Força Aérea Argentina

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Vitor Santos

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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #45 em: Agosto 09, 2019, 08:16:26 pm »
FOTOS: IA-58H Pucará II em configuração ISR


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Como foi noticiado em junho, a Força Aérea Argentina (FAA) decidiu retomar o trabalho em um protótipo da aeronave Pucará, o IA-58H, reequipado com os motores Pratt & Whitney PT-6A-62.

A intenção é desenvolver uma nova plataforma para missões ISR – Intelligence, Surveillance and Reconnaissance).

O protótipo recebeu um novo pod de vigilância com sensores giroscópicos EO/IR desenvolvido pela empresa argentina FixView. Outros dois Pucarás também receberão o equipamento.

O pod da FixView terá uma conexão sem fio que permitirá que ele seja controlado pelo segundo tripulante por uma tela e um console instalado na parte de trás cockpit.

FONTE:  https://www.aereo.jor.br/2019/08/08/fotos-ia-58h-pucara-ii-em-configuracao-isr/



 

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mafets

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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #46 em: Agosto 21, 2019, 05:20:43 pm »
https://www.cavok.com.br/blog/crise-argentina-chega-ao-pampa-iii/?fbclid=IwAR1EZfpu7zlEcOZQdkbFO7mSARqc8oTENUwimXLuxRjIVe_Zd_VTwczND3c

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Dos quatro aviões contratados, o governo argentino ordenou a redução para a apenas 2 aviões. A desvalorização do peso argentino impactou o plano de produção do jato FAdeA IA-63 Pampa III.



Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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HSMW

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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #47 em: Agosto 21, 2019, 06:42:18 pm »
Ou começam a exportar ou não se safam...
E não podem estar dependentes de autorizações de venda dos EUA.
Adoro o Pucará e só o imagino a rebentar com umas Toyota do cortadores de cabeças...

https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

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Red Baron

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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #48 em: Abril 07, 2020, 10:27:11 am »
Citar
Korea Aerospace Industries (KAI) has said its plans to re-engage with Argentina over the potential export of FA-50 Fighting Eagle light attack aircraft have been delayed as a result of of Covid-19.

A KAI official was quoted by local media news agencies as saying that the coronavirus pandemic has had an adverse effect on Argentina's economy and that its bid to sell FA-50s to the country had been delayed indefinitely.

"It [will be] difficult for Argentina to spend its defence budget [on] fighter jets when it is experiencing difficulties due to the virus spread," a KAI official was quoted as saying.

Cuitadas das FAA, enquanto andar pelo poder a  Kirchner e amigos vai ser sempre a descer.
 

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tenente

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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #49 em: Abril 15, 2020, 01:10:02 pm »
FAdeA Delivers Modernised Helicopters to Argentine Army 


AB-206 helicopters at FAdeA. (What’sApp photo via authors)

Fábrica Argentina de Aviones (FAdeA), the Argentine government-owned aircraft manufacturer, has delivered two Agusta Bell AB-206 helicopters to the Argentine Army, anticipating the delivery of three more in the short term.

The helicopters are part of a batch of 20 AB-206 Argentina purchased from the Italian government, where they were used by the Carabinieri. One of them was modified by Leonardo Helicopters in Italy and previously delivered to the Army, as the first modified in Argentina has also been. Of the remainder, three will be delivered to the Gendarmería Nacional and two to the Prefectura Naval Argentina (coast guard), while the others will go to the Army.

Modernisation of the helicopters included a major overhaul and new interiors, plus new Garmin avionics and an instrument panel with a multifunction display, as well as Harris new radios.

The aircraft will be operated by the Army Aviation School, while some, armed with M134 machine guns, will go to the Escuadrón de Aviación de Apoyo y Ataque 602 (Attack and Support Aviation Squadron) and others to the Aviation Sections deployed across the country.

 https://www.monch.com/mpg/news/air/6912-fadea-bell-ab-206.html

Abraços
« Última modificação: Abril 15, 2020, 01:12:45 pm por tenente »


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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #50 em: Abril 16, 2020, 01:05:44 pm »
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Korea Aerospace Industries (KAI) has said its plans to re-engage with Argentina over the potential export of FA-50 Fighting Eagle light attack aircraft have been delayed as a result of of Covid-19.

A KAI official was quoted by local media news agencies as saying that the coronavirus pandemic has had an adverse effect on Argentina's economy and that its bid to sell FA-50s to the country had been delayed indefinitely.

"It [will be] difficult for Argentina to spend its defence budget [on] fighter jets when it is experiencing difficulties due to the virus spread," a KAI official was quoted as saying.

Cuitadas das FAA, enquanto andar pelo poder a  Kirchner e amigos vai ser sempre a descer.

A Kirchner foi para a Coreia do Sul...

Citar
Covid-19: South Korea cuts defence budget in response to pandemic
Talent de ne rien faire
 

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tenente

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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #51 em: Maio 01, 2020, 04:08:04 pm »
The Argentine Air Force (Fuerza Aérea Argentina: FAA) is progressing some of its chief procurement and upgrade programmes, despite both the Covid-19 and economic crises slowing the acquisition efforts of the wider armed forces.



https://twitter.com/IiiTango/status/1256168388038217728

Tal e qual o que por cá se faz.

https://www.aerospacetestinginternational.com/news/defense/production-pampa-iii-trainer-jet-takes-first-flight.html

Uma dúzia de pampas III até nos davam jeito, á é verdade, não são padrão NATO/OTAN, mas o KC390 já é !!!
::)



Abraços
« Última modificação: Maio 01, 2020, 04:21:05 pm por tenente »


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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #52 em: Maio 01, 2020, 04:19:00 pm »
Se forem como os Pucará são padrão NADA! Não havia dois iguais.

A mesmo aconteceu com os Tucano vendidos para a RAF. A qualidade de construção era tão irregular que nem as furações eram iguais nas diferentes aeronaves.

Isto estava num artigo da AFM.
https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #53 em: Maio 01, 2020, 04:23:30 pm »
Se forem como os Pucará são padrão NADA! Não havia dois iguais.

A mesmo aconteceu com os Tucano vendidos para a RAF. A qualidade de construção era tão irregular que nem as furações eram iguais nas diferentes aeronaves.

Isto estava num artigo da AFM.

sim essa situação ocorreu com os da serie experimental e os primeiros Pampas II.
Estes Pampas III até se podem construir cá, o que se teria que importar seriam as turbofans.

Abraços


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Vitor Santos

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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #54 em: Maio 01, 2020, 10:33:06 pm »
1º de Mayo: Bautismo de Fuego de la Fuerza Aérea Argentina


El 1º de Mayo se celebra un nuevo aniversario del Bautismo de Fuego de la Fuerza Aérea Argentina. Aquel lluvioso sábado de 1982 la Institución comenzaría a forjarse una reputación y reconocimiento a nivel mundial que, hoy en día, después de 38 años, aún perdura en la memoria de propios y ajenos. Las siguientes líneas pretenden dar una breve crónica de los hechos, como humilde homenaje a quienes participaron en las acciones de combate y ofrendaron sus vidas en defensa de la soberanía nacional.

El día previo al inicio de operaciones, 30 de Abril, la Fuerza de Tareas Británica se hallaba reunida a 400 km al noroeste de Puerto Argentino. El vicealmirante Woodwar, ubicado en el HMS Hermes, tenía las ordenes de comenzar los ataques el día siguiente dentro del plan de acción de la Operación Corporate. 

Las misiones llevadas adelante por aviones Sea Harrier de la Royal Navy serían complementadas con el despliegue de elementos de Royal Air Force, que desempeñarían operaciones de bombardeo con aviones Avro 698 Vulcan (Operación Black Buck). El objetivo era la destrucción de los aeródromos argentinos ubicados en Puerto Argentino, en la península de Fresynet (BAM Malvinas) y en el istmo de Darwin (BAM Cóndor), para impedir las operaciones de la Fuerzas Aérea Argentina logrando así la superioridad aérea.


Los aviones Vulcan partieron el 30 de abril desde la Isla Ascensión a las 19:50 hora argentina. El bombardeo sobre Puerto Argentino se produjo a las 04:40. Los radares argentinos detectaron a los bombardeos alertando a la Fuerza Aérea Sur (FAS), que impartió la alerta máxima inmediatamente de producido el ataque a las 04:43.

Los mandos de la Fuerza Aérea Argentina sabían que este era el primer ataque de varios que se sucederían a lo largo del día. En consecuencia, las secciones de aviones Mirage M-III y M-5 Dagger se alistaron armadas con misiles aire-aire Magic /Matra/ Shaffir y cañones.

A las 06:40 partieron de sus bases dos Mirage M-III tripulados por el Mayor José Sánchez y el Capitán Marcos Czerwinski (indicativo FIERA), que, habiendo sobrevolado Puerto Argentino, regresaron al continente sin haber encontrado actividad enemiga.

Continuando el ataque iniciado por los bombardeos Vulcan, a las 07:50, 12 aviones Sea Harrier del Escuadrón Naval 800 atacaron a unidades de artillería antiaérea como a las instalaciones del aeródromo de Puerto Argentino. El último ataque realizado tuvo como objetivo la BAM Cóndor. En el bombardeo fue destruido un IA-58 Pucará, que se alistaba para despegar. Fallecieron el piloto Teniente Daniel Jukic y personal de tierra: los Cabos Principales Juan Rodríguez y Mario Duarte, los Cabos Primeros José Maldonado, Agustín Montaño, Andrés Brashich, Miguel Carrizo y José Luis Peralta.

Los reportes de ataques y despliegue de fuerzas enemigas llegaron al Comando de la Fuerza Aérea Sur. Durante aquellas primeras horas de acción la premura para responder la acción de los aviones británicos, como la falta de confirmación de los informes, tuvo como resultado que varias patrullas volvieran sin haber establecido contacto.


Esa mañana tuvo un rol preponderante la acción de las escuadrillas de Mirage M-III y M-5 Dagger en misiones de intercepción y cobertura aérea. A las 07:45 dos M-5, indicativo TORO, tripulados por el Capitán Carlos “Talo” Moreno y el Teniente Ricador Volponi (fallecería el 23 de mayo derribado por Sea Harrier), tuvieron el primer contacto con una PAC Británica guiados por el radar Malvinas.

Una acumulación de factores produjo que el combate aéreo no se extendiera. Los Sea Harrier, armados con misiles AIM 9L Sidewinder, podían permanecer en el teatro de operaciones por mayor tiempo. Los M-5 Dagger sin la posibilidad de reabastecimiento en vuelo, en desventaja en combate a bajas cotas, en caso de haber prologado el enfrentamiento se hubieran quedado sin la posibilidad de regresar a sus bases en el continente.

Dos Mirage M-III, indicativo TABLÓN, pilotados por el Capitán Gustavo García Cuerva y el 1er Teniente Carlos Perona, se interpusieron entre una patrulla de Sea Harrier que perseguía a una escuadrilla de A-4B, indicativo TOPO, comandada por el Capitán Hugo Palaver, salvando a los pilotos. Ambas unidades regresaron a sus bases a las 12:00.

Con horas transcurridas desde los primeros ataques a Puerto Argentino, la Fuerza Aérea Argentina pudo apreciar mejor la situación táctica para ejecutar misiones de ataque. A las 15:00, tres M-5, indicativo TORNO, comandados por el Capitán Norberto Dimeglio, atacaron con éxito a una fragata Tipo 42 Clase Sheffield y a dos destructores F-21, según la versión argentina. El reporte realizado por publicaciones inglesas identificó a las unidades como: HMS Glamorgan, HMS Alacrity y HMS Arrow dañada con impacto de cañones de 30mm, falleciendo uno de sus tripulantes.

El efecto inmediato, en base a los testimonios recabados, fue el repliegue de las unidades de superficie que desde la madrugada bombardearon Puerto Argentino.


En el continente cuadrillas de A-4B y Mirage M-III continuaban partiendo en misiones de ataque y cobertura aérea, estas últimas para permitir el escape de las unidades perseguidas por PAC´s de Sea Harrier (la escuadrilla indicativa FORTIN cubrió el repliegue de TORNO provocando que los británicos abandonaran la persecución). 

Nuevamente, el Capitán García Cuerva junto al 1er teniente Perona saldrían esa tarde a realizar misiones de cobertura sobre las islas, entablando combate sobre la Isla Borbón. El resultado de la acción se saldó con el derribo de Perona por la acción de un AIM 9L, que se eyectó siendo recuperado.

García Cuerva, ya sin combustible en sus depósitos, debió optar por eyectarse sobre las islas o aterrizar sobre la pista de Puerto Argentino para salvar su avión. Desgraciadamente, producto de la acción previa de Harriers y Vulcans, sumado a la desorganización reinante de aquella jornada, provocó que fuera derribado por fuego “amigo” de las baterías de artillería antiaérea.

Posteriormente, esa misma tarde sería derribado el 1er Teniente José Ardiles. Debido a fallas mecánicas en el aparato del Capitán Carlos Rohde, Ardiles continuo solo siendo guiado a un eco que resultaría ser dos aviones Sea Harrier. Aviones Pucará, provenientes de la BAM Cóndor, fueron testigos oculares de las acciones que provocaron el fallecimiento de Ardiles en combate.


En el continente se alistaron tres bombardeos MK-62 Canberra equipados con bombas MK-17. Serían interceptados en su misión por una PAC enemiga avistando en su trayecto al Portaaviones HMS Invencible.

Otra escuadrilla de bombarderos Canberra, indicativo RIFLE, armados con bombas de mil libras fueron interceptados. La aeronave comandada por los 1ros Teniente Mario González y Eduardo de Ibañez sería derribada. Sus tripulantes se eyectaron sobre el mar no siendo recuperados.

El 1º de Mayo tuvo la actuación invaluable de las tripulaciones de Hércules KC-130, TC-69 Y TC-70, en misiones de reabastecimiento en vuelo para los aviones A-4B.

Los aviones del Escuadrón Fenix realizaron salidas de exploración y reconocimiento fotográfico, guiado de escuadrillas, diversión, retransmisiones. Estas acciones provocaron el despliegue de aviones enemigos para su intercepción generando huecos dentro del dispositivo de defensa enemigo. Los Learjet LR-35, C-130, C-500, empleados, en caso de ser atacados, no contaban con mayores
defensas que el valor y pericia de sus tripulaciones.


En esa primera jornada del mes de Mayo 1982, la Fuerza Aérea Argentina aprendió valiosas lecciones. Demostró al enemigo su voluntad y energía para luchar sin importar la diferencias tecnológicas. Los ataques realizados por los pilotos, al límite de alcance de sus máquinas, negaron el control total del espacio aéreo sobre el Teatro de Operaciones Malvinas, apreciando las debilidades del dispositivo de defensa enemigo.

La Royal Navy retiraría sus unidades de superficie fuera del alcance diurno de la aviación argentina. En adelante los bombardeos navales serian realizados por las noches para hostigar las posiciones argentinas en las islas.

No obstante, el Dios de la Guerra siempre demanda su precio: 14 hombres, entre oficiales, suboficiales y soldados conscriptos, ofrendaron su vida en defensa de la soberanía nacional. En aquella nublada y lluviosa jornada de 1982 la Fuerza Aérea Argentina comenzaría a escribir páginas de gloria en defensa de la soberanía de las Islas Malvinas, Georgias y Sandwich del Sur.

Capitán  Gustavo Argentino García Cuerva

Primer Teniente Mario Hipólito González

Primer Teniente José Leónidas Ardiles

Teniente Daniel Antonio Jukic

Teniente Eduardo Raúl de Ibáñez

Cabo Principal Mario Duarte                                         

Cabo Principal Juan Antonio Rodríguez

Cabo Primero Miguel Ángel Carrizo

Cabo Primero José  Alberto Maldonado

Cabo Primero Agustín  Hugo Montaño

Cabo Primero José Luis Peralta

Cabo Primero  Andrés Luis Brasich

Soldado clase 63 Héctor Ramón Bordón

Soldado clase 63 Guillermo Osvaldo García

Imágenes y renders: créditos a ALEKLICHO

 :arrow:  https://www.zona-militar.com/2020/05/01/1o-de-mayo-bautismo-de-fuego-de-la-fuerza-aerea-argentina/
 

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goldfinger

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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #55 em: Agosto 05, 2020, 07:30:52 pm »
Accidente de un A4AR por un fallo de motor. El piloto fallecido.

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Un avión cazabombardero de la Fuerza Aérea Argentina se ha estrellado este miércoles por la mañana en el sur de la provincia de Córdoba, tras haber despegado de la localidad de Villa Reynolds, en San Luis.

El piloto identificado como Gonzalo Fabián Britos Venturini que realizaba ejercicios de tiro con su A-4AR Fightinghawk informó de fallos en el motor antes de lograr eyectarse de la aeronave. Sin embargo, y por circunstancias desconocidas hasta ahora, no logró sobrevivir, según han confirmado fuentes de la Fuerza Aérea.

La aeronave matrícula C-295 perteneciente a la V Brigada Aérea de Villa Reynolds, se estrelló en un campo de la zona rural cordobesa, en el límite con la localidad de Justo Daract a unos 50 kilómetros de su base.

Las autoridades de la Fuerza Aérea Argentina han iniciado una investigación para determinar los motivos del accidente y del fallecimiento del piloto militar.

A España servir hasta morir
 

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Vitor Santos

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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #56 em: Agosto 05, 2020, 10:53:22 pm »
Lamentável!
 

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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #57 em: Novembro 03, 2020, 02:39:30 pm »
UK Blocks Sale of South Korean FA-50 Fighters to Argentine Air Force


The United Kingdom has effectively barred the sale of the Korea Aerospace Industries (KAI) FA-50 Fighting Eagle to Argentina, with the South Korean manufacturer informing Buenos Aires that it is unable to supply the light fighter and strike jet since six major components of the aircraft that are produced in the United Kingdom. Since 1982, when the Falkland Islands War broke out, the British have had an arms embargo on former rivals. The manufacturer says that although it has not yet found a solution, it is making efforts to resolve the issue. The information was revealed by a letter from KAI to the Argentine ambassador to South Korea on October 28.

Argentine Air Force evaluated the FA-50 as a potential new platform in 2016. The Argentine government is seeking to buy the FA-50 through repatriation in Korea. The Argentine defense minister said that when the financial aid is secured a contract for the FA-50 with KAI can be signed by December 2017. Previously, KAI recently said that the deal for the sale of 10 FA-50 light fighters to the Argentine Air Force has been suspended due to the coronavirus pandemic. KAI spokesman told local media that the spread of the virus has forced Argentina to allocate the current budget to other healthcare-related projects.

As of July 2019, the Argentine Air Force, is set to buy FA-50s as an interim replacement for the retired Mirage 3, 5, and Dagger force. It is also to help replace the retiring A-4AR Fightinghawk fleet, as those aircraft are aging and becoming difficult to repair and maintain. If the deal is approved it will be a first step in modernizing and revitalizing the country’s fighter fleet. The 12-ton fighter retails for around $30 million per copy, tens of millions of dollars less than what a new F-16 or similar, heavier fighter costs. And with that, the FA-50—just like the Gripen, F-16, Mirage F.1 and FC-1—is off the table for Argentina. It’s unclear where Buenos Aires might look next for its fighter needs.

The KAI T-50 is a family of South Korean supersonic advanced trainers and light combat aircraft, developed by Korea Aerospace Industries (KAI) with Lockheed Martin. The T-50 has been further developed into aerobatic and combat variants, namely T-50B, TA-50, and FA-50. The FA-50 is a combat version of the T-50 training aircraft. This aircraft, in turn, was developed in partnership with Lockheed Martin and therefore has similarities with the F-16 fighter. Among the weapons it can carry are the AIM-9 Sidewinder air-to-air missile, smart bombs and air-to-ground missiles, plus an internal 20 mm cannon.

 :arrow:  https://militaryleak.com/2020/11/03/uk-blocks-sale-of-south-korean-fa-50-fighters-to-argentine-air-force/

 
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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #58 em: Maio 03, 2021, 11:00:05 pm »
 
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Re: Força Aérea Argentina
« Responder #59 em: Maio 11, 2021, 07:13:42 pm »
Delegação da China desembarca na Argentina para oferecer caças JF-17


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Uma delegação de alto escalão da empresa nacional de importação e exportação de tecnologia aeronáutica da China, CATIC desembarcou na Argentina na semana passada para discutir cooperação em defesa e com a proposta de oferecer à Força Aérea Argentina aeronaves supersônicas, de acordo com a agência MercoPress e o site Zona Militar.

Após a aposentadoria de seu último Dassault Mirage III em 2015, a Força Aérea Argentina está sem caças supersônicos em sua frota e tem usado aeronaves de ataque A-4 subsônicas enquanto negocia a compra de uma aeronave de interceptação.

A Força Aérea Argentina perdeu grande parte de suas aeronaves durante o conflito das Falklands/Malvinas, há quase quarenta anos, além da obsolescência natural daquela época.

Depois que as negociações com a Korean Aerospace Industries (KAI) não conseguiram oferecer o FA-50, a Argentina recebeu ofertas da Rússia, que inclui o MiG-35, e da China.

Neste caso, a aeronave envolvida é o caça JF-17 testado em combate, produzido em parceria com o Paquistão, que é o seu maior operador. Especula-se que a exportadora chinesa CATIC pretenda fechar um acordo para o fornecimento de 12 caças. E para isso a delegação do CATIC está na Argentina.

Entre os locais a serem visitados pelos chineses estão as instalações da FADEA, fabricante argentina de aeronaves, que pode estar envolvida em uma potencial montagem dos caças.

A opção pelos caças MiG-35 e JF-17 surge após um veto do governo britânico impedir a venda de aviões sul-coreanos, que são equipados com aviônicos produzidos no Reino Unido.

Assim como o MiG, o JF-17 usa um motor de origem russa, o RD-39, uma variante desenvolvida a partir do RD-33 usado pelo MiG-35. O caça chinês, porém, é mais leve e menos capaz de carregar armas.

Apesar disso, o JF-17 Thunder tem desempenho suficiente para realizar a missão de combate do interceptor. Pode atingir Mach 1,6 e tem um raio de combate de até 1.352 km.

O caça possui sete pontos duros que podem receber desde mísseis ar-ar guiados por infravermelho até armamentos ar-superfície e antinavio, além de bombas e canhões.

Atualmente, o JF-17 é operado pelo Paquistão (138 caças), Mianmar (16 encomendados) e Nigéria, que está recebendo seus três primeiros aviões em 2021.

A Argentina tinha uma frota de caças respeitável, mas a Força Aérea aposentou várias aeronaves, como o Mirage III e o IAI Dagger/Finger (ex-Nesher israelenses que foram ligeiramente modificados), incapaz de repor as perdas no inventário por falta de recursos financeiros suficientes.

Atualmente, a defesa aérea argentina utiliza apenas seis aeronaves McDonnell Douglas A-4 Skyhawk adaptadas para este tipo de missão.

Seja qual for o resultado, não será uma operação fácil, o financiamento é um problema, mas também o treinamento de pessoal, uma vez que os pilotos argentinos e pessoal de apoio estão acostumados com aviônicos e aeronaves ocidentais (principalmente dos Estados Unidos).



 :arrow:  https://www.aereo.jor.br/2021/05/10/delegacao-da-china-desembarca-na-argentina-para-oferecer-cacas-jf-17/