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Apoiam a Revolução de 25 de Abril de 1974

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25 De Abril

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André

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« Responder #60 em: Abril 25, 2009, 12:45:58 am »
Palavras que a censura não deixava passar antes do 25 de Abril de 1974


Guerra Colonial, colónias, colonialismo, imperialismo, racismo, presos políticos, partido político (sobretudo do Partido Comunista Português), marxismo-leninismo, revolução progressista, amnistia, 1º de Maio, luta de classes, clandestino, Intersindical, proletariado, estudantes e operários, contradições, democracia, liberdade, greve, reivindicações, assembleia sindical, plenário estudantil, associação de estudantes, emigrantes, cooperativas, deserções das Forças Armadas, crise, aumento de preços, fraude, corrupção, PIDE e DGS, poluição, suicídio, mendigo e mendicidade, vadiagem, bairro da lata, barracas, fome, miséria, bruxas, aborto, homossexual, nudismo, violação, pedófilo, ifanticida, delinquente menor, droga, estupefacientes, morte por overdose, prostituta, hippies, epidemia, cólera, febre amarela, tifo, relações sexuais e «grosserias» como «sacanice» ... Também não passavam na censura, ou seja eram cortadas, as peças jornalisticas que fossem entendidadas como veiculando críticas às políticas governamentais, contivessem o nome de algum intelectual «maldito» ou de um dirigente de qualquer partido ou movimento da oposição ou se referissem a actos de desrespeito por uma autoridade, fosse qual fosse, incluindo árbitros de futebol, a protestos contra outros regimes autoritários, acções feministas, mortes na Guerra Colonial, apelos à reposição das liberdades, actuação dos Serviços de Censura, estatísticas sobre o custo de vida, movimentos de contestação no âmbito da Igreja e despesas com armamento.


Visão

 

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André

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« Responder #61 em: Abril 25, 2009, 01:55:55 am »
Polícias e "secretas" reforçaram vigilância a radicais de esquerda


Grupos na mira das forças de segurança por suspeita de que hoje poderiam sair à rua em vários pontos do País para travar festejos do 25 de Abril, como há dois anos. Um episódio que vai levar a tribunal 11 jovens por acções violentas.

As forças de segurança voltaram a reforçar a vigilância aos movimentos radicais de esquerda, por haver indícios de que estes poderão actuar hoje, nas celebrações do 25 de Abril, como aconteceu há dois anos.

De acordo com o que apurou o DN, a vigilância foi reforçada esta semana junto de grupos sediados na zona de Lisboa, Almada, Barreiro, Porto e Amadora, e vai manter-se até depois do dia 1 de Maio. Fontes policiais confirmaram que a PSP tem trabalhado em conjunto com os elementos do SIS, entidade que, em 2008, registou "indícios de radicalização de alguns núcleos activistas".

Esta preocupação agravou ainda mais com os alertas que chegaram nas últimas semanas da Europol. Mas não só. As conclusões da investigação dos desacatos do dia 25 de Abril de 2007, também colocaram as autoridades em alerta, já que 11 arguidos vão ser levados a julgamento.

Além do mais, neste momento, as polícias já têm sinais de mobilização, através da Internet, para os próximos dias. A "Rede Libertária" convoca no seu blog para uma manifestação "anti-capitalista e anti-autoritária", no dia 1 de Maio, no Príncipe Real, em Lisboa. No Bairro Alto, já há cartazes colocados a anunciar a mobilização, mas, segundo o porta-voz do Governo Civil de Lisboa não foi pedida autorização para esta iniciativa, o que se enquadra na estratégia utilizada por estes movimentos.

Há dois anos, tais movimentos saíram à rua e provocaram desacatos. No relatório da PSP consta que cerca de 150 jovens, vários de caras tapadas, subiram a Rua do Carmo, em Lisboa, e atiraram plásticos com tinta contra as montras, transeuntes e lojas, fazendo graffitis nas paredes com símbolos anarquistas. A polícia foi agredida por delinquentes com garrafas, paus e barras de ferro.

A confusão instalou-se e os jovens dispararam very lights. Quando estavam a preparar cocktails molotov, o Corpo de Intervenção carregou em força e deteve os 11 que vão agora ser julgados.

As acusações formalizadas pela procuradora Ana Brito, do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) são "resistência e coacção sobre funcionário", "ofensa à integridade física qualificada de forma tentada", "injúrias agravadas" e "dano qualificado". Os arguidos negaram todas as acusações.

Para a procuradora aquele acto resultou de uma acção pensada, organizada e concertada entre alguns dos manifestantes, com o objectivo de provocar desacatos que exigissem a reacção da PSP. Vários dos detidos já tinham "cadastro" e tiveram ou têm ligações a indivíduos referenciados com os movimentos anarco-libertários, "okupas", anti-capitalismo e ecologistas radicais.

As autoridades notaram na manifestação que os activistas usaram técnicas e tácticas "hostis pouco vistas em território nacional", que se enquadram nos manuais de "acção directa", usada por grupos mais violentos noutros países. A investigação confirmou a presença destes em Portugal e na "manif" em causa, os quais exercem actividades influentes nos movimentos extremistas internacionais. As congéneres têm apoiado as associações portuguesas, quer financeiramente, quer na organização de acções.

DN

 

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Duarte

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« Responder #62 em: Abril 25, 2009, 03:37:07 am »
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Palavras que a censura não deixa passar depois do 25 de Abril de 1974  :lol:

A censura, é um acto normal. Faz parte da vida. Todos nós praticamos a censura, a auto-censura, a censura a outros, filhos, esposas, subordinados, empregados, etc.. Eu pessoalmente auto-censuro-me diariamente, especialmente quando me deparo com afirmações ou pensamentos tão desprovidos de verdade, que só podem ser feitos por indivíduos que sofreram uma lavagem cerebral ideológica de tal magnitude, que não lhes resta senão repetir a mesma cassete repetidamente. Tenho que me censurar, pois o bom senso e decoro não me permitem dizer o que penso destes indivíduos.  :roll:

A censura é feita de muitas formas, até aqui no fórum. :lol:
Vejam só o mal que a censura em Singapura faz. O país está no cáos económico.  :lol:

No séc. XXI, a censura é muito mais fácil.


http://wikileaks.org/wiki/Western_inter ... ginning%3F

http://www.dailybits.com/top-10-countri ... g-the-web/

http://www.timesonline.co.uk/tol/news/w ... 352239.ece
 

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FoxTroop

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« Responder #63 em: Abril 25, 2009, 11:49:10 am »
Citação de: "Duarte"
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Não sei se me envergonhe ou se me ria...... enfim.....

Como se alguém se importasse..


Assim como pouco me importo com a sua diarreia verbal. Como o senhor é tão nacionalista e defensor da nossa nação gostaria de o ver a ir para o campo de batalha defender os princípios que tanto apregoa. Ou será que faria o que tantos fizeram que foi por-se a mexer do "paraíso salazarista" para fora?...... Aposto na ultima  :evil:   :lol:
 

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Ataru

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« Responder #64 em: Abril 25, 2009, 01:16:07 pm »
Eu aposto na primeira foxtroop...
Greater Portugal = Portugal + Olivença + Galiza and the Eonavian Region + border villages that speak galaico-portuguese dialects + Cape Verde + St. Tomé and Principe.
 

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JLRC

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« Responder #65 em: Abril 25, 2009, 01:35:20 pm »
Citação de: "FoxTroop"
Ou será que faria o que tantos fizeram que foi por-se a mexer do "paraíso salazarista" para fora?...... Aposto na ultima  :evil:   :oops:
 

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Miguel

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« Responder #66 em: Abril 25, 2009, 01:38:59 pm »
25 abril, faz parte da historia de potugal, ponto final.

Ou vamos reescrever a historia?

Penso que nesse dia todo o povo queria acabar ao estado que tinhamos chegado. Por isso que nao tivemos deramento de sangue.

O PREC foi outra historia, e por isso veio o 25 novembro por fim.

E se nao tivesse havido 25 abril? que seria de nos? Um immenso cemiterio em Portugal continental? Uma provincia prospera na Africa Austral paga pelo sangue dos metropolitanos?

Hoje voltamos a ter relaçoes privilegiadas com as nossaas ex-colonias.

Parece que a historia reconciliou Portugal com o passado e presente.

Claro que temos corrupçao etc.. isto e u fenomeno global e nao apenas nacional

Como podemos afirmar que nao havia coupçao antes do 25abril, com a censura? Podiam os jornalistas ter a liberdade de hoje?
 

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JLRC

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« Responder #67 em: Abril 25, 2009, 01:44:30 pm »
Olha o Miguel, por onde tens andado? Um abraço.
 

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André

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« Responder #68 em: Abril 25, 2009, 01:51:37 pm »
Citação de: "JLRC"
Citação de: "FoxTroop"
Ou será que faria o que tantos fizeram que foi por-se a mexer do "paraíso salazarista" para fora?...... Aposto na ultima  :evil:   :oops:


Mais vale esse que este ...




 :lol:  :lol:  :lol:

 

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Duarte

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« Responder #69 em: Abril 25, 2009, 02:11:52 pm »
Citação de: "FoxTroop"
Assim como pouco me importo com a sua diarreia verbal. Como o senhor é tão nacionalista e defensor da nossa nação gostaria de o ver a ir para o campo de batalha defender os princípios que tanto apregoa. Ou será que faria o que tantos fizeram que foi por-se a mexer do "paraíso salazarista" para fora?...... Aposto na ultima  :evil:   c34x
 

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Ataru

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« Responder #70 em: Abril 25, 2009, 02:12:59 pm »
Hehe, ganhei!
Greater Portugal = Portugal + Olivença + Galiza and the Eonavian Region + border villages that speak galaico-portuguese dialects + Cape Verde + St. Tomé and Principe.
 

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Duarte

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« Responder #71 em: Abril 25, 2009, 02:21:44 pm »
Citação de: "JLRC"
Citação de: "FoxTroop"
Ou será que faria o que tantos fizeram que foi por-se a mexer do "paraíso salazarista" para fora?...... Aposto na ultima  :evil:   :oops:

 
Como já vem sendo hábito, vem dizer meias verdades e torcer a verdade.
Com a idade que eu tinha, a escolha não foi minha de abandonar o paraíso criado pela "revolução dos cravos" e o cáos do PREC que lhe seguiu.

Se eu tivesse mais idade, acredita que haveria menos "capitães de abril" a pavonearem-se por aí.
 :twisted:
 

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FoxTroop

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« Responder #72 em: Abril 25, 2009, 02:27:37 pm »
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Como vem sendo hábito, a sorte não está do teu lado, apostou mal.

Como já não se vai bater o couro para o Ultramar podemos dizer muita coisa, é pena é que felizmente nunca saberemos, não é?.....  :lol:

Pena também que na minha vida já me tenha cruzado com muito filho de muita mãe e de palavreado desse já estou "a tope"


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E se não tivesse havido 25 Abril? que seria de nos? Um imenso cemitério em Portugal continental? Uma província prospera na África Austral paga pelo sangue dos metropolitanos?

Hoje voltamos a ter relações privilegiadas com as nossas ex-colónias.

Parece que a historia reconciliou Portugal com o passado e presente.


Essa grande verdade é que incomoda de sobremaneira muito pseudo- nacionalista que por aí anda. Grandes proto-guerreiros, sedentos de sangue e vontade combativa, desde que o sangue seja o dos outros e sejam os outros a combater.

Também defensores do "Portugal uno do Minho a Timor" mas como a guerra na Guiné estava atolada descarta-se a Guiné. Então já não é uno como apregoavam?!!!! Ou a Guiné não fica entre Minho e Timor.

Dualidades, voltinhas e spins  mas argumentação solida é que nickles.
 

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Duarte

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« Responder #73 em: Abril 25, 2009, 03:00:04 pm »
Citação de: "FoxTroop"
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Como vem sendo hábito, a sorte não está do teu lado, apostou mal.

Como já não se vai bater o couro para o Ultramar podemos dizer muita coisa, é pena é que felizmente nunca saberemos, não é?.....  :lol:

Pena também que na minha vida já me tenha cruzado com muito filho de muita mãe e de palavreado desse já estou "a tope"


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E se não tivesse havido 25 Abril? que seria de nos? Um imenso cemitério em Portugal continental? Uma província prospera na África Austral paga pelo sangue dos metropolitanos?

Hoje voltamos a ter relações privilegiadas com as nossas ex-colónias.

Parece que a historia reconciliou Portugal com o passado e presente.

Essa grande verdade é que incomoda de sobremaneira muito pseudo- nacionalista que por aí anda. Grandes proto-guerreiros, sedentos de sangue e vontade combativa, desde que o sangue seja o dos outros e sejam os outros a combater.

Também defensores do "Portugal uno do Minho a Timor" mas como a guerra na Guiné estava atolada descarta-se a Guiné. Então já não é uno como apregoavam?!!!! Ou a Guiné não fica entre Minho e Timor.



Muitos mais houve na "oposição democrática" que se esquivaram ao dever.. :roll:
 

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FoxTroop

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« Responder #74 em: Abril 25, 2009, 03:23:56 pm »
Não coloquei a sua família neste debate e se vamos por aí também todos os meus tios e meu pai estiveram no Ultramar.

O que digo é que conversa de pseudo-nacionalista já ouvi muita. E a minha experiência mostrou-me que é geralmente esses que, quando estavam ao meu lado e a coisa começava a torcer, até se esqueciam que tinham uma arma nas mãos e já nem se lembravam da Pátria. Tal como disse antes a minha vida cruzou-me com muito filho de muita mãe.

Quanto a demagogias, as que vejo aqui são as dos defensores dos "ses"
SE não fosse o 25 de Abril, SE não se tivesse "traído?!!!" a Pátria, SE, SE, SE.... Isso sim é pura demagogia.


Quanto às minhas qualidades (que as tenho) sou demasiado modesto para as enumerar e sobre os meus defeitos (bastantes, por sinal) sou demasiado narcisista para os apontar.