Kosovo - À Procura do Beijo Impossível

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Ataru

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« Responder #240 em: Setembro 16, 2008, 07:44:26 pm »
em relação á ossetia do sul e abkhazia nao acredito no seu futuro como paises independentes, o mais provavel e passarem a ser mais 2 provincias russas como a ossetia do norte.

ja o kosovo tem tudo o que é preciso para se tornar um pais independente, ainda que eu defenda mais a sua integração na Albania...

A ver vamos o que vai acontecer no futuro...
Greater Portugal = Portugal + Olivença + Galiza and the Eonavian Region + border villages that speak galaico-portuguese dialects + Cape Verde + St. Tomé and Principe.
 

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Ataru

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« Responder #241 em: Setembro 16, 2008, 07:53:56 pm »
A ossetia do sul e abkhazia nao tem futuro como paises independentes, de certeza que se vao unir a russia...

ja o kosovo tem futuro para ser independente, mas na minha opiniao, deveria unir-se á albania...

a ver vamos o que o futuro lhes reserva...
Greater Portugal = Portugal + Olivença + Galiza and the Eonavian Region + border villages that speak galaico-portuguese dialects + Cape Verde + St. Tomé and Principe.
 

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JLRC

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« Responder #242 em: Setembro 16, 2008, 10:43:59 pm »
Citação de: "Ataru"
ja o kosovo tem futuro para ser independente, mas na minha opiniao, deveria unir-se á albania...

a ver vamos o que o futuro lhes reserva...


Que futuro para ser independente tem o Kosovo? Ser governado por terroristas e pela máfia?
 

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papatango

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« Responder #243 em: Setembro 16, 2008, 10:50:16 pm »
Comparado com o governo da Rússia, o governo do Kosovo é gerido por santos directamente enviados do paraíso.
Isso não parece ter impedido a Rússia de ser governada...

Nenhum país se cria sem problemas, mas é evidente que o Kosovo tem pernas para andar que as duas regiões da Georgia não têm. Mas acima de tudo já a diferença entre os casos. As parecenças políticas não podem fazer esquecer que foi o comportamento dos Sérvios ao longo de anos, que provocou a declaração de independência.

A Ossétia do Sul é um país com 60.000 habitantes (não podemos contar com os georgianos que foram expulsos pelos russos), e não tem qualquer outro futuro que não seja a integração pura e simples no Reich.

Já a Abkhásia tem outro problema. É uma região com uma parte da população muçulmana e a independência é apoiada por sectores dentro da Turquia.
https://www.youtube.com/watch?v=mtEyXAFUbC4

É muito mais facil enganar uma pessoa, que explicar-lhe que foi enganada ...
 

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FoxTroop

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« Responder #244 em: Setembro 17, 2008, 12:41:19 am »
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Comparado com o governo da Rússia, o governo do Kosovo é gerido por santos directamente enviados do paraíso.

 :lol:   :lol:

Até me doi a barriga de tanto rir.......
Não encontro sequer palavras para isto.......
 

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André

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« Responder #245 em: Setembro 17, 2008, 12:51:26 am »
Citação de: "FoxTroop"
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Comparado com o governo da Rússia, o governo do Kosovo é gerido por santos directamente enviados do paraíso.
:lol:   :roll:  :roll:

 

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Ataru

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« Responder #246 em: Outubro 07, 2008, 07:25:36 pm »
Portugal reconheceu o Kosovo!
São agora 49 os países que já reconheceram o Kosovo, 22 deles da União Europeia, faltando ainda o Chipre, Eslováquia, Roménia, Grécia e Espanha.
Greater Portugal = Portugal + Olivença + Galiza and the Eonavian Region + border villages that speak galaico-portuguese dialects + Cape Verde + St. Tomé and Principe.
 

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André

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« Responder #247 em: Outubro 07, 2008, 07:27:49 pm »
Citação de: "Ataru"
Portugal reconheceu o Kosovo!
São agora 49 os países que já reconheceram o Kosovo, 22 deles da União Europeia, faltando ainda o Chipre, Eslováquia, Roménia, Grécia e Espanha.


Portugal reconhece independência do Kosovo

Portugal reconheceu hoje formalmente o Kosovo, tornando-se o 48º país do mundo e o 22º da União Europeia a reconhecer a independência da antiga província sérvia, declarada unilateralmente há quase oito meses

Portugal estava, até hoje, entre a minoria de países da União Europeia (UE) que não reconheceram a independência do Kosovo, declarada unilateralmente pelas autoridades albano-kosovares a 17 de Fevereiro e reconhecida nos dias imediatamente a seguir por mais de uma dezena de países, entre os quais Estados Unidos, Alemanha, França, Itália e Reino Unido.

Ao contrário dos restantes países da UE que ainda não reconheceram o Kosovo - Chipre, Eslováquia, Espanha, Grécia e Roménia -, Portugal não fundamentou as suas reservas em potenciais problemas internos de separatismo, mas numa questão de princípio de respeito pela lei internacional.

Desde Fevereiro, o governo português afirmou repetidamente ter «uma posição» sobre a questão mas que só a anunciaria no momento que entendesse adequado, tendo em vista a coerência com as posições assumidas anteriormente no contexto europeu e a obtenção do maior consenso possível no espectro político português.

Ao longo destes quase oito meses, não se registou esse consenso alargado dos partidos portugueses, a não ser em relação à decisão do governo de não ter pressa em assumir uma posição, elogiada por todos os partidos.

Quanto ao reconhecimento propriamente dito, PCP, Bloco de Esquerda e CDS-PP estão contra, enquanto o PS e PSD têm manifestado reservas em relação «a qualquer declaração unilateral de independência» sem no entanto afirmar especificamente se o apoiam ou rejeitam.

O Presidente da República, Cavaco Silva, também se pronunciou contra o reconhecimento do Kosovo, afirmando que se impunha uma avaliação cuidadosa da questão, tendo em conta a presença de um contingente militar português no Kosovo, e manifestado dúvidas quanto à legalidade da declaração unilateral.

A situação "sui generis" de Portugal no contexto europeu fez com que se tornasse um dos principais alvos das pressões internacionais para o reconhecimento, embora, segundo fontes diplomáticas, os argumentos portugueses tenham sido plenamente compreendidos pelos parceiros europeus e até pelos Estados Unidos, sobretudo depois das declarações de independência das regiões separatistas da Geórgia.

Essas pressões intensificaram-se com a aproximação da Assembleia-Geral da ONU, que iniciou trabalhos a 16 de Setembro, uma vez que a Sérvia, que sempre se opôs à independência do Kosovo e prometeu combatê-la por todos os meios políticos e diplomáticos, conseguiu colocar na agenda da Assembleia a votação de uma moção pedindo ao Tribunal Internacional de Justiça um parecer sobre a legalidade da declaração de independência.

Os responsáveis sérvios têm-se mostrado bastante optimistas quanto à aprovação dessa moção, para o que necessitam do voto favorável de uma maioria simples dos 192 Estados-membros da ONU.

Mas nada está garantido, até porque as consequências de um parecer que considere a independência como contrária à lei internacional vão da proibição de admissão do Kosovo nas organizações internacionais ao relançamento das negociações Sérvia-Kosovo sobre o estatuto do território.

Com a aproximação da votação, marcada para quarta-feira 8 de Outubro, e as indicações de que pelo menos uma grande maioria dos países membros da UE tenciona abster-se, Portugal viu-se perante a necessidade de escolher entre a solidariedade com os parceiros europeus ou a solidariedade com a Sérvia.

À margem da Assembleia-Geral, o presidente sérvio, Boris Tadic, reuniu-se com o chefe de Estado português e com o ministro dos Negócios Estrangeiros depois de, no início do mês, ter enviado uma carta a Cavaco Silva pedindo o apoio de Portugal na votação da moção sérvia.

Segundo fontes diplomáticas, Cavaco Silva informou nessa ocasião Boris Tadic da iminência do reconhecimento do Kosovo por Portugal.

Lusa

 

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Ataru

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« Responder #248 em: Outubro 07, 2008, 07:29:27 pm »
Obrigado pela noticia, André, são tantas que nem sabia se valia apena postar aqui no fórum  :lol:
Greater Portugal = Portugal + Olivença + Galiza and the Eonavian Region + border villages that speak galaico-portuguese dialects + Cape Verde + St. Tomé and Principe.
 

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« Responder #249 em: Outubro 08, 2008, 10:43:18 am »
ena.... :roll:  o Mundo ficou sem palavras
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Kawa

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« Responder #250 em: Outubro 09, 2008, 01:35:42 am »
Citação de: "Ataru"
Portugal reconheceu o Kosovo!
São agora 49 os países que já reconheceram o Kosovo, 22 deles da União Europeia, faltando ainda o Chipre, Eslováquia, Roménia, Grécia e Espanha.


¿Para cuando el reconocimiento de la independencia de Abjazia, Osetia, Transnistria, Transilvania, Corcega, Kurdistan, Crimea, etc? ¿O sólo reconocen lo que  manda el amo de Washington? :roll:
 

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Cabecinhas

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« Responder #251 em: Outubro 09, 2008, 01:53:29 am »
... Catalunha, Galiza, etc  :twisted:
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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Kawa

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« Responder #252 em: Outubro 09, 2008, 01:54:50 am »
Citação de: "Cabecinhas"
... Catalunha, Galiza, etc  :roll:
 

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Ataru

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« Responder #253 em: Outubro 09, 2008, 10:57:42 am »
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¿Para cuando el reconocimiento de la independencia de Abjazia, Osetia, Transnistria, Transilvania, Corcega, Kurdistan, Crimea, etc? ¿O sólo reconocen lo que manda el amo de Washington?


A Abkhazia e Ossétia do Sul serão incorporadas na Rússia, muito provavelmente tal como a Crimeia, onde a maioria da população é russa.
Greater Portugal = Portugal + Olivença + Galiza and the Eonavian Region + border villages that speak galaico-portuguese dialects + Cape Verde + St. Tomé and Principe.
 

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« Responder #254 em: Outubro 09, 2008, 02:23:27 pm »
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18:47 | Quarta-feira, 8 de Out de 2008

Kosovo: Manuel Alegre lamenta decisão do Governo de reconhecer a independência
 
Lisboa, 08 Out (Lusa) - Manuel Alegre lamentou hoje a decisão do Governo português de reconhecer a independência do Kosovo, dizendo que "infelizmente" Portugal acabou por seguir a União Europeia, que nestes casos se tem comportado como "criada de servir" de Washington.

"Tenho pena que essa decisão tenha sido tomada", declarou o deputado do PS e ex-candidato presidencial à agência Lusa, no final do debate quinzenal com o primeiro-ministro na Assembleia da República.

Segundo Manuel Alegre, "Portugal resistiu bastante e foi dos últimos países a reconhecer a independência do Kosovo, tendo sempre assumido uma posição moderada e ponderada, quer por parte do Governo, quer por parte do Presidente da República".

"Mas, infelizmente, Portugal acabou por seguir a Europa, que, como afirmou [o ensaísta] Eduardo Lourenço, nestes casos se tem comportado como criada de servir da administração norte-americana", disse.

Manuel Alegre considerou depois que a declaração unilateral de independência do Kosovo "foi um procedente gravíssimo".

"Portugal deveria ter tido uma posição pedagógica. Este caso provou que a União Europeia não tem um pensamento autónomo na sua política externa", acrescentou.

O Governo português comunicou terça-feira, formalmente, em carta enviada ao governo kosovar o reconhecimento da independência do Kosovo, informou o Ministério dos Negócios Estrangeiros em comunicado.

"Na sequência de um amplo e diversificado conjunto de contactos prévios (...), foi esta tarde enviada uma carta do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros ao seu homólogo do Kosovo onde se comunica que, com efeitos a partir desta data, o Governo Português reconhece formalmente a República do Kosovo como Estado soberano e independente", lê-se no comunicado, divulgado horas depois de Luís Amado ter anunciado a decisão no Parlamento.

PMF.

Lusa/fim
 
 
Lusa

 
http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stori ... ies/419644
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas