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Força Aérea Portuguesa / Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Última mensagem por NVF em Hoje às 01:41:12 am »
São caros, mas as armas incluídas são de borla… not! Às vezes ler as coisas com olhos de ver evita situações potencialmente embaraçosas.
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Exército Português / Re: Pandur II
« Última mensagem por LM em Agosto 09, 2022, 10:20:28 pm »
https://twitter.com/Defence360/status/1557101905846870016?t=Bdr0ZQhMYdpU_GRjopbeZw&s=19

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O projecto do 🇵🇹 @Exercito_pt de aquisição através da @NSPA_NATO de um sistema de morteiro móvel de 120mm para instalar em viaturas blindadas 8x8 @GDELS_Official Pandur II foi cancelado. O @Exercito_pt procura agora adquirir um sistema montado em viaturas ligeiras blindadas 4x4. https://t.co/J2W2bwIvGj
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Subsea7 em Agosto 09, 2022, 10:02:58 pm »
Mas a normalização não será assim tão fácil e rápida, a menos que até ao final do ano alguém assine o contrato dos F-35A.
Relativamente aos outros fabricantes:
Airbus continua o "acosso" para que Portugal inclua aeronaves de transporte estratégico A-400M, no entanto há resistência por parte do MDN, pois não querem beliscar a Embraer.
Embraer continua o "acosso" para que se comprem os EMB-314...
Cps,

Sim, daí ter escrito "uma forma de voltar a normalizar os laços" com a Lockheed Martin, depois de em 2019/20 as coisas terem estado muito tremidas. E apesar do aviso, acho que eles próprios já se capacitaram que pelo menos a curto prazo não avançaremos para uma decisão concreta no que diz respeito ao futuro da aviação de caça, optando antes por ir actualizando o F-16 MLU até onde der. ::)

Off-topic: a Airbus continua a pressionar-nos a ficar com um par de A400M da encomenda alemã, isto porque os húngaros desinteressaram-se de operar conjuntamente uns quantos com a Luftwaffe após encomendarem o KC-390. O problema, de facto, está no facto de se continuar a não querer "aborrecer" a Embraer, pese embora sejam aeronaves de transporte de categorias distintas, e vir a afectar um possível negócio com Super Tucano novos ou em segunda-mão. E não interessa para nada a venda das fábricas em Évora, a Embraer continua a mandar e desmandar, e claramente não há vontade nenhuma para mudar isso.

Nos tempos que correm, 5 KC-390 e 2 A-400M iram fornecer uma boa capacidade de transporte de tropas, veículos e mesmo helicópteros, sobretudo para movimentar a BRR no âmbito da NRF.
Além disto, a nossa contribuição para o AAR na UE, é zero, apesar de termos acordo assinado desde 2012... E como ainda não contribuímos com nenhum A-330 MRTT...

https://eda.europa.eu/what-we-do/all-activities/activities-search/air-to-air-refuelling
https://aviationweek.com/defense-space/program-dossier-a330-multi-role-tanker-transport-mrtt

Pode ser que haja novidades...
Cps,
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Última mensagem por ACADO em Agosto 09, 2022, 09:40:06 pm »
Cyprus will be buying six H145M armed helicopters to replace the 11 Mi-35 attack helicopters that are currently in service with the Cyprus Air Command.

Lawmakers approved the down payment of $55 million for the deal in a closed-door session in June 20. Media reports say the deal is worth $147 million and includes weapons for the helicopters.

Cyprus has an option to buy six more H145Ms. The eleven Mi-35s will be sold to Serbia, according to news reports.



146 Milhões por 6 desses, vai lá vai que a AIRBUS continua cara para burro...
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Última mensagem por ACADO em Agosto 09, 2022, 09:37:45 pm »
Uma questao de pesquisar ...segundo ouvi foi numa comissao da defesa nacional....onde estava apresentar aos deputados o programa da lpm....a aquisicao do entao kc 390....e onde abordou o tema dos helis de medio porte para apoio e evacuacao ....nao me pergunte qual a comissao....mas garanto na altura ter ouvido muito atentamente...

Da ultima vez que a ministra foi na comissão de defesa, o secretario de estado voltou a afirmar apenas que não existem helicopteros no mercado e com isto do covid esse dossier está ainda mais atrasado porque as fabricas estiverem fechadas.
 :G-beer2:

O que não falta aí são Helicopteros no mercado...
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Charlie Jaguar em Agosto 09, 2022, 09:30:05 pm »
Mas a normalização não será assim tão fácil e rápida, a menos que até ao final do ano alguém assine o contrato dos F-35A.
Relativamente aos outros fabricantes:
Airbus continua o "acosso" para que Portugal inclua aeronaves de transporte estratégico A-400M, no entanto há resistência por parte do MDN, pois não querem beliscar a Embraer.
Embraer continua o "acosso" para que se comprem os EMB-314...
Cps,

Sim, daí ter escrito "uma forma de voltar a normalizar os laços" com a Lockheed Martin, depois de em 2019/20 as coisas terem estado muito tremidas. E apesar do aviso, acho que eles próprios já se capacitaram que pelo menos a curto prazo não avançaremos para uma decisão concreta no que diz respeito ao futuro da aviação de caça, optando antes por ir actualizando o F-16 MLU até onde der. ::)

Off-topic: a Airbus continua a pressionar-nos a ficar com um par de A400M da encomenda alemã, isto porque os húngaros desinteressaram-se de operar conjuntamente uns quantos com a Luftwaffe após encomendarem o KC-390. O problema, de facto, está no facto de se continuar a não querer "aborrecer" a Embraer, pese embora sejam aeronaves de transporte de categorias distintas, e vir a afectar um possível negócio com Super Tucano novos ou em segunda-mão. E não interessa para nada a venda das fábricas em Évora, a Embraer continua a mandar e desmandar, e claramente não há vontade nenhuma para mudar isso.
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Portugal / Re: Fogos Florestais
« Última mensagem por PTWolf em Agosto 09, 2022, 07:59:13 pm »


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Apesar de as temperaturas estarem mais baixas continuam a surgir incêndios nas áreas onde se espera que exista exploração de lítio.

Vão continuar a culpar as ondas de calor? Ou agora vão ficar calados?
Os incêndios sempre foram dolosos, o governo beneficia com isto.

https://twitter.com/nortenho_/status/1556723224448303106/photo/1

Bastava limitar a construção ou exploração dos espaços ardidos por um período considerável (5 anos?), a não ser que essa exploração já existisse anteriormente. Juntando isso uma forte diminuição do aluguer de meios aéreos e iriamos ter verões mais descansados (e frescos).
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Conflitos do Presente / Re: GEOPOLÍTICA EUROPEIA NOS CONFLITOS ACTUAIS
« Última mensagem por PTWolf em Agosto 09, 2022, 07:56:20 pm »
Do fogo russo para as brasas chinesas: União Europeia já enfrenta novo desafio energético

Por Francisco Laranjeira em 07:30, 9 Ago 2022

A segurança energética está na boca de todos, sobretudo na União Europeia – depois de décadas de dependência do gás russo, tanto Bruxelas como os Governos dos Estados-Membros estão a fazer tudo o que é possível para se livrarem do jugo do Kremlin.

Assim, na sequência da guerra na Ucrânia, as energias renováveis passaram a ser vistas como um recurso que vai além da luta contra as alterações climáticas mas como parte integrante da segurança energética europeia. Christian Lindner, ministro das Finanças alemão, chegou a chamá-las de “energias de libertação”. A REPowerEU, o plano da Comissão Europeia para se tornar completamente independente dos combustíveis fósseis russos até 2030, prevê um investimento maciço para garantir que, até essa data, 45% da energia utilizada no continente provém de fontes renováveis.

No entanto, muitos analistas temem que, neste esforço para eliminar a sua dependência energética da Rússia, a UE caminha para uma situação semelhante com a China, um país que se tornou líder global indispensável numa vasta gama de tecnologias renováveis.

Ano após ano, Pequim estreia uma quantidade de infraestruturas eólicas e solares no seu território equivalente à construída pelo resto dos países do mundo como um todo. Em 2022 prepara-se para bater um novo recorde, somando cerca de 140 gigawatts de capacidade renovável, um valor cerca de 4 vezes superior ao alcançado pelos 27 em 2021, o seu melhor ano até à data. “Para dar uma ideia da escala, a China está a instalar 5 vezes mais energia eólica do que toda a UE combinada, ultrapassando mesmo a Europa pela primeira vez em instalações totais e anuais de energia eólica offshore”, disse Pierre Tardieu, diretor de políticas da WindEurope, ao jornal espanhol ‘El Confidencial’.

O domínio de Pequim não surpreende, dada a sua posição privilegiada na cadeia de abastecimento dos materiais mais utilizados no sector das energias renováveis. O país tem um monopólio prático no mercado de ‘terras- aras’, monopolizando mais de 90% da sua produção global. Cerca de 80% dos componentes necessários para fabricar uma turbina eólica são produzidos na China, assim como mais de 90% das bolachas de polissilício necessárias para construir um painel solar.

A vantagem colossal da China no sector das energias renováveis é cada vez mais vista como um risco considerável para o Ocidente. “Do ponto de vista da segurança energética, é imperativo que as nações que partilham os mesmos valores desenvolvam as nossas próprias cadeias de abastecimento”, alertou recentemente a secretária de Energia dos EUA, Jennifer Granholm. “Já vimos o que acontece quando dependemos demasiado de um país como fonte de energia.”

Não é só uma questão de matéria-prima. O enorme mercado interno da China gera economias de escala difíceis de igualar no resto do mundo, uma vantagem que, aliada ao tratamento frequente e favorável por parte do Governo, permite às empresas de tecnologia renovável do país vender os seus produtos a um preço difícil de competir.

O exemplo da energia eólica é um dos mais representativos deste problema crescente. Os fabricantes europeus de turbinas são há muito os líderes claros do mundo, com a empresa dinamarquesa Vestas e a alemã-espanhola Siemens Gamesa ainda na vanguarda do ranking global. No entanto, apesar dos elevados preços da energia que deveriam beneficiar o sector, quatro em cada cinco destas empresas produtoras perderam dinheiro em 2021, o que levou ao encerramento de fábricas e ao despedimento de trabalhadores – a Siemens Gamesa planeia uma nova redução da sua força de trabalho.

Entretanto, em abril passado, o gigante chinês MingYang marcou a sua primeira vitória no mercado eólico offshore europeu, fornecendo as turbinas necessárias para colocar o parque marinho em Taranto, o único do género em Itália, em funcionamento. Apenas alguns meses antes, o maior parque da Croácia foi inaugurado, na cidade costeira de Senj, que foi construído e gerido pela empresa chinesa Norinco International. “Os fabricantes europeus de turbinas ainda são muito dominantes nos mercados do continente mas estamos a começar a ver sinais de que isso pode não durar para sempre”, explicou Tardieu.

Os riscos para a indústria eólica europeia e para a segurança energética do continente são consideráveis, especialmente tendo em conta o precedente solar. Para esta fonte de energia renovável, pode já ser tarde demais.

Um relatório recente da Agência Internacional de Energia alertou que a quota da China nas fases de produção da tecnologia fotovoltaica, desde a produção de polissilício até aos próprios painéis, ultrapassa os 80%. Em algumas das fases intermédias de fabrico, a quota de empresas chinesas em breve chegará aos 95%. “O mundo dependerá quase inteiramente da China para o fornecimento de componentes-chave para a produção de painéis solares”, alertou a agência, no qual apelou aos Governos de todo o mundo para que invistam no sector para reduzir as vulnerabilidades da cadeia de abastecimento.

O desafio é grande. Os custos de fabrico destes produtos na China são 35% mais baixos do que na Europa e os 27 precisam de um número maciço de painéis para cumprir os objetivos estabelecidos no REPowerEU. Perante a prioridade de eliminar o gás russo, não há tempo ou recursos suficientes para mudar o seu fornecedor. As importações europeias de tecnologia solar chinesa aumentaram 127% em maio deste ano, em comparação com a anterior.

Os esforços anteriores para combater o domínio chinês no sector caíram em ‘saco roto’. Em 2012, a Comissão Europeia, na sequência de um pedido dos fabricantes europeus, lançou uma investigação “anti-dumping” e anti-subvenções aos painéis solares provenientes da China, que na altura começavam a inundar o mercado europeu. Pequim retaliou, lançando a sua própria investigação sobre as importações de vinho da UE e ameaçando fazer o mesmo com os carros de luxo. Finalmente, em 2013 foi alcançado um acordo que estabeleceu um preço mínimo para os produtos chineses mas que se revelou insuficiente para abrandar o seu progresso. A indústria do continente chamou a este pacto uma “capitulação” das autoridades da UE.

Em função disto acredito que a solução passará pelo nuclear.
No caso português e outros países com costa aguardo com expectativa o desenvolvimento de tecnologias que aproveitam a energia das ondas
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Pescador em Agosto 09, 2022, 07:56:09 pm »
Falta só referir, que a LM teve de "engolir" o sapo do C-130J...
Cps,

Teve que engolir, é um facto, mas segundo sei a LM fez questão de afirmar o seu descontentamento a esse respeito ao anterior MDN, o inesquecível Titi, quando este utilizou o C-130J como arma de arremesso/ameaça contra a Embraer no início de 2019, de forma a baixar o preço pedido pelos KC-390. Isto porque os norte-americanos sabiam de antemão que o Estado Português não estava a falar a sério quando colocava a hipótese de desistir do Millennium. ::)

https://portugaldigital.com.br/portugal-admite-abandonar-projeto-dos-kc-390-caso-embraer-nao-baixe-o-preco/


E por isso esta vinda a Portugal de representantes da Lockheed terá sido também uma forma de voltar a normalizar os laços, por assim dizer, que ligam o constructor à OGMA, e principalmente à Força Aérea.

Mas a normalização não será assim tão fácil e rápida, a menos que até ao final do ano alguém assine o contrato dos F-35A.
Relativamente aos outros fabricantes:
Airbus continua o "acosso" para que Portugal inclua aeronaves de transporte estratégico A-400M, no entanto há resistência por parte do MDN, pois não querem beliscar a Embraer.
Embraer continua o "acosso" para que se comprem os EMB-314...
Cps,
Cps,
Cps,


Airbus continua o "acosso" para que Portugal inclua aeronaves de transporte estratégico A-400M, no entanto há resistência por parte do MDN, pois não querem beliscar a Embraer.


O Brasil em geral. O PR, outros adeptos politicos e militares
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por Pescador em Agosto 09, 2022, 07:51:24 pm »
Boa noite,
Deixo-vos um artigo interessante:
https://comum.rcaap.pt/bitstream/10400.26/21270/1/CapMarcoPinto_TII_VF.pdf
Aonde os próprios camaradas da FA dizem que o C-130 modernizado poderia durar mais 30 anos e que a decisão do KC foi puramente política.
Vejam AP-36, questão 5.
Cps,


Tudo neste País se faz ao abrigo de interesses politico empresariais amigos e em alguns casos ainda com algumas ligações militares.
bilateralidade PALOP é tipo um bacanal politico empresarial, com brindes para alguns


Boa tarde,

Não sei se tudo é "interesses politico empresariais amigos...".

O que sei é que nos últimos, digamos, 10 anos temos assistido à seguinte tendência;

- mais Engenheiros Aeronáuticos formados em Portugal
- mais Engenheiros Aeronáuticos a produzir em Portugal coisas reais que são vendidas a troco de dinheiro real, em empresas como TEKEVER, CEIIA, ect,
- pessoas ligadas a estas empresas (e outras do setor da defesa) a ficarem mais ricas.
- menos Comunistas no Parlamento.

Espero que continue assim.

NOTA:
Depois de participar no desenvolvimento do KC-390, o CEIIA é para já a única empresa portuguesa envolvida (como sub -contratada) no projeto do EUROPEAN PATROL CORVETTE.

https://www.iddportugal.pt/20-entidades-portuguesas-selecionadas-nas-calls-de-2021-do-fundo-europeu-de-defesa/

Será que é por "interesses politico empresariais amigos..."????
Se calhar é.
Chamem-lhes burros.   

Cumprimentos
   

Os interesses politico empresarias notam-se bem desde o tempo que afundaram a empresa de comunicações no Brasil.
A Tekever nada tem a ver com este assunto. è nacional, vendo no estrangeiro e é esquecida cá. E nem pensam aproveitar a evidente diferença entre este e a outra empresa dos UAV que não voam ou voam às vezes.
Já a entrada de brasileiros na OGMA e todo este circo a volta de meios brasileiros arrasta interesses pessoais políticos e militares. Aliás, o mesmo no turismo e outros campos nomeadamente assistentes de universidades, ficando os de cá de fora e no imobiliário. Tudo muito bem promovido pelo pateta mór e outros adeptos.
E isto serve para tudo, como por exemplo Hospitais como o do Barreiro, onde nem se percebe bem a língua falada e se prescreve a gosto. O pateta e outros gostam de chamar nomes folclóricos a isso, que fica bem.
O que não falta e massa cinzenta nacional a sair do País e bem reconhecidos noutros na Europa e a entrarem cá mágicos, que sabem de tudo e nada. Tudo a gosto de politicas nacionais de certos apátridas patéticos mais adeptos de patriotismo de futebol e medalhas, mas de algumas, onde podem ter um discurso que ganhe pontos juntos dos amigos deles.
Mais tarde veremos quem paga isto tudo e a tal enxurrada dita pelo Pateta. Mas será sempre o zé, comum cidadão .
Aliás, já anda a pagar.
Quanto à Europa e parceiros, parece ser só para pedinchar, como fazer os patéticos do costume. Um dia mandam-nos beber água da chuva.
Além disso, na Europa somos como o contrabandista que mete tudo Europa dentro. Ou o Trampolim dos fãns prorussos de língua portuguesa

Claro que alguns bonecos que em vez de serem Militares, são...pessoas com interesse pessoais e se colam a toda esta "alegria".

Quanto a haver tantos engenheiros. É normal as coisas irem evoluindo até mesmo neste Aterro, não será por causa da OGMA e do Kacete e de brasileiros. Aliás até saem engenheiros portugueses da OGMA fartos de aturar tretas e vão trabalhar para outros lados mesmo por cá onde até ganham mais.
Quem não sai de cima de todo esse Circo, são os colas, colados e a todo esse bacanal politico/empresarial/militar, a ver o que podem tirar de dividendos.
Afinal é essa acultura por cá. Orientar vidinhas
Com este andar ainda vamos ver as FA serem uma SAD e contratar mercenários que encontram por cá uns cobres que não veem lá de onde saem e outras "missões" cá no aterro, como acontece nos civis
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