A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #2400 em: Dezembro 07, 2021, 03:29:25 pm »
Por acaso eram "barcos".
Catálogos de belh@ras, FREEMs, BPCs...
Cps,

Devem ter vindo aproveitar o bom tempo, o vinho, a tranquilidade... ::)


Pergunta de nabo, pois sou apenas um cromo aeronáutico como é sobejamente conhecido: sem nos reportarmos directamente à futura classe Constellation, e somente falando a nível de armamento, a FREMM pode ser "americanizada" por assim dizer?

Poder pode, o Qatar meteu ESSM Block II, nas corvetas Gowind.
Cps,

Esses nem sabem o que é uma adega, que percebem eles de navios.
Nós metemos visgas e protecção balistica de topo nas fisgas que até mete medo
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #2401 em: Dezembro 08, 2021, 09:59:54 am »
Por acaso eram "barcos".
Catálogos de belh@ras, FREEMs, BPCs...
Cps,

Devem ter vindo aproveitar o bom tempo, o vinho, a tranquilidade... ::)


Pergunta de nabo, pois sou apenas um cromo aeronáutico como é sobejamente conhecido: sem nos reportarmos directamente à futura classe Constellation, e somente falando a nível de armamento, a FREMM pode ser "americanizada" por assim dizer?

As FDI gregas não vão ser “americanizadas”. Diz que fica caro. No caso dos gregos, foi uma aquisição puramente política — tipo ká-cê, mas com custos de outra galáxia.
« Última modificação: Dezembro 08, 2021, 10:00:50 am por NVF »
Talent de ne rien faire
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #2402 em: Dezembro 08, 2021, 12:18:14 pm »
Os crossovers são interessantes, no entanto quando a guerra estalar com mísseis hipersónicos, quero ver como respondem a esta saturação "hipersónica".
Cps,
 
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #2403 em: Dezembro 08, 2021, 12:46:25 pm »
Os crossovers são interessantes, no entanto quando a guerra estalar com mísseis hipersónicos, quero ver como respondem a esta saturação "hipersónica".
Cps,

Os nossos navios, estão protegidos por nossa Senhora de Fátima.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #2404 em: Dezembro 11, 2021, 11:02:39 pm »
Citar
O embaixador de Portugal em Angola considerou esta terça-feira que a presença do navio hidro-oceanográfico da Marinha Portuguesa “D. Carlos I” constitui “um bom exemplo da diplomacia naval” e que ambos os países “continuam ligados e cooperantes pelo mar”.
https://observador.pt/2021/12/07/navio-portugues-em-angola-constitui-um-bom-exemplo-da-diplomacia-naval/
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #2405 em: Dezembro 13, 2021, 02:00:46 pm »
Citar
O embaixador de Portugal em Angola considerou esta terça-feira que a presença do navio hidro-oceanográfico da Marinha Portuguesa “D. Carlos I” constitui “um bom exemplo da diplomacia naval” e que ambos os países “continuam ligados e cooperantes pelo mar”.
https://observador.pt/2021/12/07/navio-portugues-em-angola-constitui-um-bom-exemplo-da-diplomacia-naval/

Assim agora faz-me lembrar os anos da Troika, mas deles lá durante o conflito MPLA - UNITA. Os coktails com empresários da construção, "amigos" palop e MNE e outros que por lá apareciam de vez em quando fazer a vénia ao Eduardo.
As obras que não eram pagas pelo governo angolano e o Estado português assumia a divida.
A ala de hemodialise oferecida a um Hospital onde não entram todos, mas que passou a evitar que se deem ao trabalhao de vir cá fazer tratamentos à borla pelo protocolo. Embora cidadaos nacionais façam quase 200 quilometros para se tratar cá.
As ajudas humanitárias que se vendiam nas ruas.
Os Vistos em montinho para a familia alargada.
As verbas oferecidas para arranjo de estradas(???)
Os agraciamentos monetários na "cultura".
O artigo de jornal de Luanda, escrito por conhecida figura mais tarde agraciada e, que tratou de chamar todos os nomes a uma jornalista portuguesa expulsa em 2000 por dizer umas verdades incovenientes(também vou ser corrido aqui).
Depois por cá os conhecidos milhares de milhões lavados.
Boas casas se fizeram por cá.

É muito importante sim, dai os NPO desarmados e desequipados e outros chaços irem com regularidade.

Mas pelo menos metam lá o Marlin e o EO, que parece mal. São só 6 milhões no meio disso tudo
« Última modificação: Dezembro 13, 2021, 02:04:19 pm por Pescador »
 
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #2406 em: Dezembro 14, 2021, 05:06:54 pm »
Os crossovers são interessantes, no entanto quando a guerra estalar com mísseis hipersónicos, quero ver como respondem a esta saturação "hipersónica".
Cps,

Aí o problema não serão os Crossovers, qualquer navio que venhamos a adquirir, se não vier bem equipado, vai ao fundo caso a guerra estale. Agora, arrumar de vez o sonho molhado do LPD (que tem uma chance de sobrevivência ainda menor), e optar por 2 Crossover, com armamento de fragata e alguma capacidade logística interessante, seria bem melhor. De qualquer maneira, os Crossover já seriam um salto em capacidade ofensiva e defensiva, face às fragatas actuais.

De qualquer maneira, visto que a pancada de arrastar as duas classes de fragatas até 2035 se mantém, se surgir uma guerra entre hoje e até lá, a nossa marinha não tem chances absolutamente nenhumas.
 

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JohnM

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #2407 em: Dezembro 14, 2021, 05:25:22 pm »
Eu sou um grande fã do conceito Crossover, tanto que acho que seriam os substitutos ideais para as VdG. Em tempos de paz ou em operações limitadas no litoral (como se diz agora…), os Crossover são perfeitamente adequados, com a sua capacidade de autodefesa (8xVLS e 8xSSM, segundo as imagens disponíveis) e a possibilidade de embarcar uma companhia reforçada de fuzileiros. Isto sem falar, na óbvia capacidade de prestar ajuda humanitária e hospitalar, caso seja necessário (o que é crucial se se quiser “vender” a compra à opinião pública e aos políticos). Em tempos de crise/guerra, e com um sonar rebocado, torpedos pesados e um Lynx, são plataformas perfeitamente adequadas para luta ASW no nosso triângulo estratégico e nos acessos a Gibraltar… é esse o nosso papel no âmbito da NATO, com a exceção dos submarinos e das fragatas supostamente high-end nas Forças-Tarefa da Aliança. Portanto, e para mim, substituíam-se as 3 VdG por 3 Crossover 131 Combatant e não se falava mais nisso… A substituição das BD já seriam outros quinhentos, mas um problema de cada vez… alguém faz ideia de quantos estas coisas custam? Duvido que custem mais de 500 milhões cada…
« Última modificação: Dezembro 14, 2021, 07:57:14 pm por JohnM »
 
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #2408 em: Dezembro 14, 2021, 07:12:49 pm »
Eu sou um grande fã do conceito Crossover, tanto que acho que seriam os substitutos ideais para as VdG. Em tempos de paz ou em operações limitadas no litoral (como se diz agora…), os Crossover são perfeitamente adequados, com a sua capacidade de autodefesa (8xVLS e 8xSSM, segundo as imagens disponíveis) e a possibilidade de embarcar uma companhia reforçada de fuzileiros. Isto sem falar, na óbvia capacidade de prestar ajuda humanitária e hospitalar, caso seja necessário. Em tempos de crise/guerra, e com um sonar rebocado, torpedos pesados e um Lynx, são plataformas perfeitamente adequadas para luta ASW no nosso triângulo estratégico e nos acessos a Gibraltar… é esse o nosso papel no âmbito da NATO, com a exceção dos submarinos e das fragatas supostamente high-end nas Forças-Tarefa da Aliança. Portanto, e para mim, substituíam-se as 3 VdG por 3 Crossover 131 Combatant e não se falava mais nisso… alguém faz ideia de quantos estas coisas custam? Duvido que custem mais de 500 milhões cada…

Sim isso dos misseis supersonicos só mesmo com as BD e o mastro top e as VG.
Afinal os Cross eram para arrumar com as VG e ter aquelas tais capacidades de socorro ou ajuda humanitária que se fala. Mais a capacidades própria no caso do 131 C, bem superior ao estado actual.
Lynx para cima deles na falta de decisão quando a heli médios.

Pensar que vêm 5 fragatas de 5000 a 6000 ton é para rir

Já agora, com isto de ficarmos ali a tomar conta do GDG, os NPO e outros navios assim complexos que lá andam, vão receber mais um par .50 e um par de binóculos, ou estão a poupar para a força naval de 5 fragatas xpto?
« Última modificação: Dezembro 14, 2021, 10:29:10 pm por Pescador »
 

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Luso

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #2409 em: Dezembro 14, 2021, 09:48:19 pm »
Bom.
Quando isto for um país a sério, é bom que se tenham umas forças armadas a sério.
Enquanto isto for um simulacro de país, podre até ao tutano, é bom que as forças armadas também sejam um simulacro.
Para dissuadir certas aventuras de gente completamente corrupta e apátrida.

Portanto, até ter provas que demonstrem que temos um pais MESMO, declaro que me estou completamente a borrifar para as "forças armadas".
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #2410 em: Dezembro 14, 2021, 10:49:34 pm »
Eu sou um grande fã do conceito Crossover, tanto que acho que seriam os substitutos ideais para as VdG. Em tempos de paz ou em operações limitadas no litoral (como se diz agora…), os Crossover são perfeitamente adequados, com a sua capacidade de autodefesa (8xVLS e 8xSSM, segundo as imagens disponíveis) e a possibilidade de embarcar uma companhia reforçada de fuzileiros. Isto sem falar, na óbvia capacidade de prestar ajuda humanitária e hospitalar, caso seja necessário (o que é crucial se se quiser “vender” a compra à opinião pública e aos políticos). Em tempos de crise/guerra, e com um sonar rebocado, torpedos pesados e um Lynx, são plataformas perfeitamente adequadas para luta ASW no nosso triângulo estratégico e nos acessos a Gibraltar… é esse o nosso papel no âmbito da NATO, com a exceção dos submarinos e das fragatas supostamente high-end nas Forças-Tarefa da Aliança. Portanto, e para mim, substituíam-se as 3 VdG por 3 Crossover 131 Combatant e não se falava mais nisso… A substituição das BD já seriam outros quinhentos, mas um problema de cada vez… alguém faz ideia de quantos estas coisas custam? Duvido que custem mais de 500 milhões cada…

Quem sabe se, na hora de substituir as BD, não seria possível substituir não por 2, mas por 3 fragatas. Claro que para isso era preciso que nos próximos anos se fosse mudando as mentalidades, e se tivesse como objectivo ter 6 navios combatentes, ao mesmo tempo que se possui capacidade anfíbia e logística à altura. Isto claro, com um AOR.
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #2411 em: Dezembro 14, 2021, 10:55:33 pm »
Eu sou um grande fã do conceito Crossover, tanto que acho que seriam os substitutos ideais para as VdG. Em tempos de paz ou em operações limitadas no litoral (como se diz agora…), os Crossover são perfeitamente adequados, com a sua capacidade de autodefesa (8xVLS e 8xSSM, segundo as imagens disponíveis) e a possibilidade de embarcar uma companhia reforçada de fuzileiros. Isto sem falar, na óbvia capacidade de prestar ajuda humanitária e hospitalar, caso seja necessário (o que é crucial se se quiser “vender” a compra à opinião pública e aos políticos). Em tempos de crise/guerra, e com um sonar rebocado, torpedos pesados e um Lynx, são plataformas perfeitamente adequadas para luta ASW no nosso triângulo estratégico e nos acessos a Gibraltar… é esse o nosso papel no âmbito da NATO, com a exceção dos submarinos e das fragatas supostamente high-end nas Forças-Tarefa da Aliança. Portanto, e para mim, substituíam-se as 3 VdG por 3 Crossover 131 Combatant e não se falava mais nisso… A substituição das BD já seriam outros quinhentos, mas um problema de cada vez… alguém faz ideia de quantos estas coisas custam? Duvido que custem mais de 500 milhões cada…

Quem sabe se, na hora de substituir as BD, não seria possível substituir não por 2, mas por 3 fragatas. Claro que para isso era preciso que nos próximos anos se fosse mudando as mentalidades, e se tivesse como objectivo ter 6 navios combatentes, ao mesmo tempo que se possui capacidade anfíbia e logística à altura. Isto claro, com um AOR.

Pois.
Quem sabe...
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #2412 em: Dezembro 14, 2021, 11:04:41 pm »
Eu sou um grande fã do conceito Crossover, tanto que acho que seriam os substitutos ideais para as VdG. Em tempos de paz ou em operações limitadas no litoral (como se diz agora…), os Crossover são perfeitamente adequados, com a sua capacidade de autodefesa (8xVLS e 8xSSM, segundo as imagens disponíveis) e a possibilidade de embarcar uma companhia reforçada de fuzileiros. Isto sem falar, na óbvia capacidade de prestar ajuda humanitária e hospitalar, caso seja necessário (o que é crucial se se quiser “vender” a compra à opinião pública e aos políticos). Em tempos de crise/guerra, e com um sonar rebocado, torpedos pesados e um Lynx, são plataformas perfeitamente adequadas para luta ASW no nosso triângulo estratégico e nos acessos a Gibraltar… é esse o nosso papel no âmbito da NATO, com a exceção dos submarinos e das fragatas supostamente high-end nas Forças-Tarefa da Aliança. Portanto, e para mim, substituíam-se as 3 VdG por 3 Crossover 131 Combatant e não se falava mais nisso… A substituição das BD já seriam outros quinhentos, mas um problema de cada vez… alguém faz ideia de quantos estas coisas custam? Duvido que custem mais de 500 milhões cada…

Quem sabe se, na hora de substituir as BD, não seria possível substituir não por 2, mas por 3 fragatas. Claro que para isso era preciso que nos próximos anos se fosse mudando as mentalidades, e se tivesse como objectivo ter 6 navios combatentes, ao mesmo tempo que se possui capacidade anfíbia e logística à altura. Isto claro, com um AOR.

Pois.
Quem sabe...
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O objetivo continuar a ser 5 FFGHm multi-propósito, com capacidade AAW, AsuW, ASW, inclusivé "land-atack".
A guerra hipersónica, está á vista, é preciso meios com capacidade de crescimento.
Cps,
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #2413 em: Dezembro 14, 2021, 11:10:15 pm »
Eu sou um grande fã do conceito Crossover, tanto que acho que seriam os substitutos ideais para as VdG. Em tempos de paz ou em operações limitadas no litoral (como se diz agora…), os Crossover são perfeitamente adequados, com a sua capacidade de autodefesa (8xVLS e 8xSSM, segundo as imagens disponíveis) e a possibilidade de embarcar uma companhia reforçada de fuzileiros. Isto sem falar, na óbvia capacidade de prestar ajuda humanitária e hospitalar, caso seja necessário (o que é crucial se se quiser “vender” a compra à opinião pública e aos políticos). Em tempos de crise/guerra, e com um sonar rebocado, torpedos pesados e um Lynx, são plataformas perfeitamente adequadas para luta ASW no nosso triângulo estratégico e nos acessos a Gibraltar… é esse o nosso papel no âmbito da NATO, com a exceção dos submarinos e das fragatas supostamente high-end nas Forças-Tarefa da Aliança. Portanto, e para mim, substituíam-se as 3 VdG por 3 Crossover 131 Combatant e não se falava mais nisso… A substituição das BD já seriam outros quinhentos, mas um problema de cada vez… alguém faz ideia de quantos estas coisas custam? Duvido que custem mais de 500 milhões cada…
Caro amigo...
Nada de sonhos aqui...não há dinheiro para nada!...nem para o essencial, quanto mais para luxos!...
Aqui a onda é mais tentar sonhar com que o desesperadamente essencial apareça!...nada mais!...
Lamento desapontá-lo mas é assim!...
Cumprimentos,
Jean-Pierre.
« Última modificação: Dezembro 14, 2021, 11:11:54 pm por jpthiran »
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #2414 em: Dezembro 14, 2021, 11:14:43 pm »
Eu ainda pensei fazer este comentário nas redes sociais  da marinha, mas uma coisa é certa a marinha pode não ter navios, os fuzileiros podem utilizar armamento da guerra colonial, mas uma coisa é certa, a marinha muito se queixa de falta de pessoal e o quanto ele anda cansado com trabalho extra, mas mesmo assim ainda sobra tempo para fazer maratonas, ir a programas de música, entre outras coisas.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 
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