Documentos e Doutrina

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Duarte

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Re: Documentos e Doutrina
« Responder #120 em: Junho 04, 2024, 05:58:53 pm »
De onde é que isso é?

E tem a sua piada que nenhuma das ilhas recebeu os Stingers que têm em QO até agora penso  :mrgreen: :mrgreen:

A PROJEÇÃO DE FORÇAS E MEIOS PARA O REFORÇO
DOS ELEMENTOS DA COMPONENTE TERRESTRE DO
SISTEMA DE FORÇAS NACIONAL 2014 NAS REGIÕES
AUTÓNOMAS
COR CAV Vítor Manuel Meireles dos Santos

https://comum.rcaap.pt/bitstream/10400.26/17384/1/TII%20CPOG%202015-16_Cor%20Meireles%20dos%20Santos.pdf

Pior ainda, até os Pel. Mort Pes . já estão em OB apenas. Os Pel. A/carro já foram há anos quando os canhões sem recuo 10,6cm foram retirados, mas temos falta de morteiros 120mm Tampella?  ::) :bang:
« Última modificação: Junho 04, 2024, 07:30:42 pm por Duarte »
слава Україна!
“Putin’s failing Ukraine invasion proves Russia is no superpower"
The Only Good Fascist Is a Dead Fascist
 

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Drecas

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Re: Documentos e Doutrina
« Responder #121 em: Junho 04, 2024, 10:16:54 pm »
Não deveríamos ter, mesmo com a BrigInt a precisar de 16 deles.... mas talvez não existam em número suficiente nas ilhas + uma falta de pessoal, ou até falta de viaturas
 

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dc

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Re: Documentos e Doutrina
« Responder #122 em: Junho 05, 2024, 12:56:35 am »
Todo o conceito das forças nos Açores e na Madeira precisa de ser fortemente revisto. Não só revisto, como precisa de ser equipado de acordo com o terreno e as missões, ao invés de uma treta generalista que não tem em consideração que a sua função é negar a tomada de controlo das ilhas por uma força hostil.

Para isto, é preciso que se crie uma verdadeira capacidade A2/AD terrestre, com capacidade AA (pelo menos de médio alcance, sob responsabilidade da FAP) e capacidade anti-navio (com mísseis baseados em terra com alcance de pelo menos 200km).

Depois, a componente do Exército das respectivas regiões, devia incluir capacidades:
-VSHORAD (MADIS Mk2 nuns Polaris para uma solução barata, ou se quiserem gastar um pouco mais, o Mk1)
-anti-carro (que dada a improbabilidade de uma qualquer força invasora desembarcar carros de combate, não precisa de ser um sistema topo de gama)
-apoio de fogo (que provavelmente basta um morteiro pesado rebocado, havendo outras prioridades onde gastar o dinheiro)
-viaturas leves tipo ATVs, para facilitar a mobilidade aérea entre ilhas
-viaturas tácticas ligeiras blindadas, tipo ST5 ou outra (porta-armas, ambulância, transporte de pessoal, e VSHORAD caso se optasse por algo mais caro que o MADIS Mk2)
-viaturas tácticas ligeiras e médias não-blindadas, para fins variados

Com base numa lista de equipamento, torna-se mais fácil definir quantidades a adquirir de cada um deles, e perceber quanto pessoal é necessário para alocar a cada uma das especialidades.

Volto a frisar que, a prioridade de investimentos devia ser na negação do adversário. Sem isto, qualquer investimento na componente terrestre "regular" torna-se inútil.
Esta componente terrestre, dimensionada da forma certa, bem treinada e bem equipada, passa também a ser um activo mais valioso dentro do EP, podendo eventualmente participar em missões internacionais, e não se limitando a este papel de "força territorial pessimamente equipada".
 
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Drecas

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