Chaparral e bitubo

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Luso

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Re: Chaparral e bitubo
« Responder #120 em: Abril 03, 2010, 02:32:46 pm »
Outro tema que a realpolitik tornou inútil.
O Ocidente Peninsular (colónia anglo-alemã, futuramente sob formal domínio espanhol) nunca poderá ter uma defesa AA credível.
E ainda estou para saber porquê tanto treino com Hercules (alguns espanhóis) aqui na base de Maceda).
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Nuno Calhau

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Re: Chaparral e bitubo
« Responder #121 em: Abril 04, 2010, 12:32:48 am »
Citação de: "Luso"
Outro tema que a realpolitik tornou inútil.
O Ocidente Peninsular (colónia anglo-alemã, futuramente sob formal domínio espanhol) nunca poderá ter uma defesa AA credível.
E ainda estou para saber porquê tanto treino com Hercules (alguns espanhóis) aqui na base de Maceda).

Exmo.

Não são os vizinhos da federação ao lado... Estes vieram mais do Norte, do reino da Belgica!

Um Abraço.
 

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Luso

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Re: Chaparral e bitubo
« Responder #122 em: Abril 04, 2010, 11:00:49 am »
Citação de: "Nuno Calhau"
Citação de: "Luso"
Outro tema que a realpolitik tornou inútil.
O Ocidente Peninsular (colónia anglo-alemã, futuramente sob formal domínio espanhol) nunca poderá ter uma defesa AA credível.
E ainda estou para saber porquê tanto treino com Hercules (alguns espanhóis) aqui na base de Maceda).

Exmo.

Não são os vizinhos da federação ao lado... Estes vieram mais do Norte, do reino da Belgica!

Um Abraço.

Pelos vistos, não vi bem a cor da rodela mais pequena.  :wink:
Deveria ter reparado também se existiria a cruz negra na deriva.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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lazaro

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Re: Chaparral e bitubo
« Responder #123 em: Abril 05, 2010, 04:18:12 pm »
Existe um acordo com a Bélgica na área aero-terrestre. De uma forma bastante simplificada: eles, aproveitando as nossas condições atmosféricas, vêm cá saltar com as aeronaves deles e nós saltamos à boleia. É barato para nós e ficamos todos contentes.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Chaparral e bitubo
« Responder #124 em: Abril 06, 2010, 11:56:36 am »
Citação de: "lazaro"
Existe um acordo com a Bélgica na área aero-terrestre. De uma forma bastante simplificada: eles, aproveitando as nossas condições atmosféricas, vêm cá saltar com as aeronaves deles e nós saltamos à boleia. É barato para nós e ficamos todos contentes.

No meu tempo o pessoal passou-se com os Belgas, apanhavam bubas com o vinho MM, nunca chegavam a horas a nada...bem sempre deu para ver um sargento a praxar uns quantos belgas...enchem porcos! :lol:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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HSMW

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Re: Chaparral e bitubo
« Responder #125 em: Julho 31, 2010, 02:00:43 pm »

Vídeo com pormenores do Bitubo.
https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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nelson38899

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Re: Chaparral e bitubo
« Responder #126 em: Fevereiro 17, 2011, 09:29:44 pm »
Citar
No início da década de 1980, atendendo às novas características tácticas do moderno Teatro de Operações (TO) e a toda a arquitectura de defesa do território, foi designada uma comissão para estudar o futuro da AAA no Exército Português sob a designação “Estudo sobre a reestruturação da AAA” (RAAA1, 2002).
Em Agosto de 1980, esse projecto transforma-se em Plano de Acção e sob o comando do então Coronel Loureiro dos Santos , Portugal adquire novos sistemas de armas como a Peça de AA 4 cm Fléche-Hâute (FH) m/80, a Metralhadora Bitubo de AA 20 mm m/81, o Míssil Portátil Blowpipe (1982), o Sistema Míssil Ligeiro Chaparral M48 A2 E1 (1990 e em 1999 a versão A3), o Sistema Míssil Portátil Stinger (1994) e novos sistemas de aquisição e detecção como o Radar MPDR 45/ E (1984), o Radar BCP DR 641, o Radar FAAR AN/MPQ-49B (1991) e o Radar AAA PSTAR (2005) (Borges, 2007).
Em 22 Junho de 1988 é criado o RAAA1  e a partir de 1990, os cursos da Academia Militar (AM) passavam a ter a devida parte de AAA quer ao nível académico com cadeiras teóricas, quer ao nível prático com instrução de material. “Era a materialização do despontar da AAA da nova geração” (Borges, 2007 p. 45).
No início da década de 1990, realizaram-se estudos com vista a adquirir sistemas de Defesa Antiaérea a Média e Alta Altitude (HIMAD), no entanto a partir desta fase a AAA debatia-se com problemas de ordem financeira, relacionadas com as novas prioridades de reequipamento, esta opção deixaria de ser equacionada e em 1993 o CIAAC passaria a ser uma unidade destacada do RAAA1, designada CIAAA (até a sua extinção em 2004).
Nesta perspectiva, Portugal tem-se limitado à Defesa Antiaérea a Baixa e Muito Baixa Altitude (SHORAD) e a partir de 1996 a protecção de pontos e áreas sensíveis do Território Nacional (TN) foi cometida à Força Aérea Portuguesa (FAP) . Esta medida reduziu algumas das missões do Exército e em especial para a AAA que no âmbito da Defesa Aérea ficou confinada à defesa AA das suas unidades, instalações e meios.
Por conseguinte, os materiais de AAA utilizados neste período foram os seguintes :
    Peça de AA 4 cm Fléche-Hâute (FH) m/980; Metralhadora Bitubo de AA 20 mm m/981; Míssil Portátil AA Blowpipe m/982; Sistema Míssil AA Ligeiro Chaparral M48 A2 E1; Sistema Míssil AA Portátil Stinger m/994; Radar MPDR 45/ E; Radar BCP DR 641; Radar FAAR AN/MPQ-49B; Radar AAA PSTAR.


Na Lei Orgânica nº 4/2006, de 29 de Agosto – LPM e com Base na Directiva nº 90/CEME/07 LPM, não está prevista a aquisição de meios HIMAD. Contudo está prevista a aquisição de meios SHORAD mais modernos e de radares de aviso local com capacidade 3D, bem como a aquisição de um sistema de C2. Contudo, esta aquisição é espaçada no tempo entre o ano de 2011 até ao ano de 2021. Assim os meios a adquirir são os seguintes:
    Sistema Avenger; é um sistema de defesa aérea de baixa altitude de origem norte americana, a sua guarnição é composta no mínimo de dois militares e têm como missão executar a protecção AA a unidades de apoio de combate, contra aeronaves voando a baixa e muito baixa altitude bem como executar a defesa de pontos e áreas sensíveis. Actualmente equipa o Exército dos EUA.
    Radar de Aviso Local AN/MPQ-64 SENTINEL; é um radar com capacidade 3D, 40 Km de alcance e com capacidade de transmissão automática de dados para o Posto de Comando (PC) da Bateria. A sua guarnição é composta por apenas dois elementos e a secção apenas por uma viatura. Actualmente equipa o Exército dos EUA.
    FAADC31; é um sistema automático de C2 que visa integrar a imagem aérea da Zona de Combate. Adquire a informação dos sistemas de detecção e alerta, dos sensores de aviso local (ex: Radar SENTINEL), possibilitando a classificação e prioritização da ameaça e a escolha da melhor arma para bater o alvo.
http://www.revista-artilharia.net/index.php?option=com_content&task=view&id=343&Itemid=33

Afinal nunca tivemos o sistema AA M163 Vulcan. Papatango consegues arranjar info se realmente tivemos ou não este sistema??
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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LuisC

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Re: Chaparral e bitubo
« Responder #127 em: Fevereiro 17, 2011, 11:15:38 pm »
Citar
Peça de AA 4 cm Fléche-Hâute (FH) m/980

Andei a pesquisar mas não consegui arranjar uma única imagem desta peça.  :?
 

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Portucale

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Re: Chaparral e bitubo
« Responder #128 em: Junho 14, 2011, 02:20:24 pm »
Podem ver uma descrição bem interessante da artilharia anti-aerea ao longo dos anos neste sitio;

http://www.exercito.pt/sites/RAAA1/Publ ... 202002.pdf

Inclui uma foto e descrição da peça de AA 4 cm Fléche-Hâute (FH) m/980 - página 32
Eis aqui
quase cume da cabeça da Europa toda
O Reino Lusitano
onde a Terra se acaba
e o Mar começa.

Versos de Camões
 

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brunopinto90

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Re: Chaparral e bitubo
« Responder #129 em: Agosto 03, 2011, 12:50:53 pm »
Citação de: "nelson38899"
Citar
No início da década de 1980, atendendo às novas características tácticas do moderno Teatro de Operações (TO) e a toda a arquitectura de defesa do território, foi designada uma comissão para estudar o futuro da AAA no Exército Português sob a designação “Estudo sobre a reestruturação da AAA” (RAAA1, 2002).
Em Agosto de 1980, esse projecto transforma-se em Plano de Acção e sob o comando do então Coronel Loureiro dos Santos , Portugal adquire novos sistemas de armas como a Peça de AA 4 cm Fléche-Hâute (FH) m/80, a Metralhadora Bitubo de AA 20 mm m/81, o Míssil Portátil Blowpipe (1982), o Sistema Míssil Ligeiro Chaparral M48 A2 E1 (1990 e em 1999 a versão A3), o Sistema Míssil Portátil Stinger (1994) e novos sistemas de aquisição e detecção como o Radar MPDR 45/ E (1984), o Radar BCP DR 641, o Radar FAAR AN/MPQ-49B (1991) e o Radar AAA PSTAR (2005) (Borges, 2007).
Em 22 Junho de 1988 é criado o RAAA1  e a partir de 1990, os cursos da Academia Militar (AM) passavam a ter a devida parte de AAA quer ao nível académico com cadeiras teóricas, quer ao nível prático com instrução de material. “Era a materialização do despontar da AAA da nova geração” (Borges, 2007 p. 45).
No início da década de 1990, realizaram-se estudos com vista a adquirir sistemas de Defesa Antiaérea a Média e Alta Altitude (HIMAD), no entanto a partir desta fase a AAA debatia-se com problemas de ordem financeira, relacionadas com as novas prioridades de reequipamento, esta opção deixaria de ser equacionada e em 1993 o CIAAC passaria a ser uma unidade destacada do RAAA1, designada CIAAA (até a sua extinção em 2004).
Nesta perspectiva, Portugal tem-se limitado à Defesa Antiaérea a Baixa e Muito Baixa Altitude (SHORAD) e a partir de 1996 a protecção de pontos e áreas sensíveis do Território Nacional (TN) foi cometida à Força Aérea Portuguesa (FAP) . Esta medida reduziu algumas das missões do Exército e em especial para a AAA que no âmbito da Defesa Aérea ficou confinada à defesa AA das suas unidades, instalações e meios.
Por conseguinte, os materiais de AAA utilizados neste período foram os seguintes :
    Peça de AA 4 cm Fléche-Hâute (FH) m/980; Metralhadora Bitubo de AA 20 mm m/981; Míssil Portátil AA Blowpipe m/982; Sistema Míssil AA Ligeiro Chaparral M48 A2 E1; Sistema Míssil AA Portátil Stinger m/994; Radar MPDR 45/ E; Radar BCP DR 641; Radar FAAR AN/MPQ-49B; Radar AAA PSTAR.


Na Lei Orgânica nº 4/2006, de 29 de Agosto – LPM e com Base na Directiva nº 90/CEME/07 LPM, não está prevista a aquisição de meios HIMAD. Contudo está prevista a aquisição de meios SHORAD mais modernos e de radares de aviso local com capacidade 3D, bem como a aquisição de um sistema de C2. Contudo, esta aquisição é espaçada no tempo entre o ano de 2011 até ao ano de 2021. Assim os meios a adquirir são os seguintes:
    Sistema Avenger; é um sistema de defesa aérea de baixa altitude de origem norte americana, a sua guarnição é composta no mínimo de dois militares e têm como missão executar a protecção AA a unidades de apoio de combate, contra aeronaves voando a baixa e muito baixa altitude bem como executar a defesa de pontos e áreas sensíveis. Actualmente equipa o Exército dos EUA.
    Radar de Aviso Local AN/MPQ-64 SENTINEL; é um radar com capacidade 3D, 40 Km de alcance e com capacidade de transmissão automática de dados para o Posto de Comando (PC) da Bateria. A sua guarnição é composta por apenas dois elementos e a secção apenas por uma viatura. Actualmente equipa o Exército dos EUA.
    FAADC31; é um sistema automático de C2 que visa integrar a imagem aérea da Zona de Combate. Adquire a informação dos sistemas de detecção e alerta, dos sensores de aviso local (ex: Radar SENTINEL), possibilitando a classificação e prioritização da ameaça e a escolha da melhor arma para bater o alvo.
http://www.revista-artilharia.net/index.php?option=com_content&task=view&id=343&Itemid=33

Afinal nunca tivemos o sistema AA M163 Vulcan. Papatango consegues arranjar info se realmente tivemos ou não este sistema??

Poderiam confirmar aqui http://forum.modelismo-na.net/viewtopic ... 36&t=15568
 

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afonsinho

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Re: Chaparral e bitubo
« Responder #130 em: Agosto 30, 2011, 03:15:59 pm »
A serio o avenger (chaparral com pintura nova)!!
Com tantas soluções tão boas, não americanas e se não me engano mais baratas por ai, temos mesmo de ir atrás da sucata america outra vez!!
Portugal já acordava e via que a terra alem mar sem ser a america!!
Daqui a uns anos vão tar a dizer que o avenger é mau e nao sei o k .....
 

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Duarte

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Re: Chaparral e bitubo
« Responder #131 em: Novembro 10, 2011, 12:13:14 pm »
Segundo este artigo, já não se prevê Avenger nas BtAAA do sitema de forças.

http://www.revista-artilharia.net/index ... &Itemid=33
 

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nelson38899

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Re: Chaparral e bitubo
« Responder #132 em: Novembro 10, 2011, 01:43:26 pm »
Citação de: "Duarte"
Segundo este artigo, já não se prevê Avenger nas BtAAA do sitema de forças.

http://www.revista-artilharia.net/index ... &Itemid=33

mentira.

Citar
No que diz respeito à substituição do sistema Chaparral existem diversas opções possíveis: nomeadamente o sistema “Raytheon SL-AMRAAM” o qual equipa diversas unidades de AAA (particularmente nos EUA), tendo por objectivo substituir gradualmente o Sistema Avenger na protecção SHORAD. Este sistema permite, para além do empenhamento sobre aeronaves, também a sua utilização contra CM. Para além da plataforma composta por mísseis AIM-120C-7 integra uma estação de controlo de tiro e ainda o radar AN/MPQ-64 Sentinel, sendo este um Radar 3D, requisito exigido aos novos sistemas Radar. (Raytheon, 2004)
Para além deste sistema, o actual Avenger ao serviço do Exército Americano (que virá a ser substituído) poderia ser como uma possibilidade a ter em conta, visto que provávelmente os custos de aquisição do mesmo serem mais reduzidos. Este sistema, tal como o anterior, utiliza o radar Sentinel.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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typhonman

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Re: Chaparral e bitubo
« Responder #133 em: Novembro 11, 2011, 02:08:40 am »
SL-AMRAAM + sistema de canhão, já não era nada mau. :!:

No chassis de um Hummer, ou numa plataforma do tipo MAN 6x6.
 

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PereiraMarques

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Re: Chaparral e bitubo
« Responder #134 em: Outubro 02, 2013, 12:39:38 am »
Uma pequena curiosidade...

Citar
24-04-2013    
Curso do Sistema Míssil Portátil Stinger 2013

Decorreu no Regimento de Artilharia Antiaérea Nº1 (RAAA1), no período de 25Mar a 15Abr13, num total de 15 dias úteis, o Curso do Sistema Míssil Portátil Stinger 2013.
O curso foi composto por seis formandos, dois Oficiais e quatro Sargentos, sendo de salientar a participação de um Oficial e um Sargento, provenientes da BtrAAA do RG2 da ZMA.
O curso destinado a Oficiais e Sargentos de Artilharia Antiaérea, para além de possibilitar o aperfeiçoamento das capacidades técnicas e de liderança, permitiu ainda transmitir os adequados conhecimentos de Artilharia Antiaérea, por forma a habilitar os formandos a desempenhar as funções de Comandante de Secção/Esquadra, Comandante de Pelotão e Sargento de Pelotão, bem como a operar e efetuar a manutenção preventiva deste sistema de armas e dos respetivos componentes.
O curso incluiu, entre outras, as matérias de tática de Artilharia Antiaérea, Carreiras de Tiro Míssil Antiaéreas e de Operação do Sistema de Armas Stinger, destacando-se das atividades curriculares, um exercício (Tactical Decision Game) onde os formandos tiveram a oportunidade de aplicar os conhecimentos adquiridos ao nível de emprego tático de um Pelotão/Secção Redeye.
Durante a última semana, uma equipa de três instrutores, dos Estados Unidos da América, ministraram diversas instruções no âmbito deste sistema. Após a conclusão do curso, os formandos, integraram a estrutura de pessoal do Exercício de Fogos Reais Antiaéreos Relâmpago 2013.