EH-101

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Charlie Jaguar

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Re: EH-101
« Responder #855 em: Junho 02, 2021, 09:52:23 am »
Cockpit dos Mk.514/15/16 moderno, mas claramente a necessitar de actualização...






AW101 Mk.612 - Noruega


AW101 Mk.611/HH-101A Caesar - Itália
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

"(...) Que, havendo por verdade o que dizia,
DE NADA A FORTE GENTE SE TEMIA
"

Luís Vaz de Camões (Os Lusíadas, Canto I - Estrofe 97)
 
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Re: EH-101
« Responder #856 em: Junho 02, 2021, 11:10:07 am »
Será que se lhes disserem que ao modernizarem os displays, conseguem ver os jogos do Europeu, eles avançam com o upgrade?  :mrgreen:
 
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Re: EH-101
« Responder #857 em: Junho 02, 2021, 06:10:26 pm »
Cockpit dos Mk.514/15/16 moderno, mas claramente a necessitar de actualização...






AW101 Mk.612 - Noruega


AW101 Mk.611/HH-101A Caesar - Itália


Um excelente exemplo comparativo,  como o outro dizia, estás a comparar um Cagalhão com uma couve Flor !!

Estas doze aeronaves assim como os 295 já deveriam ter iniciado um MLU, mas a SÉRIO, nada como o que os lynx estão a levar !!

Abraços
« Última modificação: Junho 04, 2021, 06:30:55 pm por tenente »
Quando um Povo/Governo não Respeita as Suas FFAA, Não Respeita a Sua História nem se Respeita a Si Próprio  !!
 

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Re: EH-101
« Responder #858 em: Junho 02, 2021, 09:22:23 pm »
Cockpit dos Mk.514/15/16 moderno, mas claramente a necessitar de actualização...






AW101 Mk.612 - Noruega


AW101 Mk.611/HH-101A Caesar - Itália


Não sejam mas línguas!

Os cockpits são diferentes devido ao radar. :mrgreen:
 

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Charlie Jaguar

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Charlie Jaguar

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Re: EH-101
« Responder #860 em: Junho 04, 2021, 05:56:09 pm »
https://www.dnoticias.pt/2021/6/4/263920-porto-santo-vai-recuperar-temporariamente-helicoptero-de-busca-e-salvamento
Bom, e continua a saga sobre o estado das Forças Armadas pela pena do Vítor Matos, do Expresso. Desta feita é a vez da Força Aérea, nada de muito novo, mas vale a pena ler para ver em que ponto as coisas estão, sobretudo nas frotas EH-101 e C-130.
Citação de: Vítor Matos, Expresso, 4 de Junho de 2021
Tal como a Marinha, a Força Aérea está com problemas graves de falta de pessoal e de operacionalidade em esquadras essenciais: a frota dos 12 helicópteros EH-101, que fazem a busca e salvamento em todo o território marítimo, teve uma taxa de operacionalidade abaixo de 30% em 2020, e dos cinco aviões de transporte estratégico C-130, só dois estão ao serviço e nem sempre operacionais.

Os problemas de prontidão são de tal ordem que a Madeira não tem qualquer helicóptero EH-101 desde Março, embora esteja previsto que esta semana uma aeronave regresse a Porto Santo, sabe o Expresso, apenas de ser uma decisão precária, devido aos problemas com a manutenção dos aparelhos. Nos últimos meses, a esquadra tem tido apenas 4 dos 12 helicópteros operacionais (dois nos Açores e dois no Continente), seguindo agora um quinto para a região autónoma da Madeira. Segundo o relatório da Lei de Programação Militar de 2020, a média do ano foi de 3,6 helicópteros disponíveis. Dois deles, aliás, inutilizados e canibalizados para fornecerem peças aos restantes, uma vez que a relação com a Leonardo, marca fornecedora, é difícil. Segundo o mesmo relatório, Portugal correr o risco de "não conseguir obter um número de aeronaves prontas necessárias para assegurar a missão que está atribuída à Esquadra", ou seja, assegurar os salvamentos no seu mar territorial. "É uma vergonha", lamenta ao Expresso o general Luís Araújo, ex-CEMGFA que também chefiou a Força Aérea. "Estas são operações críticas. Devíamos ter oito ou nove aeronaves prontas". E acrescenta uma preocupação: "De certeza que o CEMFA não dorme descansado por não ter nenhum helicóptero em Porto Santo. Se acontece alguma coisa tem de ir daqui um a correr e quando lá chegar será tarde", avisa.

É por estas e outras que dá pena e ao mesmo tempo piada ver qualquer discussão em tom sério sobre meios de CAS, helicópteros de evacuação, substituição dos Alpha Jet ou compra de F-35. Vejam só a diferença de à 2 meses atrás para cá aqui no fórum, quando os principais temas mudaram de notícias sobre compra e substituição de novos meios para a discussão das últimas notícias que têm vindo a sair.

Continuo com a ideia que vamos chegar a 2030 com parte (se não totalmente) da busca e salvamento privatizada ou com a busca e salvamento no continente entregue à UCC da GNR. É nesse sentido que se tem vindo a trabalhar nos últimos anos. Os briefings e a conversa na GNR de dotar a UCC de meios aéreos de vigilância marítima de asa fixa e rotativa não é nada de novo.

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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typhonman

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Re: EH-101
« Responder #861 em: Junho 04, 2021, 06:18:09 pm »
https://www.dnoticias.pt/2021/6/4/263920-porto-santo-vai-recuperar-temporariamente-helicoptero-de-busca-e-salvamento
Bom, e continua a saga sobre o estado das Forças Armadas pela pena do Vítor Matos, do Expresso. Desta feita é a vez da Força Aérea, nada de muito novo, mas vale a pena ler para ver em que ponto as coisas estão, sobretudo nas frotas EH-101 e C-130.
Citação de: Vítor Matos, Expresso, 4 de Junho de 2021
Tal como a Marinha, a Força Aérea está com problemas graves de falta de pessoal e de operacionalidade em esquadras essenciais: a frota dos 12 helicópteros EH-101, que fazem a busca e salvamento em todo o território marítimo, teve uma taxa de operacionalidade abaixo de 30% em 2020, e dos cinco aviões de transporte estratégico C-130, só dois estão ao serviço e nem sempre operacionais.

Os problemas de prontidão são de tal ordem que a Madeira não tem qualquer helicóptero EH-101 desde Março, embora esteja previsto que esta semana uma aeronave regresse a Porto Santo, sabe o Expresso, apenas de ser uma decisão precária, devido aos problemas com a manutenção dos aparelhos. Nos últimos meses, a esquadra tem tido apenas 4 dos 12 helicópteros operacionais (dois nos Açores e dois no Continente), seguindo agora um quinto para a região autónoma da Madeira. Segundo o relatório da Lei de Programação Militar de 2020, a média do ano foi de 3,6 helicópteros disponíveis. Dois deles, aliás, inutilizados e canibalizados para fornecerem peças aos restantes, uma vez que a relação com a Leonardo, marca fornecedora, é difícil. Segundo o mesmo relatório, Portugal correr o risco de "não conseguir obter um número de aeronaves prontas necessárias para assegurar a missão que está atribuída à Esquadra", ou seja, assegurar os salvamentos no seu mar territorial. "É uma vergonha", lamenta ao Expresso o general Luís Araújo, ex-CEMGFA que também chefiou a Força Aérea. "Estas são operações críticas. Devíamos ter oito ou nove aeronaves prontas". E acrescenta uma preocupação: "De certeza que o CEMFA não dorme descansado por não ter nenhum helicóptero em Porto Santo. Se acontece alguma coisa tem de ir daqui um a correr e quando lá chegar será tarde", avisa.

É por estas e outras que dá pena e ao mesmo tempo piada ver qualquer discussão em tom sério sobre meios de CAS, helicópteros de evacuação, substituição dos Alpha Jet ou compra de F-35. Vejam só a diferença de à 2 meses atrás para cá aqui no fórum, quando os principais temas mudaram de notícias sobre compra e substituição de novos meios para a discussão das últimas notícias que têm vindo a sair.

Continuo com a ideia que vamos chegar a 2030 com parte (se não totalmente) da busca e salvamento privatizada ou com a busca e salvamento no continente entregue à UCC da GNR. É nesse sentido que se tem vindo a trabalhar nos últimos anos. Os briefings e a conversa na GNR de dotar a UCC de meios aéreos de vigilância marítima de asa fixa e rotativa não é nada de novo.

Cumprimentos,

Começo a pensar que este governo é anti-FA (pela frente não é) mas por trás sim, senhor CEMFA, tome uma atitude....
 

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Re: EH-101
« Responder #862 em: Junho 04, 2021, 06:33:45 pm »
https://www.dnoticias.pt/2021/6/4/263920-porto-santo-vai-recuperar-temporariamente-helicoptero-de-busca-e-salvamento
Bom, e continua a saga sobre o estado das Forças Armadas pela pena do Vítor Matos, do Expresso. Desta feita é a vez da Força Aérea, nada de muito novo, mas vale a pena ler para ver em que ponto as coisas estão, sobretudo nas frotas EH-101 e C-130.
Citação de: Vítor Matos, Expresso, 4 de Junho de 2021
Tal como a Marinha, a Força Aérea está com problemas graves de falta de pessoal e de operacionalidade em esquadras essenciais: a frota dos 12 helicópteros EH-101, que fazem a busca e salvamento em todo o território marítimo, teve uma taxa de operacionalidade abaixo de 30% em 2020, e dos cinco aviões de transporte estratégico C-130, só dois estão ao serviço e nem sempre operacionais.

Os problemas de prontidão são de tal ordem que a Madeira não tem qualquer helicóptero EH-101 desde Março, embora esteja previsto que esta semana uma aeronave regresse a Porto Santo, sabe o Expresso, apenas de ser uma decisão precária, devido aos problemas com a manutenção dos aparelhos. Nos últimos meses, a esquadra tem tido apenas 4 dos 12 helicópteros operacionais (dois nos Açores e dois no Continente), seguindo agora um quinto para a região autónoma da Madeira. Segundo o relatório da Lei de Programação Militar de 2020, a média do ano foi de 3,6 helicópteros disponíveis. Dois deles, aliás, inutilizados e canibalizados para fornecerem peças aos restantes, uma vez que a relação com a Leonardo, marca fornecedora, é difícil. Segundo o mesmo relatório, Portugal correr o risco de "não conseguir obter um número de aeronaves prontas necessárias para assegurar a missão que está atribuída à Esquadra", ou seja, assegurar os salvamentos no seu mar territorial. "É uma vergonha", lamenta ao Expresso o general Luís Araújo, ex-CEMGFA que também chefiou a Força Aérea. "Estas são operações críticas. Devíamos ter oito ou nove aeronaves prontas". E acrescenta uma preocupação: "De certeza que o CEMFA não dorme descansado por não ter nenhum helicóptero em Porto Santo. Se acontece alguma coisa tem de ir daqui um a correr e quando lá chegar será tarde", avisa.

É por estas e outras que dá pena e ao mesmo tempo piada ver qualquer discussão em tom sério sobre meios de CAS, helicópteros de evacuação, substituição dos Alpha Jet ou compra de F-35. Vejam só a diferença de à 2 meses atrás para cá aqui no fórum, quando os principais temas mudaram de notícias sobre compra e substituição de novos meios para a discussão das últimas notícias que têm vindo a sair.

Continuo com a ideia que vamos chegar a 2030 com parte (se não totalmente) da busca e salvamento privatizada ou com a busca e salvamento no continente entregue à UCC da GNR. É nesse sentido que se tem vindo a trabalhar nos últimos anos. Os briefings e a conversa na GNR de dotar a UCC de meios aéreos de vigilância marítima de asa fixa e rotativa não é nada de novo.

Cumprimentos,

Eu vendia já os 119 á GNR e com essa verba mais os 53 milhões dos EvaKuativos, ficavam 73 milhões para se conseguir adquirir, se não melhor heli, uma meia dúzia de 169M.

Abraços
Quando um Povo/Governo não Respeita as Suas FFAA, Não Respeita a Sua História nem se Respeita a Si Próprio  !!
 

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Re: EH-101
« Responder #863 em: Junho 04, 2021, 10:58:41 pm »

Começo a pensar que este governo é anti-FA (pela frente não é) mas por trás sim, senhor CEMFA, tome uma atitude....

BOM DIA!!!!!
Finalmente!
https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Re: EH-101
« Responder #864 em: Junho 04, 2021, 11:36:12 pm »

Começo a pensar que este governo é anti-FA (pela frente não é) mas por trás sim, senhor CEMFA, tome uma atitude....

BOM DIA!!!!!
Finalmente!
Se isso for verdade é muito grave, estão a pôr o país em risco propositadamente e se assim é este governo tem de cair nas próximas eleições.
 

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Re: EH-101
« Responder #865 em: Junho 04, 2021, 11:43:14 pm »
https://www.dnoticias.pt/2021/6/4/263920-porto-santo-vai-recuperar-temporariamente-helicoptero-de-busca-e-salvamento
Bom, e continua a saga sobre o estado das Forças Armadas pela pena do Vítor Matos, do Expresso. Desta feita é a vez da Força Aérea, nada de muito novo, mas vale a pena ler para ver em que ponto as coisas estão, sobretudo nas frotas EH-101 e C-130.
Citação de: Vítor Matos, Expresso, 4 de Junho de 2021
Tal como a Marinha, a Força Aérea está com problemas graves de falta de pessoal e de operacionalidade em esquadras essenciais: a frota dos 12 helicópteros EH-101, que fazem a busca e salvamento em todo o território marítimo, teve uma taxa de operacionalidade abaixo de 30% em 2020, e dos cinco aviões de transporte estratégico C-130, só dois estão ao serviço e nem sempre operacionais.

Os problemas de prontidão são de tal ordem que a Madeira não tem qualquer helicóptero EH-101 desde Março, embora esteja previsto que esta semana uma aeronave regresse a Porto Santo, sabe o Expresso, apenas de ser uma decisão precária, devido aos problemas com a manutenção dos aparelhos. Nos últimos meses, a esquadra tem tido apenas 4 dos 12 helicópteros operacionais (dois nos Açores e dois no Continente), seguindo agora um quinto para a região autónoma da Madeira. Segundo o relatório da Lei de Programação Militar de 2020, a média do ano foi de 3,6 helicópteros disponíveis. Dois deles, aliás, inutilizados e canibalizados para fornecerem peças aos restantes, uma vez que a relação com a Leonardo, marca fornecedora, é difícil. Segundo o mesmo relatório, Portugal correr o risco de "não conseguir obter um número de aeronaves prontas necessárias para assegurar a missão que está atribuída à Esquadra", ou seja, assegurar os salvamentos no seu mar territorial. "É uma vergonha", lamenta ao Expresso o general Luís Araújo, ex-CEMGFA que também chefiou a Força Aérea. "Estas são operações críticas. Devíamos ter oito ou nove aeronaves prontas". E acrescenta uma preocupação: "De certeza que o CEMFA não dorme descansado por não ter nenhum helicóptero em Porto Santo. Se acontece alguma coisa tem de ir daqui um a correr e quando lá chegar será tarde", avisa.

É por estas e outras que dá pena e ao mesmo tempo piada ver qualquer discussão em tom sério sobre meios de CAS, helicópteros de evacuação, substituição dos Alpha Jet ou compra de F-35. Vejam só a diferença de à 2 meses atrás para cá aqui no fórum, quando os principais temas mudaram de notícias sobre compra e substituição de novos meios para a discussão das últimas notícias que têm vindo a sair.

Continuo com a ideia que vamos chegar a 2030 com parte (se não totalmente) da busca e salvamento privatizada ou com a busca e salvamento no continente entregue à UCC da GNR. É nesse sentido que se tem vindo a trabalhar nos últimos anos. Os briefings e a conversa na GNR de dotar a UCC de meios aéreos de vigilância marítima de asa fixa e rotativa não é nada de novo.

Cumprimentos,

Eu vendia já os 119 á GNR e com essa verba mais os 53 milhões dos EvaKuativos, ficavam 73 milhões para se conseguir adquirir, se não melhor heli, uma meia dúzia de 169M.

Abraços

Não vendias, tinhas de ceder...
E os helis para formação de pilotos?
 

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Re: EH-101
« Responder #866 em: Junho 05, 2021, 04:21:11 am »
Eu vendia já os 119 á GNR e com essa verba mais os 53 milhões dos EvaKuativos, ficavam 73 milhões para se conseguir adquirir, se não melhor heli, uma meia dúzia de 169M.

Abraços

Não vendias, tinhas de ceder...
E os helis para formação de pilotos?
A GNR sendo dotada de helicópteros deverá ser algo nestes moldes: Multi-Role Model: Miami-Dade’s Leonardo AW139s (Vertical Mag, 3 de Maio de 2021).

Mas também não deveria ser problemático retirar os AW-119 à FAP visto que por este andar no futuro não vão operar helicópteros e não.

Cumprimentos,
« Última modificação: Junho 05, 2021, 04:21:54 am por Get_It »
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Re: EH-101
« Responder #867 em: Junho 05, 2021, 06:07:10 am »
https://www.dnoticias.pt/2021/6/4/263920-porto-santo-vai-recuperar-temporariamente-helicoptero-de-busca-e-salvamento
Bom, e continua a saga sobre o estado das Forças Armadas pela pena do Vítor Matos, do Expresso. Desta feita é a vez da Força Aérea, nada de muito novo, mas vale a pena ler para ver em que ponto as coisas estão, sobretudo nas frotas EH-101 e C-130.
Citação de: Vítor Matos, Expresso, 4 de Junho de 2021
Tal como a Marinha, a Força Aérea está com problemas graves de falta de pessoal e de operacionalidade em esquadras essenciais: a frota dos 12 helicópteros EH-101, que fazem a busca e salvamento em todo o território marítimo, teve uma taxa de operacionalidade abaixo de 30% em 2020, e dos cinco aviões de transporte estratégico C-130, só dois estão ao serviço e nem sempre operacionais.

Os problemas de prontidão são de tal ordem que a Madeira não tem qualquer helicóptero EH-101 desde Março, embora esteja previsto que esta semana uma aeronave regresse a Porto Santo, sabe o Expresso, apenas de ser uma decisão precária, devido aos problemas com a manutenção dos aparelhos. Nos últimos meses, a esquadra tem tido apenas 4 dos 12 helicópteros operacionais (dois nos Açores e dois no Continente), seguindo agora um quinto para a região autónoma da Madeira. Segundo o relatório da Lei de Programação Militar de 2020, a média do ano foi de 3,6 helicópteros disponíveis. Dois deles, aliás, inutilizados e canibalizados para fornecerem peças aos restantes, uma vez que a relação com a Leonardo, marca fornecedora, é difícil. Segundo o mesmo relatório, Portugal correr o risco de "não conseguir obter um número de aeronaves prontas necessárias para assegurar a missão que está atribuída à Esquadra", ou seja, assegurar os salvamentos no seu mar territorial. "É uma vergonha", lamenta ao Expresso o general Luís Araújo, ex-CEMGFA que também chefiou a Força Aérea. "Estas são operações críticas. Devíamos ter oito ou nove aeronaves prontas". E acrescenta uma preocupação: "De certeza que o CEMFA não dorme descansado por não ter nenhum helicóptero em Porto Santo. Se acontece alguma coisa tem de ir daqui um a correr e quando lá chegar será tarde", avisa.

É por estas e outras que dá pena e ao mesmo tempo piada ver qualquer discussão em tom sério sobre meios de CAS, helicópteros de evacuação, substituição dos Alpha Jet ou compra de F-35. Vejam só a diferença de à 2 meses atrás para cá aqui no fórum, quando os principais temas mudaram de notícias sobre compra e substituição de novos meios para a discussão das últimas notícias que têm vindo a sair.

Continuo com a ideia que vamos chegar a 2030 com parte (se não totalmente) da busca e salvamento privatizada ou com a busca e salvamento no continente entregue à UCC da GNR. É nesse sentido que se tem vindo a trabalhar nos últimos anos. Os briefings e a conversa na GNR de dotar a UCC de meios aéreos de vigilância marítima de asa fixa e rotativa não é nada de novo.

Cumprimentos,

Eu vendia já os 119 á GNR e com essa verba mais os 53 milhões dos EvaKuativos, ficavam 73 milhões para se conseguir adquirir, se não melhor heli, uma meia dúzia de 169M.

Abraços

Não vendias, tinhas de ceder...
E os helis para formação de pilotos?

Mas tinha de ceder porquê?
O Ministério que tutela as duas Forças é o mesmo ?
Os 169M não podem ser usados na Formação dos PilAv?



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Re: EH-101
« Responder #868 em: Junho 05, 2021, 09:07:55 am »
O Estado não pode vender ao Estado algo que já lhe pertence. Podia, sim, haver uma transferência dos activos de um organismo para outro e, em contrapartida, uma transferência de verbas entre ministérios como compensação — mas isto seria uma opção política, já que juridicamente não seria necessário.
Talent de ne rien faire
 

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Red Baron

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Re: EH-101
« Responder #869 em: Junho 05, 2021, 11:46:28 am »
https://www.dnoticias.pt/2021/6/4/263920-porto-santo-vai-recuperar-temporariamente-helicoptero-de-busca-e-salvamento
Bom, e continua a saga sobre o estado das Forças Armadas pela pena do Vítor Matos, do Expresso. Desta feita é a vez da Força Aérea, nada de muito novo, mas vale a pena ler para ver em que ponto as coisas estão, sobretudo nas frotas EH-101 e C-130.
Citação de: Vítor Matos, Expresso, 4 de Junho de 2021
Tal como a Marinha, a Força Aérea está com problemas graves de falta de pessoal e de operacionalidade em esquadras essenciais: a frota dos 12 helicópteros EH-101, que fazem a busca e salvamento em todo o território marítimo, teve uma taxa de operacionalidade abaixo de 30% em 2020, e dos cinco aviões de transporte estratégico C-130, só dois estão ao serviço e nem sempre operacionais.

Os problemas de prontidão são de tal ordem que a Madeira não tem qualquer helicóptero EH-101 desde Março, embora esteja previsto que esta semana uma aeronave regresse a Porto Santo, sabe o Expresso, apenas de ser uma decisão precária, devido aos problemas com a manutenção dos aparelhos. Nos últimos meses, a esquadra tem tido apenas 4 dos 12 helicópteros operacionais (dois nos Açores e dois no Continente), seguindo agora um quinto para a região autónoma da Madeira. Segundo o relatório da Lei de Programação Militar de 2020, a média do ano foi de 3,6 helicópteros disponíveis. Dois deles, aliás, inutilizados e canibalizados para fornecerem peças aos restantes, uma vez que a relação com a Leonardo, marca fornecedora, é difícil. Segundo o mesmo relatório, Portugal correr o risco de "não conseguir obter um número de aeronaves prontas necessárias para assegurar a missão que está atribuída à Esquadra", ou seja, assegurar os salvamentos no seu mar territorial. "É uma vergonha", lamenta ao Expresso o general Luís Araújo, ex-CEMGFA que também chefiou a Força Aérea. "Estas são operações críticas. Devíamos ter oito ou nove aeronaves prontas". E acrescenta uma preocupação: "De certeza que o CEMFA não dorme descansado por não ter nenhum helicóptero em Porto Santo. Se acontece alguma coisa tem de ir daqui um a correr e quando lá chegar será tarde", avisa.

É por estas e outras que dá pena e ao mesmo tempo piada ver qualquer discussão em tom sério sobre meios de CAS, helicópteros de evacuação, substituição dos Alpha Jet ou compra de F-35. Vejam só a diferença de à 2 meses atrás para cá aqui no fórum, quando os principais temas mudaram de notícias sobre compra e substituição de novos meios para a discussão das últimas notícias que têm vindo a sair.

Continuo com a ideia que vamos chegar a 2030 com parte (se não totalmente) da busca e salvamento privatizada ou com a busca e salvamento no continente entregue à UCC da GNR. É nesse sentido que se tem vindo a trabalhar nos últimos anos. Os briefings e a conversa na GNR de dotar a UCC de meios aéreos de vigilância marítima de asa fixa e rotativa não é nada de novo.

Cumprimentos,

Mas até as 12 milhas da costa é o que faz sentido.