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Mundo / Re: Cibersegurança
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 03:52:31 pm »
Cruz Vermelha alvo de ciberataque


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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por Charlie Jaguar em Hoje às 03:29:03 pm »
E não se vai por em causa um plano de anos por causa de uma azia nacionalista.

No meu caso não se trata disso, pelos outros não posso falar. Quando tenho azia, tomo um Kompensan sem qualquer problema. ;)

Trata-se tão somente de ter algum orgulho próprio, coisa que tanto falta em Portugal nos tempos que correm. Não se trata de olho-por-olho ou uma qualquer azia ou sobranceria nacionalista, mas sim já um desgaste com todo este dossier e a Embraer, logo desde a narrativa inicial de que nos tinham vendido os aparelhos a preço de saldo. É desgaste com todos estes consecutivos fait-divers e, chamem-me Velho do Restelo à vontade se quiserem, uma grande interrogação face a este sistema de armas que vamos ser obrigados a engolir.

Não sei se foi isso que o asalves queria dizer com a "azia nacionalista", caro CJ. Pela minha interpretação, ele referia-se a azia por parte da Embraer por conta da venda da TAP Manutenção e Engenharia Brasil, mencionada pelo oi661114.

Mas posso ter sido eu a interpretar completamente ao contrário.  :mrgreen:

Sim era isso, acho que não faz sentido pensar que existe uma resposta da Embraer por negócios externos à empresa.

Em relação ao resto, eu acho que o pessoal leva a sério o que é dito por muita gente, para mim tudo o que é dito por Políticos ou gestores em momentos de euforia de assinatura de contratos tem de passar pelo filtro para remover propaganda e o fator entusiasmo.

A compra à Embraer desde inicio que tem cunho/iniciativa política, logo tem tudo para correr mal  :mrgreen: ainda não vi nenhuma compra militar com interferência política que tenha corrido bem. Se não se gosta de toda a novela que está a ser esta compra (e eu tb não gosto) então só temos que culpar e responsabilizar os responsáveis (dia 30 temos uma oportunidade), e a Embraer está só a tentar fazer o melhor negocio que conseguir.

O meu post foi generalista, não foi resposta ou dirigido a ninguém em particular, nem tão pouco mal intencionado ou não teria usado o nosso tão querido mister green. :mrgreen: ;)

Azias todos temos, creio eu, e neste caso tanto poderão haver de um lado como do outro. Foi apenas isso que quis dizer, sempre falando a título pessoal.

Quanto à minha malapata com o KC-390 Millennium, e deixando agora um pouco de lado o meu habitual tom mais brincalhão, nada tem a ver com o facto de que se trata de uma aeronave de fabrico brasileiro. Tratam-se, isso sim, de reticências derivadas de um projecto novo, verde e ainda por dar provas, do desempenho e características até agora conhecidas do aparelho não serem nada por aí além, e sobretudo pelo facto de ter sido uma decisão arrisco-me a dizer quase exclusivamente de cariz político, o que geralmente no nosso caso raramente resulta ou acaba bem.

E tomando em conta os mais recentes desenvolvimentos, é natural que se fique de pé atrás e desconfiado, apenas isso. Uma ave rara, um elefante branco ou um eucalipto, como já aqui disse por diversas vezes, é tudo aquilo de que Portugal e a Força Aérea Portuguesa menos necessitam. Já basta podermos estar a braços com um conflito a Leste em breve, e estarmos quase tão despreparados e mal equipados como estava o CEP na I Guerra Mundial. ::)
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Marinha Portuguesa / Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Última mensagem por JohnM em Hoje às 03:20:11 pm »
Entrevista?

Aquilo não são citações do PDF de 2018 ou 2019?

São novas... mas obviamente completamente baseadas nos cadernos navais de 2019 "Marinha útil e verdadeiramente significativa".

Existe tanto para fazer, mudar, financiar, que não fosse Gouveia e Melo, dotado de uma aparente motivação inabalável, eu descartava logo, à partida, tudo isto como uma carta bonita à Marinha antes de se sentar no gabinete à espera da reserva.

Temos de esperar pelo próximo MdN, uma vez que, T. Cravinho, poderá ir para outras paragens, para ver se realmente o Almirante tem mesmo algum poder de persuasão junto da esfera política, para iniciar esta revolução após décadas de marasmo.
Cruzem os dedos, rezem, acendam velinhas, façam o que quiserem para ajudar, porque esta pode ser a ultima oportunidade de Portugal alguma vez voltar a ter uma Marinha moderna e evitar o Zero Naval permanente...
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Marinha Portuguesa / Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Última mensagem por MATRA em Hoje às 03:14:56 pm »
Entrevista?

Aquilo não são citações do PDF de 2018 ou 2019?

São novas... mas obviamente completamente baseadas nos cadernos navais de 2019 "Marinha útil e verdadeiramente significativa".

Existe tanto para fazer, mudar, financiar, que não fosse Gouveia e Melo, dotado de uma aparente motivação inabalável, eu descartava logo, à partida, tudo isto como uma carta bonita à Marinha antes de se sentar no gabinete à espera da reserva.

Temos de esperar pelo próximo MdN, uma vez que, T. Cravinho, poderá ir para outras paragens, para ver se realmente o Almirante tem mesmo algum poder de persuasão junto da esfera política, para iniciar esta revolução após décadas de marasmo.
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Conflitos do Futuro / Re: Um conflito provável, num futuro médio
« Última mensagem por Luso em Hoje às 02:27:18 pm »
Na questão da Ucrânia, seguir estes personagens:

Josep Borrell https://en.wikipedia.org/wiki/Josep_Borrell
Antony Blinken https://en.wikipedia.org/wiki/Antony_Blinken

Como sempre, recomenda-se "early life".

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Armadas/Sistemas de Armas / Re: Marinha Francesa
« Última mensagem por dc em Hoje às 01:18:12 pm »
Não tenho acompanhado o topico da Marinha francesa por isso posso estar a repetir algo já dito antes.

Com a ida do porta-avioes britanico à Asia com F35B dos US Marines deu-me uma ideia, os franceses como só tem um porta-avioes, às vezes ele está indisponível, os franceses e os americanos podiam ter um acordo para operar um esquadrão de Rafale a partir do PA americano que estivesse no Mediterrâneo.

Complicado se calhar, mas seria interessante de ver. ;D

Eles tem alguma cooperação, o PA francês usa muita tecnologia americana, os procedimentos são iguais, já houve oficiais americanos temporariamente no PA francês e provavelmente o contrário, já houve exercícios conjuntos de Rafale a aterrar no PA americano e F/A-18 a aterrar no CdG, isto seria levar esta cooperação ainda mais longe.

Nós tivemos um Lynx alemão numa fragata nossa, são exemplos.

E porque não comprar F-35B, e operá-los a partir dos Mistral (após as necessárias modificações)? Passavam de 1 para 4 porta-aviões, por uma fracção do custo que seria de construir navios novos. Mesmo que só fizessem as alterações a um dos Mistral, já era qualquer coisa. O único senão é que teriam de colocar uma rampa, e reforçar o pavimento devido ao calor do escape dos F-35B...
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por asalves em Hoje às 01:01:46 pm »
E não se vai por em causa um plano de anos por causa de uma azia nacionalista.

No meu caso não se trata disso, pelos outros não posso falar. Quando tenho azia, tomo um Kompensan sem qualquer problema. ;)

Trata-se tão somente de ter algum orgulho próprio, coisa que tanto falta em Portugal nos tempos que correm. Não se trata de olho-por-olho ou uma qualquer azia ou sobranceria nacionalista, mas sim já um desgaste com todo este dossier e a Embraer, logo desde a narrativa inicial de que nos tinham vendido os aparelhos a preço de saldo. É desgaste com todos estes consecutivos fait-divers e, chamem-me Velho do Restelo à vontade se quiserem, uma grande interrogação face a este sistema de armas que vamos ser obrigados a engolir.

Não sei se foi isso que o asalves queria dizer com a "azia nacionalista", caro CJ. Pela minha interpretação, ele referia-se a azia por parte da Embraer por conta da venda da TAP Manutenção e Engenharia Brasil, mencionada pelo oi661114.

Mas posso ter sido eu a interpretar completamente ao contrário.  :mrgreen:

Sim era isso, acho que não faz sentido pensar que existe uma resposta da Embraer por negócios externos à empresa.

Em relação ao resto, eu acho que o pessoal leva a sério o que é dito por muita gente, para mim tudo o que é dito por Políticos ou gestores em momentos de euforia de assinatura de contratos tem de passar pelo filtro para remover propaganda e o fator entusiasmo.

A compra à Embraer desde inicio que tem cunho/iniciativa política, logo tem tudo para correr mal  :mrgreen: ainda não vi nenhuma compra militar com interferência política que tenha corrido bem. Se não se gosta de toda a novela que está a ser esta compra (e eu tb não gosto) então só temos que culpar e responsabilizar os responsáveis (dia 30 temos uma oportunidade), e a Embraer está só a tentar fazer o melhor negocio que conseguir.
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Marinha Portuguesa / Re: MLU às VdG e/ou BD - Hipóteses
« Última mensagem por dc em Hoje às 01:01:29 pm »
Os únicos upgrades feitos às BD dignos de relembrar, é mesmo a incorporação dos (pouquíssimos) ESSM Block 2, que passam a duplicar a capacidade de mísseis AA das fragatas por serem dual-packed no Mk-48 (2 mísseis por célula, 16 x 2), oferecem um alcance 2.5x superior aos Sea Sparrow, e por serem guiados por um radar activo, não necessitam de auxilio dos 2 STIR presentes nas fragatas, o que aumenta o número de alvos que podem ser atacados em simultâneo. E a suposta modernização dos Harpoon para Block II, que por exemplo, lhes confere capacidade de atacar alvos em terra, mas a ver vamos se de facto acontece e quantos mísseis serão modernizados. Não me recordo se os torpedos vão ser modernizados, e fora isso, talvez os sistemas de guerra electrónica mereçam algum destaque.

No seu todo, o upgrade é "melhor que nada", mas não é o que se exigia para um par de navios que se pretende que durem até 2035. Por exemplo, sendo para operar até essa data, podiam muito bem ser equipados com novos radares, como o SMART-S Mk-2 e/ou o NS100/NS200.
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Marinha Portuguesa / Re: MLU às VdG e/ou BD - Hipóteses
« Última mensagem por LM em Hoje às 12:57:35 pm »
Os novos updates são relevantes e passíveis de usar em conflitos de alta intensidade ou são MLUs só de boca?

Boca

Espero não estar a "meter as mãos no fogo" pela capacidade de fazer MLU de Portugal, mas o novo Vigile-D é um verdadeiro upgrade (em ESM); e os ESSM também - mas com radares de há 30 anos...
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