Reforma do Exército

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Re: Reforma do Exército
« Responder #105 em: Outubro 15, 2020, 12:04:25 pm »
Claro FCosta, você é que tem razão! Descobriu a América! É só olhar para os nossos vizinhos e aliados, aqueles com quem nós operamos em conjunto para perceber que eles estão todos errados, o senhor é que está certo. Bravo, são todos burros.
 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #106 em: Outubro 15, 2020, 03:37:00 pm »
Há muitas armas/SA austríacos que são padrão NATO. O ASCOD/Pizarro, a Glock e por aí fora.
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Re: Reforma do Exército
« Responder #107 em: Outubro 15, 2020, 03:43:38 pm »
Há muitas armas/SA austríacos que são padrão NATO. O ASCOD/Pizarro, a Glock e por aí fora.
Desde que obedeçam aos padrões NATO e garantam a cadeia logística, qualquer país (no mínimo neutro) pode concorrer a vender produtos a Portugal. A Suécia, a Aústria, a Finlândia e a Suíça, não sendo membros NATO vendem produtos a países da NATO todos os anos.
 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #108 em: Outubro 15, 2020, 03:54:12 pm »
Claro FCosta, você é que tem razão! Descobriu a América! É só olhar para os nossos vizinhos e aliados, aqueles com quem nós operamos em conjunto para perceber que eles estão todos errados, o senhor é que está certo. Bravo, são todos burros.

"Descobriu a América" não vamos tão longe... é constatar a falta de auto critíca e pragmatismo vigente nas FFAA, às vezes levados ao limite do preconceito básico.... tipo material Israelita (é muita bom ... mesmo que seja de um empresa numa garagem dum kibuzt) ou Finlandez (mesmo que a Finlandia não seja NATO)  ...mas o material sérvio ou checo ou polaco (isso é "porcaria", estes gajos andavam a dormir em termos de industria militar e desde que entraram para a NATO, os 2 últimos, os seus projectos novos são "académicos" ou "embrionários" tal como os Sérvios )... os unicos fornecedores de armamento válidos na EU são UK, FR, SP, IT, GR ... tudo o resto é paisagem .... vai lá vai.... os projectos valem pelas "caracteristicas" dos projectos... não apenas pela origem dos projectos.

"Aqueles com quem nós operamos em conjunto" normalmente têm um indústria de defesa menos incipida que a portuguesa e como tal fazem as suas decisões com base no seu interesse nacional (onde se inclui a sua industria de defesa) ... não chamo industria de defesa á garagem da UAVISION(Drone), nem ao armazem da metalomecanica FABREQUIPA (Pandur)... não é uma questão de ser burros ou não, é a questão de quem não tem industria de defesa tem de ser "MUITO MAIS ÁGIL" nos processos de aquisição, selecção e teste... para ir buscar o melhor custo/benefício... sem estar agarrado a "preconceitos bacocos" relativamente às origens do nosso material militar ... nem a dogmas mais ou mesmo esvasiados de de rational ...
 
O que é operar em conjunto ... ?
É ter os mesmo equipamentos ... quantos tipos diferentes de APC/IPV 8x8 há nos exércitos europeus ? Quantos tipos de MBT ....
Para mim operar em conjunto de maneira minimalista é partilhar suppply chain de combustiveis e munições, comunicações, Doutrinas...e não muito mais. 
Já os elementos mais específicos dos grandes componentes dos diversos materiais militares, são duma supply chain própria e não partilhada.... se um dos nosso pandur ficar empanado com um problema de motor ... as peças de motor CUMMINS estão mesmo no supply chain dos parceiros ... é isso...

Deixemos-nos de dogmas bacocos .... os processo de aquisições das FFAA Portuguesas, são demasiados horriveis para nos dar-mos a esse luxo.... temos sim de ser pragmáticos, flexiveis e espertos.... e testar, testar, testar antes de comprar e não comprar ou porque é "dado" ou porque tem o "selo" de uma nação aliada qualquer, que nós subservientemente aceitamos como "qualidade" ... é o mesmo que aceitarmos o F-35 como o "máximo" porque é dos USA, e é de 5º geração,  quando os seu historial de "não conformidades" e TCO (total cost of owneship) é hórrivel...

Isto é um forum de defesa, discutamos caracteristicas objectivos, não dogmas percepcionados subjectivos... e que achar que os militares portugueses são os melhores do mundo tudo bem... em acho que os militares portugueses são os melhores do mundo excepto em "aquisition and procurement" ... nisso são mediocres.
Os processos de aquisição opacos, são-no por uma questão simples. Corrupção. Não é um problema português. É mundial.
Até o facto de se fazerem concursos com especificações à medida de um único fabricante não são mero acaso. Quase todos os concursos de grande envergadura em Portugal estão sujeitos a esquemas onde fica muita gente a ganhar menos o Estado português. As aquisições nas Forças Armadas não são diferentes. As messes na Força Aérea, os submarinos, as contrapartidas do C-295, têm sempre um quê de opacidade para permitir aos envolvidos comerem por fora...
 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #109 em: Outubro 15, 2020, 03:58:11 pm »
A maior parte das compras são via NSPA, FMS ou por concurso do próprio ministério da defesa. Todos podem concorrer, já viu alguma dessas empresas do material que refere a concorrer? Ou a ter interesse em vender?
Diz que por não termos uma indústria de defesa profícua que temos de inventar. Eu digo precisamente o contrário: não há nada para inventar. As nossas quantidades a comprar nunca são nada do outro mundo, e o orçamento disponibilizado, ainda que seja curto, permite quase sempre optar pelos meios que melhor se adequam às nossas necessidades. O exército tem feito isso de forma muito conseguida, seja com as SCAR, os ST5, os L-ATV, os futuros Spike e M777...
 
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Re: Reforma do Exército
« Responder #110 em: Outubro 15, 2020, 04:04:28 pm »
Uma das razões porque se está a usar a NSPA:

Portugal pagou o equivalente a três submarinos, mas só recebeu dois. O valor do terceiro submarino que PP suprimiu foi para a corrupção. Toda a gente viu excepto a justiça.



E muitas outras negociatas...
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #111 em: Outubro 16, 2020, 11:55:35 am »
Está a colocar a responsabilidade das compras da defesa toda nos militares não entendo por quê. Entenda:
- em compras de verba baixa, sem grande dimensão, os militares identificam as lacunas e entregam os requisitos ao ministério da defesa que faz o concurso (seja NSPA ou concurso próprio. Não se esqueça que as empresas que vendem sentem se mais “seguras” ao vender via NSPA porque o pagamento é certo.) São exemplo disto as SCAR (os requisitos apontavam para a FN SCAR ou para a HK 416, foi selecionada a FN SCAR porque a HK iria demorar muito mais tempo a entregar as armas) e os ST5, assim como os novos sistemas de defesa aérea.

-Compras estratégicas, de grande volume e valor associado são sobretudo feitas por acordo entre estados, sendo responsabilidade do ministério da Defesa. Aqui, joga-se sobretudo em termos políticos.
Exemplo disto são os F-16, as Fragatas M, os P3, os KC-390...

Depois, há outro ponto que são as compras de “oportunidade”. Nem sempre estão programadas, e podem ocorrer por diversos motivos, por exemplo:
- Os L-ATV são resultado da visita de Mike Pompeo a Portugal, assim como seriam os UH-60 que foram falados e como provavelmente serão os M777 caso não haja hipótese de comprar o CAESAR.
 
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Re: Reforma do Exército
« Responder #112 em: Outubro 16, 2020, 03:05:02 pm »
Uma das razões porque se está a usar a NSPA:

Portugal pagou o equivalente a três submarinos, mas só recebeu dois. O valor do terceiro submarino que PP suprimiu foi para a corrupção. Toda a gente viu excepto a justiça.



E muitas outras negociatas...

Caso dos Nh90 só para citar um. Mas esse passa entre os pingos da chuva... :mrgreen: :mrgreen:

https://visao.sapo.pt/atualidade/politica/2015-01-13-os-milhoes-que-voaramf806357/

Citar
Portugal já gastou mais de 120 milhões com helicópteros que nunca receberá. Saiba tudo sobre este tema e conheça a história com 24 anos atribulados



Só por curiosidade. As aquisições gregas do Mp2 e do S300. Mas não só...  ;)

Citar
The principal buyers of Russian weapons are India, Vietnam, China and Bangladesh in Asia; Iran and Iraq in the Middle East; Algeria in Africa and Nicaragua in Latin America while a number of NATO countries and the U.S. allies also have acquired Russian military products.

Greece is one of the biggest buyers of Russian arms. At various times, Russia supplied Greece with air-defense systems, including the S-300 systems, air-cushion landing ships, anti-tank missile systems, infantry fighting vehicles, hand-held anti-tank grenade launchers, artillery installations, military transport helicopters Mi-26, as well as small arms for special forces.

https://www.aa.com.tr/en/politics/us-allies-continue-buying-weapons-from-russia/1653985





Cumprimentos

P.S.Em termos de equipamento acho a aquisição de um sistema AA apenas de curto alcance como escassa. A substituição dos M113 parece ser outro dos pontos óbvios. Agora, o material é um problema pois existe a necessidade de meios humanos que passa não apenas por incentivos à contratação como mexer na composição das unidades e sua localização geográfica.     
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #113 em: Novembro 23, 2020, 10:28:21 pm »
IC3 - Instrução Complementar 3? O que é isto e realizado depois da obtenção da especialidade? Algum curso de comando e liderança?

Citar
​Decorre na Escola das Armas, de 17 de novembro a 08 de março de 2021, a Instrução Complementar 3 (IC3) do 1.º Curso de Formação de Oficiais e do 1.º Curso de Formação de Sargentos em Regime de Voluntariado e de Contrato (RV/RC) de 2020.

Integram a IC3 57 formandos, dos quais 9 mulheres, oriundos de várias regiões do país, com as seguintes especialidades: Atirador, Polícia do Exército, Vigilância do Campo de Batalha, Campanha e Direção de Tiro, Campanha, Sapador Engenharia, Exploração das Transmissões e Transmissões.

A IC3 é o culminar da preparação dos militares para o desempenho das futuras funções, enquanto futuros Oficiais e Sargentos RV/RC do Exército. O seu carater maioritariamente prático complementa e consolida os conhecimentos teóricos apreendidos ao longo da Instrução Básica, IC1 e IC2.

https://www.exercito.pt/pt/informa%C3%A7%C3%A3o-p%C3%BAblica/not%C3%ADcias/2211
 
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Re: Reforma do Exército
« Responder #114 em: Novembro 24, 2020, 10:48:28 am »
IC3 - Instrução Complementar 3? O que é isto e realizado depois da obtenção da especialidade? Algum curso de comando e liderança?

Citar
​Decorre na Escola das Armas, de 17 de novembro a 08 de março de 2021, a Instrução Complementar 3 (IC3) do 1.º Curso de Formação de Oficiais e do 1.º Curso de Formação de Sargentos em Regime de Voluntariado e de Contrato (RV/RC) de 2020.

Integram a IC3 57 formandos, dos quais 9 mulheres, oriundos de várias regiões do país, com as seguintes especialidades: Atirador, Polícia do Exército, Vigilância do Campo de Batalha, Campanha e Direção de Tiro, Campanha, Sapador Engenharia, Exploração das Transmissões e Transmissões.

A IC3 é o culminar da preparação dos militares para o desempenho das futuras funções, enquanto futuros Oficiais e Sargentos RV/RC do Exército. O seu carater maioritariamente prático complementa e consolida os conhecimentos teóricos apreendidos ao longo da Instrução Básica, IC1 e IC2.

https://www.exercito.pt/pt/informa%C3%A7%C3%A3o-p%C3%BAblica/not%C3%ADcias/2211



Será algo novo ou algo que mudou de designação?

Editado: é a Especialidade.
« Última modificação: Novembro 24, 2020, 10:53:39 am por Cabeça de Martelo »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #115 em: Novembro 24, 2020, 11:26:00 pm »
Citar
Despacho n.º 3795/2018

1 - Por Despacho de 26 de março de 2018, do Exmo. Cor Chefe RPM, ao abrigo dos poderes que lhe foram subdelegados pelo Exmo. Major-general DARH, após subdelegação do Exmo. Tenente-general Ajudante-General do Exército, neste delegado por S. Exa. o General Chefe do Estado-Maior do Exército, são graduados no posto de Segundo-furriel, em Regime de Contrato, nos termos do n.º 2 do artigo 257.º e do n.º 3 do artigo 270.º, ambos do Estatuto Militar das Forças Armadas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 90/2015, de 29 de maio, conjugado com o n.º 1 do artigo 18.º da Lei n.º 114/2017, de 29 de dezembro, os militares abaixo indicados:

035 I Armas Pes/ACar

(ver documento original)

125 A AA Sistemas Radar

(ver documento original)

225 C CC

(ver documento original)

263 C PE

(ver documento original)

2 - Os supracitados militares iniciaram a Instrução Complementar/Especialidade (IC3) em 01 de março de 2018, no âmbito do 2.º Curso de Formação de Sargentos RV/RC - 2017, inserido no Plano de Incorporações para 2017.

3 - Contam a graduação no posto de Segundo-furriel, desde 01 de março de 2018, data a partir da qual têm direito ao vencimento do novo posto, ficando integrados na primeira posição da estrutura remuneratória do novo posto, conforme previsto no n.º 2 do artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 296/2009, de 14 de outubro.

26 de março de 2018. - O Chefe da Repartição de Pessoal Militar, António Alcino da Silva Regadas, COR INF.

311237043

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Re: Reforma do Exército
« Responder #116 em: Novembro 26, 2020, 10:55:42 am »
USERS AND POTENTIAL USERS OF NSPA SERVICES

Portugal:

Naval Logistics Support (NLSP)(2)(21)
AMRAAM NAMSO WSP
Land Combat Missiles (LCM)(17) NAMSO WSP
Stinger(7)(20) NAMSO WSP
Sidewinder(8)(25) NSPO SP
Fixed Wing Aircraft NSPO SP
Alliance Ground Surveillance(11) NSPO SP
NATO AWACS
Logistic Services for Missiles, UAVs and Platforms (LSMUP) SA
National Brokerage Crypto
NATO Crypto
NATO Depot & Support System (NDSS)(4)
NATO Maritime Communications
NATO Peace Support Operations CIS
NATO SATCOM
Demilitarisation, Dismantling & Disposal(6) NSPO SP
National Calibration
NATO Master catalogue of Reference for logistics (NMCRL) Fee
Common Item Material Management System (COMMIT) NSPO SP
Random Brokerage Supply/Services and Projects SA
NATO ammunition Data Base (NADB) Fee
Ammunition(22) NSPO SP
Strategic Sealift Support SA
Radar(9)(24) NSPO SP
AADGE Common Funded


https://www.nspa.nato.int/resources/site1/General/publications/NSPA_Annual_Report_2019_e.pdf
« Última modificação: Novembro 26, 2020, 11:04:37 am por Cabeça de Martelo »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #117 em: Janeiro 02, 2021, 02:24:38 pm »
Cheira-me que os "regimentos-fantasma" vão ser transformados em RAME2, RAME3, RAME4, etc...

Elaborar uma avaliação e inerentes propostas sobre eventuais adaptações a fazer ao dispositivo de forças do Exército, considerando o incremento
das missões de apoio civil e inerentes
responsabilidades territoriais.
Conceito de adaptação do Dispositivo do Exército e possível reatribuição de responsabilidades territoriais.

https://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/Comunica%C3%A7%C3%A3o/Diretivas%20Estrat%C3%A9gicas/05%20Diretiva%20Estrat%C3%A9gica%20do%20Ex%C3%A9rcito%2019-21%20Intercalar%20JUL2020.pdf
 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #118 em: Janeiro 02, 2021, 02:42:28 pm »
Parece que o Batalhão de Infantaria da BrigMec passou a ser designado de BIPes (Batalhão de Infantaria Pesada)

https://www.exercito.pt/pt/quem-somos/estrutura

« Última modificação: Janeiro 02, 2021, 02:45:07 pm por PereiraMarques »
 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #119 em: Janeiro 02, 2021, 02:50:54 pm »
Parece que o Batalhão de Infantaria da BrigMec passou a ser designado de BIPes (Batalhão de Infantaria Pesada)

https://www.exercito.pt/pt/quem-somos/estrutura



Lindo, com aqueles M-113 de 1976.