Coronavirus

  • 2702 Respostas
  • 122239 Visualizações
*

Daniel

  • Investigador
  • *****
  • 2243
  • Recebeu: 234 vez(es)
  • Enviou: 51 vez(es)
  • +289/-4099
Re: Coronavirus
« Responder #2580 em: Julho 16, 2021, 04:41:09 pm »

Com que caralh... não há nenhum maluco que seja capaz de dar par de bofetadas ao Costa, é que ele anda a precisar, é um FDP de um arrogante.
 

*

Daniel

  • Investigador
  • *****
  • 2243
  • Recebeu: 234 vez(es)
  • Enviou: 51 vez(es)
  • +289/-4099
Re: Coronavirus
« Responder #2581 em: Julho 16, 2021, 08:33:24 pm »
Cientistas descobrem anticorpo poderoso que combate o Sars-CoV-2 e variantes
https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/cientistas-descobrem-anticorpo-poderoso-que-combate-o-sars-cov-2-e-variantes?ref=HP_PrimeirosDestaques
Citar
S2H97 foi capaz de evitar o desenvolvimento do vírus em amostras de células.

Foi identificado um anticorpo poderoso no combate ao vírus Sars-CoV-2 - que causa a doença Covid-19 - e a outros tipos de coronavírus. A pesquisa foi realizada por um grupo de investigadores da Fred Hutchinson Cancer Research Center, nos Estados Unidos, e publicada na revista Nature, esta quinta-feira.

Os cientistas recolheram milhares de amostras de mutações e descobriram que muitas se desenvolvem em dezenas de doenças associadas ao vírus Sars-CoV-2.

Foram analisados 12 anticorpos isolados de pessoas que tinham sido infetadas com a Covid-19 e um deles mostrou-se suficientemente potente para evitar que diferentes variantes do Coronavírus se desenvolvessem nas células.

O S2H97 foi o anticorpo que se destacou. A sua capacidade de se conectar e neutralizar todos os tipos de vírus relacionados à Covid testados pelos cientistas resultou na prevenção de uma série de variantes se espalharem por células criadas em laboratório.

O co-autor da investigação, Tyler Starr, disse que o S2H97 é o melhor anticorpo que já descobriram.
 

*

P44

  • Investigador
  • *****
  • 12405
  • Recebeu: 2246 vez(es)
  • Enviou: 2906 vez(es)
  • +1788/-3821
Re: Coronavirus
« Responder #2582 em: Julho 16, 2021, 08:34:55 pm »
11h14 - Morreram 8.116 pessoas no país em junho, 76 com Covid-19. O Instituto Nacional de Estatística (INE) apresentou esta sexta-feira os dados mensais estatísticos do país. No mês de junho, o número de óbitos foi 8.116, um valor inferior ao registado em maio (-493). O número de óbitos por Covid-19 foi 76, representando 0,9% do total de óbitos ocorridos em junho, realçou ainda o INE.

https://www.noticiasaominuto.com/pais/1796752/em-junho-morreram-8-116-pessoas-no-pais-76-com-covid-19

Andamos a fechar o país todo por causa disto. Palhaçada sem limites!

Onde anda o Cabeçinha de Martelo? Desapareceu em combate?
P44 isto só vai parar quando toda a população estiver vacinada e rastreada, depois disso o vírus morreu. ::)

O cabeça deve estar de férias, ele só usa a net do trabalho  :mrgreen:

Quanto ao número de vacinas administradas, seguindo a lógica governamental, quantas mais forem, maiores serão as restrições, e sendo assim prevejo um confinamento geral permanente quando a taxa de vacinação rondar os 95%!
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

*

Daniel

  • Investigador
  • *****
  • 2243
  • Recebeu: 234 vez(es)
  • Enviou: 51 vez(es)
  • +289/-4099
Re: Coronavirus
« Responder #2583 em: Julho 16, 2021, 09:43:25 pm »
Médicos e farmacêuticos manifestam-se em carta aberta contra medidas de confinamento
https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/medicos-e-farmaceuticos-manifestam-se-em-carta-aberta-contra-medidas-de-confinamento?ref=Sociedade_DestaquesPrincipais
Citar
Médicos e farmacêuticos manifestaram-se numa carta aberta, esta quarta-feira divulgada, contra a tomada de "medidas extraordinárias de confinamento" para combater a pandemia, alertando que produzem efeitos "mais gravosos" para a sociedade do que a covid-19.
Na carta, divulgada por alguns órgãos de comunicação, os 20 signatários fazem um retrato da atual situação no país afirmando que nos últimos 14 dias (até 08 de julho), a taxa de mortalidade da covid-19 foi de 0,03 por 100 mil habitantes, contra uma taxa de mortalidade por outras doenças e causas de morte de 2,7 por 100.000.
"A média de doentes internados por covid-19 foi de 528,7, num total de cerca 21 mil camas do SNS, em que 17.700 foram dedicadas à covid-19", sublinham os signatários, entre os quais estão a bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, Ana Paula Martins, o patologista Germano de Sousa, o médico de saúde pública Jorge Torgal.
 

*

P44

  • Investigador
  • *****
  • 12405
  • Recebeu: 2246 vez(es)
  • Enviou: 2906 vez(es)
  • +1788/-3821
Re: Coronavirus
« Responder #2584 em: Julho 18, 2021, 08:31:18 am »


GP de fórmula 1 em Silverstone
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

*

Daniel

  • Investigador
  • *****
  • 2243
  • Recebeu: 234 vez(es)
  • Enviou: 51 vez(es)
  • +289/-4099
Re: Coronavirus
« Responder #2585 em: Julho 18, 2021, 07:08:36 pm »
Centenas sem máscara em protesto em Lisboa e no Porto contra certificado digital Covid-19
https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/centenas-sem-mascara-em-protesto-em-lisboa-e-no-porto-contra-certificado-digital-covid-19?Ref=DET_Recomendadas_pb

Citar
Algumas centenas de pessoas, quase todas sem máscara, manifestaram-se hoje no Porto contra o certificado digital covid-19 e outras medidas antipandémicas impostas pelo Governo, recusando balizas à liberdade de movimentos.
Mobilizados sobretudo nas redes sociais pelo movimento "Acorda Portugal", os manifestantes concentraram-se durante a tarde, na praça de Leões, junto à Reitoria universitária, descendo até à praça Almeida Garrett, frente à Câmara Municipal, num percurso de cerca de um quilómetro.

"Saímos à rua para defender a nossa liberdade, e contestar a medida do certificado digital Covid-19 assim como as medidas que constantemente têm vindo a atropelar a nossa Constituição", proclamou o movimento na convocatória dos protestos.

O "Acorda Portugal" diz-se um grupo de cidadãos "sem qualquer ligação a partidos políticos" e reclama ter juntado, em apenas dois dias, 10 mil pessoas num grupo de redes sociais".

Ainda bem que tem sempre alguns portugueses, que não se deixam adormecer.
 

*

P44

  • Investigador
  • *****
  • 12405
  • Recebeu: 2246 vez(es)
  • Enviou: 2906 vez(es)
  • +1788/-3821
Re: Coronavirus
« Responder #2586 em: Julho 19, 2021, 12:23:56 pm »
https://www.israelnationalnews.com/News/News.aspx/310003

CDC study: More than 99% of COVID victims had preexisting conditions
Fear and anxiety can be deadly when it comes to COVID, new study finds, showing top risk factors for dying of the coronavirus.
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

*

Daniel

  • Investigador
  • *****
  • 2243
  • Recebeu: 234 vez(es)
  • Enviou: 51 vez(es)
  • +289/-4099
Re: Coronavirus
« Responder #2587 em: Julho 19, 2021, 03:28:06 pm »
Loucura na noite inglesa: Discotecas encheram como se 2019 tivesse voltado. Veja as imagens
https://multinews.sapo.pt/atualidade/loucura-na-noite-inglesa-discotecas-encheram-como-se-2019-tivesse-voltado-veja-as-imagens/

Citar
Depois de 16 meses encerradas, as discotecas inglesas abriram e celebraram o ‘Dia da Liberdade’, ou seja, o dia em que praticamente todas as restrições da pandemia caíram no país.

Os relatos nas redes sociais dão conta de uma noite semelhante à de uma passagem de ano, com longas filas à porta das discotecas e pistas de danças cheias de pessoas sem máscara.

Discotecas como Fabric, E1, Ministry of Sound e Egg, em Londres, Pryzm em Brighton, Powerhouse Night Club, em Newcastle, ou Moon Acre, em Dorset, reabriram as portas à meia-noite desta segunda-feira, momento que marcou o fim da maioria das restrições legais caiu no país.

Quem passou a madrugada nas cidades inglesas, parecia indiferente ao facto de o Reino Unido ser um dos países mais afetados da Europa pela covid-19, onde os contágios têm subido nas últimas semanas, ultrapassando os 54 mil casos no sábado.

 

*

P44

  • Investigador
  • *****
  • 12405
  • Recebeu: 2246 vez(es)
  • Enviou: 2906 vez(es)
  • +1788/-3821
Re: Coronavirus
« Responder #2588 em: Julho 20, 2021, 06:53:10 am »
Carrega Boris!
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

*

Viajante

  • Investigador
  • *****
  • 2514
  • Recebeu: 1241 vez(es)
  • Enviou: 579 vez(es)
  • +2121/-746
Re: Coronavirus
« Responder #2589 em: Julho 24, 2021, 01:46:41 pm »
Portugal já deu quase 200 mil vacinas contra a covid-19 aos PALOP e Timor-Leste

Portugal já entregou aos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e para Timor-Leste quase 200 mil vacinas contra a Covid-19, para além de material farmacêutico, ao abrigo do Plano de Ação contra a pandemia.



“Até 20 de julho de 2021, disponibilizámos um total de 196.000 doses de vacinas contra a Covid-19 aos PALOP e a Timor-Leste”, confirmou o gabinete do secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação à Lusa.

As 196 mil doses, que concluem a primeira fase do Plano de Ação, já foram entregues aos países, tendo 50 mil ido para Angola, 48 mil para Cabo Verde, 24 mil para Guiné-Bissau e 50 mil para Moçambique, numa lista onde aparecem ainda São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, com 12 mil vacinas cada, para além da intervenção feita através do mecanismo europeu de partilha de vacinas e da Covax.

“Todos os lotes de vacinas enviadas para os PALOP e Timor-Leste foram acompanhados do material necessário para viabilizar a sua administração, incluindo, nomeadamente, seringas e agulhas”, acrescentou o Ministério dos Negócios Estrangeiros na resposta enviada à Lusa.

Questionado sobre a razão de a Guiné Equatorial ser o único país africano lusófono que não recebeu vacinas de Portugal, o gabinete de Francisco André assegurou que “a Guiné Equatorial, enquanto PALOP, está a ser abrangida pelo Plano de Ação” e lembrou que “em março passado, na sequência da explosão de um quartel militar na cidade de Bata, que afetou o material e combate ao Covid 19 que estava disponível nessa cidade, e em resposta a um apelo de apoio das autoridades equato-guineenses, Portugal respondeu positivamente a esse apelo”.

Para além disso, acrescentou, “também no âmbito da formação em diversas áreas médicas relacionadas com o tratamento de doentes Covid, os diversos módulos disponibilizados online estão disponíveis também para profissionais de saúde da Guiné Equatorial”.

Para além deste apoio, acrescenta-se na parte da resposta sobre este país, “no âmbito da segunda fase do Plano de Ação, focado na vacinação, a Guiné Equatorial poderá receber também vacinas doadas por Portugal, se enfrentar problemas de fornecimento que não possa resolver por si própria”.

Em junho de 2020 foi elaborado o Plano de Ação na resposta sanitária à pandemia Covid-19, entre Portugal e os PALOP e Timor-Leste, que assentou em dois eixos: disponibilização de recursos, em que foram já investidos mais de 5 milhões de euros; e de formação, onde ficaram inscritas 96 ações de formação, de acordo com o gabinete de Francisco André.

O apoio de Portugal a estes países lusófonos assenta em três vertentes, que são o “apoio multilateral via Covax; apoio bilateral direto; e apoio via Mecanismo Europeu de Partilha de vacinas, com a consignação de pelo menos 5% dos lotes de vacinas comprados por Portugal destinadas aos PALOP e Timor-Leste”, apontou o Governo.

O primeiro-ministro português, António Costa, anunciou, em Luanda, que Portugal vai triplicar a oferta de vacinas aos PALOP e Timor-Leste, passando para de um para três milhões de doses, no combate à covid-19.

Na conferência de imprensa final após o encerramento da XIII Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), dia 17 de julho, António Costa recordou que Portugal se tinha comprometido a oferecer 5% do total de vacinas, mas as contas mais recentes permitem disponibilizar quatro vezes mais.

No caso dos PALOP e Timor-Leste, o Governo português vai “triplicar e passar de um milhão para três milhões o número de vacinas a distribuir”, referiu Costa.

“De acordo com aquilo que é o cálculo que nós temos de vacinas que vamos poder disponibilizar” será possível doar “um total de quatro milhões de vacinas”, explicou.

“Por isso, temos mais um milhão que afetaremos a outros programas, designadamente poderemos alargar ao Brasil, aos países da América Latina ou poderemos simplesmente integrar o mecanismo Covax, sem nenhum destinatário específico”, disse então o primeiro-ministro.

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/portugal-ja-deu-quase-200-mil-vacinas-contra-a-covid-19-aos-palop-e-timor-leste
 

*

P44

  • Investigador
  • *****
  • 12405
  • Recebeu: 2246 vez(es)
  • Enviou: 2906 vez(es)
  • +1788/-3821
Re: Coronavirus
« Responder #2590 em: Julho 25, 2021, 10:15:44 am »
Alberto Gonçalves
A seguir
Colunista do Observador
Viva o “distanciamento social”! /premium
Prometo comportar-me como a maioria dos cidadãos nas partes civilizadas do mundo onde a vacinação vai adiantada e serve para levarmos uma vida normal e não o simulacro de vida que o governo quer impor

24 jul 2021, 00:12
160
 
Passaram nesta sexta-feira 14 dias após a segunda dose da vacina da Pfizer, que tomei porque quis e não porque, com bons ou maus modos, me mandaram tomar. Segundo os estudos disponíveis, nos quais por enquanto acredito, estou entre 64% e 96% protegido contra a infecção, mais protegido ainda contra a possibilidade de infectar alguém, e praticamente imune a qualquer versão grave da doença. Se adicionar o critério da idade, isto significa que para mim a Covid acabou, e que o risco existente, já antes baixo, é hoje tão ínfimo que seria patético preocupar-me com o assunto.

Na verdade, tirando os 15 dias iniciais, em que até encomendei um oxímetro, nunca me preocupei muito, se é que me preocupei de todo. Jamais usei máscara na rua ou em restaurantes. Deixei de despejar aquela gosma nas mãos quando, para aí há um ano, se descobriu que a propagação do vírus através das superfícies é assaz nula. E em momento nenhum moderei o convívio com familiares e amigos, todos felizmente saudáveis quanto à Covid e principalmente quanto à doideira que o medo da Covid suscita. Se, à imagem do que sucedeu a muitos, alguém próximo tivesse enlouquecido com o pânico espalhado pelos noticiários, é óbvio que não lhe imporia a minha presença – e de certeza que essa alminha não voltaria a impor-me a dela (lido mal com chalupas).

Daqui em diante, prometo comportar-me como se comporta a maioria dos cidadãos nas partes civilizadas do mundo, onde a vacinação vai adiantada e serve para levarmos uma vida normal e não o simulacro de vida que um governo anti-democrático deseja que levemos. Não espero voltar a tapar a cara da grotesca maneira que, de 2019 para trás, era exclusiva de assaltantes, fanáticos religiosos ou turistas asiáticos. Se, no interior de um estabelecimento, tentarem converter-me ao farrapo nas fuças, agradeço a cortesia e venho embora. Também não tenciono começar agora a cumprir, ou sequer conhecer, as “regras” de horários e circulação, que não respeitei na medida em que as “autoridades” em questão não são susceptíveis da mínima respeitabilidade. Seria tão absurdo acatar o folclore legislativo e ilegal destes governantes quanto pagar multas por excesso de velocidade num país em que um carro a 200 km/h mata um desgraçado e o ministro não sai do carro, não sai do governo e não entra na cadeia.

Por fim, não pedi e, salvo talvez para utilização em aeroportos, não pedirei o famoso “certificado digital”. Era o que faltava ter de fazer prova do meu estado de saúde a funcionários da restauração, da hotelaria e do que calhar. De facto, os tempos mudaram. Há quase 40 anos, face a idêntico nevoeiro sobre as fontes de contágio, os receios “sociais” perante a SIDA não eram menores do que os receios sanitários: metade dos esforços consistiam em garantir que ninguém seria discriminado. Em 2021, o empenho na discriminação é assumido e anunciado. Em ditaduras ou lugares a caminho de o serem, é celebrado. Embora eu não veja televisão, juraram-me que há criaturas em “debates” a propor a interdição de espaços públicos a quem não apresentar o repulsivo “certificado” – e não são imediatamente detidas por incitação ao ódio ou loucura perigosa. Não por acaso, são os mesmos tarados que, à revelia da ciência e em nome do que chamam “ciência”, acham as vacinas insuficientes para o “alívio” das restrições. Inchados de fé, os inquisidores não se atormentam com a realidade e o bom senso.

É por causa de gente assim – e por causa de gente assim abundar por aí – que o fim da Covid, doravante uma doença endémica no meio de inúmeras outras, não significa o fim do horror que a histeria da Covid revelou. Não falo das benesses proporcionadas ao poder, leia-se o aproveitamento do PS para implantar uma proto-ditadura enquanto os anjinhos se distraíam com uma pandemia sem precedentes desde a anterior. Falo dos meus compatriotas. Não sou um fervoroso crente na bondade humana, e por definição na bondade dos portugueses. Porém, nem eu suspeitava de tamanha quantidade de gente indigna, e de tamanha concentração de indignidade. A Covid não se limitou a trazer à superfície a prodigiosa ignorância que por aí vai, uma primitiva incapacidade de interpretar dados simples, de estabelecer relações de causa e consequência, de permitir que a dúvida perturbe a cegueira das convicções. A Covid também mostrou que uma assustadora percentagem dos sujeitos com que nos cruzamos na rua acumulam as piores características disponíveis à espécie.

Bem para lá da Covid, custará partilhar a existência com multidões de delatores, ressabiados, prepotentes, retardados, invejosos, servis, lorpas, fascistas, socialistas e o camandro. No entanto, é disto que o país está cheio. É isto que elege os adversários da liberdade que temos por políticos. É com isto que somos forçados a lidar nas minúcias diárias. Pensando melhor, sou capaz de adoptar indefinidamente uma das “recomendações” da DGS. O “distanciamento social” é uma expressão horrenda, mas uma prática saudável em sítios infectos.
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

*

Daniel

  • Investigador
  • *****
  • 2243
  • Recebeu: 234 vez(es)
  • Enviou: 51 vez(es)
  • +289/-4099
Re: Coronavirus
« Responder #2591 em: Julho 27, 2021, 06:01:26 pm »
Grã-Bretanha está prestes a livrar-se da Covid-19, mas tem de ter cautela, alerta especialista
https://multinews.sapo.pt/atualidade/gra-bretanha-esta-prestes-a-livrar-se-da-covid-19-mas-tem-de-ter-cautela-alerta-especialista/
Citar
O epidemiologista, Neil Ferguson, disse, esta terça-feira, que a Grã-Bretanha está prestes a livrar-se da Covid-19, mas tem de ter cautela, avança a Reuters.

De acordo com o especialista do Imperial College, o impacto drástico das vacinas fez reduzir o risco de doenças graves e de morte.

Ainda assim, Ferguson alertou, no entanto, que, embora o número de casos diários tenha vindo a perder fulgor, a pandemia ainda não terminou.

“Nós não estamos totalmente fora de perigo, mas fundamentalmente a equação mudou. O efeito das vacinas foi gigante e ajudou a reduzir o risco de hospitalização e morte”, disse o especialista à ‘BBC’.

O epidemiologista frisou ainda que até final de setembro e outubro provavelmente a situação estará melhor: “Estou confiante que até final de setembro e outubro provavelmente deixaremos para trás grande parte desta pandemia”.

A Grã-Bretanha tem um dos maiores números de mortes no mundo devido à Covid-19 – 129.460. O pico de casos baixou de 54.674 a 17 de julho para 24.950 na passada segunda-feira.

As medidas tomadas pelo primeiro-ministro, Boris Johnson, para sair da quarentena e permitir retomar a vida pré-pandémica no Reino Unido entraram em marcha dia 19 de julho. A decisão foi, contudo, bastante questionada pelos especialistas, e se não correr bem poderá ter efeitos catastróficos para os britânicos.

Então mas não criticaram o Boris por acabar com as restrições, lol  8)
 

*

P44

  • Investigador
  • *****
  • 12405
  • Recebeu: 2246 vez(es)
  • Enviou: 2906 vez(es)
  • +1788/-3821
Re: Coronavirus
« Responder #2592 em: Julho 28, 2021, 07:10:12 am »
1950


2021
« Última modificação: Julho 28, 2021, 07:11:04 am por P44 »
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

*

Daniel

  • Investigador
  • *****
  • 2243
  • Recebeu: 234 vez(es)
  • Enviou: 51 vez(es)
  • +289/-4099
Re: Coronavirus
« Responder #2593 em: Julho 28, 2021, 12:47:54 pm »
Covid-19 vai “circular durante décadas e provavelmente séculos”, aponta especialista
https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-vai-circular-durante-decadas-e-provavelmente-seculos-aponta-especialista/
Citar
O vírus da Covid-19 fará parte da nossa vida durante décadas e possivelmente séculos, de acordo com um especialista em saúde britânico, citado pela ‘Sky News’.

Paul Hunter, professor de proteção à saúde e medicina da Universidade de East Anglia, considera que é improvável que seja possível controlar a propagação do vírus a longo prazo.

“O problema é que muitas pessoas ainda acreditam que podemos chegar a um ponto em que não há risco de contrair o vírus, onde podemos ter Covid zero”, afirmou sublinhando que tal não lhe parece possível.

Segundo o responsável, “se olharmos para os outros coronavírus, dos quais existem quatro principais em circulação em humanos, são vírus que nos infetam repetidamente ao longo das nossas vidas – provavelmente a cada dois, três, quatro, cinco, seis anos – então em algum ponto vamos ter de parar de tentar controlar a propagação do vírus”, adiantou.

“Se quisermos manter-nos nesse equilíbrio epidémico – onde vivemos em equilíbrio com o vírus – só temos que dizer: ‘ok, fizemos o máximo que pudemos, fizemos o que tínhamos de fazer para proteger a saúde das pessoas’, agora é aceitar que este vírus continuará a circular durante décadas e provavelmente séculos”, disse.

Até ao momento a Covid-19 já infetou cerca de 195 milhões de pessoas em todo o mundo, causando ainda 4,1 milhões de vítimas mortais, de acordo com os dados oficiais da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, desta quarta-feira.

Estados Unidos (EUA), Índia e Brasil são os países mais afetados pela pandemia viral. O primeiro lugar continua a pertencer aos norte-americanos nos dois indicadores. Os restantes situam-se por esta ordem em número de infeções.

Até que ponto podemos, ou devemos acreditar nesta gente, especialistas, políticos etc.  :snipersmile:
 

*

HSMW

  • Moderador Global
  • *****
  • 10844
  • Recebeu: 1721 vez(es)
  • Enviou: 4696 vez(es)
  • +278/-136
    • http://youtube.com/HSMW
Re: Coronavirus
« Responder #2594 em: Julho 28, 2021, 01:56:28 pm »
Todas as doenças infeciosas circularam e contagiaram durante séculos até serem erradicadas ou contidas pela vacinação.

É mais uma.
« Última modificação: Julho 28, 2021, 01:56:49 pm por HSMW »
https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."