Africa - G5 Sahel

  • 41 Respostas
  • 5017 Visualizações
*

LM

  • Investigador
  • *****
  • 2144
  • Recebeu: 710 vez(es)
  • Enviou: 2222 vez(es)
  • +386/-40

*

Kalil

  • Analista
  • ***
  • 640
  • Recebeu: 187 vez(es)
  • Enviou: 146 vez(es)
  • +47/-33

*

Lightning

  • Moderador Global
  • *****
  • 9760
  • Recebeu: 1732 vez(es)
  • Enviou: 2129 vez(es)
  • +323/-284
Re: Africa - G5 Sahel
« Responder #32 em: Fevereiro 20, 2022, 03:22:40 pm »

Depois de ter visto este video fiquei com a ideia, se estrategicamente queremos alinhar ao lado da França nas questões africanas, militarmente o Super Tucano faz sentido, e até apostar mais em viaturas militares de rodas em vez de lagartas, se para a França uma logistica mais simples e barata faz sentido, para nós ainda faz mais, mas repito, se realmente tivermos intenção de andarmos a par dos franceses.

Estes artigos podem ajudar
https://www.dn.pt/mundo/portugal-no-sahel-inevitavel-12284203.html

https://www.dn.pt/opiniao/portugal-takuba-2022-13942413.html
« Última modificação: Fevereiro 20, 2022, 03:25:35 pm por Lightning »
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: HSMW

*

LM

  • Investigador
  • *****
  • 2144
  • Recebeu: 710 vez(es)
  • Enviou: 2222 vez(es)
  • +386/-40
Re: Africa - G5 Sahel
« Responder #33 em: Fevereiro 20, 2022, 04:06:38 pm »
Mesmo querendo - e tem a sua lógica - ser parceiros dos franceses contra extremismos islâmico em África... ter Super Tucanos mas não ter capacidade de helicópteros é discutível; e as "rodas" dos franceses são de 2 segmentos muito diferentes: de um lado o equivalente aos nossos Pandur (e temos mais que suficientes para FND de infantaria Mecanizada Rodas) e outro lado IFV de rodas mas para acompanhar Carros de Combate... que nós não temos.
« Última modificação: Fevereiro 20, 2022, 04:18:01 pm por LM »
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 

*

typhonman

  • Investigador
  • *****
  • 5125
  • Recebeu: 718 vez(es)
  • Enviou: 1551 vez(es)
  • +3846/-3816
Re: Africa - G5 Sahel
« Responder #34 em: Fevereiro 20, 2022, 04:12:48 pm »
Mesmo querendo - e tem a sua lógica - ser parceiros dos franceses contra extremismos islâmico em África... ter Super Tucanos mas não ter capacidade de helicópteros é discutível; e as "rodas" dos franceses são de 2 segmentos muito diferentes: de um lado o equivalente aos nossos Pandur (e temos mais que suficientes para FND de infantaria Mecanizada Rodas) e outro lado IFV para acompanhar Carros de Combate... que nos não temos.

Completamente discutível, investir 250 milhões em Tucanos, só para enviar 2 ou 3 para o Mali.
Para isso, comprem UH-60 armados, com Hydra. Hellfire e canhões....
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: LM, NVF, Duarte

*

Lightning

  • Moderador Global
  • *****
  • 9760
  • Recebeu: 1732 vez(es)
  • Enviou: 2129 vez(es)
  • +323/-284
Re: Africa - G5 Sahel
« Responder #35 em: Fevereiro 20, 2022, 10:52:41 pm »
Pois sem helis não temos uma FND completamente autónoma, mas isso já é o normal, fornecermos "módulos" ou "capacidades" que depois se ligam a outros de outros países em contexto de uma força multinacional, sejam as forças de intervenção, seja aviões de carga, os Super Tucano seriam mais uma capacidade.

Foi mais ao ver no video os helis gazelle a combater as pick ups, pensei logo, se andasse ali uma parelha de ST armada...
E como não parece que o terrorismo por África acabe tão cedo, Portugal é que pode não ter vontade política de se meter em acções tão bélicas, a primeira notícia se um avião português a bombardear o que quer que seja em África vai logo causar acusações de colonialismo.

E se este avião tiver capacidade de instrucao para substituir os Alpha Jet na esquadra 103...
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: HSMW

*

LM

  • Investigador
  • *****
  • 2144
  • Recebeu: 710 vez(es)
  • Enviou: 2222 vez(es)
  • +386/-40
Re: Africa - G5 Sahel
« Responder #36 em: Fevereiro 20, 2022, 11:02:19 pm »
Um país minimamente decente não pode ter apenas meia duzia de Koalas monomotor civis e os EH-101 dedicados ao SAR... tem de ter um mínimo de capacidade de helicópteros médios.

Se escolha for entre ter ST (mesmo que tb cumpram valência treino) ou Blackhawaks (usados)... venham os helicópteros.
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: typhonman, NVF

*

Lusitano89

  • Investigador
  • *****
  • 12903
  • Recebeu: 692 vez(es)
  • Enviou: 238 vez(es)
  • +556/-402
Re: Africa - G5 Sahel
« Responder #37 em: Abril 22, 2022, 11:05:06 pm »
França acusa mercenários russos de “ataque de informação” no Mali


 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: LM, Duarte

*

Lusitano89

  • Investigador
  • *****
  • 12903
  • Recebeu: 692 vez(es)
  • Enviou: 238 vez(es)
  • +556/-402
Re: Africa - G5 Sahel
« Responder #38 em: Maio 04, 2022, 05:15:02 pm »
UE lamenta que o Mali vire as costas aos parceiros tradicionais


 

*

Lusitano89

  • Investigador
  • *****
  • 12903
  • Recebeu: 692 vez(es)
  • Enviou: 238 vez(es)
  • +556/-402
Re: Africa - G5 Sahel
« Responder #39 em: Junho 21, 2022, 05:45:19 pm »
Massacre no Mali mata mais de uma centena de civis


 

*

Lusitano89

  • Investigador
  • *****
  • 12903
  • Recebeu: 692 vez(es)
  • Enviou: 238 vez(es)
  • +556/-402
Re: Africa - G5 Sahel
« Responder #40 em: Junho 30, 2022, 03:56:33 pm »
ONU renova missão no Mali


 

*

LM

  • Investigador
  • *****
  • 2144
  • Recebeu: 710 vez(es)
  • Enviou: 2222 vez(es)
  • +386/-40
Re: Africa - G5 Sahel
« Responder #41 em: Julho 04, 2022, 03:31:41 pm »
EU’s Takuba Anti-Terror Force Quits Junta-Controlled Mali

Citar
The French-led Takuba task force of EU special forces has officially ceased operating in Mali, France announced Friday, ending a year-long anti-jihadist effort that soured after two military coups overthrew the civilian government.

Takuba, operating with France’s Barkhane mission, was set up after President Emmanuel Macron sought more help from European allies for the anti-terror campaign in the Sahel.

French army spokesman General Pascal Ianni told journalists that Barkhane and Takuba had showed what “Europeans can accomplish together in complicated security environments,” with on-the-ground experience that would be critical for future joint operations.

But “the reorganisation of the French military presence in the Sahel… led to the end of operations for Takuba in Mali as of June 30,” he said.

Announced in late 2019, Takuba at its peak brought together nearly 900 elite troops from nine of France’s allies — Belgium, the Czech Republic, Denmark, Estonia, Hungary, Italy, the Netherlands, Portugal and Sweden.

Alongside the Barkhane force that at one point reached 5,100 soldiers, Takuba aimed to train and reinforce local armies trying to counter bloody insurgencies linked to Al-Qaeda or the Islamic State group.

But despite tactical successes such as the killings of some top jihadist leaders, the governments of the so-called G5 Sahel nations — Burkina Faso, Chad, Mali, Mauritania and Niger — have struggled to curtail the attacks against both military and civilian targets.

In Mali in particular, two military coups in August 2020 and May 2021 resulted in diplomatic tensions with France.

The deterioration accelerated when the ruling junta in Bamako developed closer ties with Moscow, bringing in military personnel that France says are mercenaries form Russia’s Wagner group.

Macron in February announced a full pullout of both Barkhane and Takuba from Mali, but said French forces would remain in the Sahel in a new configuration.

Since then IS-linked jihadists, whose power was once thought to be waning in the Sahel, have expanded their reach while carrying out an unprecedented series of civilian massacres.

Mali remains supported by a United Nations peacekeeping mission, MINUSMA, which has some 13,000 soldiers and nearly 2,000 police.

MINUSMA’s mandate was renewed on Wednesday for a further year by the Security Council.

However, the force no longer has French air support, the offer of which was rejected by Mali.
Quidquid latine dictum sit, altum videtur