E.U.A. versus Coreia do Norte

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FoxTroop

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Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
« Responder #135 em: Abril 06, 2013, 10:35:06 am »
Existem pelo menos três países que não têm interesse nenhum numa união da Coreia e tudo fazem para que a situação se mantenha assim, nunca passando das linhas que eles próprios desenharam. Os USA, o Japão e a China, cada um com os seus próprios interesses, não querem uma Coreia unida. Contudo, erros de calculo acontecem, pois no meio do "jogo"esquecem os interesses coreanos e a coisa corre mal. Neste caso, penso que os chineses esticaram demasiado a corda e o regime norte-coreano reagiu além do que Pequim calculou ou, pior ainda, deixou fugir ao controlo.

Quanto ao resultado de uma guerra ali, não duvido de qual será o resultado, mas tem um preço demasiado alto, mesmo que não se recorra a armas estratégicas. Não esquecer que Seul está a meros 50 kms e bem no alcance da artilharia pesada norte coreana, assim como boa parte da população sul-coreana. Atendendo à orografia, à rede extensa de fortificações e posições, ao tempo tiveram durante mais de 50 anos para estudar os onde-quando-como e enterrarem-se, não estou a ver como um ataque possa neutralizar as posições norte-coreanas antes que estas possam fazer mossa para lá do que pode ser sustentável pelos sul-coreanos.
 

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Lightning

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Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
« Responder #136 em: Abril 06, 2013, 12:41:58 pm »
Citação de: "FoxTroop"
Existem pelo menos três países que não têm interesse nenhum numa união da Coreia e tudo fazem para que a situação se mantenha assim, nunca passando das linhas que eles próprios desenharam. Os USA, o Japão e a China, cada um com os seus próprios interesses, não querem uma Coreia unida.

A China é mais que sabido, o Japão por acaso não tinha pensado nisso mas tem toda a lógica, os EUA é que não percebo...

É que na Europa a unificação da Alemanha foi o fim da Guerra Fria, democratizou-se a Alemanha e toda a Europa de Leste, muitos desses países fazendo agora parte da União Europeia, não poderia acontecer algo similar com a Coreia unificada? Ficar um pais democrático ao estilo da Coreia do Sul? Qual seria o problema para os EUA nisso acontecer? Deixaria de fazer sentido todo o dispositivo militar que eles possuem na região? Perderia um dos inimigos do "eixo-do-mal", o que poderia levar a uma redução na dimensão e investimento nas Forças Armadas Americanas? Mas acho que não pois com a crescente influencia chinesa muitos países da área querem apoio americano independentemente da questão norte-coreana.
 

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overlord

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Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
« Responder #137 em: Abril 06, 2013, 12:47:18 pm »
Citação de: "Lightning"
Citação de: "FoxTroop"
Existem pelo menos três países que não têm interesse nenhum numa união da Coreia e tudo fazem para que a situação se mantenha assim, nunca passando das linhas que eles próprios desenharam. Os USA, o Japão e a China, cada um com os seus próprios interesses, não querem uma Coreia unida.

A China é mais que sabido, o Japão por acaso não tinha pensado nisso mas tem toda a lógica, os EUA é que não percebo...

É que na Europa a unificação da Alemanha foi o fim da Guerra Fria, democratizou-se a Alemanha e toda a Europa de Leste, muitos desses países fazendo agora parte da União Europeia, não poderia acontecer algo similar com a Coreia unificada? Ficar um pais democrático ao estilo da Coreia do Sul? Qual seria o problema para os EUA nisso acontecer? Deixaria de fazer sentido todo o dispositivo militar que eles possuem na região? Perderia um dos inimigos do "eixo-do-mal", o que poderia levar a uma redução na dimensão e investimento nas Forças Armadas Americanas? Mas acho que não pois com a crescente influencia chinesa muitos países da área querem apoio americano independentemente da questão norte-coreana.

Manter inimigos é uma forma de pressão do sector industrial de defesa dos USA, se os inimigos não existirem criam-se, lembram-se do Iraque e as suas armas de destruição massiva
 

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FoxTroop

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Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
« Responder #138 em: Abril 07, 2013, 11:18:11 pm »
Citação de: "Lightning"
Citação de: "FoxTroop"
Existem pelo menos três países que não têm interesse nenhum numa união da Coreia e tudo fazem para que a situação se mantenha assim, nunca passando das linhas que eles próprios desenharam. Os USA, o Japão e a China, cada um com os seus próprios interesses, não querem uma Coreia unida.

A China é mais que sabido, o Japão por acaso não tinha pensado nisso mas tem toda a lógica, os EUA é que não percebo...

É que na Europa a unificação da Alemanha foi o fim da Guerra Fria, democratizou-se a Alemanha e toda a Europa de Leste, muitos desses países fazendo agora parte da União Europeia, não poderia acontecer algo similar com a Coreia unificada? Ficar um pais democrático ao estilo da Coreia do Sul? Qual seria o problema para os EUA nisso acontecer? Deixaria de fazer sentido todo o dispositivo militar que eles possuem na região? Perderia um dos inimigos do "eixo-do-mal", o que poderia levar a uma redução na dimensão e investimento nas Forças Armadas Americanas? Mas acho que não pois com a crescente influencia chinesa muitos países da área querem apoio americano independentemente da questão norte-coreana.

A Alemanha não era para reunificar. Todos falavam que queriam mas, no privado, ninguém tinha interesse nisso, excepto os próprios alemães. Existe bastante documentação sobre esse assunto. França e Inglaterra foram das principais forças a temer uma reunificação alemã e jogaram activamente contra.

Quanto aos interesses americanos ali, são bastante simples. A China. Tem passado completamente ao lado que, antes de toda esta embrulhada, o "badochinha" Kim, tinha iniciado uma série de contactos com o Ocidente, recebendo visitas de representantes de importantes empresas ocidentais, principalmente alemãs e americanas, falando-se de uma abertura gradual da economia norte-coreana. A somar a isso temos a chegada de uma líder moderada ao leme da CS.

Toda esta crise, fabricada com base numa série de manobras que deram em um provável teste nuclear norte-coreano seguido de sanções que até a China aprovou como retaliação, não aos testes nucleares e foguetes no espaço, mas sim porque a CN ousou pensar um rumo por si mesma independente de Pequim é um maná para os USA. Toca o "nervo" chinês bem à porta do quintal mantendo a atenção e esforços chineses bem na cintura interna e dando todo o tempo do mundo para a politica de barreiras e contenção que os USA estão a erguer na região da Ásia-Pacifico contra o expansionismo chinês.
 

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Lightning

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Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
« Responder #139 em: Abril 08, 2013, 10:28:04 pm »
Citação de: "FoxTroop"
A Alemanha não era para reunificar. Todos falavam que queriam mas, no privado, ninguém tinha interesse nisso, excepto os próprios alemães. Existe bastante documentação sobre esse assunto. França e Inglaterra foram das principais forças a temer uma reunificação alemã e jogaram activamente contra.

Nessa comparação o Japão é então similar ao Reino Unido e França, não querem um "vizinho" poderoso. Do ponto de vista do Japão, eles são o pais democrático mais importante da região, se agora aparecesse uma Coreia unificada, o Japão passaria a ter um rival.

Citar
Toda esta crise, fabricada com base numa série de manobras que deram em um provável teste nuclear norte-coreano seguido de sanções que até a China aprovou como retaliação, não aos testes nucleares e foguetes no espaço, mas sim porque a CN ousou pensar um rumo por si mesma independente de Pequim é um maná para os USA. Toca o "nervo" chinês bem à porta do quintal mantendo a atenção e esforços chineses bem na cintura interna e dando todo o tempo do mundo para a politica de barreiras e contenção que os USA estão a erguer na região da Ásia-Pacifico contra o expansionismo chinês.

Pelo que percebo então, a Coreia do Norte quer pensar (bem ou mal) pela própria cabeça, parece-me mais mal do que bem, possivelmente até "espicaçados" pela China contra a Coreia do Sul e EUA, mas agora a China já não lhes tem mão.

Então os Americanos até poderiam aceitar uma unificação pacifica das Coreias, mesmo contra a vontade do Japão, haveria boa possibilidade de acontecer o mesmo que há Alemanha, e aparecer uma super Coreia democrática, mais um aliado para os EUA e talvez ainda mais importante, menos um aliados para a China. Mas as marés não estão favoráveis a isso, mas sim ao confronto bélico, para os Americanos é igual, o objetivo continua o mesmo só que por meios diferentes, enfraquecer a China, impedir a expansão da China, se não é pelo aparecimento de uma Coreia democrática unificada pacificamente, pode ser um conflito entre Coreias, com os EUA ao barulho, talvez a China também? Agora até penso o seguinte, os Americanos até podiam não dar tanta importância às ameaças da Coreia do Norte, mas até lhes dá jeito que isso aconteça, eles vão logo a correr para lá porque querem proteger os seus aliados e os Chineses ficam logo lixados porque vem a região a militarizar-se num bloco hostil à China, muito por culpa do ladrar do seu antigo pitt bull.
De qualquer das maneiras isto poe a China "distraída" e dá "folga" às questões de Taiwan, ilhas disputadas com o Japão, ilhas disputadas com meia-dúzia de países nos mares mais a sul como o Vietname, Filipinas, etc, talvez pare ou diminua o crescimento económico da China, Isso já me parece um "master plan", mas dos Americanos...
 

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FoxTroop

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Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
« Responder #140 em: Abril 09, 2013, 09:44:41 pm »
Citação de: "Lightning"
Nessa comparação o Japão é então similar ao Reino Unido e França, não querem um "vizinho" poderoso. Do ponto de vista do Japão, eles são o pais democrático mais importante da região, se agora aparecesse uma Coreia unificada, o Japão passaria a ter um rival.

Sim, passa por aí também.


Citação de: "Lightning"
Pelo que percebo então, a Coreia do Norte quer pensar (bem ou mal) pela própria cabeça, parece-me mais mal do que bem, possivelmente até "espicaçados" pela China contra a Coreia do Sul e EUA, mas agora a China já não lhes tem mão.

A CN tentou começar a aliviar o controlo chinês, especialmente a dependência económica, acenando a várias multinacionais ocidentais. Considero que isso seria pensar bem mas calcularam mal a reacção chinesa (que não admite nada que não seja o puro servilismo) que, por sua vez, calculou mal a contra-reacção norte-coreana de fugir para a frente e deixar os chineses com um "bebé nas mãos" ao ameaçar partir a loiça toda.

Para os USA não há nenhum interesse em uma reunificação da península. Seria perder o melhor ponto de pressão na estratégia delineada para a região. A porra toda é que ninguém parece estar a contar com a vontade de ambos os lados do paralelo e não se deve deixar de notar que a CN tem poupado qualquer critica à nova presidente da CS (uma moderada) assim como a CS se tem mantido bastante silenciosa.
 

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papatango

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Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
« Responder #141 em: Abril 10, 2013, 02:33:54 pm »
Como é evidente os americanos têm todo o interesse na reunificação da Coreia. Eles sabem perfeitamente que a reunificação seria, como foi no caso da Alemanha, a absorção do norte pelo sul.
Os americanos lutaram na Coreia pela vitória do sul e só a invasão da china comunista reverteu as coisas.
Ninguém ganharia mais que os americanos com a unificação.
Ficariam com um país aliado do ocidente, com fronteira terrestre com a China e com a Russia.

Aliás, a Russia é que não aparenta ter muito interesse em ter um governo aliado dos americanos a poucos quilometros de Vladivostok.
Quanto ao Japão é evidente que de alguma forma teme a ascenção de uma Coreia demasiado forte e com uma população de 73 milhões. A China, evidentemente não quer nem ouvir falar nisso.

A China tem apenas potênciais vizinhos demasiado populosos. A Coreia ficaria com 73 milhões, o Japão com 120 milhões, as Filipinas e o Vietname com 100 milhões cada. A título de curiosodade, a Russia do extremo-oriente, tem 6 milhões.

No jogo de equilbrios no extremo oriente, teriamos uma situação nova, em que os americanos poderiam jogar com a Coreia Unificada e o Japão. O que não conseguissem de um, poderiam obter do outro.
Hoje, a Coreia não tem ainda peso especifico suficiente, o que dá ao Japão vantagem.
É muito mais fácil enganar uma pessoa, que explicar-lhe que foi enganada ...
 

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Luso

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Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
« Responder #142 em: Abril 10, 2013, 09:16:42 pm »
Prece que a China tem permitido que os chineses comentem negativamente (na Net) as últimas da Coreia no Norte.
Diplomaticamente não lhes deve interessar hostilizar declaradamente a CrN, mas menos ainda o facto do gorducho nortenho se estar a pôr a jeito e potenciar uma abertura de flanco.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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chaimites

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Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
« Responder #143 em: Abril 10, 2013, 09:52:49 pm »
Como analisam a hipotese de ser a China a por o gordo da CN na ordem?

 Como veriam os demais actores deste "circo" essa possibilidade?
 

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Luso

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Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
« Responder #144 em: Abril 12, 2013, 12:25:31 pm »
http://intellihub.com/2013/04/08/secret ... rth-korea/

Secret Transmission Detected from North Korea
As tensions escalate along the Korean peninsula and new and alarming element has come into play.
by Olav Phillips Intellihub.com April 8, 2013
 
MID-WEST, UNITED STATES — Within hours of South Korean news sources breaking a story that several Sang-Ho class submarines had disappeared from their North Korean bases, a ham radio operator named Tim, picked up a “numbers station” broadcasting on the same frequency as “The Voice of Korea” propaganda station.  What makes this even more interesting is that at the tail end of the numbers transmission there was a long duration digital transmission as well.
 
So why is this important and alarming?
 
There are several reasons why this new development is particularly alarming.  The first being the existence of the numbers station coming online shortly after the submarines put to sea, but more importantly is the digital transmission apparently tacked onto the end of the transmission and the ramifications of that transmission.
 
Numbers Station?
 
Throughout the Cold War numbers stations were used to convey encrypted messages to covert operatives.  The station would come online broadcast a series of numbers, possibly multiple times, then disappear into the darkness.  Those numbers were used as coded messages to be decrypted on the other end by the in country operative.  Examples of these numbers stations can be found at The Conet Project Archives.   So what makes this number station significant is the proximity in timing to the disappearance of the San-Ho class submarines, as well as the digital transmission.  It is important to point out that the  Sang-Ho submarines in question were effectively purpose built for covert insertion of small teams ofNorth Korean Maritime Commandos who are part of North Korea’s much lauded Special Operations Force.  So at this moment there is a covert North Korean force apparently heading for South Korea.
 
The Sang-Ho submarines can carry as many as 30 commandos per submarines giving the current submarines a combined force of around 60 troops.  Those 60 troops are specially trained to carry out behind enemy lines covert actions such as sabotage and assassinations. So in this case the numbers station was most likely broadcasting a special code to North Korean operatives to announce the impending arrival of the covert operations teams.
 
The Digital Transmission
 
What is more significant is the digital signal at the end of the transmission.  Digital transmissions such as this one may indicate the presence of a burst transmission which contains a compressed and encrypted message bound for some covert force, somewhere.  Typically a burst transmission is used to minimize the download time at the end point to prevent discovery.  The unusual part of this potential burst transmission is being attached to a numbers station as well as the length and the power of the broadcast.  Normal burst transmissions are in the one second to two second range.  This transmission was in the 10 to 15 second range which is almost unheard of, unless the end point is a submarine.
 
The ham operator who picked up this particular transmission was located in the Midwest of the United States, and he reported the transmission was received 4 by 5 indicating a significant power was used to send the transmission.  That level of power coupled with the length and possible submarine end point opens up a new and alarming tangent to this escalating conflict. It is important to point out that the numbers are being read in Spanish but that is typically done to confuse the original source of the transmission.  In this case the transmission was detected on a upper side band of the AM range used by the Voice of Korea so while the numbers are Spanish the transmission does appear to originate in North Korea.  That fact coupled with the missing submarines seems to provide evidence of the nature of the transmission despite being in Spanish.  Its also important to note that the numbers being in Spanish could also be used to employ a different set of codes in the operatives code books.
 
Now the really alarming part, if the submarines and number station wasn’t alarming enough.  One of the things that hasn’t been discussed in mainstream news is the fact that North Korea has between 22 to 24 diesel electric submarines of the Romeo Class.  These subs, which are heavily antiquated and for the most part decommissioned, are capable of open ocean missions.  They have also been successfully retrofitted to carry a small anti-ship cruise missile, actually six of those missiles and while the YJ-8, the missile used for those retrofits,  is an anti-ship missile (similar to the Exocet in use) they could carry a conventional warhead used to hit a building, damage a runway or some other kind of ground based target. But its not beyond the pale to suggest that the warhead could be modified to carry a more interesting payload and it is important to remember that North Korea does have one of the largest chemical weapons stockpiles in the world. The submarine in question also has a  range of over 9,000 miles but a top speed of 8 knots which is fairly slow.  Its also a diesel so the submarine would would have to run on the surface to recharge batteries of let off exhaust from its engines which is a byproduct of their origin which was late war German U-Boats.  Its also important to note that Romeo Class submarines which have been retrofitted must fire their missiles from the surface.
 
We don’t currently know if any of the Romeo Class submarines are missing, and if they are where they are going or even if they have been retrofitted but if they have then they represent a significant risk to Japan, Guam and even the western coast of the United States. As I said it’s impossible to know if that is the game plan but experts I consulted seem to believe that a burst of that size and power would be destined for a submarine be it Sang-Ho or Romeo Class.
 
All things being equal the transmission could have also been destined for the commando forces aboard the Sang-Ho submarines,  which we know from news reports are at sea, or targeted for the  operatives that will be meeting the covert operations teams on their arrival.
 
At this point we only have the transmission to go on, but its ramifications are both interesting and alarming at the same time. The transmission and the missing submarines also indicate a significant escalation in the deteriorating Korean political situation. Given the deadline North Korea has issued for embassies to shutdown and their staffs to depart we will soon find out.
 
Tune into Ground Zero Radio Tuesday 4.9.13 – Clyde Lewis will be doing a special show on Numbers Stations and we will be discussing this evolving story.
 
The Transmission
 
Thanks again to Tim for finding this broadcast and bringing it to our attention, and as with all things like this please do your own research and come to your own conclusions.  What I have provided here is just a few of the possible scenarios gleaned from research and the news of the day but it is by no means the only option.  The information presented is fairly easy to find with some good keyword searching on your favorite search engine as well as the Wikipedia and FAS.org.  So trust no one and make your own final decisions.
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Lightning

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Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
« Responder #145 em: Abril 21, 2013, 03:00:35 pm »
Em relação ao Japão, a revista Visão do dia 18 tem um artigo interessante.

Citar
Japão à direita, volver

Ameaçado pela Coreia do Norte, ultrapassado pela China, perseguido pelos dragões da nova Ásia, o Japão sofre um sentimento de desclassificação que, como sempre, beneficia a extrema-direita e os populistas. Como um primeiro-ministro que namora com certos demónios do passado...

O grupo Zaitokukai, jovens de extrema-direita, xenófobos contra os coreanos e chineses que vivem no Japão, muitos descendentes de trabalhadores forçados trazidos na 2ª Guerra Mundial, puseram-se em frente à embaixada da Coreia do Norte a gritar coisas como: "Vocês idiotas cobardes que passam o tempo a ameaçar a Coreia do Sul com as vossas bombas, façam-nos esse favor, rebentem com toda a península, ficaremos livres de vocês todos, coreanos do norte e do sul!" Vão para os bairros de forte comunidade coreana fazer manifestações com a bandeira do Japão Imperial. A Policia limita-se a observar, não existam leis que contra os discursos de ódio, um sistema inspirado no direito americano. Surgiu recentemente um novo partido, o Nippon Ishin no Kai (Associação para a Restauração do Japão), ficou em 3º lugar nas ultimas legislativas, surgem crises graves com a China na sequencia da ocupação das ilhas Senkaku-Diaoyutai, muitas vozes apelam à revisão da constituição de 1946, em particular o artigo que limita o Exército a uma simples Força de Defesa, sonham rebatiza-las de Forças de Defesa Nacional, aumentar o orçamento militar e capazes de acompanhar o aliado Americano. Políticos Japoneses desejam alterar a constituição, substituir os "princípios universais da humanidade" pela trilogia "família, tradição, pátria", diminuem que na 2ª guerra mundial tenham existido "mulheres de conforto" (escravas sexuais coreanas) e que tenham sido usadas pelo Exército Japonês dessa época, muitos deputados também negam a existência do massacre de Nanquim, em que 200 a 300 mil chineses foram mortos pelo Exército Japonês e afirmam que tudo não passa de um mito para denegrir o Japão. O filósofo Satoshi Ukai alerta: "Isto não vos lembra nada, o crescimentos do nacionalismo de todos os países da região, com cem anos de diferença estamos na situação da Europa em vésperas da 1ª Guerra Mundial."

O artigo é maior, este texto é um resumo.
 

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Cabecinhas

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Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
« Responder #146 em: Maio 02, 2013, 12:36:37 am »
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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mafets

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Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
« Responder #147 em: Março 09, 2014, 03:55:45 pm »
Das duas uma: Ou os EUA inflacionaram tremendamente as forças da Coreia do Norte ou estas cresceram significativamente, principalmente no que diz respeito à força aerea e marinha  :shock:































Saudações
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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HSMW

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Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
« Responder #148 em: Dezembro 18, 2014, 09:52:39 pm »
https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Lusitano89

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Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
« Responder #149 em: Dezembro 20, 2014, 02:23:05 pm »
Obama promete resposta proporcional à Coreia do Norte


Os Estados Unidos prometem dar uma resposta proporcional ao alegado envolvimento do regime norte-coreano num ataque informático aos estúdios de cinema Sony Pictures, confirmado pelo FBI.

“Nós vamos responder. Vamos responder proporcionalmente e vamos responder num local, numa hora e de uma maneira à nossa escolha”, disse Obama na conferência de imprensa de resumo do ano.

Durante a sua intervenção, Barack Obama também criticou a empresa por ter cedido às ameaças dos “hackers”.

A Sony decidiu cancelar – temporariamente mas sem nova data de estreia – o filme “Uma entrevista de loucos” em que dois jornalistas são recrutados pela inteligência norte-americana para assassinarem o líder norte-coreano.

“Não podemos ter uma sociedade em que um ditador em algum lado pode começar a impor a censura aqui nos Estados Unidos porque se alguém consegue intimidar outros a cancelar um filme satírico, imaginem o que eles podem fazer quando vêm um documentário que não gostam ou uma notícia que não gostam”, acrescentou o presidente norte-americano.

O director executivo da Sony, Michael Lynton, defendeu que a empresa não cedeu aos “hackers” e disse que ainda está à procura de uma forma alternativa de lançar o filme.
 
De Pyongyang também já chegaram reacções. No sábado a Coreia do Norte voltou a defender-se sublinhando que os ataques não são da sua responsabilidade e propôs até uma colaboração em conjunto com os Estados Unidos para investigar o caso.

Contudo, se Washington se recusar a colaborar com a Coreia do Norte, vão haver “consequências graves”. O aviso foi deixado por um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros daquele país.

Coincidentemente, no mesmo dia, a Coreia do Norte anunciou que vai aumentar o seu “poder nuclear” para combater as políticas hostis de Washington.

“Agora que as políticas hostis dos Estados Unidos com objectivo de invadir a nossa pública sobre o falso pretexto dos direitos humanos se tronou aparente, a ideia de desnuclearizar a península coreana já não é válida”, anunciou o mesmo porta-voz.

É a primeira vez que os Estados Unidos acusam directamente outro país de um ataque cibernético de tão grande amplitude, criando um novo clima de tensão entre os dois Estados.

Renascença