Afeganistão: diversos

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André

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« Responder #90 em: Fevereiro 08, 2008, 11:38:54 pm »
Canadá propõe prolongar a missão até 2011 arriscando a queda do governo

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O governo canadiano propôs hoje prolongar por mais dois anos, até final de 2011, a missão dos seus 2.500 soldados no Afeganistão, apresentando uma resolução que pode levar à sua queda e a eleições caso seja rejeitada.

O projecto do governo conservador minoritário prevê incentivar mais a formação do governo afegão.

Tem subjacente duas condições: que a NATO forneça um reforço de um milhar de homens na região de Kandahar, assim como helicópteros de transporte e aviões de observação sem piloto.

O texto será objecto de uma votação de confiança na Câmara dos Comuns em Março e se for rejeitada terá como consequência a queda do governo minoritário de Stephen Harper e a convocação de eleições.

A votação deve ocorrer antes da Cimeira da NATO de Bucareste em Abril, dominada pela questão do nível de tropas no Afeganistão.

Uma delegação canadiana foi enviada a Paris para discutir eventuais reforços franceses que viriam ajudar as tropas canadianas na região de Kandahar. A imprensa referira a eventualidade da transferência para aquela zona de 700 pára-quedistas franceses.

"O governo que eu dirijo faz tudo para assegurar o sucesso da missão canadiana no Afeganistão", declarou Harper.

Actualmente, o final desta missão está previsto para Fevereiro de 2009 e dois partidos da oposição já anunciaram que se opunham a qualquer prolongamento.

O terceiro, o partido liberal, principal formação da oposição, diz-se favorável à manutenção das tropas depois de 2009 mas apenas se estas deixarem de estar envolvidas em combates e se consagrarem ao treino das tropas afegãs.

O primeiro-ministro Harper anunciou também hoje a criação de uma comissão composta por destacados ministros do seu gabinete a fim de melhor coordenar a acção do governo sobre o Afeganistão.

O Canadá perdeu 78 soldados e um diplomata em solo afegão desde 2002.

Enquanto isto, um primeiro grupo avançado com 41 militares portugueses que vai integrar a Força de Reacção Rápida da Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF)no Afeganistão parte segunda-feira para aquele país a bordo de um avião C-130 da Força Aérea Portuguesa.

O segundo e último grupo de militares portugueses parte para o Afeganistão no fim do mês, numa aeronave civil fretada para o efeito, e tem marcada a transferência de autoridade ainda no mês de Fevereiro, em Cabul.

O contingente nacional vai permanecer durante os próximos seis meses em território do Afeganistão, com um total de 150 militares do Exército e sete militares da Força Aérea.

Portugal assegura ainda cinco militares no Estado-Maior do quartel-general da ISAF.

Lusa

 

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Lancero

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« Responder #91 em: Fevereiro 28, 2008, 05:55:12 pm »
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Prince Harry has fired at the Taliban

Last Updated: 5:18pm GMT 28/02/2008

Prince Harry has personally fired a machine gun at the Taliban during a front line clash in Afghanistan.
Manning a powerful .50 calibre machine gun for the first time, Harry helped Gurkha troops repel an insurgent attack on the southernmost British position in Helmand.
Crouching on sandbags, an open box of ammunition at the ready next to him, the prince pumped rounds across 500 metres of cratered no-man's-land using only distant puffs of smoke as his target.


rained as a battlefield air controller, Harry was working on JTAC Hill, a heavily defended British position within sight of Taliban trenches, when 16 to 20 Taliban were spotted moving forward, preparing to attack. As a Gurkha rifleman fired off a Javelin missile the order went out to man the machine guns. In the ensuing rush it was Harry - just three weeks into his tour in Afghanistan when this picture was taken in early January - who claimed one of them, seizing the chance to put his training into practice.
"This is the first time I've fired a .50 cal," he admitted with a smile.
Wearing earplugs to protect his hearing, the third-in-line to the throne gritted his teeth as he concentrated on his target.
"It's just no man's land ... they poke their heads up and that's it," he says.
Peering through an arch of sandbags over the abandoned farmland, a shredded piece of sack cloth hanging in front provided the only cover for his firing position.
But next to him, a Gurkha soldier happily filmed his debut on the ".50 cal" on Harry's own hand-held camera.
Like thousands of other British soldiers in Afghanistan and Iraq, the prince has a lively private collection of video clips filmed during his tour.
...
Harry's immediate boss, Major Mark Milford, Officer Commanding B Company of the 1st Battalion, the Royal Gurkha Rifles, watched the prince.
"This is the southern border for the coalition troops, this is about as dangerous as it can get,"


http://www.telegraph.co.uk/news/main.jh ... rry228.xml


Vídeo dele com a .50
http://video.news.sky.com/skynews/video ... ry=UK+News

Entretanto, parece que agora que se soube que ele lá está, vai ser retirado por razões de segurança.
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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André

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« Responder #92 em: Fevereiro 28, 2008, 11:42:52 pm »
Talibãs controlam dez por cento do território afegão

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Os talibãs controlam dez por cento do território no Afeganistão, enquanto o governo do presidente Hamid Karzai controla menos de um terço do país e o resto está sob controlo local, sustenta a administração Bush.

A afirmação foi feita quarta-feira pelo director dos Serviços de Informações norte-americano, Michael McConnell, e já hoje prontamente desmentida pelo Ministério da Defesa afegão.

Segundo um recente estudo dos seus serviços, os talibãs controlam 10 a 11 por cento do país", indicou McConnell durante uma audição na Comissão das Forças Armadas do Senado norte-americano.

Por outro lado, "o governo federal controla 30,3 por cento e o resto (do território) está sob controlo local", acrescentou.

"Isso está longe dos factos e negamo-lo completamente", afirmou o Ministério da Defesa afegão num comunicado.

"Todos os afegãos sabem que nas 34 províncias do Afeganistão e em mais de 360 distritos... o governo tem o controlo", afirma o comunicado hoje divulgado.

Evocando o Paquistão, onde estão instalados bastiões de combatentes talibãs e da Al Qaeda, nas zonas tribais do Nordeste, McConnel reconheceu que "as operações que são conduzidas por militares paquistaneses têm efeitos limitados sobre a Al Qaeda".

Lusa

 

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André

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« Responder #93 em: Fevereiro 29, 2008, 02:01:31 pm »
Príncipe Harry vai ser retirado do Afeganistão

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O príncipe Harry vai ser retirado do Afeganistão, onde está a combater há dez semanas, depois da violação do embargo sobre o seu destacamento por um site norte-americano, anunciou hoje o Ministério da Defesa britânico.

Harry, terceiro na ordem de sucessão ao trono de Inglaterra, é o primeiro membro da família real a ser enviado para a linha da frente num conflito desde que o tio, o príncipe André, combateu na Guerra das Malvinas/Falkland, em 1982.

A casa real tinha um acordo com os media britânicos e internacionais prevendo um embargo da informação até que Harry terminasse a missão no Afeganistão, de quatro meses, com o objectivo de proteger a sua segurança e a dos seus camaradas.

Como contrapartida, vários jornalistas puderam deslocar-se ao Afeganistão e ver o príncipe em acção.

Todavia, o site norte-americano Drudge Report divulgou a informação, obrigando o Ministério de Defesa britânico a confirmar a informação.

Diário Digital / Lusa

 

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« Responder #94 em: Março 12, 2008, 07:05:18 pm »
Reticências da NATO colocam soldados em risco

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As reticências dos países europeus membros da NATO em tomarem uma parte mais activa nos combates contra os talibãs põem em perigo a vida das tropas da Aliança, estimou terça-feira o chefe das forças da organização, general John Craddock.

O Afeganistão e a Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF) da NATO estão «numa viragem crítica», afirmou durante uma audição na Comissão dos Negócios Estrangeiros do Senado.

A algumas semanas de uma cimeira da NATO, no início de Abril, o general Craddock lamentou que alguns governos limitem a utilização das suas forças no Afeganistão.

Estas restrições «aumentam o risco para todos os soldados do Exército, da Marinha, da Força Aérea e para todos os fuzileiros enviados para o teatro» das operações, acrescentou o general norte-americano.

As relações entre os membros da NATO crisparam-se recentemente depois do apelo de Washington para que fossem enviadas mais tropas para o Afeganistão com o objectivo de combater os talibãs.

O governo norte-americano, que enviou mais 3.200 fuzileiros para o Afeganistão, criticou países como a Alemanha, Itália, França e Espanha por não fazerem mais para combater os talibãs e os membros da Al Qaeda na fronteira paquistanesa.

O comando da ISAF reclama o envio de 7.500 homens suplementares para o Sul do país.

A semana passada, Washington saudou o «envolvimento a longo prazo» defendido pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy.

«O presidente Sarkozy examina as opções que tem e nós trabalhamos com os franceses», sublinhou perante o Senado Daniel Fried, secretário de Estado adjunto norte-americano para os Assuntos Europeus.

Diário Digital / Lusa

 

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« Responder #95 em: Março 25, 2008, 02:20:29 pm »
França confirma envio de reforços ao Afeganistão

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O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Bernard Kouchner, anunciou hoje o aumento, em breve, do número de soldados franceses no Afeganistão, mas sem confirmar se o contingente terá mais mil homens, como noticiou o sábado o jornal britânico The Times.
«O número será anunciado pelo presidente da República (Nicolas Sarkozy), mas ele disse claramente que aumentaríamos o número dos nossos soldados», declarou Kouchner à rádio Europe 1.

«A França sempre disse que reforçaria as suas tropas, mas que para isto era necessária uma reflexão claramente estratégica, ou seja, conversar com todos os que estão no Afeganistão, falar sobre a nossa maneira de abordar, de ajudar o povo afegão», acrescentou o chefe da diplomacia francesa.

França já tinha dado a entender que aumentaria o respectivo contingente, respondendo assim aos pedidos insistentes dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha para obter dos respectivos aliados tropas adicionais na batalha contra os talibãs afegãos.

Diário Digital / Lusa

 

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« Responder #96 em: Março 27, 2008, 12:17:48 am »
Reforço francês "muito positivo" - Casa Branca

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A Casa Branca saudou hoje como "muito positivo" o anúncio feito pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, de que proporá um reforço da presença militar da França no Afeganistão na próxima semana, na cimeira da NATO, em Bucareste.

Sarkozy "disse que viria a Bucareste com declarações positivas quanto ao facto de que a França estava pronta a ajudar e talvez a reforçar o seu papel no Afeganistão", disse aos jornalistas Stephen Hadley, conselheiro do presidente George W. Bush para a segurança nacional.

"Evidentemente, seria uma coisa muito positiva", acrescentou.

O presidente francês mostrou-se hoje disposto em Londres e enviar mais tropas para o Afeganistão para combater os talibãs e a Al-Qaeda, ainda que condicionando esse reforço à NATO aceitar uma proposta apresentada pela França.

O chefe de Estado francês, que começou hoje uma visita de dois dias ao Reino Unido acompanhado da sua nova mulher, a ex-modelo Carla Bruni, fez este anúncio num discurso perante as duas Câmaras do Parlamento britânico, os Comuns e os Lordes.

"Não podemos permitir-nos perder o Afeganistão. Não podemos permitir-nos ver os talibãs e a Al-Qaeda voltar a Cabul. Independentemente do custo, independentemente do quanto seja difícil a vitória, não poderemos permiti-lo. Temos de ganhar", afirmou Sarkozy, cujas palavras foram recebidas com aplausos.

Num apaixonada alocução, pronunciada em francês, Sarkozy explicou que a França propôs aos seus aliados na NATO uma "estratégia" para permitir ao povo afegão e ao seu legítimo" Governo construir a paz.

"Se essas propostas forem aceites, a França proporá na cimeira (da NATO) em Bucareste reforçar a sua presença militar", explicou Sarkozy, sem precisar os planos nem o número de militares a enviar.

Os responsáveis da NATO pediram diversas vezes aos países membros da Aliança que contribuam com mais militares para a missão no Afeganistão para ajudar a derrotar os talibãs.

A França tem cerca de 1.500 militares destacados no Afeganistão: 1.000 em Cabul, 220 em equipas que treinam o Exército afegão e 200 em Kandahar, no Sul.

Lusa

 

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André

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« Responder #97 em: Março 29, 2008, 02:42:21 pm »
«É preciso ficar no Afeganistão até 2012», diz Comandante das forças internacionais

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«A Presença de soldados internacionais no Afeganistão será provavelmente necessária até 2012» – afirmou esta terça-feira, em declarações exclusivas ao SOL, o comandante da Força Internacional de Assistência ao Afeganistão (ISAF), general Dan McNeill

A previsão do general norte-americano assenta em condições pré-definidas. Será necessário «erguer um Exército afegão perfeitamente capaz e aumentar o ritmo de treino da Polícia afegã – que tem sido mais lento do que o do Exército». O plano é constituir as forças de segurança afegãs com 80 mil homens no Exército e 82 mil na Polícia. Segundo McNeill, o Ministério da Defesa afegão prevê que o seu Exército fique plenamente operacional dentro de quatro anos. A missão da ISAF, entretanto, consiste «em ganhar tempo para que os afegãos ocupem o campo de batalha». O general citou um exemplo que costuma ouvir em Cabul: «Os afegãos dizem que não querem soldados internacionais no seu país, mas pedem-nos para não sairmos já».

Cimeira da Nato decisiva

Estas declarações de Dan McNeill surgem uma semana antes da Cimeira da NATO, em Bucareste, onde se jogará o futuro da Aliança Atlântica. O tema quente da cimeira será o reforço de tropas e equipamentos no Afeganistão – a primeira guerra em que a NATO participa e que, como salienta um diplomata dos EUA em Cabul, «não se pode dar ao luxo de perder».

Dan McNeill disse que as Forças da Coligação têm poucos homens e poucos meios: «Precisamos de mais recursos, sobretudo soldados, helicópteros e aviões, treino para as forças afegãs, meios de inteligência [informações] e reconhecimento».

O Canadá e os EUA exigiram dos aliados europeus um maior empenho no teatro de operações afegão. Alguns países, como a França e a Turquia, já responderam ao repto e anunciaram o envio de mais soldados.

Portugal planeia retirar a sua companhia de 160 militares que está ao serviço da Força de Reacção Rápida no Afeganistão. Dan McNeill disse ao SOL que «o Governo português tem sido muito generoso até agora e as tropas portuguesas têm sido muito úteis e eficazes quando a ISAF precisa de reforçar o Comando Sul».

SOL

 

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André

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« Responder #98 em: Abril 01, 2008, 02:19:30 pm »
França estipula condições para enviar mais tropas Afeganistão

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O primeiro-ministro francês, François Fillon, anunciou hoje as três «condições» fixadas pelo presidente Nicolas Sarkozy a aos seus aliados da NATO para o polémico envio de tropas adicionais francesas para o Afeganistão.

Trata-se do compromisso «simultâneo» de outros países aliados de aumentar as respectivas forças no Afeganistão, do estabelecimento de um calendário para que o exército afegão assuma progressivamente o controlo do país, e do aumento da ajuda internacional ao desenvolvimento, disse Fillon à rádio France Inter.

O chefe do Governo conservador francês defendeu sobretudo que o exército afegão assuma a partir de meados de 2009 a região de Cabul, onde está estacionada a maior parte dos 1.600 soldados franceses da Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF).

O primeiro-ministro defenderá hoje no Parlamento francês, numa sessão sem voto, o plano de reforço da presença militar do país no Afeganistão, uma ideia que contará com a rejeição da oposição de esquerda, que expressou receio por «um novo Vietname».

As sondagens mostram que dois terços dos franceses também se opõem ao plano.

Questionado sobre as informações na imprensa britânica de que a França vai enviar mais mil soldados ao Afeganistão, Fillon disse que as autoridades francesas «nunca» indicaram este número.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, que anunciou a intenção de reforçar o contingente francês em discurso no Parlamento britânico durante a sua visita ao Reino Unido na semana passada, poderá precisar o número na cimeira da NATO que começa quarta-feira em Bucareste.

Segundo a imprensa, os militares franceses privilegiam o envio dos reforços para o leste, onde decorre a operação antiterrorista americana «Liberdade Duradoura», e não para o sul, onde ocorrem os combates mais intensos contra os insurrectos talibãs.

O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Bernard Kouchner, disse que o envio de tropas adicionais responde a «uma necessidade» dos aliados e, em particular, dos que estão em «regiões ameaçadas e que precisam de um esforço suplementar».

«Esses países pedem-nos para fazer um esforço suplementar. Alguns dos nossos aliados estão em regiões ameaçadas e precisam de reforço», explicou Kouchner na RTL.

O ministro lembrou que Sarkozy escreveu aos seus homólogos da NATO para lhes dizer que «as coisas não podem continuar como estão» e que é preciso fixar «perspectivas estratégicas, políticas».

«Trata-se de passar a responsabilidade para os afegãos e é o que vamos fazer», de modo a que não haja «qualquer projecto, seja civil ou militar, que não seja assumido por eles. É a única forma de deixarmos o mais rapidamente possível esta guerra», argumentou Kouchner.

Diário Digital / Lusa

 

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André

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« Responder #99 em: Abril 03, 2008, 07:55:44 pm »
Nova visão estratégica inclui mais militares

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A nova «visão estratégica» da NATO para o Afeganistão inclui um compromisso de preencher as lacunas na força de 47.000 elementos.
A agência noticiosa norte-americana Associated Press informou ter obtido uma cópia do roteiro da Aliança Atlântica, que indica que os líderes aliados «partilham um compromisso de longo prazo» relativamente ao Afeganistão.

O documento diz que os membros da NATO partilharão o fardo de fornecer mais militares para a força da Aliança e equipas de instrutores para formar o exército afegão.

É apontado o ano de 2010 para a criação de um exército afegão com 80.000 elementos.

A estratégia da NATO foi delineada na cimeira de dois dias da Aliança Atlântica em Bucareste, que começou hoje.

Portugal é um dos países que irá reforçar a sua participação nas missões internacionais no Afeganistão, com o envio de um avião C-130 e de quinze homens especializados em formação militar.

Entre os 26 países membros da Aliança, França, Alemanha, Bélgica, República Checa, Hungria, Polónia, Albânia e Eslováquia deverão também anunciar novas contribuições para o aumento desejado da presença militar da NATO naquele país.

Diário Digital / Lusa

 

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typhonman

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« Responder #100 em: Abril 03, 2008, 08:33:54 pm »
Mas que reforço???

Reforçar era manter os Comandos/Paraquedistas e enviar helicopeteros, ou C-130H e TACP, e blindados etc..
 

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Luso

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« Responder #101 em: Abril 03, 2008, 10:32:22 pm »
15 homens.
Lá se vai o deficit. :shock:
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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raphael

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« Responder #102 em: Abril 03, 2008, 11:58:02 pm »
Citação de: "Typhonman"
Mas que reforço???

Reforçar era manter os Comandos/Paraquedistas e enviar helicopeteros, ou C-130H e TACP, e blindados etc..


O C-130 ja vai, helicopteros... quais? TACP... ja la estao ha bastante tempo, tem havido rotacao das equipas, blindados... quais e para que?
Um abraço
Raphael
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typhonman

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« Responder #103 em: Abril 04, 2008, 02:05:44 am »
O que falta no Afeganistão são helicopeteros para transporte de forças de combate.
 

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Bravo Two Zero

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« Responder #104 em: Abril 04, 2008, 11:46:13 am »
Já temos dificultades em operar os Merlin, falta tripulações e sobressalentes.
Avancem com uma proposta de aquisição dos Pumas armazenados em Beja
"Há vários tipos de Estado,  o Estado comunista, o Estado Capitalista! E há o Estado a que chegámos!" - Salgueiro Maia