Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)

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Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)
« em: Junho 24, 2019, 02:29:22 pm »
Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)


O Exército Brasileiro desenvolve o Projeto Combatente Brasileiro (COBRA), Soldado do Futuro, um Sistema que contempla três necessidades fundamentais do combatente moderno: a LETALIDADE, o COMANDO E CONTROLE e a SOBREVIVÊNCIA. A IMBEL® se junta aos esforços da Força Terrestre para concretizar o referido Projeto, oferecendo um conjunto de equipamentos e soluções que compõem sistemas forjados para atender a duas daquelas necessidades: LETALIDADE e COMANDO E CONTROLE.


Soluções para a necessidade LETALIDADE

No que tange à necessidade LETALIDADE, a IMBEL participa do Projeto com os fuzis de assalto nos calibres 5,56x45 mm e 7,62x51 mm da família IA2, e pistolas no calibre 9x19 mm, além das facas de campanha IA2 e AMZ, objetivando aumentar a capacidade operacional individual do combatente e potencializar os efeitos do emprego coletivo desses Materiais de Emprego Militar (MEM) que são fabricados na Fábrica de Itajubá (FI).

O Fuzil de Assalto 5,56 IA2 (Fz Ass 5,56 IA2) foi o primeiro fuzil da família IA2 cujas principais características são o peso reduzido, a maior compacidade, o uso intenso de polímeros de engenharia, a melhor ergonomia e a utilização de trilhos Picatinny (MIL STD 1913) para fixação de diversos acessórios.

O Fz Ass 5,56 IA2 teve seu projeto iniciado em 2008 e, no ano de 2011, foi submetido à avaliação de protótipo de MEM para verificar a sua conformidade com os Requisitos Operacionais Básicos (ROB) nº 07/10-EME, de 03 de agosto de 2010 e com os Requisitos Técnicos Básicos (RTB) nº 04/10-DCT, de 28 de outubro de 2010, sendo considerado “CONFORME” com estes requisitos e homologado pela Portaria nº 001- DCT de 20 de janeiro de 2012.

Em maio de 2012, iniciou-se a avaliação do lote piloto do MEM Fz Ass 5,56 IA2 para verificar a conformidade aos Requisitos Operacionais Conjuntos (ROC) nº 01/11-EMCFA, de 30 de junho de 2011, e com os RTB nº 02/12-DCT, de 25 de julho de 2012. A avaliação foi concluída em dezembro de 2014 e o lote piloto do MEM foi considerado “CONFORME” com estes requisitos e o relatório homologado pela Portaria nº 007- DCT de 04 de fevereiro de 2015.

O Fuzil de Assalto 5,56 IA2 foi adotado pelo Exército Brasileiro em 2013, através da Portaria Nº 211-EME, de 23 de outubro de 2013, e padronizado em 2015, através da Portaria Nº 188-EME, 27 de agosto de 2015, publicada no BE36/15, de 4/9/15.

Atualmente, diversas unidades do Exército Brasileiro utilizam o Fz Ass 5,56 IA2 tendo participado em missões de paz e em operações de Garantia da Lei e da Ordem.

Complementando a família de fuzis IA2, a IMBEL desenvolveu um fuzil de assalto no calibre 7,62, que se encontra em avaliação de protótipo de MEM no CAEx para verificar a conformidade aos Requisitos Operacionais Conjuntos (ROC) do fuzil médio das FFAA nº 02/11-EMCFA, de 30 de junho de 2011, e aos Requisitos Técnicos Básicos (RTB) nº 03/12-DCT, de 28 de outubro de 2010.

Atendendo à necessidade Comando e Controle

Para atender à necessidade COMANDO E CONTROLE, a IMBEL oferece uma solução modular composta por três núcleos: processamento, comunicações e energia. Os seus sistemas e equipamentos constitutivos são desenvolvidos e produzidos na Fábrica de Material de Comunicações e Eletrônica (FMCE).

O subsistema de processamento pode ser composto pelo Computador Tático Pessoal CTP-1410, um computador robusto e integrado ao TPP em linha, capaz de processar aplicações de comando e controle de interesse da Força. Alternativamente, a IMBEL oferece o Compressor Tático de Vídeo CTV-1410 com a capacidade de gravação e transmissão de vídeo em tempo real, otimizado para um menor consumo de energia. As informações podem ser alimentadas e visualizadas por telas como o Visor Remoto Tático VRT-1410 ou tablets robustecidos de mercado.

O subsistema de comunicações é composto pelo rádio tático UHF Transceptor Portátil Pessoal TPP-1400, de desenvolvimento e fabricação 100% nacional, aplicável para comunicações de curta distância. Com capacidade de transmissão digital, geolocalização (GPS) e elevada durabilidade de bateria, foi padronizado pelo Estado Maior do Exército Brasileiro como Rádio Grupo 1 (Portaria Nº 313-EME, de 2 de dezembro de 2015).

Para atender às diferentes tropas especializadas, o TPP-1400 é compatível com uma grande variedade de combinados de mão e de cabeça de forma a garantir que o combinado utilizado seja adequado à necessidade da missão. Destaca-se o Combinado por Condução Óssea OTF-2200 que é menos suscetível ao ruído do ambiente e deixa ouvidos e boca livres tornando-o compatível com equipamentos de proteção individual. Para comunicações de média e longa distância, a IMBEL pode oferecer transceptores portáteis e veiculares na faixa VHF, também de tecnologia nacional, em soluções totalmente integradas.

Todo o sistema pode ser alimentado ou recarregado pelo subsistema de energia composto pelas Baterias Inteligentes Táticas BIT-1410 e BIT-2590. Mais do que simples baterias, estes equipamentos são centrais de gerenciamento de energia, programáveis, controlando a recarga e a distribuição de alimentação para os demais equipamentos eletrônicos. Dotados de baterias de alta densidade de carga, permitem maximizar a autonomia do combatente no cenário de operações. O carregador integrado permite, também, a recarga a partir de uma grande variedade de fontes de energia.

O componente observação da necessidade COMANDO E CONTROLE do Projeto Combatente Brasileiro é potencializado por meio da integração de lunetas, binóculos e telêmetros de empresas parceiras, bem como a difusão de dados de inteligência, pela transmissão digital de imagens e vídeos obtidos por esses optrônicos.

O COBRA / IMBEL também permite a obtenção de uma elevada consciência situacional, outro importante componente da necessidade COMANDO E CONTROLE, através de georeferenciamento com o uso de receptor de Sistema de Posicionamento Global multiconstelação, transmissão desde mensagens curtas a imagens e vídeos em tempo real, e a capacidade de integrar-se aos sistemas de comando e controle em uso nas Forças Armadas.


 :arrow:  http://www.imbel.gov.br/index.php/cobra/105
 

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Re: Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)
« Responder #1 em: Junho 24, 2019, 02:36:38 pm »
Exército Brasileiro padroniza o emprego do Rádio TPP-1400


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O Exército Brasileiro aprovou a padronização do Rádio Transceptor Portátil Pessoal TPP-1400 produzido pela Indústria de Material Bélico do Brasil, em decorrência do Parecer da Comissão Especial encarregada dos estudos para a padronização de materiais de uso da Força Terrestre.

O TPP-1400 foi desenvolvido para atender às necessidades de pequenos grupos em operações militares, policiais, de segurança pública ou privada, ideal para as comunicações de curta distância, mesmo nos mais desafiadores ambientes urbanos. Além de possibilitar comunicação digital entre os membros da equipe, todas as transmissões são criptografadas, garantindo a segurança das informações e integridade dos usuários. Pode ser alimentado tanto pelas baterias Li-Ion inteligentes recarregáveis CB-2352i quanto por pilhas alcalinas convencionais.

O TPP-1400 é integrado por diversos acessórios que potencializam a sua capacidade operacional. O combinado por condução óssea, OTF-2200, idealizado para facilitar a comunicação em ambientes operacionais, possibilita a transmissão do som por condução óssea, sendo possível separar completamente os ruídos gerados pelo ambiente de operação dos sons que devem ser transmitidos pelos equipamentos de rádio. Essa característica se torna especialmente importante em situações de ruído intenso, permitindo a comunicação por sussurros.

O Compressor de Vídeo CTV-1410 permite a codificação e transmissão de vídeo em tempo real ao comandante operacional. Com peso e dimensões reduzidas, pode ser utilizado com diferentes optrônicos comerciais fixados em pontos diferentes da roupa, em capacetes e armamentos. Sua alimentação é fornecida pelo próprio transceptor, dispensando a utilização de bateria dedicada.

A padronização do TPP-1400 pela Força Terrestre confirma a qualidade, confiabilidade, eficácia e resistência do equipamento que será utilizado pelo futuro COMBATENTE BRASILEIRO (Projeto COBRA), demonstra a relevância da empresa no contexto da base industrial de defesa e consagra a IMBEL como fornecedora de produtos estratégicos de defesa ao seu principal cliente, o Exército.

 :arrow:  http://www.imbel.gov.br/index.php/noticias-imbel/18
 

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Re: Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)
« Responder #2 em: Junho 24, 2019, 02:40:40 pm »
Curso de Forças Especiais testa produtos COBRA 2020/IMBEL


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A FMCE foi convidada pelo Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOpEsp) para demonstrar e testar em situação de elevada demanda, os primeiros protótipos do Sistema do Soldado do Futuro (SSF) / COBRA 2020 da IMBEL.

O Teste foi conduzido no período de 3 a 12 de Outubro de 2017, durante o exercício de Reconhecimento Especial do Curso de Forças Especiais, nas proximidades da cidade de Santa Maria - RS.

Os Operadores de Forças Especiais são especialistas em Guerra Não Convencional, Operações Contra Forças Irregulares e Contraterrorismo. Organizam-se em Destacamentos Operacionais de Forças Especiais (DOFEsp), podendo ser empregados em ambientes hostis, negados ou politicamente sensíveis.

No exercício, foi empregado o rádio TPP-1400 Transceptor Portátil Pessoal, já de dotação do Exército Brasileiro e também testados novos produtos da família COBRA, como o CTV-1410 Compressor Tático de Vídeo, LTM-2403 Lanterna Tática de Mão Estroboscópica com Infravermelho e o CTP-1410 Computador Tático Pessoal, com a funcionalidade de rastreamento em tempo real dos DOFEsp desdobrados no terreno. De acordo com depoimento dos oficiais e sargentos alunos, o TPP-1400 destacou-se pela robustez e elevada durabilidade da bateria, sendo bem superior ao observado em equipamentos estrangeiros. Os demais equipamentos tiveram bom desempenho, demonstrando o acerto na concepção do SSF/COBRA 2020.

O CIOpEsp mostra-se um excelente parceiro para o desenvolvimento e constante aperfeiçoamento de soluções para comunicações militares em desenvolvimento na FMCE.

 :arrow: http://www.imbel.gov.br/index.php/noticias-imbel/76
 

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Re: Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)
« Responder #3 em: Junho 25, 2019, 10:33:31 pm »
ABDI - Projeto Uniforme Inteligente

Inédito Programa do Uniforme Inteligente está gerando retornos e excepcionais. Parceria entre ABDI e outras entidades com as Forças Armadas Brasileiras


Em Novembro de 2018 a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) lançou um inédito edital de um concurso para a aquisição de três protótipos de uniformes inteligentes, que deveriam ser compostos por camiseta manga curta, meias, cinto, gandola camuflada e calça camuflada de combate.

O presidente da ABDI, Guto Ferreira, explicava que um dos objetivos do concurso era de contribuir com o processo de inovação da Defesa Brasileira, por meio da incorporação de tecnologias que atendam às necessidades das forças operacionais e, ao mesmo tempo, promover a competitividade da indústria têxtil.

Nem o presidente da ABDI ou o então chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército (DCT) e agora Comandante da Força Terrestre o General-de-Exército Edson Leal Pujol imaginavam a revolução que estavam iniciando. 

Com o objetivo de trazer para as forças terrestres um Uniforme Inteligente com vistas a atender ao mercado nacional e internacional, incluindo a possibilidade de aplicação dual, mediante a incorporação de tecnologias inovadoras em design, produtos têxteis, novos materiais e eletrônica embarcada.


O chamado “uniforme inteligente” integraria o Projeto Combatente Brasileiro (COBRA), Soldado do Futuro, um Sistema que contempla três necessidades fundamentais do combatente moderno: a LETALIDADE, o COMANDO E CONTROLE e a SOBREVIVÊNCIA.  Assim como é foco nos principais programas chamados Soldados do Futuro desenvolvidos em outros países: FELIN (França) ou o RATNIK (Rússia), etc.

O uniforme inteligente agregará outras performances como, tais como CONFORTO e ANÁLISE das CONDIÇÔES AMBIENTAIS e MONITORAMENTO dos SINAIS VITAIS do Combatente.

Um único item colocado no contexto histórico:
 
MEIAS – Segundo relatos históricos com a situação crítica da guarnição argentina nas Malvinas/Falklands o Presidente Leopoldo Galtieri perguntou ao General Benjamin Menendez o que ele precisava de forma urgente. Para surpresa de Galtieri, Menendez pediu meias, pois seus soldados estavam sofrendo do “pé de trincheira”   

O Uniforme inteligente prevê para as meias os seguintes resultados: Efeito anti-inflamatório, analgésico e ativador da circulação.   Funções obtidas através de nanopartículas funcionais e biodegradáveis, com arnica montana e óleo essencial de palmarosa, bétula doce e vetiver.

Os dados e entidades participantes do Projeto Uniforme Inteligente seguem abaixo. Segundo a ABDI o edital de aquisição deverá ser lançado em julho de 2019. Os uniformes serão testados em vários ambientes e com diferentes tropas para avaliar a performance e aclimatação às demandas dos usuários.

É previsto que a Força do Exército Brasileiro que participará da Operação Culminating, nos Estados Unidos, em 2020, já esteja com o novo uniforme.

A ABDI fará uma apresentação do Projeto Uniforme Inteligente durante o evento CSTM, 24-27 Junho 2019, Brasília DF.


Projeto Uniforme Inteligente

 Objetivo Geral

Contribuir para a capacitação produtiva e tecnológica da Base Industrial de Defesa Brasileira nos segmentos de produtos têxteis e confecções, bem como para incorporação de tecnologias de informações e comunicações (TIC) em uniformes para uso pelas Forças Armadas e de Segurança.
 
Objetivos Específicos

•       Adquirir lote piloto de uniforme tecnológico que agregue as seguintes funcionalidades:

-  Propriedades físico-químicas avançadas nos tecidos;
-  Soluções de gadgets baseadas em tecnologias eletrônicas.

•       Testar o uniforme tecnológico em ambiente relevante.
•       Incentivar o escalonamento de aplicações militares e duais, com foco nos mercados nacional e internacional.

 
Etapas Previstas

Dezembro de 2019: 1ª Versão do Lote Piloto do Uniforme Inteligente
(Subsistema 1: Especificações do COBRA + Funcionalidades Físico-Químicas/nanotecnologia aplicadas ao tecido)
 
Maio 2020: 2ª Versão do Lote Piloto, com as modificações propostas após o teste em ambiente relevante.
 
Agosto de 2020: Versão Final do Lote Piloto do Uniforme Inteligente (Subsistema 2: Subsistema 1 + Funcionalidades Eletrônicas/gadgets)




Funcionalidades Eletrônicas – Gadgets

1. Aferição de temperatura, batimento cardíaco, oxigenação sanguínea
2. Detecção de gases nocivos no ambiente
3. Transmissão dos dados para o Comando da Tropa
4. Integração às soluções tecnológicas já desenvolvidas pela Imbel (rádio e computador operacionais)
5. Utilização da Body Area Network (BAN)
 
Parceiros do Projeto:

Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial - ABDI (Coordenadora da Força Tarefa)
Ministério da Defesa
Exército Brasileiro
Marinha do Brasil – Fuzileiros Navais
Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações - MCTIC
Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções - ABIT
Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil – SENAI/CETIQT
Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico / Universidade de São Paulo - LSITEC-USP
Instituto Federal Fluminense - IFF
 
O edital de aquisição deverá ser lançado em julho de 2019.

 :arrow:  http://www.defesanet.com.br/bid/noticia/33269/ABDI---Projeto-Uniforme-Inteligente/
 

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Re: Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)
« Responder #4 em: Setembro 10, 2020, 09:27:10 pm »
ABDI entrega para Exército Brasileiro 950 unidades dos Uniformes Inteligentes


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As Organizações Militares testarão as fardas em campo nos próximos três meses

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) entregou para o Exército Brasileiro 950 conjuntos do lote piloto dos Uniformes Inteligentes, na quinta-feira (27/8). As fardas serão distribuídas nos próximos 30 dias às Unidades Operacionais do Exército para serem feitos os testes de resistência e das funcionalidades de nanotecnologia aplicadas. O projeto é fruto da parceria da ABDI com o Exército Brasileiro, e do contrato com a empresa ASTRO ABC.

Os experimentos de campo serão realizados no período de setembro a dezembro por Organizações Militares específicas, como:

- Batalhão de Infantaria;
- Blindada;
- Paraquedista;
- de Selva;
- Leve, e pelo,
- Regimento de Cavalaria Mecanizado.


Depois dessa fase, as organizações militares submeterão à Agência e à empresa ASTRO relatórios para análise.  Com os novos usos aprovados, serão entregues outras 400 unidades, correspondentes ao lote final, com correções e adaptações.

“O recebimento do lote-piloto dos uniformes operacionais com aplicações tecnológicas desenvolvidos pela ABDI constitui um marco importante na evolução tecnológica dos uniformes operacionais”, afirmou o Coronel Paulo Roberto da Silva Gomes Filho, Gerente do Projeto COBRA, de modernização do equipamento individual do Exército Brasileiro. De acordo com o coronel, os resultados dessa avaliação contribuirão para ratificar as vantagens que as tecnologias agregadas conferem ao uniforme e, consequentemente, à performance do combatente que o utiliza.

A líder do projeto da Agência, Larissa Querino, explicou a importância do projeto para o setor produtivo. “Com essa iniciativa, a ABDI pretende contribuir para a difusão tecnológica e para a geração de inovações que possam ser incorporadas com sucesso e rapidez no setor produtivo”, disse. De acordo com a especialista, o material de uso militar, junto com o segmento esportivo, é o primeiro setor que incorpora inovações na indústria têxtil. “O sucesso de sua atuação depende da produção e da utilização de produtos e serviços de alta tecnologia e na fronteira do conhecimento”, completou.

 :arrow:  https://www.defesanet.com.br/bid/noticia/38018/ABDI-entrega-para-Exercito-Brasileiro-950-unidades-dos-Uniformes-Inteligentes


 
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Re: Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)
« Responder #5 em: Novembro 16, 2021, 02:45:15 pm »
Uniformes - Inovação é palavra de ordem para o Exército Brasileiro


A ABDI e a empresa ASTRO ABDC entregaram a última remessa de Uniformes Inteligentes para o Exército. Ao fardamento foram aplicadas nanotecnologias que vão auxiliar, por exemplo, no controle térmico e ação repelente, em um tecido de alta performance

Inovação tornou-se componente chave na criação de novos uniformes militares, projetados para melhorar o bem-estar dos soldados e, ao mesmo tempo, fornecer informações adicionais sobre suas operações. A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) entregou, em 20OUT2021, 400 conjuntos de Uniformes Inteligentes ao Exército Brasileiro. Foi a última fase do projeto iniciado em 2018, fruto da parceria da ABDI com o Exército Brasileiro, e do contrato com a empresa ASTRO ABC.

Controle térmico, ação repelente, e ação antimicrobiana anti-odor, em um tecido de alta performance. Essas são as funcionalidades de nanotecnologia aplicadas aos novos uniformes do Exército. “Esse projeto foi a ponta de lança para que essas tecnologias sejam difundidas no setor produtivo. A gente propôs um fardamento completamente novo com aplicações de nanotecnologias num tecido diferenciado”, explicou Larissa Querino, responsável pelo projeto na ABDI.

De acordo com Larissa, a indústria de defesa é um dos principais demandantes de inovação, de novos materiais e de processos inovadores, no entanto os benefícios também transbordam para o uso civil. ”Essa foi a primeira etapa para comprovar que a inovação é viável. Ao ser testada e aprovada, ela entrou num conceito dual, ou seja, um conceito que pode atender tanto a área militar quanto a civil”, concluiu.


Os uniformes militares passam por revisões esporádicas e, de acordo com o Coronel Guimarães Júnior, a atualização do novo fardamento é urgente. “É um projeto que agrega ao nosso uniforme funcionalidades como ergonomia, tecido mais tecnológico que se adapta melhor aos diversos ambientes operacionais do Brasil e aos requisitos que as operações de um combate moderno impõem. E isso é indispensável”, afirmou.

Ainda sob o ponto de vista do Exército, o Tenente Coronel Genaro destacou a importância da parceria. “Por intermédio da ABDI, tivemos a agregação de várias tecnologias para o nosso uniforme que se mostrou muito valioso nos testes com as tropas dos Estados Unidos”. Os têxteis inteligentes são aqueles que são capazes de detectar mudanças em seus arredores e reagir a elas. São têxteis que reagem a algum estímulo externo do ambiente e produzem um resultado prático.  O fardamento foi testado pela tropa brasileira que participou da Operação Culminating/2021, entre 03 de janeiro a 22 de fevereiro, nos Estados Unidos.

Após a conclusão dos testes de campo, o Exército Brasileiro e a ABDI constataram, por meio de avaliações, que o enquadramento conforme o padrão de desempenho apresentado pelo Uniforme foi de Muito Bom e Excelente em todos os quesitos. Os próximos testes acontecerão em novembro. Desta vez as tropas americanas e brasileiras testarão as tecnologias em São Paulo. (Nota DefesaNet – Ocorrerá o C.O.R.E. 2021 Combined Operations and Rotation Exercise na região entre Lorena/SP e AMAN, Resende RJ))

Para a empresa contemplada pelo edital da ABDI, ASTRO ABC, “foi uma alegria ser contemplada pelo edital da ABDI junto ao Exército. Vimos que a inovação que foi aplicada teve um efeito. As atividades do Exército requerem muito esforço e ficamos satisfeitos em fazer parte do bem-estar do soldado, isso evita o desagaste do combatente”, esclarece o representante da empresa Wilson Alves.

O Projeto

O Uniforme Inteligente é uma iniciativa da ABDI e recebe o apoio do Exército, no âmbito do Projeto Combatente Brasileiro (COBRA). O objetivo é atender uma demanda das Forças Armadas por vestimentas mais confortáveis e adequadas às operações militares e, ao mesmo tempo, difundir técnicas inovadoras do setor têxtil.

No início de 2018, foi criada uma força tarefa contando com a participação do Ministério da Defesa (MD), Exército, Marinha e Aeronáutica, IMBEL (Indústria de Material Bélico do Exército), Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), SENAI-CETIQT, Instituto Federal Fluminense (IFF) e Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI-USP). O grupo definiu os itens que deveriam compor o Uniforme Inteligente, bem como as funcionalidades, requisitos e tecnologias que foram exigidas para sua produção.


A ABDI apoia o desenvolvimento da Base Industrial de Defesa (BID) por meio da articulação e cooperação com o Governo (demandante) e empresas fornecedoras de produtos e serviços de defesa. Entre as iniciativas, destacam-se ações orientadas ao desenvolvimento da inovação e à adoção de tecnologias voltadas para o aumento da competitividade do setor produtivo, com o foco em produtos, tecnologias e aplicações para os mercados interno e externo.


 :arrow:  https://www.defesanet.com.br/tecdi/noticia/42652/Uniformes---Inovacao-e-palavra-de-ordem-para-o-Exercito-Brasileiro/
 
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Re: Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)
« Responder #6 em: Janeiro 04, 2022, 05:10:55 pm »
Evolução dos Grupos de Combate do Exército Brasileiro


Por Alfa BR

O Grupo de Combate do Exército Brasileiro da adoção do AT4 nos anos 90 até a introdução dos IA2 e Minimi em meados da década passada.


Nesse mesmo período os Grupos de Combate da Brigada de Infantaria Paraquedista e da 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel) foram organizados de forma similar, apenas diferindo pelo fato de serem dotados com o PARAFAL.


Por fim, o Grupo de Combate dos Pelotões de Fuzileiros de Selva do Exército Brasileiro da adoção do AT4 nos anos 90 até a introdução dos IA2 e Minimi a partir da metade da década passada.

Se diferencia do GC das demais unidades por:

Possuir 10 homens. O 10° elemento é o Soldado Atendente, militar especializado em prestar socorro médico. Ele porta uma pistola para autodefesa.

Um dos Soldados Esclarecedores portar uma espingarda calibre 12 ao invés da granada de bocal.


E aqui é como ficará o Grupo de Combate do Exército Brasileiro após substituição do FAL/PARAFAL pelo IA2 e do FAP pela Minimi.


 :arrow:  https://www.forte.jor.br/2022/01/03/evolucao-dos-grupos-de-combate-do-exercito-brasileiro/
 
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Re: Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)
« Responder #7 em: Janeiro 29, 2022, 08:26:53 pm »
 
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Re: Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)
« Responder #8 em: Abril 04, 2022, 02:31:14 pm »
 
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Re: Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)
« Responder #9 em: Abril 05, 2022, 07:54:57 pm »
Interessante mas não seria melhor mudar o padrão camuflado?
 

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Re: Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)
« Responder #10 em: Abril 06, 2022, 02:22:56 pm »
Interessante mas não seria melhor mudar o padrão camuflado?

Pelo que li em fóruns brasileiros que compartilharam documentos do EB acerca do processo de desenvolvimento do novo fardamento, o padrão camuflado foi mantido em razão de sua adaptabilidade à realidade brasileira, especialmente em ambiente de selva (Amazônia). Além disso, há uma identidade visual já estabelecida.

Pessoalmente também gostaria de um novo camuflado. 
 

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Re: Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)
« Responder #11 em: Junho 16, 2022, 09:03:58 pm »
Projeto COBRA: Exército Brasileiro investe em novos equipamentos de proteção


Brasília (DF) – No intuito de estar preparado para defender o País, o Exército Brasileiro tem investido no aprimoramento do seu pessoal e na aquisição de modernos meios de emprego militar. Isso inclui a atualização dos uniformes usados pela tropa.

Nesse contexto, a Força Terrestre adotou, desde o início de 2022, uma nova modelagem de fardamento, o qual contempla um novo dispositivo de bolsos, bem como ajustes mais operacionais ao corpo, por exemplo. Essas mudanças serão introduzidas progressivamente e estão inseridas no escopo do Projeto Sistema Combatente Brasileiro (também conhecido por “Projeto COBRA”), o qual visa prover maior letalidade, proteção e capacidade de comando, controle e sensoriamento aos guerreiros do Brasil.


Assim, o novo fardamento é um produto estratégico de Defesa que poderá conter filtro UVA/UVB, proteção contra chamas, proteção bacteriológica contra odores, dentre vários outros importantes recursos.

Os coturnos do Exército Brasileiro também estão passando por um importante processo de modernização. A atual modelagem, na sua maioria concebida na cor preta, reflete muito brilho e acumula muito calor. Tais características prejudicam o conforto de quem os usa, além de comprometer a camuflagem dos mesmos diante dos modernos aparelhos de visão termal. Dessa maneira, o Exército tem buscado reformular os mesmos e para tanto concebeu novos modelos.


Tais coturnos serão mais confortáveis e estão sendo avaliados em três padronagens: marrom para as tropas paraquedistas, verde para as tropas que atuarão na Amazônia e no Pantanal e “Coyote” (bege) para as tropas convencionais.

Coletes e capacetes balísticos

Ainda no escopo do projeto COBRA, o Exército Brasileiro tem adquirido coletes balísticos do tipo “Plate Carrier”, o qual detém uma placa de kevlar a frente, à retaguarda e nas laterais do combatente. Da mesma maneira, foram adquiridos capacetes balísticos modulares, os quais, dotados de proteção nível III-A, possibilitam o implemento de vários meios optrônicos, como um monóculo de tecnologia brasileira. Tais itens proporcionam ao militar que os usa boa resistência à tiros, estilhaços e ataques com facas, por exemplo.


Os demais itens do equipamento do militar também são muito importantes, visto que atuam de maneira sinérgica com o uniforme e a proteção balística do combatente que os usa. Logo, o Exército Brasileiro tem adquirido grande quantidade de acessórios que compõem uma verdadeira “armadura do soldado moderno”. Assim, pode-se destacar itens como a mochila de assalto ou o coldre de polímero, todos de fabricação nacional. As equipagens são de fácil uso e, na maioria dos casos, são acopladas ao equipamento pelo sistema “Molle”, o que confere boa flexibilidade e modularidade ao aprestamento.

FONTE: EB
 

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Re: Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)
« Responder #12 em: Junho 19, 2022, 09:21:14 pm »
Projeto COBRA: Os coletes e capacetes balísticos


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No escopo do Programa COBRA (Combatente Brasileiro), o Exército Brasileiro tem adquirido coletes balísticos do tipo “Plate Carrier”, o qual possui uma placa de kevlar (fibra leve, resistente a calor, sintética, que oferece alta resistência à tração) a frente, à retaguarda e nas laterais do combatente.


Da mesma maneira, foram adquiridos capacetes balísticos modulares, os quais, dotados de proteção nível III-A, possibilitam o implemento de vários meios optrônicos, como um monóculo de tecnologia brasileira.


Esses itens proporcionam ao militar que os usa boa resistência à tiros, estilhaços e ataques com facas, por exemplo.


Os demais itens do equipamento do militar também são muito importantes, visto que atuam de maneira sinérgica com o uniforme e a proteção balística do combatente.


O Exército Brasileiro tem adquirido grande quantidade de acessórios que compõem uma verdadeira “armadura do soldado moderno”. Assim, pode-se destacar itens como a mochila de assalto ou o coldre de polímero, ambos de fabricação nacional.


As equipagens são de fácil uso e, na maioria dos casos, são acopladas ao equipamento pelo sistema “Molle”, o que confere boa flexibilidade e modularidade ao aprestamento.

FONTE: EB
 

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Re: Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)
« Responder #13 em: Julho 08, 2022, 02:01:01 pm »
Projeto COBRA: Armamento do Exército está sendo modernizado


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O armamento é talvez o principal item de combate de qualquer militar ou integrante de força de segurança pública.

Fuzil IA2


Atento a isso o Exército Brasileiro desenvolveu, por meio da Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL), um novo fuzil de assalto para suas tropas: o IA2.

Esse armamento, que visa suceder o Fuzil Automático Leve (FAL), destaca-se por ser menos pesado, mais ergonômico e modular, visto que pesa 3,4 Kg e possui coronha rebatível, além de medir aproximadamente 85 cm e trilho picatinny. Esse Fuzil pode ser encontrado nas versões calibre 5,56 ou 7,62mm.

Pistolas, facas e facões


As pistolas e demais armas curtas são itens imprescindíveis aos melhores combatentes. Elas servem como “Back Up”, ou seja, são armas que visam substituir o armamento principal quando estes se tornam inoperantes.


Assim, e diante do destaque desse tipo de armamento, o Exército Brasileiro pretende retirar de uso suas atuais pistolas IMBEL e Beretta dos modelos “GC MD1” e “92”, respectivamente, para dar espaço uma moderna pistola para uso militar.


As facas ou facões de combate são instrumentos que servem para realizar cortes ou impactos em uma situação de conflito ou sobrevivência.


Logo, podem ser usadas para diversos fins, como por exemplo lutar contra um inimigo, em ambientes confinados, ou caçar uma presa, diante da falta de alimentos.

 :arrow:  https://www.defesaaereanaval.com.br/exercito/projeto-cobra-armamento-do-exercito-esta-sendo-modernizado
 

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Re: Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)
« Responder #14 em: Dezembro 29, 2022, 09:01:31 pm »
7ª Mostra da Base Industrial de Defesa do Brasil


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Brasília (DF) – De 6 a 8 de dezembro, o Comando de Operações Terrestres (COTER) participou da 7ª Mostra da Base Industrial de Defesa do Brasil, um dos mais importantes eventos voltados para inovação e negócios no segmento de defesa e segurança do país. Realizada no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, a mostra contou com participação das três Forças Armadas e de mais de 60 empresas.

Dentre os materiais e projetos exibidos no evento, destacou-se o Projeto Combatente Brasileiro (COBRA), com uma exposição de materiais relacionados às capacidades letalidade, proteção e comando e controle, integrantes do escopo do projeto, que já vêm sendo distribuídos para a Força Terrestre.

O Projeto COBRA foi criado para otimizar as possibilidades de combate do homem, transformando o combatente individual em um sistema de armas. Fazem parte do projeto uniformes, armamentos e equipamentos, inclusive de proteção individual, adequados aos ambientes operacionais visualizados para o emprego da Força Terrestre, buscando obter um sistema harmônico e com alto valor agregado tecnológico.

 :arrow:  http://www.coter.eb.mil.br/index.php/noticias-do-coter/2635-7-mostra-da-base-industrial-de-defesa-do-brasil-2