Aviação Comercial

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Re: Aviação Comercial
« Responder #330 em: Junho 30, 2021, 09:56:28 pm »
Companhia aérea Orbest já voa com o nome Iberojet
https://marketeer.sapo.pt/companhia-aerea-orbest-ja-voa-com-o-nome-iberojet

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Iberojet é a nova marca que junta as companhias aéreas Orbest (portuguesa) e Evelop (espanhola), do Grupo Ávoris. O processo de rebranding já arrancou, sendo que o primeiro avião decorado com a nova imagem já partiu de Lisboa.


Presente em Portugal há 14 anos, a companhia aérea Orbest – especializada em voos para as Caraíbas – passa assim a designar-se Iberojet, tornando-se esta a marca única do grupo espanhol Ávoris no mercado ibérico. Apesar da mudança, em Portugal a companhia irá manter uma tripulação completamente portuguesa, incluindo 15 pilotos nacionais.


A nova identidade corporativa surge poucos meses depois da conclusão da fusão entre o Grupo Ávoris e a Globalia e coincide também com a retoma das operações da companhia aérea no mercado nacional: o novo avião da Iberojet, um Airbus A330-900neo (com um total de 388 lugares), fez o seu voo de estreia no passado domingo (dia 23 de Maio), numa viagem com partida de Lisboa e destino a Cancún (México). Este voo terá uma frequência semanal (aos domingos) até 31 de Outubro.


A companhia aérea já retomou também os voos semanais para Punta Cana (República Dominicana), com partidas de Lisboa às segundas-feiras, até 25 de Outubro. Mas as novidades para o Verão não ficam por aqui: a partir de 20 de Julho, a Iberojet irá estrear a nova rota directa que irá ligar o Porto a Punta Cana, todas as terças-feiras até 14 de Setembro.
Em entrevista à Marketeer, Rui Lopes, director de Customer Experience da Iberojet Portugal, explica as mudanças em curso.


A Orbest passa a designar-se Iberojet. Porquê a decisão de adoptar uma nova identidade corporativa e com que objectivos?


A mudança da Orbest e da Evelop para a marca Iberojet tem como intuito uniformizar e centralizar a marca. O Grupo Ávoris Travel operava com duas insígnias mas passa assim a adoptar apenas uma marca, tanto em Portugal como em Espanha. Esta nova marca irá abranger tudo o que é as vendas ao cliente, o acesso ao website, a relação com as agências e operadores de viagens.


Este movimento acaba por tornar mais simples a própria identificação da marca. Agora, posicionamos as duas companhias aéreas com uma só marca integrada. Sentimos que, do ponto de vista das vendas, é preferível ter a marca Iberojet.

Esta Iberojet vai iniciar uma operação a partir do Aeroporto do Porto, a TAP que se cuide..........

Abraços
Quando um Povo/Governo não Respeita as Suas FFAA, Não Respeita a Sua História nem se Respeita a Si Próprio  !!
 

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Daniel

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Re: Aviação Comercial
« Responder #331 em: Julho 03, 2021, 02:19:12 pm »
Comissão Europeia aprova ajuda pública de 39,7 milhões de euros à Alitalia
https://24.sapo.pt/economia/artigos/comissao-europeia-aprova-ajuda-publica-de-397-milhoes-de-euros-a-alitalia
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Em comunicado, a CE explicou que a ajuda proporcionada pelo Governo italiano à companhia aérea do país “está em linha com as normas de ajudas de Estado” comunitárias.

A ajuda vai compensar, concretamente, pelos danos sofridos em algumas rotas entre 01 de março e 30 de abril.

Em 2019, a Alitalia, com uma frota de 95 aviões, ligava centenas de destinos em todo o mundo e transportava 20 milhões de passageiros a partir da sua base, em Roma, e de outros aeroportos italianos.

No entanto, as restrições aplicadas em Itália e outros países para limitar a propagação de uma segunda e terceira vagas do coronavírus SARS-CoV-2 afetou duramente as operações da Alitalia, que registou, consequentemente, perdas operacionais até ao passado dia 30 de abril, pelo menos.

A CE assinalou que as autoridades italianas informaram, em 25 de junho, de uma ajuda adicional para compensar novamente pelos danos sofridos pela companhia aérea devido à pandemia.

Tratava-se de uma subvenção direta de 39,7 milhões de euros, que “corresponde ao prejuízo direto estimado causado à companhia” durante o período mencionado.

Anteriormente, a Comissão já tinha dado luz verde a outras ajudas públicas que cobriram diferentes períodos de 2020 e 2021.

Na sua análise, a CE considerou que este nova ajuda se justifica por um acontecimento “extraordinário” e “imprevisto”, como a proliferação do coronavírus, que teve “um impacto económico significativo”.

Neste caso, assinalou que a medida de apoio italiana “compensará os danos sofridos pela Alitalia, que estão diretamente relacionados com o coronavírus”.O prejuízo foi calculado de acordo com a perda de rentabilidade de determinadas rotas devido às restrições de viagens.

Ao mesmo tempo, a Comissão considerou que a medida é “proporcional”, uma vez que a análise quantitativa por rotas remetida por Itália “identifica adequadamente o dano atribuído às medidas de contenção” e “não excede o necessário”.

Uma empresa que desde maio de 2017,  tem estado sob intervenção do governo por causa de uma crise de liquidez, e que a deixou à beira da falência.
Agora em nome do COVID, já pode receber 39,7 milhões de euros, anda tudo a dormir.  ::)
 

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Lusitano89

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Re: Aviação Comercial
« Responder #332 em: Agosto 05, 2021, 01:37:09 pm »
Lufthansa reduz perdas, mas cortes no grupo mantêm-se


 

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Daniel

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Re: Aviação Comercial
« Responder #333 em: Agosto 25, 2021, 04:41:50 pm »
Delta encomenda 30 aviões A321neo à Airbus. Companhia aérea avança com renovação da sua frota
https://executivedigest.sapo.pt/delta-encomenda-30-avioes-a321neo-a-airbus-companhia-aerea-avanca-com-renovacao-da-sua-frota/
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A companhia aérea Delta anunciou que encomendou 30 aviões A321neo de última geração à Airbus no âmbito do plano da empresa para renovar e atualizar a sua frota.

A informação foi dada a conhecer pela empresa norte-americana em comunicado, no qual é referido que a “transação posiciona ainda mais a companhia aérea como líder na recuperação e mais além”.

De acordo com a Delta, a compra das dezenas de aeronaves alinha-se com os planos acelerados da Delta de renovação de frota e de simplificação e eleva a experiência do cliente à medida que cresce a procura projetada de viagens para os próximos anos”

A empresa indica ainda, na mesma nota, que a decisão responde ao compromisso de neutralidade em carbono da Delta, que opta por substituir aviões menos eficientes em termos de combustível como parte do seu Flight to Net Zero.

“Adicionar essas aeronaves fortalece o compromisso da Delta em substituir as frotas mais antigas por jatos mais sustentáveis ​​e com baixo consumo de combustível e oferece a melhor experiência ao cliente do setor”, justificou Mahendra Nair, vice-presidente sénior da Delta.

“A Delta agradece a ampla parceria com a equipe da Airbus em apoio aos nossos planos de crescimento estratégico e esperamos continuar a trabalhar juntos durante a recuperação e nos próximos anos.”
 

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Re: Aviação Comercial
« Responder #334 em: Setembro 10, 2021, 03:12:12 pm »
Bruxelas obriga Itália a recuperar 900 milhões de ajudas à Alitalia


 

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Re: Aviação Comercial
« Responder #335 em: Outubro 06, 2021, 05:45:27 pm »
IATA acusa países de manterem restrições "desnecessárias"


 

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Daniel

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Re: Aviação Comercial
« Responder #336 em: Outubro 07, 2021, 02:10:09 pm »
Bruxelas torna venda da Air Europa à Iberia “impossível”
https://eco.sapo.pt/2021/10/07/bruxelas-torna-venda-da-air-europa-a-iberia-impossivel/
Citar
Bruxelas está a dificultar a venda da Air Europa à IAG, sociedade gestora de participações sociais (‘holding’) que controla a Iberia, forçando a companhia a ceder a outras companhias áreas parte das rotas chave, avança o El Economista (acesso livre).Abdicar de rotas fundamentais parece ser uma das condições que Bruxelas irá impor para autorizar a venda da Air Europa à Iberia. Juntas a IAG – a empresa-mãe da Iberia – e a Air Europa teriam 100% dos voos entre Madrid e vários destinos no continente americano, incluindo os voos para Miami.A fusão Iberia-Air Europa abrangeria também uma grande percentagem das rotas entre Madrid e Havana, cerca de 77%, e Quito (89%). Noutros destinos como Medellín, Lima, Buenos Aires ou São Paulo, também ultrapassaria a barreira dos 50%, de acordo com os meios económicos espanhóis.

Caso a Iberia decida recuar na operação, que de acordo com as estimativas iniciais deverá ascender a 1.000 milhões de euros, o contrato com a Air Europa contém uma cláusula segundo a qual os proprietários da Air Europa têm direito a uma compensação de 40 milhões de euros.

Os espanhóis pensão que os outros são todos burros. ::) c56x1
 

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Re: Aviação Comercial
« Responder #337 em: Outubro 07, 2021, 09:18:43 pm »
Bruxelas torna venda da Air Europa à Iberia “impossível”
https://eco.sapo.pt/2021/10/07/bruxelas-torna-venda-da-air-europa-a-iberia-impossivel/
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Bruxelas está a dificultar a venda da Air Europa à IAG, sociedade gestora de participações sociais (‘holding’) que controla a Iberia, forçando a companhia a ceder a outras companhias áreas parte das rotas chave, avança o El Economista (acesso livre).Abdicar de rotas fundamentais parece ser uma das condições que Bruxelas irá impor para autorizar a venda da Air Europa à Iberia. Juntas a IAG – a empresa-mãe da Iberia – e a Air Europa teriam 100% dos voos entre Madrid e vários destinos no continente americano, incluindo os voos para Miami.A fusão Iberia-Air Europa abrangeria também uma grande percentagem das rotas entre Madrid e Havana, cerca de 77%, e Quito (89%). Noutros destinos como Medellín, Lima, Buenos Aires ou São Paulo, também ultrapassaria a barreira dos 50%, de acordo com os meios económicos espanhóis.

Caso a Iberia decida recuar na operação, que de acordo com as estimativas iniciais deverá ascender a 1.000 milhões de euros, o contrato com a Air Europa contém uma cláusula segundo a qual os proprietários da Air Europa têm direito a uma compensação de 40 milhões de euros.

Os espanhóis pensão que os outros são todos burros. ::) c56x1

Sustentar empresas falidas ad aeternum, não é demonstrar que os outros são burros, muito pelo contrário, os burros são quem paga a conta!!!!!!
 

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Re: Aviação Comercial
« Responder #338 em: Novembro 23, 2021, 12:50:02 pm »
Rolls-Royce desenvolveu o avião elétrico mais rápido do mundo

Em setembro, a Rolls-Royce estreou o Spirit of Innovation, o seu primeiro avião totalmente elétrico. Na altura, empresa de aviação afirmou estar confiante nas capacidades do seu projeto e disse que os futuros voos atingiriam velocidades de 480 km/h.

No entanto, os testes mais recentes provam que o avião elétrico vai além disso, tendo registado uma velocidade máxima de 623 km/h.



A Rolls-Royce, uma das maiores empresas mundiais de aviação, realizou, há dois meses, a estreia do Spirit of Innovation, o seu primeiro avião totalmente elétrico. Embora tenha estabelecido, na altura, que o avião elétrico viria a atingir 480 km/h, as expectativas foram, agora, superadas.

Parte de uma indústria ainda em fase embrionária - a da aviação elétrica -, o Spirit of innovation tornou-se o avião elétrico mais rápido alguma vez desenvolvido, tendo atingido uma impressionante velocidade de 623 km/h. Apesar de admirável, este não foi o único recorde do avião da Rolls-Royce.

O Spirit of Innovation atingiu 555,9 km/h durante três quilómetros, batendo o recorde anterior de 213 km/h conseguido pelo Extra 330 LE Aerobatic. Além disso, voou 15 quilómetros a uma velocidade máxima de 532,1 km/h, batendo o recorde anteriormente estabelecido de 292,8 km/h. Por fim, o avião elétrico da Rolls-Royce demorou apenas 202 segundos a atingir uma altitude de 3.000 metros.

De acordo com a empresa de aviação, a tecnologia combinada no Spirit of Innovation, tem sido fundamental para a obtenção dos impressionantes resultados. Afinal, embora o avião elétrico possua um único propulsor com um design tradicional, no seu interior encontra-se um motor elétrico de 400kW e um conjunto de baterias com 6.480 células.


Rolls-Royce desenvolve avião elétrico mais rápido do mundo

Os testes ao avião elétrico da Rolls-Royce foram concluídos no dia 16 de novembro, na pista de MoD Boscombe Down, do Ministério da Defesa do Reino Unido. Embora os recordes ainda não estejam registados, a Rolls-Royce já submeteu os dados à Fédération Aéronautique Internationale (FAI), que monitoriza e certifica os registos mundiais aeronáuticos e astronáuticos.

A Rolls-Royce não está sozinha neste projeto. Aliás, estão envolvidas várias entidades públicas e privadas, como o governo britânico, o Aerospace Technology Institute (ATI), a Electroflight, e a YASA. Todos os intervenientes estão sob a coordenação da Acceleration of Flight Electrification (ACCEL).

O Spirit of Innovation não se destina a comercialização, mas para a Rolls-Royce testar os seus motores elétricos. No entanto, a empresa de aviação está a trabalhar com a Tecnam, para colocar no ar um avião elétrico de passageiros, em 2026.

https://pplware.sapo.pt/motores/rolls-royce-desenvolveu-o-aviao-eletrico-mais-rapido-do-mundo/
 

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Re: Aviação Comercial
« Responder #339 em: Dezembro 02, 2021, 05:42:43 pm »
Variante Ómicron ensombra indústria do turismo e viagens


 

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Re: Aviação Comercial
« Responder #340 em: Dezembro 20, 2021, 07:20:03 pm »
Greve do pessoal de bordo da Brussels Airlines em Bruxelas


 

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Re: Aviação Comercial
« Responder #341 em: Janeiro 08, 2022, 04:30:46 pm »
Companhias aéreas estão a operar aviões vazios para não perder lugar nos aeroportos

Os esforços para a redução das emissões de dióxido de carbono têm sido muitos. Contudo, quando “valores mais altos se alevantam”, o resultado pode ser questionável. Por exemplo, há companhias aéreas a operar voos completamente vazios.

A razão? Não perder os lugares nos aeroportos.



Antes do início da pandemia, a União Europeia (UE) exigia que as companhias aéreas cumprissem 80% dos seus voos regulares, arriscando-se a perder os seus lugares nos aeroportos para outras companhias. Embora essa percentagem tenha sido reduzida para 50%, em 2021, a procura continua a não ser suficiente.

Conforme adiantado pela revista belga The Bulletin, a companhia aérea alemã Lufthansa operou 18.000 voos vazios só este inverno. Isto, motivado pela regra da UE que exige que as companhias operem pelo menos metade dos seus voos regulares, por forma a manterem os seus lugares nos aeroportos.

A Lufthansa já reduziu 33.000 voos devido ao cancelamento de viagens a nível mundial promovido pela variante Omicron. Por isso, a companhia aérea, bem como entidades governamentais, têm pedido à UE para reconsiderar as medidas e ter em mente o seu impacto ambiental.

"Enquanto em quase todas as outras partes do mundo foram encontradas exceções favoráveis ao clima em tempos de pandemia, a UE não o permite da mesma forma."

Disse Carsten Spohr, CEO da Lufthansa.



O ministro belga da mobilidade, Georges Gilkinet, também pediu à UE que reconsiderasse a medida, uma vez que a Brussels Airlines, que está sob o grupo Lufthansa, representa 3.000 dos 18.000 voos vazios.

Apesar dos apelos, a Euronews observou que a Comissão Europeia para os Transportes já anunciou que não irá reduzir a percentagem de voos a que as companhias aéreas devem corresponder. Isto, porque, para os reguladores, a atual redução é mais do que suficiente.

De realçar que tanto a UE como a Lufthansa comprometeram-se a reduzir para metade as suas emissões de dióxido de carbono durante a próxima década.

https://pplware.sapo.pt/planeta/companhias-aereas-estao-a-operar-avioes-vazios-para-nao-perder-lugar-nos-aeroportos/

 :o :o :o :o

A burocracia é tal que "obriga" as companhias a voarem sem pessoas!?!?!?!?!!
 

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Re: Aviação Comercial
« Responder #342 em: Janeiro 08, 2022, 09:07:43 pm »
Companhias aéreas estão a operar aviões vazios para não perder lugar nos aeroportos

Os esforços para a redução das emissões de dióxido de carbono têm sido muitos. Contudo, quando “valores mais altos se alevantam”, o resultado pode ser questionável. Por exemplo, há companhias aéreas a operar voos completamente vazios.

A razão? Não perder os lugares nos aeroportos.



Antes do início da pandemia, a União Europeia (UE) exigia que as companhias aéreas cumprissem 80% dos seus voos regulares, arriscando-se a perder os seus lugares nos aeroportos para outras companhias. Embora essa percentagem tenha sido reduzida para 50%, em 2021, a procura continua a não ser suficiente.

Conforme adiantado pela revista belga The Bulletin, a companhia aérea alemã Lufthansa operou 18.000 voos vazios só este inverno. Isto, motivado pela regra da UE que exige que as companhias operem pelo menos metade dos seus voos regulares, por forma a manterem os seus lugares nos aeroportos.

A Lufthansa já reduziu 33.000 voos devido ao cancelamento de viagens a nível mundial promovido pela variante Omicron. Por isso, a companhia aérea, bem como entidades governamentais, têm pedido à UE para reconsiderar as medidas e ter em mente o seu impacto ambiental.

"Enquanto em quase todas as outras partes do mundo foram encontradas exceções favoráveis ao clima em tempos de pandemia, a UE não o permite da mesma forma."

Disse Carsten Spohr, CEO da Lufthansa.



O ministro belga da mobilidade, Georges Gilkinet, também pediu à UE que reconsiderasse a medida, uma vez que a Brussels Airlines, que está sob o grupo Lufthansa, representa 3.000 dos 18.000 voos vazios.

Apesar dos apelos, a Euronews observou que a Comissão Europeia para os Transportes já anunciou que não irá reduzir a percentagem de voos a que as companhias aéreas devem corresponder. Isto, porque, para os reguladores, a atual redução é mais do que suficiente.

De realçar que tanto a UE como a Lufthansa comprometeram-se a reduzir para metade as suas emissões de dióxido de carbono durante a próxima década.

https://pplware.sapo.pt/planeta/companhias-aereas-estao-a-operar-avioes-vazios-para-nao-perder-lugar-nos-aeroportos/

 :o :o :o :o

A burocracia é tal que "obriga" as companhias a voarem sem pessoas!?!?!?!?!!

Já há largos anos que esse procedimento existe, errado mas existe.
Os custos de operação já de si elevados e que em muitos voos com % de ocupação mais reduzida nunca são compensados, imagina quando uma aeronave de quase 200 lugares opera quase vazia.
As taxas dos aeroportos, em rota, custos com a TRIP, MNT, fuel, mantem se os mesmos, e são suportados integralmente pelas CIAS, bem no nosso caso......... !
A TAP, que eu saiba, não efectuou ou efectua voos de posição para manter slots.

Abraços
« Última modificação: Janeiro 08, 2022, 09:17:09 pm por tenente »
Quando um Povo/Governo não Respeita as Suas FFAA, Não Respeita a Sua História nem se Respeita a Si Próprio  !!
 
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Re: Aviação Comercial
« Responder #343 em: Janeiro 18, 2022, 04:13:33 pm »
Companhias aéreas contra a 5G perto de aeroportos nos EUA


 

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Re: Aviação Comercial
« Responder #344 em: Março 21, 2022, 01:05:00 pm »
Boeing 737 cai verticalmente na montanha na China com 132 pessoas a bordo (vídeo)

Um Boeing 737-800 operado pela China Eastern Airlines com mais de 130 pessoas a bordo caiu numa montanha esta segunda-feira, segundo a imprensa estatal chinesa CGTN.

Ainda não há informações sobre vítimas, mas um vídeo horrível obtido pela Associated Press mostra um avião a cair verticalmente na montanha.



Boeing 737 tinha 132 pessoas a bordo

O voo, MU5735, viajava de Kunming, na China, para a cidade de Guanghzou, partindo às 13h11, hora local, de acordo com o FlightRadar24 . O voo desapareceu do radar na região de Guangxi e caiu perto da cidade de Wuzhou.

O rastreamento revela que o Boeing 737-89P perdeu velocidade, antes de entrar numa descida acentuada.

Houve relatos inicialmente contraditórios sobre se o voo tinha 132 ou 133 pessoas a bordo. O voo tinha 123 passageiros e nove tripulantes, segundo a CGTN, o que aparentemente foi confirmado pela Comissão de Aviação da China. Até ao momento ainda não são conhecidas vítimas mortais da queda do aparelho.

Os meios de comunicação estatais chineses relatam que pelo menos 23 carros dos bombeiros e 117 equipas de resgate foram despachados para a área, mas não há muita informação sobre a situação no terreno.

As autoridades locais relatam que os incêndios vistos à distância foram extintos, segundo a CGTN. A companhia aérea China Eastern ainda não divulgou uma declaração sobre o acidente, mas mudou o seu site para uma versão a preto e branco como um sinal de luto, de acordo com a CGTN.

A China Eastern, com sede em Xangai, é uma das três principais companhias aéreas da China, operando dezenas de rotas domésticas e internacionais que abrangem 248 destinos. O aparelho em questão foi entregue à China Eastern pela construtora norte-americana Boeing, em junho de 2015, e estava a ser utilizado há mais de seis anos.

O Boeing 737 bimotor de corredor único é um dos aviões mais populares do mundo para voos de curta e média distância. A China Eastern opera várias versões daquele modelo, incluindo o 737-800 e o 737 Max.

A utilização da versão 737 Max esteve suspensa em todo o mundo, após dois acidentes fatais. O regulador de aviação civil da China voltou a permitir o seu uso no final do ano passado.

A Reuters recorda que o último acidente aéreo fatal em território chinês ocorreu em 2010.

https://pplware.sapo.pt/informacao/boeing-737-cai-verticalmente-na-montanha-na-china-com-132-pessoas-a-bordo-video/

 
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