava o regime de apartheid na Africa do Sul.

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typhonman

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« Responder #576 em: Agosto 17, 2006, 10:31:51 pm »
By Aaron Klein
© 2006 WorldNetDaily.com

JERUSALEM – On the heels of what it views as a Hezbollah victory against the Jewish state, Syria is forming its own Hezbollah-like guerilla organization to fight Israel in hopes of "liberating" the Golan Heights, an official from Syrian President Bashar Assad's Ba'ath party told WorldNetDaily yesterday.

The official, speaking on condition of anonymity, said Syria learned from Hezbollah's military campaign against Israel the past month that "fighting" is more effective than peace negotiations with regard to gaining territory.

He said Syria's new guerilla force would be trained by Hezbollah leaders.

"Syria is very serious about establishing this new guerilla force," the official said.

In a televised address yesterday, Assad declared Hezbollah's path of "resistance" achieved results during the last four weeks of fighting against Israel.

"The region has changed because of the achievements of the resistance [Hezbollah]," said Assad, speaking to a journalists association.

Assad said members of Hezbollah used their "will, determination and faith" to counter Israeli arms, enabling the Lebanese militia to defeat Israel.

"We tell them [Israelis] that after tasting humiliation in the latest battles, your weapons are not going to protect you – not your planes, or missiles or even your nuclear bombs. ... The future generations in the Arab world will find a way to defeat Israel," Assad said.

"The resistance is necessary as much as it is natural and legitimate," said the Syrian president, claiming the war in Lebanon revealed the limitations of Israel's military power.

"The result was more failure for Israel, its allies and masters," said Assad.

Hezbollah claims its goal is to liberate the Shebaa Farms, a small, 200-square-kilometer bloc situated between Syria, Lebanon and Israel. The Farms is the last post held by Israel after its withdrawal in 2000 from positions it took along the Lebanese border.

Most Western analysts agree Hezbollah uses the pretext of the Shebaa Farms to maintain its weapons to start conflicts with the Jewish state. Hezbollah is sponsored by Syria and Iran.

The cease-fire resolution accepted by Israel earlier this week calls for negotiations leading to Israel's relinquishing of the Shebaa Farms.

The Baath party official told WND the new Syrian "resistance" group is calling itself the Front for the Liberation of the Golan, and is already in the process of being formed. He said it seeks to ensure the return of the Golan Heights.

Israel captured the Heights, strategic mountainous territory, after Syria used the terrain to attack the Jewish state in 1967 and again in 1973. The Golan Heights borders Israel, Syria and Lebanon.

Israeli security officials said they had no information about the Front for the Liberation of the Golan.

The Ba'ath party official told WND the Front was formed last month and will attempt attacks against Israel. The official said the group currently consists of "hundreds" of Syrian volunteers, many from the Syrian border with Turkey. He said Syria held registration for volunteers to join the Front in June.

The official said most Front members will be Palestinian and not members of the Syrian army.

"We know from history guerilla resistance works against Israel," said the official.

He pointed not only to Israel's most recent confrontation with Hezbollah, but also to what he said was a previous Syrian "victory" against the Israeli Defense Forces using guerilla tactics.

"After a cease-fire was imposed in 1973 [following the Yom Kippur War) for 100 days Syria led guerilla attacks against Israel in the Golan Heights and they were successful. The IDF withdrew nearly 100 kilometers from the original cease-fire lines."

Parece que vai aquecer ainda mais o médio oriente..

Acho que Israel tem de focar a luta anti-guerrilha com unidades de elite, não com carros de combate (alvos apeteciveis paar os misseis Kornet e RPG29) aumentar o nivel e a qualidade de informações, utilização massiva de UAVS para informações em tmepo real. Assim como utlizar os caças como meio de saturar as posições inimgas no meio dos montes utilizando para isso munições de fragmentação guiadas por GPS.

Já agora Israel tem um exército de 120000 homens, porque mobilizar reservistas?
 

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ricardonunes

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« Responder #577 em: Agosto 17, 2006, 10:40:23 pm »
Vou recolocar um meu post, que já tinha postado neste tópico.

Citar
Druze Leader Jumblatt Says Hizbullah Trying to Take Over Lebanon
(IsraelNN.com) The Druze leader in Lebanon has asserted that Hizbullah terrorist leader Hassan Nasrallah is attempting take over the Lebanese government. Hizbullah already has two ministers in the Lebanese cabinet.

Walid Jumblatt told an Arabic newspaper based in London that Nasrallah's speech shows the leader of Hizbullah is aiming for a political coup. Nasrallah said that without his terrorist organization, Lebanon cannot defend itself.
Potius mori quam foedari
 

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Luso

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« Responder #578 em: Agosto 17, 2006, 10:47:12 pm »
Ricardo, se o povo libanês (e não uma qualquer facção que se diz recolher a simpatia da população) apoiar o Hezbollah então deve estar preparado para arcar com as consequências da escolha. É tão simples como isto.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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ricardonunes

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« Responder #579 em: Agosto 17, 2006, 11:08:05 pm »
E que consequencias seriam essas?
Isto é uma questão que me deixa algumas dúvidas, seria uma posição tipo a que "nós" europeus tomamos em relação ao Hamas, cortes de fundos monetários e relações diplomáticas, ou aprovávamos uma intrevenção armada contra o Libano?
E quem iria intervir em primeiro lugar?
Israel?
Potius mori quam foedari
 

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othelo

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« Responder #580 em: Agosto 17, 2006, 11:17:06 pm »
Pessoalmente acho q Israel só terá hipoteses de resolver esta situação, se sem comprometer a sua segurança, retira-se do Libano e de uma forma encapotada desse apoio a facções do exercito Libanês ( pois parece-me que a maioria dos quadros dirigentes não gostam do que o Heze. está a fazer ao Libano) e respectivo governo, de forma a fortificar a posição destes e a permitir o dasarme pela força do Heze. e o desmantelamento deste.
Olho por Olho, Dente por Dente
 

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ricardonunes

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« Responder #581 em: Agosto 18, 2006, 12:04:15 am »
Citação de: "othelo"
Pessoalmente acho q Israel só terá hipoteses de resolver esta situação, se sem comprometer a sua segurança, retira-se do Libano e de uma forma encapotada desse apoio a facções do exercito Libanês ( pois parece-me que a maioria dos quadros dirigentes não gostam do que o Heze. está a fazer ao Libano) e respectivo governo, de forma a fortificar a posição destes e a permitir o dasarme pela força do Heze. e o desmantelamento deste.

Uma saida airosa por parte de Israel, e uma ajuda aos partidários anti-Hezbollah, até concordo, mas essa atitude não seria mais produtiva antes dos bombardeamentos no Libano?
E qual o papel da UNIFIL comandada pelos Franceses, que um dia mandam 5000 mil homens no outro não sabem se mandam 500?
Desarmar o Hezbollah está mais que visto que não vão, nem têm pretenções para isso (não querem entrar em conflito com eles), então e depois, quando eles sairem como é que vai ser?
Será algo parecido com isto?
Guerra civil, para isso é deixar tudo como está, e esperar uma semanas que tudo se desenrola.
Após a guerra civil, que duraria poucos dias (e esta sim duraria poucos dias, isto caso chegasse a ser guerra), o Hezbollah tomava o poder, Israel declarava Guerra aos terroristas, que usurparam o poder governamental do Libano, o Irão e a Siria estremeciam e num acto de desespero declaravam guerra a Israel e entretanto vinha o Doido do Texano, que posicionava todos os seus tanques estacionados no Iraque na fronteira do Irão.
E depois só Deus e o Ala saberiam como iria acabar esta horrenda fábula.
Potius mori quam foedari
 

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migbar2

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« Responder #582 em: Agosto 18, 2006, 12:24:57 am »
Citação de: "LOBO SOLITÁRIO"
Relativamente ao comentário de dois “camaradas” meus é de facto bastante triste e não concordo com ele.
Não sou contra o povo judeu e acho justo e legitimo que tenham uma pátria.
Eu também defendo uma maior intervenção do estado na economia
Bem e agora tenho de ir trabalhar que é uma coisa que muitos meninos não sabem o que é.
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Por ultimo convém nunca esquecer que o estado de Israel era o único que apoiava o regime de apartheid na Africa do Sul.








Desculpe a observação colega, mas o que eles apoiavam era os negócios de armas e transferencia de técnologias de defesa !!!! É que como sabe alguma autonomia tecnológica foi sempre de extrema importancia tanto para Israel quanto para a Africa do Sul e esta ultima quando alvo de restritíssimas sanções pagou com certeza fortunas a Israel em troca de diversas tecnologias de defesa, nomeadamente mísseis A/C, antí navio, combate aéreo, aviões de combate ( cópia de técnologias do Kfir para os Mirage III ), helicopteros, etc.
Enfim, entre países o jogo de interesses fala sempre mais alto e ainda não conheci excepção nenhuma.
 

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Bravo Two Zero

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« Responder #583 em: Agosto 18, 2006, 09:07:58 am »
Todos os cenários apontam para uma nova guerra civil no Líbano.
Mudam-se alguns intervenientes - a OLP não terá um papel tão importante como em 1980 e provavelmente teremos uma aliança se bem que efémera entre a comunidade islãmica druza e os maronitas cristãos contra um inimigo comum - o Hezbollah, apoiado pela Síria e Irão.
Israel terá um papel fundamental no conflito, seja apoiando o exército libanês ou criando uma milicia à semelhança do "exército do sul do Libano" - SLA
Mas isto é só especulação minha.............
"Há vários tipos de Estado,  o Estado comunista, o Estado Capitalista! E há o Estado a que chegámos!" - Salgueiro Maia
 

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ricardonunes

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« Responder #584 em: Agosto 18, 2006, 09:46:26 am »
Hezbollah já iniciou processo de reconstrução

Citar
A paz regressou ao Líbano mas é preciso tempo para a vida voltar à normalidade. Os bombardeamentos israelitas devastaram o sul de Beirute e muitos cidadãos ficaram sem tecto. O Hezbollah já começou o trabalho para ajudar as vítimas da destruição. Não são só as armas a fazerem parte do estandarte do Partido de Deus. "Somos engenheiros e estamos a registar o trabalho de reconstrução que é preciso fazer", afirmou um engenheiro voluntário a trabalhar para o Hezbollah.

Acção social é um dos motivos de simpatia do Partido de Deus, neste caso a ajuda estende-se aos desalojados de uma guerra despoletada pelo próprio movimento. "O partido vai dar-me um ano de renda e ajudar-me a comprar móveis de qualidade", declarou um libanês.

Zineb Haidar é médica. Vive na zona cristã de Beirute, mas tinha consultório na zona de maioria xiita. Diz ter "confiança no Hezbollah porque quando o partido promete, cumpre", garante.

Muitas pessoas preenchem registos do movimento xiita na esperança de serem compensadas. Cheik Mounir, um responsável do Hezbollah afirma que dinheiro não é problema. "Temos dinheiro" assevera sem revelar de onde provem. Face aos esforços já encetados pelo Hezbollah, os Estados Unidos anunciaram ter acelerado o seu processo de ajuda e apelaram aos países árabes a intervir de forma rápida.
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