REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS

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papoila

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #120 em: Março 11, 2013, 01:53:21 am »
Citação de: "Trafaria"
Mas porque é que as FA têm de ser divulgadas? Não entendo!
Por acaso têm lá alguma coisa para vender ou prestam algum serviço directo à população que eu desconheça?

Pelo contrário, acho que quanto menos se falar nelas tanto melhor.

Patrulhamento da costa, evacuações aero-médicas, rescaldo de incêndios florestais...entre outros...
"Hic Non hostes nisi morbi”
 

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raphael

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #121 em: Março 11, 2013, 11:07:05 am »
Citação de: "Trafaria"
Irracionalidades! Não acha que é uma palavra muito forte?
Para além dos aspectos relacionados com o recrutamento não vejo especiais motivos para que as FA se divulguem, publicitem .... Mas explique-se... sou todo ouvidos.

Não acha que se se falasse menos das FA elas teriam uma melhor imagem e os indices de aceitação até aumentariam?

Pelo que tenho visto ultimamente quando os jornais falam é só para criar cisões e minar o ambiente militar, por outro lado a tvi parece interessada na divulgação e ainda ontem vi a reportagem da esquadra 751.
Por essa ordem de ideias, quanto menos se falar da PSP e da GNR também aumentarão os respetivos indices de aceitação...será?
Anda por aí um estudo do IDN sobre a reforma das Forças Armadas, tendo por base os cortes necessários, atenção é que a PSP também tem direito a um capitulo, em termos de ordem pública e investigação criminal...a tão comentada Policia Nacional, de natureza civil que integraria sob a tutela do MAI: PSP, PJ, SEF e mesmo ASAE.
Um abraço
Raphael
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Trafaria

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #122 em: Março 11, 2013, 02:31:49 pm »
Raphael,
Mas é isso mesmo que eu (em termos gerais) penso: quanto menos se falar na PSP melhor. Melhor para a policia, melhor para os policias e melhor para tudo e todos.
::..Trafaria..::
 

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raphael

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #123 em: Março 11, 2013, 03:24:03 pm »
Citação de: "Trafaria"
Raphael,
Mas é isso mesmo que eu (em termos gerais) penso: quanto menos se falar na PSP melhor. Melhor para a policia, melhor para os policias e melhor para tudo e todos.

Sim ok porque lá está quando falam das policias é ou para mostrar as reinvidicações em termos de ordenados e promoções ( plenamente justificado) ou para mostrar acções de maior envergadura ou musculadas que implicaram o uso de maiores meios e depois sempre o coitadinho do mitra a queixar-se de abusos. Mas também há aquele programa da TVI que mostra não só a PSP mas também INEM e forças armadas, o serviço de alerta, que até é bastante interessante, uma tentativa do Cops ao nosso nível.
As Forças Armadas também precisam dessa divulgação, para mostrar à opinião pública que serviço publico se presta e claro está para fins de recrutamento. Há um mais especifico o Take-off, tendo também algumas reportagens mais temáticas.
Mas sim em algumas alturas mais valia não agitar muito o frasco.
Um abraço
Raphael
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Trafaria

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #124 em: Março 11, 2013, 04:04:14 pm »
Pois claro. Até porque o mais do que por ai se diz e publica sobre as FA e FS é apenas ruído e rugido... o que acaba por perniciosamente contaminar o pouco de bom, util e necessário, que nesse campo é feito.

A maioria dos programas que são feitos sobre as FS (a tal cópia pirata do cops) deve-se ao facto de as TVs considerarem que há um publico para esse tipo de reportagens. A divulgação é aí um subproduto...
::..Trafaria..::
 

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PereiraMarques

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #125 em: Março 12, 2013, 05:25:15 pm »
Ora aqui está o "dito cujo"...é mau...muito mau...

http://www.defesa.pt/Documents/20130307 ... an2013.pdf
 

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Cabeça de Martelo

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #126 em: Março 12, 2013, 06:11:46 pm »
Apesar de ter dezenas de páginas, o documento tem o essencial da informação/estudo a partir da página 32 (Grandes Opções para a Estrutura Superior da Defesa Nacional e das Forças Armadas).
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Camuflage

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #127 em: Março 12, 2013, 06:59:17 pm »
Citar
Que exemplo dão os chefes militares?

por JORGE SILVA PAULO, CAPITÃO DE MAR E GUERRA (RESERVA)

Não há ameaças externas à independência; não há uma guerra injusta; não estão em perigo os direitos fundamentais. Então o que explica que surjam militares nos media com ameaças sibilinas?
Sempre que um governo anuncia reformas que não aumentam benefícios para as Forças Armadas (FA), alguns militares - incluindo algum ex-chefe de Estado-Maior que deixou há pouco tempo o cargo, no qual foi reconduzido, criando a dúvida se percebeu o que é o Estado de direito que era obrigado servir - reagem mal. Desta vez, há duas diferenças: como poucos creem que "as FA estão perto do limite", agora diz-se que "atingiram o limite"; e o imperativo de cortes na despesa pública não permite que as administrações dos ramos boicotem as decisões políticas.
Quatro pontos no discurso revelam as posições corporativas: considera ignorante quem discorda delas; é vago e sugere desgraças; centra-se nos interesses dos ramos, como a defesa do serviço militar obrigatório, que "facilita a gestão" do Exército; e acusa o Governo de se precipitar na reforma antes de vigorar o novo Conceito Estratégico, apesar disso também se aplicar a quem diz que se atingiu o limite.
Não há ameaças externas existenciais ao território ou à liberdade de ação política; há ameaças, mas em fronteiras de segurança distantes, onde o contributo português será sempre pequeno. Não cabe à Marinha o exercício da Autoridade do Estado no mar em geral, nem a busca e salvamento marítimo; não cabe ao Exército o combate aos incêndios; e não cabe à Força Aérea a busca e salvamento aéreo - executam-nos, mas sob outra autoridade. Essas missões, as ameaças terroristas e outras transnacionais, possíveis e em espaços próximos, são questões de polícia ou proteção civil, que as FA devem apoiar, nos termos da Constituição e da lei. Em suma, as FA estão quase sem missão principal e limitadas a apoiar outras autoridades competentes - mas parece que as chefias não se conformam. Não será esta a indisciplina que deve causar preocupação aos portugueses?
Há um problema: as culturas das administrações dos ramos não abandonaram "manias das grandezas" ultrapassadas e "arrastam os pés" ante qualquer concentração ou retração. Já perceberam que no Estado de direito democrático devem informar os órgãos de soberania das implicações das políticas, mas não têm legitimidade para lhes resistir ou enviesar a informação segundo interesses internos?
Não é convincente afirmar que são precisos submarinos ou fragatas para dissuadir outros de explorar a nossa plataforma continental; nem é afirmar que valorizam o País carros de combate, que dificilmente se movem no País, nem este tem meios de os levar para cenários distantes; nem que a edificação de uma capacidade de helicópteros para o Exército reduz os custos com o pessoal.
O que Portugal precisa, por uma década ou mais, é que, por exemplo, a Marinha secundarize as suas ambições oceânicas e de hegemonia, para se concentrar em apoiar a Autoridade Marítima e a economia do mar, e que se mostre proativa na gestão dos recursos, buscando sempre as melhores razões de benefícios-custos, mesmo quando isso obrigue a alienar navios ou a aceitar a concentração e partilha entre os ramos. O que se aplica, com as devidas adaptações, à Força Aérea e ao Exército, o qual tem de compreender que a sua cultura de "ocupação do território" deve ceder perante a rotação pelos três ramos na cada vez mais necessária concentração de serviços comuns. Mais do que a retórica mediática, isso é que revela patriotismo e sentido de serviço público, por oposição às atitudes de grupo de pressão.

in: http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interio ... os&page=-1

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PereiraMarques

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #128 em: Março 12, 2013, 09:27:57 pm »
Como eu sou um bocado "loiro" expliquem-me lá quais é que são as seis escolas práticas das Armas a concentar em Tancos, já que as Armas são apenas cinco: Infantaria, Cavalaria, Artilharia, Engenharia e Transmissões. Os Paraquedistas são a sexta Arma? E se é para irem treinar em Santa Margarida porque é que não vão logo para lá? Ficam em Tancos e fazem os treinos em Santa Margarida? Um bocado "lógica da batata"!
 

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #129 em: Março 12, 2013, 09:45:00 pm »
Pelo que ouvi dizer já não é para Tancos mas sim para Mafra.
https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Lightning

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #130 em: Março 12, 2013, 10:23:49 pm »
Citação de: "PereiraMarques"
Como eu sou um bocado "loiro" expliquem-me lá quais é que são as seis escolas práticas das Armas a concentar em Tancos, já que as Armas são apenas cinco: Infantaria, Cavalaria, Artilharia, Engenharia e Transmissões.

A Aviação já foi uma Arma do Exército, mas isso foi noutros tempos :mrgreen: .
Penso que, ou enganaram-se e querem dizer cinco, ou estão a pensar na ETP, que não é Escola Prática, mas está ali na zona de Tancos, ou na Escola Prática dos Serviços, que é uma Escola Prática, mas não é uma Arma, talvez os senhores que fizeram o artigo pensam que os Serviços sejam um Arma.

Citar
E se é para irem treinar em Santa Margarida porque é que não vão logo para lá? Ficam em Tancos e fazem os treinos em Santa Margarida? Um bocado "lógica da batata"!

Como já se falou antes, esses treinos em Santa Margarida devem ser mais para o pessoal de Cavalaria e Artilharia, os outros não tem tanta necessidade de ir para lá.
 

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #131 em: Março 12, 2013, 11:07:31 pm »
Mas esses treinos fazem-se e sempre se fizeram. A Academia leva lá os cadetes, a ESE também, os Comandos, as Escolas Práticas fazem lá exercícios de fogos indirectos e morteiros, táctica de reconhecimento e CC, rebentamentos e lançamento de granadas.

Na prática o CMSM sempre foi um enorme campo de treinos mas também com unidades aquarteladas em permanência.
https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

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Trafaria

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #132 em: Março 13, 2013, 02:07:01 pm »
Citação de: "Camuflage"
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Que exemplo dão os chefes militares?

por JORGE SILVA PAULO, CAPITÃO DE MAR E GUERRA (RESERVA)

Não há ameaças externas à independência; não há uma guerra injusta; não estão em perigo os direitos fundamentais. Então o que explica que surjam militares nos media com ameaças sibilinas?
Sempre que um governo anuncia reformas que não aumentam benefícios para as Forças Armadas (FA), alguns militares - incluindo algum ex-chefe de Estado-Maior que deixou há pouco tempo o cargo, no qual foi reconduzido, criando a dúvida se percebeu o que é o Estado de direito que era obrigado servir - reagem mal. Desta vez, há duas diferenças: como poucos creem que "as FA estão perto do limite", agora diz-se que "atingiram o limite"; e o imperativo de cortes na despesa pública não permite que as administrações dos ramos boicotem as decisões políticas.
Quatro pontos no discurso revelam as posições corporativas: considera ignorante quem discorda delas; é vago e sugere desgraças; centra-se nos interesses dos ramos, como a defesa do serviço militar obrigatório, que "facilita a gestão" do Exército; e acusa o Governo de se precipitar na reforma antes de vigorar o novo Conceito Estratégico, apesar disso também se aplicar a quem diz que se atingiu o limite.
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Há um problema: as culturas das administrações dos ramos não abandonaram "manias das grandezas" ultrapassadas e "arrastam os pés" ante qualquer concentração ou retração. Já perceberam que no Estado de direito democrático devem informar os órgãos de soberania das implicações das políticas, mas não têm legitimidade para lhes resistir ou enviesar a informação segundo interesses internos?
Não é convincente afirmar que são precisos submarinos ou fragatas para dissuadir outros de explorar a nossa plataforma continental; nem é afirmar que valorizam o País carros de combate, que dificilmente se movem no País, nem este tem meios de os levar para cenários distantes; nem que a edificação de uma capacidade de helicópteros para o Exército reduz os custos com o pessoal.
O que Portugal precisa, por uma década ou mais, é que, por exemplo, a Marinha secundarize as suas ambições oceânicas e de hegemonia, para se concentrar em apoiar a Autoridade Marítima e a economia do mar, e que se mostre proativa na gestão dos recursos, buscando sempre as melhores razões de benefícios-custos, mesmo quando isso obrigue a alienar navios ou a aceitar a concentração e partilha entre os ramos. O que se aplica, com as devidas adaptações, à Força Aérea e ao Exército, o qual tem de compreender que a sua cultura de "ocupação do território" deve ceder perante a rotação pelos três ramos na cada vez mais necessária concentração de serviços comuns. Mais do que a retórica mediática, isso é que revela patriotismo e sentido de serviço público, por oposição às atitudes de grupo de pressão.

in: http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interio ... os&page=-1

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É claro que um artigo destes, que é lúcido e toca no que é essencial, tinha de passar despercebido.
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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #133 em: Março 13, 2013, 05:48:27 pm »
O essencial é definir qual a missão actual das forças armadas! Quais as ameaças reais!
As FA devem ser o braço armado da politica externa portuguesa mas politica essa que... Também não existe!
Porque também já pouco resta de Estado mesmo que constituído por contabilistas.

Não existe uma verdadeira cooperação militar com os países de CPLP, aliás a CPLP é outra inutilidade e que tem permitido que o nosso lugar tenha sido ocupado por chineses, espanhóis, franceses, australianos...
https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

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PereiraMarques

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #134 em: Março 13, 2013, 09:46:22 pm »
A missão essencial, a primeira missão, tem de ser sempre a Defesa Militar da Nação. Podem dizer que isso é uma afirmação que cada vez mais é "simbólica", até "teórica", mas tem de ser sempre considerada, se é para ser "esquecida", bem podem acabar com as Forças Armadas e chamar logo aos seus sucedâneos "Força de Intervenção do Ministério dos Negócios Estrangeiros", para a componente "externa", e para a sua componente "interna", "Força Auxiliar da GNR" ou "Força Auxiliar da Protecção Civil".