A China Como Futura Ameaça?

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Daniel

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Re: A China Como Futura Ameaça?
« Responder #360 em: Julho 03, 2023, 08:33:46 pm »
Armas eletromagnéticas, energia nuclear e sistemas de defesa avançados: China planeia ‘supernavio’ que pode substituir uma frota inteira
https://executivedigest.sapo.pt/sapo-actualidade/armas-eletromagneticas-energia-nuclear-e-sistemas-de-defesa-avancados-china-planeia-supernavio-que-pode-substituir-uma-frota-inteira/
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A China apresentou um projeto para um novo tipo de navio de guerra movido a energia nuclear, armado com as mais recentes armas eletromagnéticas, capaz de substituir grupos navais inteiros e tornar obsoletos os porta-aviões: a garantia foi deixada pelo seu criador, Ma Weiming, um dos principais funcionários no desenvolvimento das tecnologias navais mais avançadas da China.

Há muitos analistas militares que consideram que os porta-aviões vão tornar-se ‘antiquados’ após o desenvolvimento dos chamados ‘carrier killers’, os novos mísseis balísticos e hipersónicos capazes de contornar defesas e afundá-los sem problemas.

A solução encontrada por Pequim é um novo “supernavio” movido a energia nuclear que, além de transportar numerosos caças, será armado com sistemas de defesa inovadores. Num artigo publicado no jornal local ‘Transactions of China Electrotechnical Society’, citado pelo ‘South China Morning Post’ -, a equipa de Ma sublinhou que este novo projeto “vai subverter completamente as formações de combate dos regulamentos navais que estão em vigor há mais de 100 anos”.

O novo projeto pode usar energia nuclear para obter eletricidade para alimentar os seus modernos sistemas de armas de alta energia – os investigadores armaram o navio com aceleradores eletromagnéticos de projéteis, como canhões ferroviários (‘railguns’) ou canhões de bobina, lasers ou armas de micro-ondas de alta potência.

Os ‘railguns’ têm um longo alcance e podem parar alvos no espaço próximo com a sua munição hipersónica, já os canhões de bobina eletromagnética são projetados para lançar diferentes tipos de armas subaquáticas, aumentando tanto as defesas como o ataque subaquático. Para os especialistas, os mísseis lançados eletromagneticamente podem recarregar automaticamente como uma arma de repetição, permitindo-lhes aumentar a cadência de tiro e o número de projéteis lançados.

A energia nuclear do navio pode ainda fornecer um abastecimento quase inesgotável de eletricidade que, somado ao seu avançado sistema de gestão de energia, também alimentará poderosos radares e outros sensores de uso intensivo de energia, que vão permitir a deteção de inimigos a distâncias maiores do que as atuais.

Os Estados Unidos dominam a corrida para desenvolver lançadores de projéteis eletromagnéticos, reconheceu Ma. “São líderes nesse campo desde os anos 1980”. No entanto, o desenvolvimento parou para favorecer os mísseis hipersónicos. “Atualmente, a China desenvolveu todas as principais tecnologias de sistemas de entrega eletromagnética para cargas úteis de armas em vários tipos de plataformas de combate, incluindo sistemas montados em veículos, navios e submarinos”, afirmou Ma.

A China é até agora o único país que realizou experiências de tiro no mar com um grande canhão elétrico. A Universidade de Engenharia Naval da China fez recentemente vários avanços significativos no desenvolvimento de armas eletromagnéticas menores, explicou a equipa de investigadores, que salientaram o aligeiramento do dispositivo de lançamento e da fonte de alimentação, a integração do sistema de armas eletromagnéticas em veículos e o uso de combinação de projéteis e tecnologia de giroscópio eletromagnético para melhorar a precisão do disparo.

“Foram concluídos os testes de campo de longo alcance com uma energia cinética de dezenas de quilojoules, que quebraram o recorde de alcance e energia cinética das armas de fogo atuais no mundo”, salientou Ma.

Por último, foi anunciado o desenvolvimento de uma tecnologia de lançamento de bobina eletromagnética que pode lançar um projétil a uma velocidade de até mil metros por segundo (Mach 3). Estas características tornam o ‘supernavio’ temível, que pode substituir grupos navais inteiros em conflitos marítimos. “Como resultado, um único navio multifuncional pode realizar as tarefas típicas de uma frota de navios convencionais”, finalizou Ma.
 

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NVF

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Re: A China Como Futura Ameaça?
« Responder #361 em: Julho 04, 2023, 09:26:15 am »
 Era basicamente isto que o Picas tinha em mente. :mrgreen:
Talent de ne rien faire
 

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Viajante

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Re: A China Como Futura Ameaça?
« Responder #362 em: Julho 04, 2023, 09:31:12 am »
A mim chamou-me a atenção os canhões ferroviários do 4º parágrafo!!!!  :mrgreen:
 
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Re: A China Como Futura Ameaça?
« Responder #363 em: Julho 04, 2023, 06:22:51 pm »
 

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Subsea7

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Re: A China Como Futura Ameaça?
« Responder #364 em: Julho 04, 2023, 08:24:48 pm »
Armas eletromagnéticas, energia nuclear e sistemas de defesa avançados: China planeia ‘supernavio’ que pode substituir uma frota inteira
https://executivedigest.sapo.pt/sapo-actualidade/armas-eletromagneticas-energia-nuclear-e-sistemas-de-defesa-avancados-china-planeia-supernavio-que-pode-substituir-uma-frota-inteira/
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A China apresentou um projeto para um novo tipo de navio de guerra movido a energia nuclear, armado com as mais recentes armas eletromagnéticas, capaz de substituir grupos navais inteiros e tornar obsoletos os porta-aviões: a garantia foi deixada pelo seu criador, Ma Weiming, um dos principais funcionários no desenvolvimento das tecnologias navais mais avançadas da China.

Há muitos analistas militares que consideram que os porta-aviões vão tornar-se ‘antiquados’ após o desenvolvimento dos chamados ‘carrier killers’, os novos mísseis balísticos e hipersónicos capazes de contornar defesas e afundá-los sem problemas.

A solução encontrada por Pequim é um novo “supernavio” movido a energia nuclear que, além de transportar numerosos caças, será armado com sistemas de defesa inovadores. Num artigo publicado no jornal local ‘Transactions of China Electrotechnical Society’, citado pelo ‘South China Morning Post’ -, a equipa de Ma sublinhou que este novo projeto “vai subverter completamente as formações de combate dos regulamentos navais que estão em vigor há mais de 100 anos”.

O novo projeto pode usar energia nuclear para obter eletricidade para alimentar os seus modernos sistemas de armas de alta energia – os investigadores armaram o navio com aceleradores eletromagnéticos de projéteis, como canhões ferroviários (‘railguns’) ou canhões de bobina, lasers ou armas de micro-ondas de alta potência.

Os ‘railguns’ têm um longo alcance e podem parar alvos no espaço próximo com a sua munição hipersónica, já os canhões de bobina eletromagnética são projetados para lançar diferentes tipos de armas subaquáticas, aumentando tanto as defesas como o ataque subaquático. Para os especialistas, os mísseis lançados eletromagneticamente podem recarregar automaticamente como uma arma de repetição, permitindo-lhes aumentar a cadência de tiro e o número de projéteis lançados.

A energia nuclear do navio pode ainda fornecer um abastecimento quase inesgotável de eletricidade que, somado ao seu avançado sistema de gestão de energia, também alimentará poderosos radares e outros sensores de uso intensivo de energia, que vão permitir a deteção de inimigos a distâncias maiores do que as atuais.

Os Estados Unidos dominam a corrida para desenvolver lançadores de projéteis eletromagnéticos, reconheceu Ma. “São líderes nesse campo desde os anos 1980”. No entanto, o desenvolvimento parou para favorecer os mísseis hipersónicos. “Atualmente, a China desenvolveu todas as principais tecnologias de sistemas de entrega eletromagnética para cargas úteis de armas em vários tipos de plataformas de combate, incluindo sistemas montados em veículos, navios e submarinos”, afirmou Ma.

A China é até agora o único país que realizou experiências de tiro no mar com um grande canhão elétrico. A Universidade de Engenharia Naval da China fez recentemente vários avanços significativos no desenvolvimento de armas eletromagnéticas menores, explicou a equipa de investigadores, que salientaram o aligeiramento do dispositivo de lançamento e da fonte de alimentação, a integração do sistema de armas eletromagnéticas em veículos e o uso de combinação de projéteis e tecnologia de giroscópio eletromagnético para melhorar a precisão do disparo.

“Foram concluídos os testes de campo de longo alcance com uma energia cinética de dezenas de quilojoules, que quebraram o recorde de alcance e energia cinética das armas de fogo atuais no mundo”, salientou Ma.

Por último, foi anunciado o desenvolvimento de uma tecnologia de lançamento de bobina eletromagnética que pode lançar um projétil a uma velocidade de até mil metros por segundo (Mach 3). Estas características tornam o ‘supernavio’ temível, que pode substituir grupos navais inteiros em conflitos marítimos. “Como resultado, um único navio multifuncional pode realizar as tarefas típicas de uma frota de navios convencionais”, finalizou Ma.

Por cá... Patrulhões é que o dá....
 

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Lusitano89

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Re: A China Como Futura Ameaça?
« Responder #365 em: Julho 05, 2023, 04:55:41 pm »
 

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Daniel

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Re: A China Como Futura Ameaça?
« Responder #366 em: Julho 14, 2023, 02:46:36 pm »
Projeto 141: O plano secreto da China para instalar bases militares e “postos de espionagem” em todo o mundo
https://executivedigest.sapo.pt/noticias/projeto-141-o-plano-secreto-da-china-para-instalar-bases-militares-e-postos-de-espionagem-em-todo-o-mundo/
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No meio no enorme novelo de informações militares dos EUA exfiltradas do Pentágono, por meio do soldado lusodescendente Jack Teixeira, acabou ‘perdido’ mas revelado de forma acidental o chamado ‘Projecto 141’, um plano da China para instalar bases militares e postos de espionagem em todo o Mundo.

O Washington Post já havia revelado que China e Cuba tinham chegado a acordo para fixar uma estação de espionagem na ilha, a troco de milhares de milhões de euros, com o porta-voz do Conselho de Segurança dos EUA, John Kirby, a afirmar que a informação era “inexata”, mas sem explicar como. Mais tarde a Casa Branca veio revelar que não se tratava propriamente de uma ‘novidade’: a base existia desde 2019, e não era apenas uma instalação, mas sim quatro, operadas conjuntamente por oficiais chineses e cubanos.

Depois, seguiram-se revelações de que Pequim e Havana estavam a tratar de estabelecer um centro de treino militar conjunto, em Cuba, que levantou preocupações em Washington de que “poderia dar à China uma potencial plataforma de alojamento permanente de tropas na ilha, e ampliar a sua recolha de informações secretas, incluindo através de escutas eletrónicas contra os EUA”.

A administração Biden terá encetado conversas para tentar travar o acordo, mas logo depois surgiram informações de que os serviços de inteligência norte-americanos estavam a acompanhar trabalhadores das gigantes tecnológicas chinesas Huawei e ZTE nas supostas instalações de espionagem digital.

Agora, segundo os documentos consultados pelo El Confidencial, sabe-se que este acordo China-Cuba é apenas a ponta do icebergue do Projeto 141, iniciativa do Exército chinês para expandir a presença global e redes de apoio logístico às forças de Pequim.

Este plano secreto, agora revelado, prevê o estabelecimento de pelo menos cinco bases militares no estrangeiro e 10 centros de apoio logístico, só até 2030.

Os pontos-chave desenhados pela China vão além de Cuba, estando previstas instalações militares e de espionagem também em vários pontos de África, Sudeste Asiático e Médio Oriente.

“Há uma série de lugares em que os chineses querem colocar postos de escuta e espionagem avançada. Querem lugares para bases de assistência militar terrestre, e para apoiar operações no espaço. Procuram ‘portos de abrigo’ para poderem chegar e reabastecer. E procuram o direito a ter bases militares tradicionais mais estabelecidas”, explica fonte da administração Biden sobre o caso.

Aliás, “já o estão a fazer” em dezenas de outros lugares espalhados pelo mundo.

Os documentos revelados por Jack Teixeira mostram um gráfico com as instalações já no ativo e as que estão em construção. O Pentágono regista trabalhos de construção já avançados de construção destas bases militares e de espionagem no Camboja e nos Emirados Árabes Unidos.

É neste último país que se concentram as maiores preocupações de Washington, que é, entre os apresentados na lista, com quem os EUA tradicionalmente mantiveram laços militares mais estreitos, com acordos para atracar navios em Yebel Ali e com mais de 5 mil efetivos militares norte-americanos colocados na base aérea de Al Dhafra.

Os trabalhos de construção nos Emirados Árabes Unidos foram detetados em 2021, e Washington pediu que fosse cessada a colaboração com a China. Foram dadas garantias, mas já este ano, os serviços de inteligência norte-americanos verificaram que, afinal, os trabalhos de construção da base chinesa voltaram a colocar-se em marcha.

“A República Popular da China considerou Mianmar, Tailândia, Singapura, Indonésia, Paquistão, Sri Lanka, Emirados Árabes Unidos, Quênia, Guiné Equatorial, Seychelles, Tanzânia, Angola e Tadjiquistão, entre outros, como locais para instalações de logística militar”, assinala o documento dos EUA sobre o Projecto 141 desenhado por Pequim.

Houve ‘convites’ para construção de base no Tadjiquistão, mas ainda sem registo de resposta positiva de Pequim.

Por outro lado, na Guiné-Equatorial, decorrem a todo o gás as negociações há mais de três anos e já haverá ‘luz verde’, não estando ainda decidido o local exato. Também um centro de treinos e um ponto logístico de apoio estão previstos no Gabão, para apoiar a estrutura chinesa a montar na Guiné-Equatorial, ou a ‘transformação’ do projeto do porto de Bagamoyo, na Tanzânia, ou estruturas na Mauritânia, aparecem referidos no plano secreto intercetado pelos EUA.

Os documentos relatam também pressões para fechar acordos com os governos das Ilhas Fiji e Vanuatu, e também na Argentina, com a construção de uma base naval em Ushuaia, no extremo sul daquele país, e que permitiria um objetivo estratégico de Pequim: Obter controlo, por parte da Marinha chinesa, da passagem de embarcações entre os continentes americano e antártico e entre os oceanos Pacífico e Atlântico.

 

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Re: A China Como Futura Ameaça?
« Responder #367 em: Agosto 07, 2023, 12:15:19 pm »
Manila acusa Pequim de atacar barco filipino no Mar do Sul da China


 

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Re: A China Como Futura Ameaça?
« Responder #368 em: Agosto 19, 2023, 01:06:57 pm »
Imagens de satélite mostram pista de aterragem construída pela China na disputada ilha Triton


 

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Re: A China Como Futura Ameaça?
« Responder #369 em: Setembro 03, 2023, 05:09:43 pm »
 

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Re: A China Como Futura Ameaça?
« Responder #370 em: Setembro 08, 2023, 12:33:14 pm »
A pacifica China  ::)

https://twitter.com/hoje_no/status/1700099439560364514
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Vídeo gravado de um navio de reabastecimento das Filipinas mostrando navios da guarda costeira chinesa bloqueando a sua passagem. Aconteceu dentro da Zona Econômica Exclusiva das Filipinas. A China alega que toda aquela região pertence a ela e a mais ninguém.
 
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Re: A China Como Futura Ameaça?
« Responder #371 em: Setembro 11, 2023, 01:09:41 am »
Pois é, e só vai piorar. Mas podem continuar a fazer destas, que assim até aumentam as chances destes países apoiarem os americanos e companhia num eventual conflito.
 

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Re: A China Como Futura Ameaça?
« Responder #372 em: Setembro 13, 2023, 06:54:19 pm »
Neste momento os Chineses estão cada vez mais agressivos com os seus vizinhos e a tendência é a piorar. Ao mesmo tempo os EUA também eles estão a apertar o cerco e a fuga de empresas Norte-Americanas é uma realidade e estamos a assistir a uma reindustrialização do dito país e isso será feito em detrimento da China.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lusitano89

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Re: A China Como Futura Ameaça?
« Responder #373 em: Outubro 31, 2023, 08:17:32 pm »
 

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Cabeça de Martelo

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Re: A China Como Futura Ameaça?
« Responder #374 em: Novembro 17, 2023, 01:59:13 pm »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.