Portugal na guerra da Palmeta

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sierra002

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« Responder #45 em: Maio 02, 2006, 01:50:38 pm »
Los piratas acosan a pesqueros españoles
El Gobierno estudia el envío de una fragata al Índico para proteger a su flota atunera, que ha sufrido varios ataques


http://www.elpais.es/articulo/internaci ... int_2/Tes/
 

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Marauder

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« Responder #46 em: Maio 02, 2006, 02:26:16 pm »
Pois...a ligação com o tópico é que aparentemente é nenhuma. Os piratas não estão sobre a alçada de governos...logo a ligação à guerra da Plaqueta não existe.

Acho bem que mandem 1 fragata para lá, se fosse possível também enviaríamos uma. A pirataria é um mal que afecta todos os países na medida que afecta o comércio internacional e pescas. Os EUA costumam ter fragatas agora a patrulhar a costa da Somália, e no caso do Estreito de Malaca, os 5 países da zona juntaram forças para acabar com a pirataria nesse estreito.
 

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pedro

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« Responder #47 em: Maio 12, 2006, 08:39:00 pm »
Tem todo o meu apoio. :lol:
Muy bien. :lol:
Cumprimentos/saludos
 

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sierra002

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« Responder #48 em: Maio 13, 2006, 09:23:08 am »
Para empezar con Marauder, escribí este mensaje aquí para no tener que abrir otro tópico y sobrecargar el foro. Como afinidad, que tanto en la guerra del Fletán, como aquí, se trata de enviar naves de guerra a defender nuestros pesqueros.

Darwiz dijo:

Citar
los Españoles no les gusta nada que tenga que ver con Portugal o los ciudadanos Portugueses,so tienes que ver lo que pasa con el projecto de Siza Viera en Madrid.

¿Que tiene que ver que Siza Viera sea portugues? Lo que critican los ecologistas es que se van a talar arboles centenarios, nadie se fija en la nacionalidad del arquitecto y casi nadie la conoce.

Citar
quedense de su lado de la frontera que los Portugueses se van a quedar en el lado de ellos.

Cada día docenas de portugueses cruzan la frontera para trasladarse a trabajar y vivir en España.

Citar
Y para acabar si yo me recuerdo bien,en la epoca de la guerra del fletan,muchos periodistas Españoles estaban aciendo ondas porque la Marina de Guerra Española estaba muy mal equipada,y tenia problemas monetarios muy graves!solo tienes que leer el articulo que salio en la revista Cambio16 sobre el asunto.


Si, por ejemplo se cuestionó la capacidad antiarea en caso de ataque de los F18 canadienses. Por eso se priorizó la construcción de las fragatas F 100.

Para los problemas del Indico se habla de que hay que acelerar la construcción de los BAMs, que son similares a los NPO portugueses.
 

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OPCOM

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« Responder #49 em: Maio 13, 2006, 11:33:01 am »
Lembro-me bem da guerra da palmeta.
Para variar o que faltou ao governo Português para variar foi OO, isso mesmo, deixamos que a Espanha sozinha travasse uma guerra que tb era nossa, porque não eram só os interesses Espanhois em jogo eram os nosso também, que se vieram a verificar mais tarde, ambos perdemos cotas de pesca. Se o conflito tivesse virado para o lado da Espanha nós tb teriamos ganho.
O Canadá tem tanta consideração pelos Portugueses que se está a ver bem qual a politica actual deles em relação aos nosso emigrantes lá.
Para variar deixamos que os outros travem as nossas guerras  e esperamos que tenham pena de nós e nos dêm uns trocos. Os pescadores portugueses tb são contribuintes e como tal, tb pagam a nossa amostra de marinha de guerra, tb devem ser defendidos.
 Agora confesso que não me lembro se realmente os portugueses e espanhois estavam a cumprir com a lei ou não.
 

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emarques

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« Responder #50 em: Maio 13, 2006, 01:06:22 pm »
Citação de: "OPCOM"
Lembro-me bem da guerra da palmeta.
Para variar o que faltou ao governo Português para variar foi OO, isso mesmo, deixamos que a Espanha sozinha travasse uma guerra que tb era nossa, porque não eram só os interesses Espanhois em jogo eram os nosso também, que se vieram a verificar mais tarde, ambos perdemos cotas de pesca. Se o conflito tivesse virado para o lado da Espanha nós tb teriamos ganho.
O Canadá tem tanta consideração pelos Portugueses que se está a ver bem qual a politica actual deles em relação aos nosso emigrantes lá.
Para variar deixamos que os outros travem as nossas guerras  e esperamos que tenham pena de nós e nos dêm uns trocos. Os pescadores portugueses tb são contribuintes e como tal, tb pagam a nossa amostra de marinha de guerra, tb devem ser defendidos.
 Agora confesso que não me lembro se realmente os portugueses e espanhois estavam a cumprir com a lei ou não.

Quanto ao tratamento dos portugueses emigrados para o Canadá... As notícias que saíram nos meios de comunicação não foram sobre emigrantes, foram sobre "refugiados políticos". Que raio de refugiado político é que pede apoio ao governo que supostamente o oprime quando o país para que fugiu lhe nega asilo? Quiseram procurar um buraco na lei canadiana e deram-se mal.
Ai que eco que há aqui!
Que eco é?
É o eco que há cá.
Há cá eco, é?!
Há cá eco, há.
 

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OPCOM

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« Responder #51 em: Maio 14, 2006, 02:17:30 pm »
Bem, emarques isso, é verdade.
Cá também se passa o mesmo com os emigrantes ilegais, e também nós gostariamos que o nosso governo tivesse mais pulso forte em relação a isso. Eu não tenho um conhecimento muito profundo do que se está a passar com os Portugueses no Canadá, mas falou-se de um numero muito grande: 15000??? terá sido exagerado? a ser verdade, isso vai causar um fluxo enorme de pessoas no nosso pais, e que a nossa economia no estado que esta não vai conseguir aborver muito facilmente.
 

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Aponez

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« Responder #52 em: Maio 17, 2006, 02:18:17 pm »
Citação de: "OPCOM"
Lembro-me bem da guerra da palmeta.
Para variar o que faltou ao governo Português para variar foi OO, isso mesmo, deixamos que a Espanha sozinha travasse uma guerra que tb era nossa, porque não eram só os interesses Espanhois em jogo eram os nosso também, que se vieram a verificar mais tarde, ambos perdemos cotas de pesca. Se o conflito tivesse virado para o lado da Espanha nós tb teriamos ganho.
O Canadá tem tanta consideração pelos Portugueses que se está a ver bem qual a politica actual deles em relação aos nosso emigrantes lá.
Para variar deixamos que os outros travem as nossas guerras  e esperamos que tenham pena de nós e nos dêm uns trocos. Os pescadores portugueses tb são contribuintes e como tal, tb pagam a nossa amostra de marinha de guerra, tb devem ser defendidos.
 Agora confesso que não me lembro se realmente os portugueses e espanhois estavam a cumprir com a lei ou não.


Imos por partes:

     A actitude do goberno portugues durante o conflicto do fletan foi exactamente a mesma de sempre non molestar á Gran Bretaña, que ja ó pouco de comezar o conflicto acusou ós pescadores españoles e portugueses de estar a acabar cos recursos pesqueiros do Canada (non sei como podiamos fazer isso cando os nosos barcos pescaban por fora das 200 millas de ZEE), alguns dos parlamentarios británicos incluso chegaron a pedir o envio de unidades da RN cando España decideu mandar alguns dos seus patrulleiros de altura a apoiar ós pesqueiros. Se España tivese ganho algo obviamente Portugal, que so se dedicou a mirar e a deijar que fosen outros os que se arriscasen, tería querido a "sua" parte.

      En canto ó de cumprir coa lei, pois obviamente se alguen a estaba a incumplir era o Canada ó atacar os pesqueiros que estaban a pescar por FORA das suas 200 millas de ZEE ja que dentro desas 200 millas os propios pescadores canadianos ja practicamente extinguiran o fletan que había.
 

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Marauder

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« Responder #53 em: Maio 17, 2006, 04:27:15 pm »
Hum, mas então...quando os canadianos começaram a a perseguição ao navio espanhol, este estava na ZEE canadiana...

 O que aconteceu é que pronto...fugiu para águas internacionais...e o Canadá limitou-se a desrespeitar a lei internacional.

  Já tenho dito que não há santos, portanto não os tentem "fabricar"! Era norma usarem redes proibidas, e pescar umas milhas dentro da ZEE canadiana toda a gente o fazia "sem querer"..
 

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Aponez

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« Responder #54 em: Maio 17, 2006, 04:30:53 pm »
Errado Marauder e a melhor proba podea ver na actuación dos canadianos DESPOIS de que España mandase ós seus patrulheiros á zona ja que os patrulheiros tinhan ordes de estar perto dos barcos pero non podian entrar nas 200 millas de ZEE do Canada e os canadianos seguian a intimidar ós nosos pescadores, a pesares de estar FORA da sua ZEE.
 

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Marauder

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« Responder #55 em: Maio 17, 2006, 09:47:40 pm »
Citação de: "Aponez"
Errado Marauder e a melhor proba podea ver na actuación dos canadianos DESPOIS de que España mandase ós seus patrulheiros á zona ja que os patrulheiros tinhan ordes de estar perto dos barcos pero non podian entrar nas 200 millas de ZEE do Canada e os canadianos seguian a intimidar ós nosos pescadores, a pesares de estar FORA da sua ZEE.


Não percebi como isso prova contrário do que aquilo que disse.

Entretanto, para quem somente agora está a ler sobre isto, deixo este site que dá uma ideia profunda do que aconteceu:

http://www.thecanadianencyclopedia.com/ ... RTM0010344

PS: Embora seja de uma enciclopédia canadiana, considero o texto bastante imparcial.

E para fundamentarem com dados concretos:
http://www.seaaroundus.org/eez/summaryInfo.aspx?EEZ=124
Podem "brincar" com as opções à direita..
 

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Dawizz

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« Responder #56 em: Maio 18, 2006, 06:41:39 pm »
Como lo prometi aqui esta el articulo del Cambio16,pero como es demasiado grande lo voy a poner en 3 partes:


Barcos  Para  Qué Os Quiero.

Desde  tribunas  periodísticas  e  incluso  desde  algunos  partidos  se  ha  comentado  la  debilidad  de la marina de guerra española como consecuencia de los incidentes acaecidos en el Atlántico Norte por culpa del fletán negro.
La Armada envió a aquellas aguas a la patrullera Vigía. Después zarpó la Serviola y ahora la Centinela navega hacia aquellas aguas para substituir a la primera. Son tres  de las  siete patrulleras de nuestra flota y son tres buenas y modernas embarcaciones que fueron entregadas por la Empresa Nacional Bazán entre marzo de 1991 y junío de 1992.
La Centinela estará junto a la flota pesquera española en las próximas semanas. Una patrullera frente a un enemigo potencial de 320 buques canadienses integrados en el Departamento de Pesquerías y Océanos, organismo autónomo y sin conexión ni dependencia  con la  Armada  de aquel país.
Poca presencia española para cubrir una superficie muy grande y con unas condiciones climatológicas muy duras, que dificultan los desplazamientos de urgencia. Pero eso es lo que hay. A fuerza de recortar los presupuestos de Defebsa, España ha llegado a una evidente precariedad, sobre todo en lo concerniente con la Armada. El tardío lamento actual corresponde a una realidad: España, el país europeo con más millas de costa, ha vivido de espaldas a la mar. La historia lo demuestra.
No fueron los reyes castellanos proclives a las aventuras náuticas. Mientras Portugal lanzaba al océano a sus marinos forjados en Sagres y ocupaban puntos estratégicos en las costas africanas y asiáticas, aquí se cuestionaba la necesidad de apoyar financieramente el proyecto de un genovés que quería llegar al lejano mundo por otros derroteros náuticos, frenando de tal suete el expansionismo portugués. Finalmente, com mucha oposición, Colón se hizo a la mar y llegó a América. A partir de entonces sí hubo Marina Real, como también la hubo en el Mediterráneo para enfrentarse con el turco.
pero nuestra política europea motivó que fueran nuestros expedicionarios de tierra, los tercios, quienes gozaran del apoyo oficial. Por eso cuando se organizó la Armada Invencible, ni se la dotó de navíos apropiados para la navegación atlántica ni se confió su mando a un marino de aptitud contrastada.



in Cambio16  17 Abril 1995
Velle est index animi.
 

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NVF

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« Responder #57 em: Maio 19, 2006, 01:39:42 am »
Citação de: "Dawizz"
España, el país europeo con más millas de costa, ha vivido de espaldas a la mar.


Obrigado por partilhar o artigo connosco Dawizz. So' uma observacao (nao para si, mas para quem escreveu o artigo), segundo a afirmacao supracitada, fica-se com a ideia de que a Noruega fica na Asia  :twisted:

http://www.mapsofworld.com/world-top-te ... s-map.html
Talent de ne rien faire
 

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Dawizz

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« Responder #58 em: Maio 19, 2006, 06:21:39 pm »
Dá a impressão que é isso mesmo :lol,estes espanhois.
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Dawizz

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« Responder #59 em: Maio 19, 2006, 06:41:56 pm »
Segunda  Parte;



Felipe II puso al frente de la expedición al duque de Medinasidonia, un gran señor andaluz «ayuno de las cosas de la mar y de la guerra», en frase del historiador marqués de Lozoya. Con su descalabro permitió la consagración de Inglaterra como reina de los mares, la recuperación francesa en el concierto político europeo, la independencia de los Países Bajos, el triunfo del protestantismo y, como consecuencia de ello, el desarollo del capitalismo en la sociedad europea. Así lo recogen todos los historiadores.
Nuestras derrotas por Europa motivaron la repatriación de tropas,como también sucedió a medida que se independizaban las distintas naciones de Hispanoamérica, con Cuba y Filipinas cuando cambiábamos de siglo. Nos encontramos en la metrópoli con un ejército excesivo en número, con unos escalafones recargados, con una oficialidad inquieta y aburrida en las salas de banderas.
Y siempre, la menos considerada, la Armada. Se hizo el ridículo en El Callao y nos conformamos con explotar patrióticamente aquellas palabras atribuidas al almirante Méndez Núñez ««Más vale honra sin barcos que barcos sin honra»». Una frase tan bonita como esclarecedora de la inconsistencia de nuestra flota.
Tras Cuba y Filipinas, España encontró una salida para el grueso de su ejército: la campaña africana. Allá se fueron nustros militares, a la búsqueda de una gloria que les permitiera, a su vez, ascender por méritos de guerra, ya que al ser tan abultado el escalafón, jefes y oficiales se eternizaban en cada empleo.
Pacificado Marruecos, mantuvimos grandes contingentes militares en el Protectorado. El Alzamiento dio nuevos bríos al ejército, mientras que la marina siguió en precario. Más todavía si se tiene en cuenta que gran parte de la flota permaneció fiel al gobierno republicano. Sufrimos tres años de guerra, una posguerra en alerta permanente ( la conflagración mundial nos cercaba ), una contribución a la causa nazi ( la División Azul ) y, posteriormente, unas operaciones en los Pirineos para combatir la descabellada aventura del maquis.
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