Votação

Apoiam a Revolução de 25 de Abril de 1974

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25 De Abril

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TOMSK

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« Responder #45 em: Abril 23, 2009, 05:04:58 pm »
Citação de: "FoxTroop"
Quando fala em consultar as populações nem sei o que lhe dizer. Penso apenas que seja desconhecimento seu da realidade dos territórios porque, se não for, então é grave o que diz.


Não há desconhecimento nenhum.
Estava até no programa do MFA.
A consulta às populações, com a presença da ONU, iria provar o que é que a maioria do povo africano desejaria. Porque nem todos os africanos estavam do lado dos movimentos independentistas. Uns fugiram para Portugal, outros estavam no exército português. Resta saber se os movimentos independentistas eram em maior número que o resto da população que se sentia bem com a presença portuguesa.
A consulta às populações, servia também para afastar de vez aquelas suspeições que aparecem hoje aí de que o determinado povo queria ter continuado português, e etc.
 

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Lancero

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« Responder #46 em: Abril 23, 2009, 05:17:12 pm »
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25 Abril: Militares espanhóis recordam laços revolucionários ibéricos
 

    Lisboa, 23 Abr (Lusa) - Militares da organização clandestina anti-franquista Unión Militar Democrática (UMD), criada no Verão de 1974, estão em Portugal para assinalar o 25 de Abril e recordar os laços estabelecidos entre os ideais revolucionários portugueses e espanhóis.  

 

    O tenente-coronel José Ignacio Dominguez Martin-Sanchez, então capitão, foi um dos militares da UMD, cujo percurso esteve ligado a Portugal e aos capitães de Abril.  

 

    "É um reconhecimento tardio, já o devíamos ter feito antes, e (esta visita) pretende simbolizar a união que sempre existiu entre o MFA (Movimento das Forças Armadas) e a Unión Militar Democrática", disse hoje José Ignacio Dominguez, em declarações à Lusa.  

 

    Para o militar espanhol, este regresso assinala a importância do 25 de Abril para Portugal, mas também para todo o mundo, sobretudo para Espanha.

 

    "O 25 de Abril teve uma importância transcendental para Espanha, não só para as forças armadas, mas também no movimento político em geral", afirmou o tenente-coronel, frisando que a própria constituição da UMD se deveu à revolução portuguesa.  

 

    Segundo o piloto-aviador, o 25 de Abril facilitou a mudança política em Espanha.  

 

    "Se não tivesse existido o 25 de Abril, provavelmente não existiria a UMD. Deu impulso à oposição contra o regime de Franco", realçou.  

 

    Então com 30 anos, este piloto-aviador viveu durante cerca de um ano (1975/1976) em Portugal como porta-voz da UMD.  

 

    Um papel que acabou sempre por desempenhar longe da fronteira portuguesa, para "não perturbar" as relações entre Portugal e Espanha.  

 

    Durante esse período, as suas declarações públicas eram sempre feitas em Paris ou em outras cidades europeias, segundo o militar, que acabaria mais tarde por seguir uma carreira na aviação comercial.  

 

    Nesta visita a Portugal, vão estar ainda o coronel Luis Otero Fernandez, o coronel José Fortes Bouzan e o tenente-coronel Capitão Fernando Reilein, membros da UMD presos em Julho de 1975.  

 

    Durante esse período, acabariam por ser presos um total de 14 líderes da organização clandestina.  

 

    José Ignacio Dominguez, o primeiro militar do ramo da aviação a integrar a UMD e que nessa data estava ausente de Espanha, acabou por escapar.  

 

    Os militares estarão sexta-feira e sábado em Portugal, visitando alguns dos locais mais emblemáticos da "revolução dos cravos".  

 

    Sexta-feira, às 10:00, vão visitar o Posto de Comando do Movimento das Forças Armadas (MFA) da Pontinha, às 11:30 estarão no Quartel do Carmo, seguindo para o local da antiga sede da PIDE/DGS, na Rua António Maria Cardoso.

 

    Já perto da hora de almoço, às 12:30, seguem para a Associação 25 de Abril, e às 14:30 estarão no Terreiro do Paço.  

 

    Ainda sexta-feira, rumam a Santarém, onde será servido um jantar comemorativo na Escola Prática de Cavalaria, hoje desactivada, donde partiram as tropas comandadas por Salgueiro Maia.  

 

    Nessa ocasião, será assinado um protocolo de colaboração com a Associação 25 de Abril.  

 

    "É um compromisso de manter a união entre a UMD e a associação para defesa dos direitos humanos e dos valores democráticos e um compromisso de actuações conjuntas nos dois países", afirmou José Ignacio Dominguez, explicando que esta cooperação poderá passar, por exemplo, em acções de teor cultural.  

 

    No dia seguinte (dia 25), os quatro elementos da organização clandestina vão participar nas comemorações do Dia da Liberdade, nomeadamente no desfile que vai percorrer a Avenida da Liberdade até ao Rossio.  

 

    Criada alguns meses depois da revolução portuguesa (Agosto), a UMD integrava cerca de 150 elementos, que operavam em células isoladas espalhadas pelo território espanhol.  

 

    Após a morte do general Francisco Franco, em finais de 1975, a UMD viveu um percurso muito perturbado.  

 

    Julgados em Conselho de Guerra, 11 dos militares presos foram afastados das Forças Armadas espanholas.  

 

    Com a transição democrática, a organização acabaria por ser dissolvida oficialmente em 1977.  
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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Lancero

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« Responder #47 em: Abril 23, 2009, 05:20:07 pm »

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25 de Abril: Descolonização "foi óptima" e "admirou países" com processos semelhantes - Mário Soares  



    Lisboa, 23 Abr (Lusa) - O ex-Presidente da República Mário Soares defendeu hoje que "foi óptima" a forma como os responsáveis políticos do pós-25 de Abril conduziram o processo que, na década de 1970, culminou na independência das ex-colónias portuguesas.  

 

       "A descolonização foi óptima, foi feita num tempo recorde que admirou muitos países que fizeram descolonizações, como os franceses", disse Mário Soares, no encerramento das Jornadas de Ciência Política promovidas pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.  

 

       Mário Soares, que então como ministro dos Negócios Estrangeiros foi um dos principais intervenientes no processo, sustentou que a forma como Portugal entregou as suas colónias "trouxe uma confraternização com os movimentos de libertação" que criou as condições para que fosse possível criar a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).  

 

       Na conferência, intitulada "25 de Abril: Ruptura ou evolução na continuidade?", o ex-Chefe de Estado revisitou na primeira pessoa alguns dos episódios que marcaram a "revolução exclusivamente nacional" que em 1975 pôs termo ao Estado Novo.  

 

       Perante uma plateia repleta de alunos e docentes do ISCSP, Mário Soares lembrou que o "primeiro objectivo" dos protagonistas da revolução era "acabar com a guerra", mas que "não faziam ideia do que queriam fazer para diante".

 

       E lembrou o conflito com os comunistas e as forças de extrema-esquerda que culminou no 25 de Novembro de 1975: "foi o grande conflito que tivemos com o PCP, se Portugal devia ser uma Cuba à europeia, de uma democracia pluralista".  

 

       Adriano Moreira, outro dos participantes no debate, prolongou a análise até à actualidade, chamando a atenção para o que considera ser um dos legados nunca resolvidos da revolução de Abril: o desaparecimento de um conceito estratégico nacional que nunca foi substituído.  

 

       "Portugal ainda não tem um conceito estratégico nacional estabelecido [para substituir o que foi extinto com o 25 de Abril] (...) o País nunca teve a experiência de ter uma multiplicidade de fronteiras (de segurança, comércio, política cultural) e ainda não definiu um modelo de governação para gerir essa multiplicidade", disse.  

 

       "A redefinição de um novo conceito estratégico nacional começou nesse dia [25 de Abril de 1974] e ainda não acabou", acrescentou.  

 

       Numa "era de extrema turbulência resultante do desastre total da governação mundial", o professor universitário chamou ainda a atenção que "alguma coisa absolutamente informal está a nascer" em consequência da tentativa de recuperar "um sistema que faliu".  

 

       Uma realidade a que acresce a "fragilidade em que está a Europa", dependente de energias não renováveis, de reservas alimentares estratégicas, de mão-de-obra, de matérias-primas.  

 

       Neste contexto, Portugal deve "avaliar os desafio e as capacidades que tem" para lhes dar resposta e apostar na "investigação e ensino".  

 

       "Tenho dúvidas de que isto esteja a ser feito quando vejo universidades em debilidade financeira (...) quando o conceito estratégico do ensino secundário não está articulado com o do ensino superior", comentou.  

 

       Para Adriano Moreira é ainda necessário restaurar a confiança, "um valor sem o qual não se constrói nenhuma viabilidade".  

 

       "É preciso reconhecer que a relação de confiança em relação a várias estruturas do regime democrático estão em crise e isso reflecte-se na sociedade civil", observou.  

 

       A antiga deputada do PCP Odete Santos criticou, por seu turno, o que considerou ser o "regresso dos monopólios", revertendo medidas tomadas após a revolução de Abril como as "nacionalizações e reforma agrária" que, em seu entender, contribuíram para eliminar factores que "oprimiam o povo".

 

 
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

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Cabecinhas

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« Responder #48 em: Abril 23, 2009, 05:44:49 pm »
NOJO!!!
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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Cabeça de Martelo

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« Responder #49 em: Abril 23, 2009, 05:56:50 pm »
O homem só está a vender a sua sardinha...alguém compra?





















Eu não!
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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TOMSK

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« Responder #50 em: Abril 23, 2009, 05:57:52 pm »
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Descolonização "foi óptima". - Mário Soares

:amazing:
DESAPAREÇA!!!
De uma vez para sempre!
 

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FoxTroop

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« Responder #51 em: Abril 23, 2009, 06:11:25 pm »
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Não há desconhecimento nenhum.
Estava até no programa do MFA.
A consulta às populações, com a presença da ONU, iria provar o que é que a maioria do povo africano desejaria. Porque nem todos os africanos estavam do lado dos movimentos independentistas. Uns fugiram para Portugal, outros estavam no exército português. Resta saber se os movimentos independentistas eram em maior número que o resto da população que se sentia bem com a presença portuguesa.
A consulta às populações, servia também para afastar de vez aquelas suspeições que aparecem hoje aí de que o determinado povo queria ter continuado português, e etc.


Agora tenho a certeza de que não sabe o que afirma. Também penso que não vale a pena explicar-lhe. Continue com a sua visão que vai bem.....


Quanto a essa espécie de gente que é o Mário Soares disse, nem merece comentário. Essa aventesma só pode estar senil. :roll:


Grande Adriano Moreira. Sábia palavras. Alguém com tino, estratégia e sentido de nação. Pena serem tão poucos......
 

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P44

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« Responder #52 em: Abril 24, 2009, 10:12:50 am »
o bochechas está mesmo cheché de todo
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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André

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« Responder #53 em: Abril 24, 2009, 05:34:26 pm »
PSD e CDS rejeitam discutir voto de protesto contra praça Salazar


As bancadas parlamentares do PSD e do CDS-PP rejeitaram hoje discutir um voto de repúdio, proposto pelo Bloco de Esquerda, pela inauguração, este sábado, dia 25 de Abril, de uma praça com o nome de Salazar.

A Câmara Municipal de Santa Comba Dão (PSD-CDS/PP) vai inaugurar sábado a remodelação de uma praça da cidade a que foi dado o nome de Salazar.

«Na placa exposta nessa praça, Salazar é apresentado como
"professor universitário e estadista", omitindo-se o seu papel histórico como ditador à frente de um regime político anti-democrático e repressivo», refere o voto de protesto apresentado pelo Bloco de Esquerda (BE).

PSD e CDS-PP rejeitaram discutir hoje esta iniciativa do Bloco, por ter sido entregue esta manhã (fora do prazo regimental para o seu debate imediato), o que motivou «profunda estranheza» entre a bancada bloquista.

«O Bloco de Esquerda não pode deixar de registar a sua mais profunda estranheza ao constatar que, na véspera das comemorações do 25 de Abril, CDS e PSD recorrem a um procedimento regimental para impedir a Assembleia da República de discutir, em tempo próprio, a gratuita provocação ao espírito da revolução e à memória dos que resistiram ao regime fascista», afirma o Grupo Parlamentar do BE.

Para o deputado bloquista Fernando Rosas, além do facto «já em si muito mau» de escolher «o nome de uma das mais longas ditaduras da Europa para um largo», é uma «provocação» inaugurá-la no dia 25 de Abril.

«É um insulto à consciência democrática do país, que não podia passar em claro no Parlamento, e só não passou porque o PSD e o CDS se opuseram a que essa votação se realizasse, e o Parlamento ficou sem a possibilidade de manifestar o seu repúdio», disse à agência Lusa Fernando Rosas.

«Não percebo qual era a reflexão necessária», defendeu o deputado, para quem o PSD e o CDS-PP «têm de explicar» ao país o motivo por que recusaram.

Lusa

 

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Ataru

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« Responder #54 em: Abril 24, 2009, 06:21:50 pm »
Quando eu for deputado vou "repudiar" quem não comemorar o 25 de Novembro xD
Greater Portugal = Portugal + Olivença + Galiza and the Eonavian Region + border villages that speak galaico-portuguese dialects + Cape Verde + St. Tomé and Principe.
 

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Luso

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« Responder #55 em: Abril 24, 2009, 10:54:25 pm »
http://lusavoz.blogspot.com/

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Sexta-feira, Abril 24, 2009

O Santo do 26 de Abril

Os próximos dois dias serão um bizarro momento na vida dos portugueses.
Amanhã celebra-se o Anti-Portugal. O momento em que os portugueses decidiram abandonar às mãos do terror do totalitarismo comunista uma parte significativa da sua população, o momento em que Portugal se transformou numa região europeia, em que adoptámos uma Constituição abjecta, em que o Socialismo se tornou o nosso regime, em que abjuramos todos os princípios que fizeram Portugal.
No Domingo, porém, a conversa é outra. Celebraremos Portugal como se ainda o tivéssemos entre nós. Na memória do Condestável vive a Fé de um homem de vida casta, a consciência do Dever do político e da Nação ao serviço da Justiça Divina, o combate num espírito de caridade ilimitada pelo inimigo, o amor do Rei, a consciência absoluta da comunidade na amizade cristã. No Santo repousa tudo aquilo que repugna ao homem moderno e por isso não podemos deixar de rir um bom bocado com as recentes loas de todos os quadrantes da sociedade, sempre pronta a aproveitar uma boleia para o mundo do “faz de conta que temos um país”.
No 26 de Abril devemos pôr os olhos no passado, para olhar de frente o futuro e vencer o Anti-Portugal.

posted by O Corcunda at 22:36
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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HSMW

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« Responder #56 em: Abril 24, 2009, 11:09:20 pm »
Citação de: "TOMSK"
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Descolonização "foi óptima". - Mário Soares
:shock:  :lol:
https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Duarte

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« Responder #57 em: Abril 24, 2009, 11:53:59 pm »
Citação de: "Luso"
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Sexta-feira, Abril 24, 2009

O Santo do 26 de Abril

Os próximos dois dias serão um bizarro momento na vida dos portugueses.
Amanhã celebra-se o Anti-Portugal. O momento em que os portugueses decidiram abandonar às mãos do terror do totalitarismo comunista uma parte significativa da sua população, o momento em que Portugal se transformou numa região europeia, em que adoptámos uma Constituição abjecta, em que o Socialismo se tornou o nosso regime, em que abjuramos todos os princípios que fizeram Portugal.
No Domingo, porém, a conversa é outra. Celebraremos Portugal como se ainda o tivéssemos entre nós. Na memória do Condestável vive a Fé de um homem de vida casta, a consciência do Dever do político e da Nação ao serviço da Justiça Divina, o combate num espírito de caridade ilimitada pelo inimigo, o amor do Rei, a consciência absoluta da comunidade na amizade cristã. No Santo repousa tudo aquilo que repugna ao homem moderno e por isso não podemos deixar de rir um bom bocado com as recentes loas de todos os quadrantes da sociedade, sempre pronta a aproveitar uma boleia para o mundo do “faz de conta que temos um país”.
No 26 de Abril devemos pôr os olhos no passado, para olhar de frente o futuro e vencer o Anti-Portugal.

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FoxTroop

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« Responder #58 em: Abril 25, 2009, 12:08:31 am »
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Amanhã celebra-se o Anti-Portugal. O momento em que os portugueses decidiram abandonar às mãos do terror do totalitarismo comunista uma parte significativa da sua população, o momento em que Portugal se transformou numa região europeia, em que adoptámos uma Constituição abjecta, em que o Socialismo se tornou o nosso regime, em que abjuramos todos os princípios que fizeram Portugal.



 :roll:   :roll:  Não sei se me envergonhe ou se me ria...... enfim.....
 

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Duarte

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« Responder #59 em: Abril 25, 2009, 12:21:04 am »
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Não sei se me envergonhe ou se me ria...... enfim.....


Como se alguém se importasse..