Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal

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"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 
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Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
« Responder #301 em: Abril 17, 2022, 06:59:19 pm »
Portugal e os portugueses fazem o seu dever, agasalhando os refugiados que entram no nosso território.
A maior parte conforma-se às nossas regras e estão sinceramente reconhecidos mas, infelizmente,  existe sempre uma pequena minoria que se acha no direito de usufruir e de exigir condições que os portugueses necessitados demoram uma eternidade a conseguir, quando ou se, conseguem...

Outros há, como aqueles dois ucranianos que ontem assaltaram uma ourivesaria e sequestraram uma funcionária ; foram detidos , que é feito deles ? Na minha opinião deveriam ser entregues ao regimento Azov para que exerçam os seus talentos lutando pelo seu país.

Cláudio Coimbra e Vadym Hrynko, são os nomes de outros que não só desprezam a terra e o povo que acolheu os seus pais, como mancharam o bom nome dos Fuzileiros assassinando covardemente um jovem agente da PSP. Esta categoria de refugiados ou de imigrantes não fazem cá falta nenhuma ; deveriam ser recambiados para a sua terra de origem assim que cumprissem a pena de prisão a que certamente (?) serão condenados. 

Os princípios que professamos proíbem-nos de fazer amalgamas, a fortiori porque, de uma forma geral, as comunidades estrangeiras representam uma verdadeira mais valia para Portugal, mas seja qual for a sua origem, Portugal deveria ter a mesma politica que os EUA no que diz respeito aos imigrantes ou refugiados  que se portam mal :  rua !!
Não devemos ser obrigados a tolerar os cidadãos de origem estrangeira que nos prejudicam, cada país que faça a gestão dos seus malandrins.
« Última modificação: Abril 17, 2022, 07:02:47 pm por legionario »
 
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nelson38899

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Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
« Responder #302 em: Abril 18, 2022, 11:56:32 am »
O Chega está a chegar

Citar
Ladrões ucranianos que assaltaram e sequestraram em ourivesaria de Aveiro vieram após a guerra

https://www.cm-tv.pt/atualidade/detalhe/20220418-0803-ladroes-ucranianos-que-assaltaram-e-sequestraram-em-ourivesaria-de-aveiro-vieram-apos-a-guerra?ref=Atualidade_DestaquesPrincipais
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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asalves

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Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
« Responder #303 em: Abril 18, 2022, 12:37:29 pm »
Atenção, há muita desinformação no que respeita aos refugiados, ou imigrantes, isto porque de um lado não convém contar tudo especialmente as partes mais desagradáveis e do outro convém diabolizar a situação.

Muitos (senão todos nos últimos anos) dos refugiados que vem através de mecanismos Europeus, vem com eles associados uma verba comunitária para cobrir todos os custos, muitas vezes fala-se que eles recebem 700 € sem fazerem nada e bla bla bla, e os de cá trabalham 8 h para receber o mesmo, a verdade é que esse dinheiro vem quase todo de fundos comunitários.
Depois convém também referir que nós Portugal precisamos de pessoas activas, a trabalhar e a descontar, isto para sustentar as reformas e o resto do Estado social, a imigração é uma das formas de equilibrar a balança.

Depois a integração que muitas vezes se houve falar, acaba por falhar, pois as instituições não estão preparadas e muitas delas só lhes convém receber o apoio que recebem por acolher os refugiados. Juntamente com a nossa política de realocação (que por um lado é bem intencionada, por outro tem resultados perversos) de mandar refugiados para zonas interiores do País faz com que eles tenham poucas hipóteses de encontrar trabalho e acabem por ficar na miséria ou mudar de zona ou até País. (Lembro-me da historia de um doutorado em Física, e que lhe mandaram para uma aldeia no interior norte de Portugal)

Outra situação que normalmente acontece é o tempo que leva a burocracia de legalização da documentação, o que faz com que enquanto eles não estão oficialmente legais não possam fazer nada, vi historias cá em Portugal (e noutros Países ainda é pior) de levarem meses até receberem a documentação e durante esse tempo não podiam fazer nada, nem trabalhar, nem tirar cursos, nada, basicamente tinham de ficar em casa, ora isto tem tudo para correr mal, basta haver uma ovelha negra no grupo para estragar tudo.

Do outro lado

Como alguém disse nem todos são honestos, e alguns dos que cá chegam já tiveram de passar por muito para sobreviver e vem com uma cultura diferente onde certas coisas são normais. E se chegam cá e não tem apoio/formação é normal dar confusão as vezes. (Conheci pessoal estrangeiro que me disseram que tinham má impressão dos Portugueses por causa dos tugas imigrantes lá)

Depois o nossos sistema tenta perdoar tudo pois são uns coitadinhos, e normalmente não há dinheiro para aplicar a justiça quando ela acontece (deportações).

Outra coisa que também um dos lado se esquece de referir é que cada Pais tem a sua capacidade de acolhimento, de pessoas com certo tipo de conhecimentos, é em casos limite é preciso racionar a capacidade de acolhimento, apesar de serem medidas altamente discriminatórias.

O problema é que os 2 lados (extrema esquerda e extrema direita) que falam nisto só costumam lembrar de metade dos problemas deixando a outra metade para o outro lado contra-argumentar.

PS: E nós em Portugal praticamente não temos problemas de imigrantes, sendo algo que em algumas zonas é mais visível mas em comparação com outros países (Itália, Grécia, França e aé UK) não é nada.
« Última modificação: Abril 18, 2022, 12:38:58 pm por asalves »
 

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Daniel

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legionario

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Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
« Responder #305 em: Abril 18, 2022, 05:18:50 pm »
Se houvesse uma verdadeira politica em favor da Família, teríamos certamente mais crianças...mas ter filhos é para uma boa parte dos casais uma responsabilidade que custa muito caro. Os salários são tão baixos que ambos os elementos do casal são obrigados a trabalhar o que inviabiliza à partida para muita gente, gerar filhos.

O Estado, (não é só em Portugal), tem uma politica ostensivamente contra a Família e contra os valores familiares ; esta politica é tão descarada que chega ao extremo de desvalorizar o conceito de Família, considerando como tal, a união de pessoas do mesmo sexo. Qualquer um que conteste esta politica é imediatamente carimbado de nomes feitos. Todos os homo que conheço, e são bastantes, acham uma palhaçada, essa de haver um casal oficialmente reconhecido e onde um dos cônjuges "macho"  se refere ao seu companheiro , igualmente "macho" como "o meu marido".

O Estado, por um lado desmotiva as famílias, por outro incentiva a substituição dos filhos (que não temos) pela importação de pessoas. Nesta ótica estatal, poderemos então afirmar que temos necessidade de importar gente para que trabalhem, cotizem e financiem as nossas reformas...este é o principal argumento de um sem numero de ONG, de partidos políticos e de governos, tanto de esquerda como de direita.

Um governo de esquerda tem frequentemente uma política que favorece a substituição da população ; em França por exemplo, o PS (enquanto durou), manteve-se no poder à custa dos votos dos filhos dos estrangeiros, claramente beneficiados pelos governos de esquerda, através da atribuição de diversos subsídios e de alojamentos sociais, e claro está, direito a voto...
Um governo de direita, continua a favorecer a entrada de imigrantes pois interessa aos grandes empresários ter à sua disposição uma mão-de-obra dócil e disposta a trabalhar por qualquer preço ; esta concorrência entre os trabalhadores nacionais, conscientes dos seus direitos e dispostos a lutar por eles e, por outro lado,  os trabalhadores estrangeiros dispostos a abdicar de parte dos seus direitos para ter um emprego, é claramente desleal.

Esta substituição da população, onde do lado nacional, não há filhos e em que os mais preparados e os mais reativos emigram... e do outro lado, uma massa enorme de gente que procura a Europa para se "safar" da miséria, é incentivada, tanto à esquerda como à direita.

Não é pois de estranhar que por toda a Europa surjam formações políticas que apresentem outras opções : a do favorecimento nacional e a proteção da Família.  Estas formações politicas, são rapidamente carimbadas de antissistema e de extremistas... o que não impede que milhões de eleitores, que tradicionalmente votavam em partidos tipo PCP, votem agora em partidos nacionalistas.

« Última modificação: Abril 18, 2022, 11:39:45 pm por legionario »
 
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Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
« Responder #306 em: Abril 18, 2022, 06:24:35 pm »
Eu neste momento não tenho filhos não é pk o estado considera como casal e para efeitos fiscais 2 pessoas do mesmo sexo.

Eu não tenho 5 filhos como os meus avós pois tenho mais informação e capacidade para prevenir de ter filhos, algo que há 40/50 anos atrás não era possível.

E como bem disse ter filhos acarreta um grande encargo financeiro e disponibilidade temporal, o que faz com que a maioria das pessoas/casais opte por ter apenas 1.

Contudo isto não é um problema apenas nosso quase todos os paises desenvolvidos tem a população envelhecida.

Parte da solução seria ter mais crescimento económico e com isso suportar uma melhor qualidade de vida das famílias para que tivessem maior disponibilidade para ter mais filhos.

Contudo os emigrantes continuam a ser a solução mais rápida, principalmente aqueles que chegam cá como adultos e passados uns anos voltam ao Pais de origem, pois são os que mais contribuem com impostos e os que menos pressão metem no sistema social.
 

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Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
« Responder #307 em: Abril 18, 2022, 08:45:59 pm »
Eu neste momento não tenho filhos não é pk o estado considera como casal e para efeitos fiscais 2 pessoas do mesmo sexo.

Eu não tenho 5 filhos como os meus avós pois tenho mais informação e capacidade para prevenir de ter filhos, algo que há 40/50 anos atrás não era possível.

E como bem disse ter filhos acarreta um grande encargo financeiro e disponibilidade temporal, o que faz com que a maioria das pessoas/casais opte por ter apenas 1.

Contudo isto não é um problema apenas nosso quase todos os paises desenvolvidos tem a população envelhecida.

Parte da solução seria ter mais crescimento económico e com isso suportar uma melhor qualidade de vida das famílias para que tivessem maior disponibilidade para ter mais filhos.

Contudo os emigrantes continuam a ser a solução mais rápida, principalmente aqueles que chegam cá como adultos e passados uns anos voltam ao Pais de origem, pois são os que mais contribuem com impostos e os que menos pressão metem no sistema social.

Caro Alves, o amigo tal como eu, tal como qualquer pessoa que dedique algum tempo da sua vida à reflexão, sabe que o crescimento ad aeternum, não é possível ; chegamos a uma altura do campeonato onde sabemos que, os recursos disponíveis vs população mundial , têm que ter um novo tipo de gestão ; não me pergunte como, eu não conheço a solução.

O imigrante que vem para Portugal, fica aqui uns anos, paga para os nossos sistemas de proteção social e depois regressa ao seu país, é um imigrante altamente rentável, concordo consigo .

A Família é a base de uma sociedade, a desvalorização da sua importância é patente não só  no exemplo que citei.
 
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Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
« Responder #308 em: Abril 19, 2022, 12:54:32 am »
Eu neste momento não tenho filhos não é pk o estado considera como casal e para efeitos fiscais 2 pessoas do mesmo sexo.

Eu não tenho 5 filhos como os meus avós pois tenho mais informação e capacidade para prevenir de ter filhos, algo que há 40/50 anos atrás não era possível.

E como bem disse ter filhos acarreta um grande encargo financeiro e disponibilidade temporal, o que faz com que a maioria das pessoas/casais opte por ter apenas 1.

Contudo isto não é um problema apenas nosso quase todos os paises desenvolvidos tem a população envelhecida.

Parte da solução seria ter mais crescimento económico e com isso suportar uma melhor qualidade de vida das famílias para que tivessem maior disponibilidade para ter mais filhos.

Contudo os emigrantes continuam a ser a solução mais rápida, principalmente aqueles que chegam cá como adultos e passados uns anos voltam ao Pais de origem, pois são os que mais contribuem com impostos e os que menos pressão metem no sistema social.

Caro Alves, o amigo tal como eu, tal como qualquer pessoa que dedique algum tempo da sua vida à reflexão, sabe que o crescimento ad aeternum, não é possível ; chegamos a uma altura do campeonato onde sabemos que, os recursos disponíveis vs população mundial , têm que ter um novo tipo de gestão ; não me pergunte como, eu não conheço a solução.

O imigrante que vem para Portugal, fica aqui uns anos, paga para os nossos sistemas de proteção social e depois regressa ao seu país, é um imigrante altamente rentável, concordo consigo .

A Família é a base de uma sociedade, a desvalorização da sua importância é patente não só  no exemplo que citei.

Concordo consigo em tudo (especialmente que sera insuportável sustentar um crescimento infinito da população, contudo reconhecer isso tb estamos a reconhecer que no nosso estado social nascido no pós guerra é inviável), contudo o meu conceito (e eu tenho ainda muitos preconceitos) de familia pelo que percebi é mais vasto que o seu.

Mas entendo até certo nível quem tenha um conceito mais conservador, felizmente acho que cada vez mais as novas gerações vem com menos dogmas e menos preconceitos.
 
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Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
« Responder #309 em: Abril 19, 2022, 02:15:54 am »
Eu neste momento não tenho filhos não é pk o estado considera como casal e para efeitos fiscais 2 pessoas do mesmo sexo.

Eu não tenho 5 filhos como os meus avós pois tenho mais informação e capacidade para prevenir de ter filhos, algo que há 40/50 anos atrás não era possível.

E como bem disse ter filhos acarreta um grande encargo financeiro e disponibilidade temporal, o que faz com que a maioria das pessoas/casais opte por ter apenas 1.

Contudo isto não é um problema apenas nosso quase todos os paises desenvolvidos tem a população envelhecida.

Parte da solução seria ter mais crescimento económico e com isso suportar uma melhor qualidade de vida das famílias para que tivessem maior disponibilidade para ter mais filhos.

Contudo os emigrantes continuam a ser a solução mais rápida, principalmente aqueles que chegam cá como adultos e passados uns anos voltam ao Pais de origem, pois são os que mais contribuem com impostos e os que menos pressão metem no sistema social.

Caro Alves, o amigo tal como eu, tal como qualquer pessoa que dedique algum tempo da sua vida à reflexão, sabe que o crescimento ad aeternum, não é possível ; chegamos a uma altura do campeonato onde sabemos que, os recursos disponíveis vs população mundial , têm que ter um novo tipo de gestão ; não me pergunte como, eu não conheço a solução.

O imigrante que vem para Portugal, fica aqui uns anos, paga para os nossos sistemas de proteção social e depois regressa ao seu país, é um imigrante altamente rentável, concordo consigo .

A Família é a base de uma sociedade, a desvalorização da sua importância é patente não só  no exemplo que citei.

Concordo consigo em tudo (especialmente que sera insuportável sustentar um crescimento infinito da população, contudo reconhecer isso tb estamos a reconhecer que no nosso estado social nascido no pós guerra é inviável), contudo o meu conceito (e eu tenho ainda muitos preconceitos) de familia pelo que percebi é mais vasto que o seu.

Mas entendo até certo nível quem tenha um conceito mais conservador, felizmente acho que cada vez mais as novas gerações vem com menos dogmas e menos preconceitos.

Não sei se podemos classificar a minha visão da Família, como conservadora. A definição de Família (biológica) é quase matemática : pai, mãe, filhos, irmãos, tios, etc.  ...   podemos também empregar a expressão  "Família" num sentido alargado.  Aceito perfeitamente que um grupo de amigos se considere uma família, é o que acontece nos meios militares,  a "grande família"  dos paras ou dos fuzileiros... 
Não me incomoda nada que duas pessoas do mesmo sexo sejam felizes juntas e que se considerem uma família, mas na realidade, não se trata de uma família biológica mas sim de uma família ideológica, afetiva.
Na minha experiencia pessoal : considerei como sendo do meu sangue, o meu melhor amigo, com quem trabalhei e convivi durante anos (até ele deixar este mundo em 2020)
 
Não estamos no entanto a falar de ligações afetivas com ou sem papel assinado ... mas de filhos ou da falta deles, o que leva à necessidade de importar gente para trabalhar, contribuir para a Seg Social e pagar as nossas reformas... daí eu achar que o Estado deve aliviar a carga fiscal sobre as famílias e dar incentivos à natalidade. A alternativa é importar gente de fora.

Já não vivemos na época em que os avós tomavam conta dos netos e os filhos tomavam conta dos pais, apesar que, felizmente, ainda acontece em muitos casos.  P.S. eu quando estou em Portugal vivo com a minha mãe mas ela é que toma conta de mim  :D

No mundo moderno, as crianças vão para o infantário e os velhos para um Lar ; é um mundo cruel.  No mundo ideal, o Estado deveria criar condições para que os filhos pudessem ser criados com o amor e a presença da mãe (ou do pai)  e  para que os mais velhos ficassem em casa amparados pelos filhos. Se o Estado pretende subsidiar os infantários para todos, não poderia haver a opção de atribuir um subsidio à mãe para que ela fique junto dos filhos ?  Se o Estado subsidia os Lares de idosos, não poderia haver uma opção para que pudesse ser um dos familiares a receber esse subsidio para cuidar do ancião ?

No imediato, acho que um subsidio à natalidade e o alivio da carga fiscal dos pais poderia fazer mudar a curva da natalidade.
Num outro angulo, para evitar a hemorragia da emigração dos milhares de jovens diplomados que saem do país à procura de melhores salários, já era tempo que Portugal tivesse um Governo capaz de criar  as condições para que não sentíssemos a necessidade de tentar a nossa sorte lá fora no estrangeiro.
« Última modificação: Abril 19, 2022, 02:22:05 am por legionario »
 
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Daniel

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Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
« Responder #310 em: Abril 21, 2022, 04:53:23 pm »
Depois do Reino Unido, Dinamarca também quer enviar refugiados para o Ruanda
https://eco.sapo.pt/2022/04/21/depois-do-reino-unido-dinamarca-quer-enviar-refugiados-para-o-ruanda/
Citar
A Dinamarca está em negociações com o governo do Ruanda sobre um eventual acordo para reenviar migrantes e requerentes de asilo de várias nacionalidades para o país da África Oriental.
 

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Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
« Responder #311 em: Maio 03, 2022, 08:24:39 pm »

É oficial. Somos a anedota da Europa.
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Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
« Responder #312 em: Maio 20, 2022, 05:44:50 pm »
Controverso acordo envia migrantes e requerentes de asilo do Reino Unido para o Ruanda