Grande Guerra 1914-1918

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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #120 em: Março 27, 2021, 04:53:55 pm »
 

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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #121 em: Março 29, 2021, 11:17:07 pm »
 

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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #122 em: Abril 23, 2021, 11:15:18 am »
Governo britânico admite racismo na Primeira Guerra Mundial


 

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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #123 em: Setembro 15, 2021, 09:51:09 pm »


Moçambique: Palco de disputa sangrenta na Primeira Guerra Mundial.


Mais de 20 mil soldados foram enviados para Moçambique para travar a invasão Alemã.

Morreram mais portugueses na Primeira Guerra em Moçambique do que na frente europeia, mas pouca gente fala disso.


Batalha de Nevala (Moçambique).

A 22 de novembro de 1916, as forças alemãs, reforçadas por marinheiros provenientes do cruzador Koeningsberg, atacam as forças portuguesas e ocupam o posto de Nevala, no norte de Moçambique. As forças portuguesas irão retirar a 28, depois de um novo recontro.

A Batalha de Negomano (Moçambique).

Travada entre o Império Alemão e Portugal durante a Campanha da África Oriental da Primeira Guerra Mundial.

Uma força de soldados alemães e Askaris, comandada por Paul Emil von Lettow-Vorbeck, tinha acabado de obter uma difícil vitória contra os britânicos na Batalha de Mahiwa e estavam a ficar sem provisões. Para solucionar este problema, os alemães invadiram África Oriental Portuguesa numa tentativa de escapar à força superior a norte e de se abastecerem com material capturado aos portugueses.

Uma força portuguesa sob o comando do major João Teixeira Pinto foi enviada para travar Lettow-Vorbeck, mas foi cercada pelos alemães enquanto se encontrava acampada em Negomano, a 25 de Novembro de 1917.

A batalha que se seguiu resultou na quase destruição das tropas portuguesas, com elevado número de mortos e prisioneiros.

A rendição da força portuguesa permitiu aos alemães tomarem uma grande quantidade de provisões e, deste modo, permitir a von Lettow-Vorbeck continuar as suas operações na África Oriental até ao final da guerra.

« Última modificação: Setembro 15, 2021, 11:32:37 pm por HSMW »
https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #124 em: Setembro 23, 2021, 12:09:56 pm »
Está visto que os nossos combates não correram bem na Europa nem em Africa.
 

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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #125 em: Outubro 01, 2021, 11:40:10 am »
Tema pouco abordado e por norma de forma negativa e sem parte das variáveis. Raramente se ouve qualquer coisa de positivo que embora não seja muito também existe.

http://www.portugalgrandeguerra.defesa.pt/SiteCollectionDocuments/Noticia%20Atas%20Academia%20Militar/10_Aniceto%20Afonso.pdf

Citar
Logística
O mau desempenho das forças portuguesas em Moçambique, conclusão
unânime das análises feitas à sua atuação, está também ligado à incapacidade de as
dotar com os elementos fundamentais da logística.

Forças aliadas
As forças aliadas presentes na região pertenciam à Grã-Bretanha e à União Sul-
-Africana. Havia também forças belgas, que cooperavam com as forças inglesas no norte.
Nesta primeira fase da intervenção das forças portuguesas em Moçambique, o problema
não teve grande relevância, embora não deixasse de constituir uma preocupação do
seu comandante. Ele sempre esperou que o comando inglês fornecesse ao comando
português melhores e mais oportunas informações sobre as forças alemãs, mas isso
raramente aconteceu. É necessário ter em conta que neste período Portugal era ainda
um país neutral, embora sem declarar a neutralidade, na bizarra fórmula encontrada
pelos governantes de Portugal e da Grã-Bretanha logo no início do conflito.

Quando o governo português se viu obrigado a responder à situação criada pela
guerra nas colónias de Angola e Moçambique, acabou por seguir o figurino anterior,
já que o exército colonial não tinha qualquer capacidade militar e vinha sendo votado
ao abandono desde o início do século, sem qualquer tentativa de reorganização ou de
qualquer tipo de apoio, tanto do governo central, como dos governos coloniais.

Foi por isso necessário recorrer de novo às expedições militares, enviadas
à pressa para Angola e Moçambique, sempre demasiado onerosas e militarmente
inadequadas para o tipo de conflito que se previa. De uma forma geral, as expedições
foram mal organizadas, com deficiente mobilização, com indefinida missão e fraco apoio
político.

https://journals.openedition.org/lerhistoria/721

Citar
Quanto a Portugal, a defesa da integridade do império colonial português, tem sido apontada pela historiografia portuguesa como um dos factores apresentados para justificar a declaração de guerra à Alemanha, em Março de 1916, e a participação portuguesa no teatro de guerra europeu, ao lado da aliada Grã-Bretanha, no início de 1917. Na verdade e apesar da aliança secular que mantinha com Portugal, a Grã-Bretanha por duas vezes: em 1898 e em 1912/13, tinha discutido secretamente com a Alemanha a partilha das colónias portuguesas em África. O início da Grande Guerra tem sido apontado como uma das razões que impediu a divisão das colónias africanas entre britânicos e alemães35. O primeiro incidente entre Portugal e a Alemanha em África aconteceu a 24 de Agosto de 1914 a norte de Moçambique, em Maziúa no Rovuma, quando o chefe do posto fronteiriço foi morto a tiro ao sair do quarto, surpreendido a meio da noite por forças alemãs vindas da vizinha África oriental.

Citar
As primeiras tropas portuguesas chegaram a Moçamedes (Angola), e a Lourenço Marques (Moçambique), respectivamente a 1 e 16 de Outubro de 1914. Ainda em Dezembro desse ano dar-se-ia um novo incidente com tropas alemãs, desta vez em Angola; as tropas portuguesas sob comando de Alves Roçadas foram derrotadas em Naulila e forçadas a retirar para Humbe. De resto, esta proposta de divisão do império colonial português acabaria por causar, também, alguma apreensão à França, que acabou por a ler como uma ameaça indirecta à sua colónia de Madagáscar.

https://www.infopedia.pt/$portugal-e-a-primeira-guerra-mundial

Citar
No dia 7 de agosto, o Governo de Bernardino Machado levou ao Congresso da República uma declaração sobre a política externa a seguir face à emergência da guerra. Esta declaração reafirmava a tradicional aliança com a Inglaterra sem declarar guerra à Alemanha.
Porém, apenas cinco dias depois, Portugal organiza uma expedição militar com destino a Angola e Moçambique, começando, desta forma, a combater não na Europa, mas em África, isto é, a posição de Portugal na Primeira Guerra Mundial não se podia separar da defesa das colónias ultramarinas, já que as ambições da Alemanha sobre estas eram bastante grandes.

Porém, as pretensões da Alemanha não chegaram a realizar-se, devido à ação diplomática portuguesa em Londres e também porque os alemães não concordaram com a exigência por parte da Inglaterra de lhe dar protagonismo.
Assim, com o eclodir da guerra, as possessões portuguesas em África ficavam, novamente, à mercê das ambições da Alemanha.

A 25 de agosto de 1914, os militares alemães fizeram uma incursão ao Norte de Moçambique.

Em 11 de setembro, Portugal envia a primeira expedição militar para as colónias.
No final de 1914, Portugal estava em guerra não declarada com a Alemanha no Sul de Angola e no Norte de Moçambique.
Contudo, a declaração de guerra era previsível.

https://www.arqnet.pt/portal/portugal/grandeguerra/pgmafrica.html

Citar
19 de Outubro   Incidente de fronteira em Naulila, no sul de Angola. São mortos três alemães, parte de uma missão, que tinha entrado na província sem autorização, e acampado na margem esquerda do Cunene, mas já no território da província.

22 de Outubro   As forças expedicionárias de Alves Roçadas e forças provinciais acabam a sua concentração em Lubango, no planalto de Moçamedes, preparando a defesa do sul de Angola contra quaisquer investidas de tropas vinda da África Alemã do Sudoeste.

30 de Outubro   Massacre de Cuangar. O posto português de Cuangar, na margem esquerda do rio Cubango, no Sul de Angola, é atacado por alemães armados de metralhadoras. São mortos dois oficiais, um sargento, cinco soldados europeus e treze africanos, o comerciante Sousa Machado e uma mulher, num total de 22 pessoas.

31 de Outubro   Alves Roçadas determina a organização das chamadas Forças em operações ao Sul de Angola, com as forças expedicionárias e forças da província.

1 de Novembro   A primeira expedição portuguesa para Moçambique desembarca em Porto Amélia, no norte da colónia. Era composta por 1 batalhão, 1 bateria e 1 esquadrão.

2 de Novembro   Uma tentativa de desembarque de forças militares britânicas, vindas da Índia, em Tanga, no norte da África Oriental Alemã, é repelida, sofrendo a força invasora pesadas baixas.

5 de Novembro   Forças militares de reforço da guarnição portuguesa em Angola partem de Lisboa, comandadas pelo capitão-tenente Coriolano da Costa, devido aos incidentes acontecidos com tropas alemãs na fronteira.

12 e 13 de Dezembro   Encontros entre patrulhas portuguesas e alemãs, no Sul de Angola, com  troca de tiros.

17 de Dezembro   Forças alemãs, sob o comando do major Frank, acampam nas margens do Cunene.

18 de Dezembro   Combate de Naulila. As forças alemãs atacam as portuguesas obrigando-as a retirar, em direcção a Humbe, no Sul de Angola. Morrem 3 oficiais e 66 sargentos e soldados.

19 de Dezembro   As forças portuguesas abandonam Humbe, depois do paiol do Forte Roçadas ter explodido. Retiram mais para norte, para Gambos, com intenção de defender Lubango, no Sul de Angola.

Motivados pelos combates entre forças europeias, as populações africanas da Huíla, no Sul de Angola, revoltam-se. São dirigidas pelo soba Mandume, da terra Cuanhama.

Citar
1915

7 de Julho   As forças portuguesas reocupam Humbe, no sul de Angola, sem encontrarem resistência.

9 de Julho   As forças militares da África Alemã do Sudoeste rendem-se ao general Botha, comandante em chefe das forças da União Sul-Africana.

12 de Julho   O general Pereira d'Eça toma conhecimento da rendição da colónia alemã.

4 de Agosto   O governo é autorizado a contrair dois empréstimos, destinados a fazer face ao aumento das despesas com as forças expedicionárias enviadas para as colónias.

15 de Agosto   Uma coluna das forças do comando do general Pereira d'Eça, agora com a missão única de acabar com a revolta das populações da Huíla, no Sul de Angola, reocupa o forte do Cuamato.
 
18, 19 e 20 de Agosto   Combate de Mongua. A principal coluna das forças expedicionárias, comandada pelo general Pereira d'Eça, dispersa um ataque realizado contra as cacimbas (depósitos de água) de Mongua, no Sul de Angola,ocupadas no dia anterior.

4 de Setembro   A embala de Mandume, soba dos Cuanhama, é ocupada por um corpo de tropas ido de Mongua.

7 de Novembro   Uma segunda expedição a Moçambique, comandada pelo major de artilharia Moura Mendes chega a Porto Amélia. Era composta por 1 batalhão, 1 bateria e um esquadrão, assim como de tropas de engenharia, de saúde e de serviços.



Citar
1916

 9 de Março   A Alemanha declara a guerra a Portugal.

27 de Maio   Combate de Namaca. As forças expedicionárias portuguesas, reforçadas por forças da Guarda Republicana de Lourenço Marques, levadas para o Norte de Moçambique pelo governador Álvaro de Castro, tentam a passagem do Rovuma sendo rechaçados violentamente pelas forças alemãs.

Julho   A terceira força expedicionária portuguesa, a Moçambique, chega a Palma, a norte de Porto Amélia. Comandada pelo general Ferreira Gil. Era composta por 3 batalhões de infantaria, 3 baterias de metralhadoras, 3 baterias de artilharia, 1 companhia de engenharia mista e unidades de serviços.

19 de Setembro   Travessia do Rovuma pela força expedicionária portuguesa a Moçambique. A  África Oriental Alemã é invadida.

4 de Outubro   Combate de Maúta. Uma força de reconhecimento comandada pelo capitão Liberato Pinto é surpreendida em Maúta e obrigada a retirar de regresso à fronteira de Moçambique. Será acompanhada pela coluna que a seguia.
22 de Outubro   Combate da Ribeira de Nevala. As forças do comando do chefe de estado-maior da força expedicionária a Moçambique, coronel Azambuja Martins, encontram-se com as forças alemãs junto aos poços de água de Nevala. As forças alemãs retiram.

8 de Novembro   Combate de Quivambo. A coluna do comando do major Leopoldo da Silva, que após a tomada de Nevala, na África Oriental Alemã, se dirigia para Mikindani, é interceptada pelas forças alemãs. Leopoldo da Silva foi morto, e o novo comandante, major Aristides Cunha, decidiu retirar.

22 de Novembro   Combate da água de Nevala. As forças alemãs, reforçadas por marinheiros  do cruzador Koenigsberg,  no seguimento do combate de Quivambo, atacam e ocupam o posto da água de Nevala após um ataque à baioneta.

28 de Novembro   As forças portuguesas abandonam o fortim de Nevala, e retiram para a fronteira, depois de uma coluna de socorro ter sido rechaçada pelas forças alemãs.

1 de Dezembro   O posto de Nagandi é incendiado por fogo de artilharia alemão, impedindo que se organizasse ali um linha de defesa de Moçambique.



E para não me alongar mais...  :mrgreen:

Citar
1918

 

1 a 3 de Julho   Combate de Nhamacurra. As tropas alemãs chegando a 40 km de Quelimane, no centro de Moçambique, atacam o depósito de uma grande companhia açucareira, defendido por tropas anglo-portuguesas comandadas pelo tenente-coronel britânico Brown, que é morto.
28 de Setembro   As tropas alemãs atravessam de novo o Rovuma, abandonando Moçambique.
Novembro   As tropas alemãs entram na Rodésia do Norte.
12 de Novembro   O comandante alemão Lettow-Vorbeck tem conhecimento do Armistício celebrado na véspera em França, e rende-se.

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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #127 em: Outubro 26, 2021, 02:55:06 pm »
Estranhamente não se fala disto nem se escreve um livro. Ah, não vende porque não somos coitadinhos nem esfarrapados...  :mrgreen:

https://www.operacional.pt/algumas-accoes-da-armada-em-africa-mocambique/

Citar
Encontrando-se o Adamastor e a Chaimite na foz do rio Rovuma, procedendo ao abastecimento dos nossos postos militares, organizou-se uma esquadrilha de embarcações a vapor e a remos para se proceder ao reconhecimento do rio, a fim de as forças do exército em operações naquele local poderem atravessar para a outra margem. Em 27 de Janeiro de 1916, tendo o cruzador e o posto português de Namaca, na margem direita, previamente bombardeado as posições inimigas da margem oposta, e supondo-se estas abandonadas, as embarcações aproximaram-se então da margem alemã, quando de improviso um fogo nutrido e incessante de metralhadoras as colheu, sendo mortos 1 guarda-marinha e 10 praças; feridos 1 guarda-marinha, 1 sargento e 7 praças; prisioneiro o 1.º Tenente Matos Preto, comandante da Chaimite, que só foi restituído à liberdade, em 29 de Novembro de 1917, quando as forças alemãs, acossadas pelos ingleses, se desfizeram dos prisioneiros de guerra.


Citar
Canhoneira "Chaimite". Guarnição: 3 oficiais, 5 sargentos e 45 praças Armamento: 2 peças Hotchkiss de 47mm/40 calibres e 2 metralhadoras Nordenfelt de 11,4mm

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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #128 em: Novembro 08, 2021, 11:30:36 am »
https://www.revistamilitar.pt/artigo/1126

Citar
O Exército conseguiu, com o chamado milagre de Tancos, organizar um Corpo de Exército para actuar no teatro de operações da Europa, a Marinha teve muita dificuldade em preparar-se, porque, como já dizia o padre Fernando de Oliveira, no Século XVI, uma Armada não pode improvisar-se.

A Armada Portuguesa contava, em 1914, com um conjunto de unidades navais muitas heterogeneas, totalizando 25000 toneladas de deslocamento, que a rápida evolução dos armamentos navais, verificada nos primeiros anos do Século XX, tornara obsoletos[1].

Algumas das unidades de menor porte, utilizadas nas Estações Navais do Ultramar, tinham sido transferidas para a Marinha Colonial – criada em 1912 – e dependiam do Ministério das Colónias; apesar de guarnecidas por pessoal da Armada, actuavam sob as ordens dos Governadores dos territórios onde se encontravam.

Os navios estavam vocacionados para o combate de superfície, num período em que a ameaça submarina, a mina e o torpedo já representavam um novo e importante dado na guerra naval. A única unidade naval capaz de executar missões de guerra submarina era o Espadarte, um submersível encomendado ainda no tempo da monarquia e que entrou ao serviço em 1912. A sua eficácia operacional levou logo à encomenda de mais três unidades semelhantes, que seriam entregues em finais de 1917.

Os efectivos da Armada rondavam os 4000 homens (cerca de 300 oficiais e 3700 sargentos e praças)[2].

Um episódio estranho deste período foi o caso do contratorpedeiro Liz. Este navio encomendado a Itália pelo governo chinês, antes da guerra, foi posto à venda pelo estaleiro, já depois do início do conflito, por falta de pagamento do comprador.









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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #129 em: Novembro 08, 2021, 02:13:26 pm »
 :palmas: :palmas: :palmas: :palmas: :palmas: :palmas: :palmas: :palmas:

Citar
French soldier's remains identified after more than a century in an unmarked grave due to the discovery of his helmet with bullet hole, his dog tag, and gold coins sewn into his uniform, confirmed by the letters with his family.







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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #130 em: Novembro 11, 2021, 04:36:47 pm »
Citar
Forças Armadas Portuguesas

103º aniversário do Armistício da Grande Guerra
Celebra-se hoje, dia 11 de novembro de 2021, o 103º aniversário da assinatura do Armistício que pôs fim à 1ª Guerra Mundial.
Neste dia, homenageamos a paz e honramos a memória de todos os que lutaram e morreram pela Pátria.



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« Responder #131 em: Novembro 11, 2021, 07:32:35 pm »
 
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Re: Grande Guerra 1914-1918
« Responder #132 em: Dezembro 01, 2021, 04:19:43 pm »

Citar
Spain was one of the neutral nations of World War 1.
A deep social divide and a decline from world power meant that they stayed out of the global conflict. Still, the war affected Spain in many ways.
One of the consequences was the establishment of a huge arms industry that supported France and other fighting nations.

O apoio militar durante a 1ª GM e o crescimento da industria moderna de defesa espanhola.
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« Responder #133 em: Dezembro 26, 2021, 02:43:41 pm »
GEORGE PATTON: o mestre dos tanques na Primeira Guerra Mundial