Russia invade Geórgia

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zeNice

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« Responder #30 em: Agosto 10, 2008, 03:45:20 pm »
O que aconteceria se fosse Portugal no lugar de Georgia?
 

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P44

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« Responder #31 em: Agosto 10, 2008, 03:46:01 pm »
Citação de: "André"
Citação de: "Cabecinhas"
http://www.publico.clix.pt/videos/?v=20080808195706&z=1

Só uma pergunta, qual é a legitimidade do presidente da Geórgia usar a bandeirea da U.E.?

 :lol:  :lol:  :lol:  :roll: patético....
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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P44

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« Responder #32 em: Agosto 10, 2008, 03:58:33 pm »
Descrições do "amor" dos Georgianos pelos "compatriotas" da Ossétia do Sul

it has been civilians who have borne the brunt of the conflict, with both sides levelling accusation of atrocities and ethnic cleansing.

What seems beyond doubt is that the Georgian assault that began on Friday - after two weeks of increasingly heavy skirmishes between separatists and Georgian forces - was massive and indiscriminate as volleys of Grad missiles rained down on Tskhinvali and neighbouring villages.

Refugees also claimed that civilians were shot, kidnapped and burnt to death by rampaging soldiers in areas occupied by Georgian troops. Russian television has broadcast claims that Georgian troops 'executed' injured Russian peacekeepers based in Tskhinvali who were captured during the initial assault: 10 peacekeepers were killed and up to 150 injured during the rocket and air attack.

Among those fleeing was Lusya Khoriyeva, 40, a housewife from Tsunari in South Ossetia, one of an estimated 4,000-5,000 refugees who have arrived in the Russian North Ossetian capital of Vladikavkaz, in the past two days.

'I spent three days in our basement with two of my neighbours,' she said yesterday. 'The Georgians were bombing from the air and with Grad missiles. Then their tanks rolled into the village at 3am on Friday. People shouted, "Run, run!" We crawled out of the basement. Our Home Guard fighters were running too: their ammunition was finished. I saw one man hit by a rocket. It took off his head and splattered it against a wall.

'We crawled to a field of wheat. A shell landed near me, but did not explode. Another fell in the wheat and set it on fire. My robe was burning. I could hear girls screaming: "Don't kill me!" The Georgians were rounding them up. We escaped beyond the field. I came here in a car with 15 people in it. My son, my husband and my daughter are there. I don't know what has happened to them.'

Alisa Mamiyeva, 26, an English student from Znaur region, added: 'Georgian soldiers flung open the doors of our houses, marched in and destroyed everything. Women were hiding in barrels of salted cheese to avoid being taken.'

Another woman from the same area said: 'They are going from door to door, killing. A few of us escaped in a car but my brother and my aunt and uncle are still there.'

Zarema Kochieva, 45, the owner of a small shop in Tskhinvali, managed to flee with her two daughters to Vladikavkaz on Thursday. 'My husband stayed behind to fight,' she said. 'Our men have only automatic rifles against tanks. He told me he ran into our apartment. A Georgian tank saw him and fired at our apartment block, destroying half of it. There are constant firefights. I think my brother may be already dead.'

Anatoly Kabisov may not have been the first victim of South Ossetia's dirty little war; it seems certain he will not be the last. But he is emblematic, at least, of how, in a few short days, it spiralled out of control. In a conflict where truth and blame have been hard to determine, how he died represents the complaints of South Ossetia's Russian-speaking separatist movement in the run-up to war.

On the night of 1 August, they say, Kabisov, a separatist 'policeman' from the village of Mugat, was killed by Georgian fire from an outpost near the village of Dvani. As his comrades took his body to be buried, Georgians opened fire on the funeral procession as well.


http://www.guardian.co.uk/world/2008/au ... a.georgia1
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pedro

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« Responder #33 em: Agosto 10, 2008, 04:02:00 pm »
Se fosse Portugal tinhamos ai a 3 guerra mundial. :lol:
Cumprimentos
 

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André

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« Responder #34 em: Agosto 10, 2008, 04:08:52 pm »
Abkházia anuncia que entra em «estado de guerra» às 21:00

A Abkházia anunciou que entrará em «estado de guerra» numa parte do seu território durante dois dias, a partir das 21:00.

A região independentista da Geórgia continuava hoje com bombardeamentos aéreos e ataques de artilharia na zona das gargantas de Kodori, sob controlo das tropas georgianas.

De acordo com um decreto do presidente abkhaze, Serguei Bagapch, citado pela agência Interfax, o estado de guerra será decretado durante 48 horas nos distritos de Gali, Tkvartcheli, Otchamtchira e Goulripch, bem como numa parte da capital da Abkházia, Soukhoumi.

Além de Kodori, o presidente Bagapch avança que a Abkházia, que ordenou uma mobilização parcial dos seus reservistas, tem ainda tropas até às margens do rio Ingouri, na fronteira com a Geórgia, no distrito de Gali, uma região abkhaze com uma população de maioria georgiana.

A Rússia apelou, entretanto, às Nações Unidas que retire os seus observadores da Abkházia e de Zougdidi, na região oeste da Geórgia, avançou Chota Outiachvili, porta-voz do Ministério do Interior georgiano.

Os separatistas pró-russos da Abkházia lançaram no sábado uma operação militar contra soldados georgianos em Kodori, criando uma nova frente de combate contra as forças de Tbilissi, que lançou na madrugada de sexta-feira uma ofensiva na Ossétia do Sul, outro território independentista pró-russo.

O secretário do Conselho de Segurança georgiano, Alexandre Lomaia, adiantou, por sua vez, que navios militares russos já chegaram ao porto abkhaze de Otchamtchyra, situado a 30 quilómetros da fronteira entre a Abkházia e a Geórgia.

Já no sábado, as autoridades georgianas tinham indicado que navios de guerra russos se dirigiam para a costa da Geórgia, depois de pelo menos uma das embarcações militares russas ter abandonado o porto ucraniano de Sébastopol, que serve de base à Armada russa no Mar Negro.

Ainda no sábado, um responsável do departamento de Estado norte-americano avançou que Moscovo pretendia enviar navios da sua Armada para Otchamtchyra, informações que a Rússia se recusou a comentar.

Lusa

 

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André

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« Responder #35 em: Agosto 10, 2008, 04:49:57 pm »
MNE francês viaja para Rússia e Geórgia para negociar a paz



O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Bernard Kouchner, cujo país exerce a Presidência rotativa da União Européia (UE), partiu hoje de Paris rumo à Geórgia e à Rússia, para tentar negociar uma saída para o conflito na Ossétia do Sul.

Segundo a rádio France Info, Kouchner - que realiza esta missão juntamente com o presidente rotativo da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE), o finlandês Alexander Stubb - passará a noite em Tbilisi antes de ir a Moscovo, segundo as declarações do ministro.

Kouchner apresentará à Geórgia e à Rússia um plano de cessar-fogo e regresso ao «status quo» anterior ao conflito, medida anunciada ontem pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, após falar com os dirigentes da Geórgia, Reino Unido, Espanha, Ucrânia, Itália e Rússia.

O plano da Presidência francesa da UE prevê «o fim imediato das hostilidades», «o pleno respeito pela soberania e integridade territorial da Geórgia» e «o restabelecimento da situação que prevalecia anteriormente no terreno».

Depois de o ministro francês voltar da região, os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE realizarão uma reunião extraordinária e, «se for útil, com os chefes de Estado e de Governo», disse Kouchner, sem precisar o local e a data do encontro diplomático.

Lusa

 

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Luso

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« Responder #36 em: Agosto 10, 2008, 06:35:53 pm »
Citação de: "Morkanz"
O que aconteceria se fosse Portugal no lugar de Georgia?


É uma boa pergunta. A reacção dos média mostra bem até que ponto estamos indefesos.
Além disso mostra bem como a escolha do timming mediático foi bem efectuada. A invasão de um pequeno e irrevante país e a importância dos Jogos Olímpicos, esse festival de patrocinadores.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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André

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« Responder #37 em: Agosto 10, 2008, 06:41:38 pm »
Aviação russa ataca aeroporto internacional de Tbilisi

A aviação russa atacou o aeroporto internacional da capital georgiana, com as bombas a caírem a 200 metros da pista desta infra-estrutura. Entretanto, o encerregado de negócios da Rússia nos EUA diz que os russos «não têm a intenção de invadir a Geórgia».
O aeroporto internacional da capital georgiana foi alvo de um ataque, este domingo, horas antes da chegada do ministro francês dos Negócios Estrangeiros, confirmou o ministro georgiano do Interior.

Este ministro precisou que o ataque da aviação russa atingiu uma zona a 200 metros do aeroporto de Tbilissi, um ataque que também foi presenciado por uma testemunha citada pela Reuters.

Citados pela televisão georgiana Rustavi-2, responsáveis georgianos confirmaram ainda que o aeroporto de Tbilissi continuará a funcionar normalmente e que não está prevista qualquer anulação de voos.

No mesmo raide, a aviação russa atacou ainda um aeroporto militar que se situa nas proximidades e ainda uma fábrica de construção de aviões, não tendo sido feitos estragos a estas infra-estruturas.

Entretanto, o encarregado de negócios da embaixada russa nos EUA sublinhou que o seu país «não tem a intenção de invadir a Geórgia», as sim a intenção de «forçar os dirigentes georgianos à paz».

Em entrevista à CNN, Alexandr Darchiev considerou que o presidente georgiano «tem de ser responsabilizado pelo ataque bárbaro e desleal contra civis inocentes na Ossétia do Sul, de agressão contra a Ossétia do Sul».

«A melhor coisa que ele pode fazer agora é retirar as suas tropas incondicionalmente», acrescentou este diplomata, que defendeu que a Geórgia tem de «assinar um acordo com os ossetas em que se compromete a excluir o uso da força».

Darchiev acusou ainda os georgianos de serem responsáveis pela morte de duas mil pessoas na Ossétia do Sul e de «lançar granadas em abrigos onde mulheres e crianças se escondem».

Este encarregado de negócios defendeu ainda que os ataques fora da Ossétia do Sul são «legítimos», uma vez que têm como objectivo «impedir a aviação e os militares georgianos de atacar as nossas forças de manutenção de paz».

Lusa

 

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André

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« Responder #38 em: Agosto 10, 2008, 06:58:41 pm »
Citação de: "André"
Aviação russa ataca aeroporto internacional de Tbilisi

A aviação russa atacou o aeroporto internacional da capital georgiana, com as bombas a caírem a 200 metros da pista desta infra-estrutura.

Este ministro precisou que o ataque da aviação russa atingiu uma zona a 200 metros do aeroporto de Tbilissi, um ataque que também foi presenciado por uma testemunha citada pela Reuters.

No mesmo raide, a aviação russa atacou ainda um aeroporto militar que se situa nas proximidades e ainda uma fábrica de construção de aviões, não tendo sido feitos estragos a estas infra-estruturas.


:?

A força Aérea Russa anda com a pontaria desafinada, nem numa fábrica acertam ...  :lol:  c34x  :Ups:
« Última modificação: Agosto 10, 2008, 08:04:02 pm por André »

 

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André

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« Responder #39 em: Agosto 10, 2008, 07:22:19 pm »
"Georgia em risco de acabar enquanto Estado"

O presidente da Geórgia, Mikheïl  Saakachvili, considera que existe a possibilidade real do fim do Estado em razão do conflito com a Rússia. O conflito por causa da Ossétia do Sul ameaça, também, as relações entre norte-americanos e russos, embora Moscovo se apresse a dizer que não quer malbaratar o bom relacionamento com Washington.

“A existência do Estado da Geórgia está ameaçada”, disse  Mikheïl  Saakachvili, numa comunicação ao país feita pela televisão. “Todos estes bombardeamentos têm por objectivo instalar o pânico”, acrescentou.

“A  Georgia quer a paz, nada mais”, disse Saakachvili. Fontes do Ministério dos Negócios Estrangeiros georgianos são citadas nas agências internacionais como disponíveis para negociar com a Rússia um fim do conflito.

Mas, Moscovo, dizem igualmente as agências internacionais, não está disposta a sentar-se à mesa com Tiblisi, acusando os georgianos de faltar à verdade quando dizem que já retiraram todas as tropas do território independentista pró-russo da Ossétia do Sul.

O aviso dos Estados Unidos

Os apelos para o fim dos combates na Geórgia e as chamadas de atenção dirigidas à Rússia multiplicam-se, com a Casa Branca a avisar Moscovo de que o prosseguimento de "uma escalada desproporcionada e perigosa" terá consequências.

"Vincámos claramente aos russos que, se continuarem com esta escalada desproporcionada e perigosa, isso terá um impacto importante nas relações russo-americanas a longo prazo", disse o Conselheiro Nacional Adjunto para a Segurança, James F. Jeffrey, que acompanha o presidente George W. Bush em Pequim.

Bush falou por telefone com o homólogo francês Nicolas Sarkozy, que dirige actualmente também a União Europeia. Segundo a Casa Branca, os dois presidentes "estão de acordo, de uma forma geral", sobre este assunto "e mais precisamente sobre os três pontos seguintes: a necessidade de um cessar-fogo, a necessidade do fim das actividades militares e a necessidade de respeitar a integridade territorial georgiana".

Severa chamada de atenção da União Europeia

A severa chamada de atenção de Washington seguiu de perto uma outra da União Europeia, que preveniu Moscovo sábado à noite de que um prosseguimento das suas operações militares no território georgiano "afectaria" a respectiva relação.

A UE proclamou "com força o seu apoio à soberania e à integridade territorial da Georgia", enquanto o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, estimava que a soberania georgiana sobre a Ossetia do Sul tinha recebido "um golpe mortal".

O chefe da diplomacia francesa, Bernard Kouchner, apelou hoje ao "fim da matança" na Geórgia, por ocasião de uma reunião de crise, antes de partir para Tbilissi e Moscovo em missão de mediação.

"Vamos tentar parar esta matança, propondo o fim dos combates, a retirada das tropas de um lado e doutro até às linhas que foram estabelecidas pela comunidade internacional", declarou Kouchner à cadeia de televisão francesa TF1.

Apelos do Papa a António Guterres

A Polónia estimou que a UE deveria encarregar-se de uma missão de estabilização no Cáucaso do Sul e afirmou-se pronta para participar activamente numa missão como esta, segundo o chefe da diplomacia de Varsóvia, Radoslaw Sikorski.

Em Berlim, a chanceler Angela Merkel apelou a um "cessar-fogo imediatamente e incondicional" no Cáucaso, durante uma conversa telefónica com o presidente francês Nicolas Sarkozy, e insistiu igualmente na preservação da integridade territorial da Geórgia.

Também o secretário-geral da NATO, Jaap de Hoop Scheffer, lamentou "o uso desproporcionado da força na Geórgia", reiterando um apelo "imediato" ao cessar-fogo.

O papa Bento XVI também desejou "o fim imediato das operações militares" e convidou a comunidade internacional e os "países mais influentes" a fazer "todos os esforços" para chegar a "uma solução pacífica e durável".

O Alto-comissário para os Refugiados, António Guterres, apelou hoje às partes em conflito para permitirem às agências de ajuda humanitária o acesso aos refugiados civis.

Numerosos países como o Reino Unido, Alemanha, Itália e Polónia alertaram os seus nacionais para a situação na Ossétia do Sul e apelaram a quem se encontra no território para o abandonar.

JN

 

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Knyght

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« Responder #40 em: Agosto 10, 2008, 07:42:01 pm »
Citação de: "P44"
Citação de: "André"
Citação de: "Cabecinhas"
http://www.publico.clix.pt/videos/?v=20080808195706&z=1

Só uma pergunta, qual é a legitimidade do presidente da Geórgia usar a bandeirea da U.E.?

 :lol:  :lol:  :lol:  :roll: patético....

Os EUA vão perder o bastião de fonte que têm na Russia, para a Russia é mais um mero treino militar com fogo real.
Voltarem a deter o controle económico que muito sabiamente os EUA queriam implantar no silêncio.
Os EUA querem controlar todos os poços e pipe-lines das energias não renováveis do planeta.
E por mim já vai fartando a politica de controle dos EUA, a EU que se deixe ficar quietinha que nada tem a ver com esta guerra...
 

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André

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« Responder #41 em: Agosto 10, 2008, 08:03:08 pm »
Citação de: "Knyght"
Citação de: "P44"
Citação de: "André"
Citação de: "Cabecinhas"
http://www.publico.clix.pt/videos/?v=20080808195706&z=1

Só uma pergunta, qual é a legitimidade do presidente da Geórgia usar a bandeirea da U.E.?

 :lol:  :lol:  :lol:  :roll: patético....
Os EUA vão perder o bastião de fonte que têm na Russia, para a Russia é mais um mero treino militar com fogo real.
Voltarem a deter o controle económico que muito sabiamente os EUA queriam implantar no silêncio.
Os EUA querem controlar todos os poços e pipe-lines das energias não renováveis do planeta.
E por mim já vai fartando a politica de controle dos EUA, a EU que se deixe ficar quietinha que nada tem a ver com esta guerra...


Pois mas assim a UE fica cada vez mais dependente energeticamente da Rússia ...  :roll:  :roll:

 

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migbar2

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« Responder #42 em: Agosto 10, 2008, 08:43:56 pm »
Citação de: "Knyght"
Citação de: "P44"
Citação de: "André"
Citação de: "Cabecinhas"
http://www.publico.clix.pt/videos/?v=20080808195706&z=1

Só uma pergunta, qual é a legitimidade do presidente da Geórgia usar a bandeirea da U.E.?

 :lol:  :lol:  :lol:  :roll: patético....
Os EUA vão perder o bastião de fonte que têm na Russia, para a Russia é mais um mero treino militar com fogo real.
Voltarem a deter o controle económico que muito sabiamente os EUA queriam implantar no silêncio.
Os EUA querem controlar todos os poços e pipe-lines das energias não renováveis do planeta.
E por mim já vai fartando a politica de controle dos EUA, a EU que se deixe ficar quietinha que nada tem a ver com esta guerra...





Pois é isso tudo e já agora vamos tambem desejar o renascimento do poder da URSS. E a Europa sempre quietinha na sua insignificancia não é ??? Arre....
É engrassado que sempre que o rumo de um acontecimento internacional caminha contra os interesses dos E.U.A. surjam logo vozes a dizer que a Europa não tem nada que intervir, mas se por acaso a coisa vai correr a favor dos E.U.A. então a Europa já devia estar em campo para interromper todo o processo, porque a guerra até é uma porcaria muito feia...viva a análise apartidária...
 

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Pedro_o_Tuga

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« Responder #43 em: Agosto 10, 2008, 09:00:54 pm »
Citação de: "migbar2"
Citação de: "Knyght"
Citação de: "P44"
Citação de: "André"
Citação de: "Cabecinhas"
http://www.publico.clix.pt/videos/?v=20080808195706&z=1

Só uma pergunta, qual é a legitimidade do presidente da Geórgia usar a bandeirea da U.E.?

 :lol:  :lol:  :lol:  :roll: patético....
Os EUA vão perder o bastião de fonte que têm na Russia, para a Russia é mais um mero treino militar com fogo real.
Voltarem a deter o controle económico que muito sabiamente os EUA queriam implantar no silêncio.
Os EUA querem controlar todos os poços e pipe-lines das energias não renováveis do planeta.
E por mim já vai fartando a politica de controle dos EUA, a EU que se deixe ficar quietinha que nada tem a ver com esta guerra...




Pois é isso tudo e já agora vamos tambem desejar o renascimento do poder da URSS. E a Europa sempre quietinha na sua insignificancia não é ??? Arre....
É engrassado que sempre que o rumo de um acontecimento internacional caminha contra os interesses dos E.U.A. surjam logo vozes a dizer que a Europa não tem nada que intervir, mas se por acaso a coisa vai correr a favor dos E.U.A. então a Europa já devia estar em campo para interromper todo o processo, porque a guerra até é uma porcaria muito feia...viva a análise apartidária...


Eu nao sei..nestes casos estou a favour do lado que é mais forte e que tem armamento nuclear. A Europa esta bem é quietinha...
 

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Knyght

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« Responder #44 em: Agosto 10, 2008, 09:23:10 pm »
Os EUA vão ficar bem quietinhos! Este armamento sabem de onde vinha?
Citar
A marinha russa afundou no Mar Negro um navio georgiano que transportava lança-mísseis. A notícia é avançada pela Agência Reuters. Esta acção da marinha russa vai ao encontro daquilo que Moscovo já tinha ameaçado, ou seja, que não deixaria entrar armas estrangeiras na Geórgia.

Ninguém precisa de um desenho...

A cena do Iraque foi para mim a última gota de água, não me importo que a Russia de uma licção aos EUA...
Não se esqueçam que os Terroristas do Bill Laden já fizeram outro tempo serviço sujo para os EUA e o problema é que os EUA deram a volta para o que pretendiam do outro lado, e deixaram os militares serem chacinados...

Bem a actual decisão da Russia foi pegar na questão de uma província que estava a sofrer ataques e intervir... Depois da prisão de oficiais Russos penso que até já vai tendo direito internacional de abrir estado de guerra... Até porque a questão prende-se com um pipe-line que vai cortar com o domínio Russo do lado Asiático termine. Isto é, a Russia já não vai bem e os EUA querem estrangular ainda mais  a mesma