Economia nacional

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"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Re: Economia nacional
« Responder #421 em: Dezembro 16, 2021, 09:44:37 am »


Os únicos da parada com o passo certo
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 
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Re: Economia nacional
« Responder #422 em: Dezembro 16, 2021, 05:11:30 pm »


Os únicos da parada com o passo certo

O que é que se pode esperar de um país governado por iluminados que olha com desprezo para as empresas?

A riqueza de um país mede-se utilizando esta fórmula:
PIB= C (consumo) + I (investimento) + G (gastos governamentais) + X (exportações) - M (importações)

As importações "roubam-nos" riqueza (e é bom lembrar que somos deficitários comercialmente), os gastos do governo estão limitados aos impostos, caso contrário se aumentam para além destes, aumenta a dívida!!!!!
Resta aumentarmos as exportações (quem é que exporta?), o investimento (público e privado, mas de preferência atraír mais investimento estrangeiro produtivo e não especulativo) e por fim e por arrasto o consumo.

Eu tinha vergonha de olhar para esse gráfico e ter tido responsabilidade no destino do país e chegar à brilhante conclusão de que:
- A riqueza do país neste momento, é exactamente a mesma, proporcionalmente (em função da média da UE) do que em 1995!!!!!!!!!!!!!!!
- Em 1995 estávamos à frente destes 6 países todos e sem excepção e neste momento só falta a Bulgária ultrapassar-nos!!!!!!
Ainda por cima, estamos a comparar com cada superpotência!!!!!!

Brilhante, estamos a ir no bom caminho!
Criar riqueza devia ocupar muito mais tempo do que gastá-la, até porque dessa forma a nossa dívida diminui automaticamente!!!!!!
« Última modificação: Dezembro 16, 2021, 05:19:02 pm por Viajante »
 
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Daniel

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Re: Economia nacional
« Responder #423 em: Dezembro 17, 2021, 01:10:11 pm »
Risco de pobreza em Portugal aumentou para 18,4% em 2020
https://eco.sapo.pt/2021/12/17/risco-de-pobreza-em-portugal-aumentou-para-184-em-2020/
Citar
Adesigualdade no país agravou-se durante a pandemia. O risco de pobreza em Portugal aumentou para 18,4% em 2020, naquilo que foi uma subida de 2,2 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao ano anterior, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgados esta sexta-feira.

É de sinalizar que a taxa de risco de pobreza, que correspondia em 2020 à proporção de habitantes com rendimentos monetários líquidos (por adulto equivalente) inferiores a 6.653 euros (554 euros por mês), tinha vindo a cair. No entanto, a pandemia levou a uma inversão da tendência, sendo que, no ano passado, se registou a variação anual mais elevada da série.

Em 2020, eram 1.893 milhares os residentes em risco de pobreza, mais 228 milhares do que no ano anterior (1.665 milhares de pessoas em 2019), adianta o INE.Foi entre as mulheres que mais se sentiu o crescimento do risco de pobreza (mais 2,5 p.p., de 16,7% em 2019 para 19,2% em 2020), nomeadamente das mulheres idosas (mais 3 p.p., de 19,5% para 22,5%), sublinha o INE. No geral, o aumento da pobreza afetou todos os grupos etários, especialmente os adultos em idade ativa e a população idosa.

No que diz respeito ao impacto da situação laboral, verificou-se uma subida no risco de pobreza para a população desempregada de 5,9 p.p., para 46,5% em 2020. Já o risco para a população empregada aumentou para o valor mais elevado dos últimos dez anos: 11,2%.Olhando para um novo indicador da União Europeia, em 2021, tendo em conta os rendimentos de 2020, 2.302 milhares de pessoas encontravam-se em risco de pobreza ou exclusão social (pessoas em risco de pobreza ou vivendo em agregados com intensidade laboral per capita muito reduzida ou em situação de privação material e social severa) em Portugal.

Quanto aos indicadores relativos à pandemia, é possível perceber que os rendimentos das famílias foram bastante afetados. “Entre maio e setembro de 2021, 16,4% das famílias referiram a redução do rendimento familiar nos 12 meses anteriores, valor que se mantém bastante superior ao obtido em pré-pandemia (10,3% em 2019); 27,5% das famílias que referiram a redução do rendimento familiar, indicaram como motivo a pandemia Covid-19″, adianta o INE.

Ainda assim, as medidas extraordinárias do Governo chegaram a alguns portugueses: 5% das famílias referiram ter recebido apoios monetários do Estado em 2020 no âmbito da Covid-19 relacionados com o emprego dos trabalhadores por conta de outrem; 2,9% das famílias receberam apoios relacionados com o trabalho por conta própria; e 2,4% das famílias receberam apoios monetários relacionados com a família, as crianças e a habitação.

Apesar de as transferências sociais, relacionadas com a doença e incapacidade, família, desemprego e inclusão social terem contribuído para a redução do risco de pobreza de 4,6 p.p. (de 23% para 18,4%), este contributo foi inferior ao registado nos anos anteriores, como nota o gabinete de estatísticas.

Finalmente, olhando para a distribuição geográfica, “em 2020, considerando o limiar de pobreza nacional, o risco de pobreza aumentou em todas as regiões do Continente, principalmente nas regiões Norte (mais 3 p.p.), Centro (mais 3,3 p.p.) e Algarve (mais 3,9 p.p.), e diminuiu nas regiões autónomas (menos 6,6 p.p. na Região Autónoma dos Açores e menos 2,1 p.p. na Região Autónoma da Madeira)”.

A esquerda gosta é deste tipo de notícias, depois vêm com os subsídios, e fica tudo resolvido.
 

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HSMW

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Re: Economia nacional
« Responder #424 em: Dezembro 31, 2021, 02:49:53 pm »
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"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 
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Re: Economia nacional
« Responder #425 em: Janeiro 04, 2022, 01:06:33 pm »


Ainda bem que o António Costa não aumenta os impostos e virou a página da austeridade!
Também só pagamos mais 1% de média do que no tempo do Passos Coelho!

Para percebermos a brutalidade de impostos que nós pagamos sobre quem trabalha, basta fazermos contas simples:
- O Manuel, solteiro, ganha o salário mínimo = 5 880€ (14 salários por ano). Paga 33,3% de IRS e mais 11% para a Segurança Social.
      Quanto recebe mensalmente o Manuel? 5 880€ - 33,3% de IRS - 11% da SS + 21 dias a 4,77€ = 5 880€ - 1958,04€ - 646,80€ + 100,17€ = 3 375,33€ líquidos mensais ..... 14 vezes por ano (apenas menos 3 meses de subsídio de refeição)!!!!!!
      E quanto custa para a empresa o Manuel? 5 880€ X 1,2375 (Segurança Social da entidade que é de 23,75%) + 100,17€ = 7 376,67€ também 14 vezes por ano e nem estou a incluír o seguro de acidentes de trabalho!!!!!! Ou seja, apesar do Manuel custar à empresa por mês 7 376,67€ (uma ninharia de 103 000€ por ano), este só leva para casa 3 375,33€ (pouco mais de 47 000€).

Resumindo, ganha mais o Estado do que o Manuel à custa deste!!!!!!!!

E ainda vamos pagar mais, porque a lógica é semelhante à de uma família:
Eu em minha casa também tenho um comunista e um bloquista (os meus filhos), que querem tudo e mais alguma coisa, só têem regalias, exigências e não contribuem monetariamente para o orçamento familiar!!!!
Os sociais democratas sou eu e a minha esposa, que temos os nossos trabalhos por conta de outrem e ainda temos uma minúscula empresa para gerir e pagarmos as nossas contas e dos nossos "ditadores" lá de casa!!!!!!!
Se seguirmos o que a esquerda exige, de dar mais a quem não trabalha, quem é que acham que vão ser sobrecarregados!?!?!!?!? Quem trabalha, obviamente!!!!!
 
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