Actividade Operacional/Exercícios

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Vitor Santos

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #105 em: Setembro 07, 2020, 02:11:51 pm »
Operação Amazônia 2020 – O maior exercício militar da Amazônia

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A Operação Amazônia é um exercício inserido no Programa de Adestramento Avançado de Grande Comando (PAA G Cmdo), previsto no plano de gestão do Comando Militar da Amazônia (CMA), envolvendo mais de 3.000 militares, de cinco Comandos diferentes.

Tecnologia & Defesa, a mais antiga publicação do segmento de defesa e segurança da América Latina, com 37 anos de existência, estará presente, a convite do Exército Brasileiro, com os auspícios do Comando Militar da Amazônia e com o imprescindível apoio da empresa Avibras Aerospacial, cuja compreensão da dimensão desse exercício, e da seriedade de nosso trabalho, tornou possível a realização dessa série de reportagens.


 

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #106 em: Setembro 07, 2020, 02:22:32 pm »
Operação Amazônia 2020 – Astros chegam em Manaus e o Apronto Operacional


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No dia 03 de setembro, desembarcaram no Centro de Embarcações do Comando Militar da Amazônia (CECMA), as viaturas Astros 2020 da Bateria do 6º Grupo de Mísseis e Foguetes (6º GMF). Essas viaturas percorreram cerca de 2.000 Km, por via terrestre, até Belém (PA), e mais 1.600 km, via fluvial, até Manaus (AM), para serem empregadas na Operação Amazônia.



A Engenharia de Combate

Também no dia 03, as tropas da Engenharia da Amazônia, formadas pelo 5° e 6° Batalhões de Engenharia de Construção (5° e 6° BEC), 6ª Companhia de Engenharia de Combate de Selva (6ª Cia E Cmb Sl) e 21ª Companhia de Engenharia de Construção (21ª Cia E Cnst) realizaram o último Apronto Operacional, de forma centralizada, no Comando do 2° Grupamento de Engenharia de Construção (2º Gpt E), em Manaus, antes de se juntarem às brigadas as quais prestarão apoio.

O 5° BEC será responsável por apoiar a 17ª Brigada de Infantaria de Selva (17ª Bda Inf Sl), o 6° BEC e a 21ª Cia E Cnst a 2ª Bda Inf Sl e a 6ª Cia E Cmb Sl a 16ª Bda Inf Sl.

Apronto Operacional

E no dia de hoje, 06 de setembro, das 8:30 às 12:00hs, foi realizado o o apronto operacional da Força Terrestre Componente (FTC), como parte do aprestamento para a Operação Amazônia, com a apresentação das tropas para o comandante do Teatro de Operações Norte, o general de exército Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira.

A FTC é composta por 3.309 militares de 5 comandos diferentes, sendo que, no apronto estavam presentes 1.714 em forma e outros 369 embarcados em viaturas ou meios navais, junto os generais e comandantes das Brigadas e OMs participantes da operação.

 :arrow:   https://tecnodefesa.com.br/operacao-amazonia-2020-astros-chegam-em-manaus-e-o-apronto-operacional/








 

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #107 em: Setembro 11, 2020, 08:11:55 pm »
 

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #108 em: Setembro 12, 2020, 10:03:33 pm »
Operação Amazônia 2020 – As tropas se preparam


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Cumprindo o quadro das atividades definidas pelo Comando da 2ª Brigada de Infantaria de Selva (2ª Bda Inf Sl), no dia 4 de setembro, na área de instrução do 1º Batalhão de Infantaria de Selva (Aeromóvel) (1º BIS (Amv)), os militares da 1ª Companhia de Fuzileiros de Selva do Comando de Fronteira Rio Negro e 5º Batalhão de Infantaria de Selva (Cmdo Fron RN/5º BIS) realizaram a instrução de ataque à localidade, visando o adestramento da tropa nas técnicas, táticas e procedimentos (TTP) em ações ofensivas. Participaram da instrução 113 componentes do Teatro de Operação, todos do Cmdo Fron RN/5º BIS.

Já no dia 5 de setembro, por intermédio do Comando de Fronteira Rio Negro e 5º Batalhão de Infantaria de Selva (Cmdo Fron RN/5º BIS), foi realizada a instrução de natação com os militares que integram a Força Surara (1ª Companhia de Fuzileiros do Cmdo Fron RN/5º BIS). A instrução teve por objetivo adaptar os militares em atividades no meio aquático, testar equipamentos de proteção individual (colete salva-vidas) e apresentar técnicas de natação.

No dia 8 de setembro, tropas da Brigada de Infantaria Pára-quedista (Bda Inf Pqdt), oriundas do Rio de Janeiro/RJ, realizaram treinamento de técnicas especiais em ambiente de selva como parte dos preparativos para a Operação Amazônia. A instrução foi ministrada pelo 1° BIS (Amv) em suas instalações e teve a parte prática nas águas do Rio Negro.

A preparação Logística

No dia 3 de setembro, chegaram ao CECMA as embarcações que serão utilizadas pela 2ª Bda Inf Sl durante a Operação Amazônia.

As embarcações foram transportadas pela balsa Jaraqui, do CECMA que tem capacidade de transportar até 100 toneladas. Ao todo, a balsa transportou 44 embarcações, do Comando da 2ª Bda Inf Sl, do 3º Batalhão de Infantaria de Selva (3º BIS), do Cmdo Fron RN/5º BIS e do 2º Batalhão Logístico de Selva (2º B Log Sl).

no dia 8 de setembro, o 6º Batalhão de Engenharia de Construção (6º BEC) construiu uma rampa de acesso na Base de Instrução 4 (BI-4) do Campo de Instrução do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), que será empregada para o desembarque da Bateria do Sistema Múltiplo de Mísseis e Foguetes Astros 2020, pertencente ao 6º Grupo de Mísseis e Foguetes (6º GMF).

 :arrow:  https://tecnodefesa.com.br/operacao-amazonia-2020-as-tropas-se-preparam


 

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #109 em: Setembro 14, 2020, 04:00:46 pm »
Operação Amazônia 2020 – A vez das Forças Especiais


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A Operação Amazônia é um exercício de campanha que simula uma ação de Guerra, onde um país fictício, o País Azul, fará uma ofensiva para reconquistar uma parte de seu território que foi invadido pelo país Vermelho. Nesse tipo de operação as tropas de operações especiais desempenham um papel fundamental, e nesse exercício não foi diferente.

A retomada do território invadido prevê a atuação coordenada de diferentes tropas, entre elas uma paraquedistas, que saltam atrás das linhas inimigas, em uma complexa manobra que, para ser executada, deve ser precedida por um reconhecimento profundo, por tropa especializada, que escolhera a área de salto da tropa e fará seu correto balizamento.

Essa tropa em questão seriam os Precursores (Prec) da Brigada de Infantaria Pára-quedista (Bda Inf Pqdt), porem para que realizem sua função é necessário um apoio em solo, de pessoas que conhecem a região da ação, e aí entram as tropas especiais do Comando de Operações Especiais (C Op Esp).

Operações Irregulares

No contexto da operação, tropas de Comandos são infiltradas com bastante antecedência na região a ser reconquistadas, e coopta componentes da população local que são contra as tropas invasoras, e estes são organizados, instruídos e equipados, criando assim as chamadas forças de sustentação, cuja função é de prover uma rede logística e de informações necessárias para sustentar (daí seu nome) os destacamentos operacionais e de forças especiais em ação naquele local.

Dois elementos da força de sustentação, que no exercício de hoje eram militares da 3ª Companhia de Forças Especiais (3ª Cia FE), foram orientadas a definir e balizar uma zona de pouso, para uma operação de infiltração de precursores, efetuada no final da tarde, simulando um salto noturno, com a utilização de OVN.

Após a realização do salto, é estabelecido o contato e as forças de sustentação auxiliam na evasão dos precursores do local, direcionando para outra região, onde devem estabelecer e balizar uma outra zona de pouso, dessa vez para o salto da tropa paraquedista principal.

O exercício

No dia de hoje, 13 de setembro, as 16:30hs, decolou da Ala 8, base Aérea de Manaus, o C-105A Amazonas, FAB 2802, do 1º/9º GAv, o Esquadrão Arara, com um grupo de nove precursores, que efetuou o salto a 12.000 pés.

Na aeronave, alem da tropa, estavam o Gen Theóphilo, Comandante do Teatro de Operações Norte, Gen Omar, Comandante da Força Terrestre Componente, Gen Elder, Comandante da Bda Inf Pqdt.

A área escolhida para o salto foi uma pista de pouso, de 800 m, da Fazenda Santa Fé, em Iranduba (AM), a cerca de 110 km de Manaus, e foi concluída com êxito.

“Foi a infiltração de uma equipe Prec e agora eles serão guiados até a região da zona de lançamento da tropa principal da Brigada”, disse o tenente-coronel Celso, comandante da 3ª Cia FE, que estava coordenando a operação em solo.

 :arrow:  https://tecnodefesa.com.br/operacao-amazonia-2020-a-vez-das-forcas-especiais/














 

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #110 em: Setembro 15, 2020, 12:44:04 am »
12ª Brigada de Infantaria Leve: assalto aeromóvel


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Caçapava (SP) – Nos dias 08, 09 e 10 de setembro,  com emprego da Aviação do Exército,  a Força-Tarefa (FT) Ipiranga, Força de Prontidão (FORPRON) da 12°  Bda Inf L (Amv), realizou o seu adestramento final com as três Subunidades de Força Ação Estratégica (SUFAE) que compõem  a FT.

Durante o exercício, foram realizados adestramentos em assalto aeromóvel e contra-ataque para restabelecimento de cabeça de ponte aeromóvel, em um quadro de Defesa Externa.

A Atividade permitiu aos militares envolvidos o treinamento em técnicas de operações aeromóveis, infiltração noturna, progressão no terreno, bem como possibilitou o aprimoramento das capacidades comando e controle da FT.

O adestramento constituiu-se em mais uma etapa do preparo da FT Ipiranga para sua certificação como Força de Prontidão do Exército Brasileiro, podendo ser acionada para o emprego real em qualquer parte do território nacional, em uma hipótese de Defesa Externa.

 :arrow:  http://www.bdaamv.eb.mil.br/index.php/component/content/article?id=712






 

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #111 em: Setembro 15, 2020, 10:14:10 pm »
Subunidade Culminating: Apronto Operacional


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Subunidade Culminating reúne pessoal e equipamentos que serão empregados na Operação Arroio VII, em Resende

Rio de Janeiro (RJ) - No dia 14 de setembro, militares que compõem a Subunidade Culminating (SU Culminating) e integrantes do Centro de Adestramento Leste (CA-Leste) participaram, nas dependências do 25º Batalhão de Infantaria Pára-quedista (25º BI Pqdt), de uma solenidade que tinha a finalidade de apresentar os equipamentos que serão utilizados na Operação Arroio VII, na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende.

Os militares da SU Culminating, anteriormente preparados em um ambiente virtual, realizarão um treinamento real, ao longo de duas semanas, no Campo de Instrução da AMAN. Os equipamentos, que incluía Lasers Multifuncionais MIPIM (Mini Integrated Pointing Illumination Module) instalados nas armas, Óculos de Visão Noturna (OVNs), Fuzis de Assalto 5,56 - Imbel A2, Metralhadoras Mini Mitrailleuse (Mtr MINIMI) e Lança-Rojões AT4, foram verificados por Observadores e Controladores do Adestramento (OCAs), capacitados e coordenados pelo CA-Leste.

Destaca-se que o Exercício no Terreno será de dupla ação, ou seja, a Tropa Adestrada enfrentará uma Força Oponente do CA-Leste, ambos equipados com o Dispositivo de Simulação de Engajamento Tático (DSET). Todos os combates contarão com OCAs, trazendo maior realismo e efetividade no treinamento. Além disso, todas as funções de combate serão executadas e avaliadas.

A Subunidade Culminating embarcará, no dia 15 de setembro, em uma aeronave militar na Base Aérea dos Afonsos e realizará o assalto aeroterrestre na Região Sul Fluminense do Rio de Janeiro.

O exercício bilateral entre o Exército Brasileiro e o United States Army será concretizado em fevereiro de 2021 no Joint Readiness Training Center, em Fort Polk, Estados Unidos. Essa ação é um intercâmbio entre o Brasil e os Estados Unidos da América e finaliza o Plano Conjunto de atividades realizadas ao longo de cinco anos.Rio de Janeiro (RJ) - No dia 14 de setembro, militares que compõem a Subunidade Culminating (SU Culminating) e integrantes do Centro de Adestramento Leste (CA-Leste) participaram, nas dependências do 25º Batalhão de Infantaria Pára-quedista (25º BI Pqdt), de uma solenidade que tinha a finalidade de apresentar os equipamentos que serão utilizados na Operação Arroio VII, na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende.

Os militares da SU Culminating, anteriormente preparados em um ambiente virtual, realizarão um treinamento real, ao longo de duas semanas, no Campo de Instrução da AMAN. Os equipamentos, que incluía Lasers Multifuncionais MIPIM (Mini Integrated Pointing Illumination Module) instalados nas armas, Óculos de Visão Noturna (OVNs), Fuzis de Assalto 5,56 - Imbel A2, Metralhadoras Mini Mitrailleuse (Mtr MINIMI) e Lança-Rojões AT4, foram verificados por Observadores e Controladores do Adestramento (OCAs), capacitados e coordenados pelo CA-Leste.

Destaca-se que o Exercício no Terreno será de dupla ação, ou seja, a Tropa Adestrada enfrentará uma Força Oponente do CA-Leste, ambos equipados com o Dispositivo de Simulação de Engajamento Tático (DSET). Todos os combates contarão com OCAs, trazendo maior realismo e efetividade no treinamento. Além disso, todas as funções de combate serão executadas e avaliadas.

A Subunidade Culminating embarcará, no dia 15 de setembro, em uma aeronave militar na Base Aérea dos Afonsos e realizará o assalto aeroterrestre na Região Sul Fluminense do Rio de Janeiro.

O exercício bilateral entre o Exército Brasileiro e o United States Army será concretizado em fevereiro de 2021 no Joint Readiness Training Center, em Fort Polk, Estados Unidos. Essa ação é um intercâmbio entre o Brasil e os Estados Unidos da América e finaliza o Plano Conjunto de atividades realizadas ao longo de cinco anos.Rio de Janeiro (RJ) - No dia 14 de setembro, militares que compõem a Subunidade Culminating (SU Culminating) e integrantes do Centro de Adestramento Leste (CA-Leste) participaram, nas dependências do 25º Batalhão de Infantaria Pára-quedista (25º BI Pqdt), de uma solenidade que tinha a finalidade de apresentar os equipamentos que serão utilizados na Operação Arroio VII, na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende.

Os militares da SU Culminating, anteriormente preparados em um ambiente virtual, realizarão um treinamento real, ao longo de duas semanas, no Campo de Instrução da AMAN. Os equipamentos, que incluía Lasers Multifuncionais MIPIM (Mini Integrated Pointing Illumination Module) instalados nas armas, Óculos de Visão Noturna (OVNs), Fuzis de Assalto 5,56 - Imbel A2, Metralhadoras Mini Mitrailleuse (Mtr MINIMI) e Lança-Rojões AT4, foram verificados por Observadores e Controladores do Adestramento (OCAs), capacitados e coordenados pelo CA-Leste.

Destaca-se que o Exercício no Terreno será de dupla ação, ou seja, a Tropa Adestrada enfrentará uma Força Oponente do CA-Leste, ambos equipados com o Dispositivo de Simulação de Engajamento Tático (DSET). Todos os combates contarão com OCAs, trazendo maior realismo e efetividade no treinamento. Além disso, todas as funções de combate serão executadas e avaliadas.

A Subunidade Culminating embarcará, no dia 15 de setembro, em uma aeronave militar na Base Aérea dos Afonsos e realizará o assalto aeroterrestre na Região Sul Fluminense do Rio de Janeiro.

O exercício bilateral entre o Exército Brasileiro e o United States Army será concretizado em fevereiro de 2021 no Joint Readiness Training Center, em Fort Polk, Estados Unidos. Essa ação é um intercâmbio entre o Brasil e os Estados Unidos da América e finaliza o Plano Conjunto de atividades realizadas ao longo de cinco anos.

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #112 em: Setembro 16, 2020, 01:37:52 am »
Operação Amazônia 2020 – Os Astros abrem fogo


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No dia de hoje, 15 de setembro, em uma fazenda localizada no km 61 da Rodovia AM-010, no município de Rio Preto da Eva (AM), próximo à Base de Instrução Nº 2 (BI/2) do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), foram efetuados os primeiros disparos de foguetes do sistema de artilharia Astros no Comando Militar da Amazônia (CMA).

A Operação Amazônia é um exercício regular do CMA, responsável pela chamada Amazônia Ocidental, que engloba os Estados do Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima, e cuja primeira ocorreu em 2002, sendo esta sua 14ª edição. O grande diferencial da Amazônia 2020 é a presença inédita da bateria de lançadores de foguetes de saturação do Sistema Astros 2020, desenvolvido pela empresa Avibras Aeroespacial e a mais poderosa arma dissuasória do Exército Brasileiro.

A bateria presente no exercício pertence ao 6º Grupo de Mísseis e Foguetes (6º GMF), de Formosa (GO), subordinada ao Comando de Artilharia do Exército (Cmdo Art Ex), e sua composição é de duas viaturas lançadoras (AV-LMU), uma renunciadora (AV-RMD), uma de estação de comando e controle (AV-PCC) e uma de estação meteorológica (AV-MET), sendo todas do padrão MK6 do Programa Astros 2020.

O primeiro disparo desse sistema ocorreu com um foguete SS-40, de 180 mm, as 09:34hs, seguido de uma salva de três, esvaziando um dos quatro contêineres deste. Em seguida, o segundo lançador, efetuou um disparo de um foguete SS-30, de 127 mm, seguido de uma salva de quinze foguetes, esvaziando dois contêineres, uma quantidade rara de se ver em um exercício.

Os tiros foram realizados na presença de varias autoridades civis e militares, com destaque para o Ministro da Defesa Fernando Azevedo e Silva, e uma delegação de militares do Exército dos Estados Unidos da América.

De acordo com o tenente-coronel Jean Lawand Junior, comandante do 6º GMF, “a importância da presença do Sistema Astros na Amazônia é demonstrar a capacidade que o Exército tem de empregar esse poderoso elemento de dissuasão em qualquer lugar do território brasileiro”, e completou “com essa operação podemos testar e aperfeiçoar sua doutrina de emprego em um ambiente tão complexo”.

A logística do transporte da bateria foi um grande desafio a ser superado, pois as viaturas saíram de sua base, em Formosa (GO), no dia 08 de agosto, trafegaram cerca de 2.000 km por rodovias até Belém (PA), onde chegaram dia 12, partindo dia 17 para Manaus (AM), enfrentando mais 1.600 km em balsas fluviais, chegando ao seu destino final no dia 03 de setembro. E tudo isso com o apoio de diversas organizações militares e da empresa Avibras, que está garantindo a manutenção do sistema durante todo o exercício.

Os mísseis antiaéreos tem sua vez

Após as salvas do Sistema Astros, o 12º Grupo de Artilharia Antiaérea de Selva (12º GAAAe), de Manaus (AM), efetuou disparos dos mísseis antiaéreos 9K338 Igla-S e RBS 70 Mk.2, com o apoio de um radar SABER M60, em um alvo aéreo Big Field.

O primeiro foi o Igla-S, que errou o alvo, mas, em segunda passagem do alvo aéreo, este foi facilmente abatido pelo RBS 70.

Esse foi o segundo disparo real do míssil antiaéreo RBS 70 Mk.2 12º GAAAe, comprovando 100% de acerto até o momento.

 :arrow:   https://tecnodefesa.com.br/operacao-amazonia-2020-os-astros-abrem-fogo/






 

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #113 em: Setembro 17, 2020, 02:36:25 am »
 

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« Responder #114 em: Setembro 17, 2020, 06:14:55 pm »
Subunidade Culminating: 1º objetivo conquistado


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Cabeça de Ponte é estabelecida após salto realizado por paraquedistas, em Resende

Resende (RJ) - A Subunidade Culminating, originada da Brigada de Infantaria Pára-quedista (Bda Inf Pqdt), estabeleceu, na madrugada de 16 de setembro, uma Cabeça de Ponte no Campo de Instrução da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN). Essa foi a primeira missão imposta aos militares que integram o Exercício no Terreno, denominado "Operação Arroio VII", que ocorre entre os dias 14 e 28 de setembro na região do Vale do Rio Paraíba.

A missão iniciou-se com um Assalto Aeroterrestre que colocou a Subunidade Culminating na retaguarda da Força Oponente (ForOp). As aeronaves da Força Aérea Brasileira realizaram o deslocamento da Base Aérea dos Afonsos até a Zona de Lançamento (ZL) "Nova Dutra", no distrito de Bulhões. Após a reorganização, a tropa paraquedista, equipada com Dispositivos de Engajamento Tático (DSET) e acompanhada por Observadores e Controladores de Adestramento (OCAs), realizou uma Marcha para o Combate, no período noturno, até região próxima aos objetivos que seriam, posteriormente, conquistados.

Durante o ataque, a Subunidade Culminating enfrentou a ForOp, composta por integrantes do Centro de Adestramento-Leste (CA-Leste), que ocupava posição defensiva. Destaca-se que todo o ataque foi realizado com a utilização de meios optrônicos, como Óculos de Visão Noturna (OVN).

A atividade, que conta com a colaboração do CA-Leste, visa a preparação para o exercício bilateral entre o Exército Brasileiro e o Exército dos Estados Unidos da América que será concretizado em fevereiro de 2021 no Joint Readiness Training Center, em Fort Polk, Estados Unidos. Essa ação é um intercâmbio entre o Brasil e os Estados Unidos da América e finaliza o Plano Conjunto de atividades realizadas ao longo de cinco anos.

Seguem algumas definições, segundo o Glossário das Forças Armadas:

Assalto Aeroterrestre - Missão aérea destinada a executar a introdução de forças paraquedistas e seus equipamentos, prioritariamente, por lançamento e, eventualmente, por meio de pouso, com a finalidade de conquistar uma região no terreno de significativa importância para o cumprimento da missão das forças de superfície.

Cabeça de Ponte - Área ou posição, na margem inimiga de um curso de água obstáculo, que uma força conquista na ofensiva ou mantém na defensiva, a fim de assegurar as melhores condições para o prosseguimento das próprias operações ou para operações de outra força.

 :arrow:  http://www.cml.eb.mil.br/ultimas-noticias/2294-subunidade-culminating-1%C2%BA-objetivo-conquistado.html











 

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« Responder #115 em: Setembro 17, 2020, 06:24:38 pm »
Pela primeira vez, Artilharia do Exército dispara com o Sistema ASTROS em ambiente operacional amazônico


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Manaus (AM) – No dia 15 de setembro, o 6º Grupo de Mísseis e Foguetes (6º GMF), sediado em Formosa (GO), realizou duas missões de tiro real, com o objetivo de neutralizar uma base do exército oponente. Foi o primeiro tiro com o sistema de lançadores múltiplos ASTROS em ambiente amazônico. O exercício militar é parte da Operação Amazônia, uma simulação de guerra em ambiente de selva. Além do ASTROS, a missão de tiro real envolveu disparos dos mísseis antiaéreos RBS-70 e IGLA-S.

Considerado o maior exercício de adestramento militar realizado na região, a operação reúne 3.600 integrantes de seis Comandos Militares de Área. O disparo do ASTROS ocorreu numa base do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), no quilômetro 61, às margens da AM-010, que liga Manaus ao município de Rio Preto da Eva (AM).

O desafio das missões de tiro começou antes mesmo da própria execução. De Goiás a Belém, de Belém a Manaus, percorrendo mais de 3.600 quilômetros, o 6º GMF deslocou o efetivo por uma distância quase como de Paris (França) a Moscou (Rússia). "Fazer o deslocamento estratégico, fazer essa concentração aqui é muito importante para  dominarmos certos dados médios de planejamento, para  fazermos a coisa certa quando preciso for", disse o General de Brigada Valério Luiz Lange, Comandante da Artilharia do Exército Brasileiro.

Acompanharam o exercício militar o Ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva; o Comandante do Exército, General de Exército Edson Leal Pujol; e o Comandante Militar da Amazônia, General de Exército Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira. "Realmente, fiquei impressionado com a concentração estratégica dos meios, particularmente do Exército Brasileiro, que cerraram para a Amazônia para essa operação, o que já é um exercício muito bom", ressaltou o Ministro da Defesa.

"A presença do ASTROS aqui na Amazônia simboliza que as Forças Armadas e que o Exército Brasileiro são capazes de estar presentes em todo o território nacional e em condições de defender a nossa democracia, a nossa soberania e as nossas fronteiras", destacou o Comandante do Exército.

Potencial de fogo

O Astros 2020 é um sistema para a saturação de área, com o objetivo de lançar grande quantidade de fogos em um curto espaço de tempo. Os foguetes são de grande profundidade, com um tiro de rigoroso controle de precisão e inteligência. É uma arma eficiente e precisa, com munição de altíssima capacidade de destruição.

Os foguetes têm a capacidade de destruir uma área de 16 km² e o seu alcance varia entre 30 e 80 km. A tecnologia do ASTROS é toda de fabricação nacional. A empresa Avibras desenvolve esse sistema desde a década de 1980 e já trabalha num foguete com alcance de 300 km.

Os mísseis IGLA-S são considerados de curto alcance. Podem ser operados por um único homem e possuem alcance de seis quilômetros e altitude máxima de 3.500 metros.

Já o RBS-70 é um míssil de superfície, portátil, que pesa 15 quilogramas e que tem a finalidade de suprir as necessidades de defesa antiaérea à baixa altitude.

Fonte: ECAM/CMA








 

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« Responder #116 em: Setembro 20, 2020, 11:07:24 pm »
 

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #117 em: Setembro 21, 2020, 07:17:30 pm »
Em adestramento de Salto Livre Operacional militares trabalham interoperabilidade


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Goiânia (GO), 19/09/2020 - Estar em condições para defender a Pátria é uma das funções das Forças Armadas. Por essa razão, os militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica estão em constante treinamento, de modo a garantir a segurança da república, dos cidadãos e a ordem constitucional vigente diante de ameaça externa. Nesse contexto, o Comando de Operações Especiais (Copesp) sedia, entre 14 e 25 de setembro, o Adestramento Conjunto de Salto Livre Operacional para tropas de operações especiais.

O exercício é caracterizado pela interoperabilidade, atuação conjunta das três Forças. Ao todo, 75 militares participam do treinamento, que é dividido em duas fases: doutrinária e prática. O Comandante do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (Parasar), Tenente-Coronel I.C, enfatiza que esse tipo de capacitação certifica a prontidão do País para empregar suas tropas, caso necessário, e fala da importância do trabalho conjunto. “O treinamento tem como objetivo a troca de conhecimento entre as equipes. As expectativas são as melhores. Em cada salto, agregamos conhecimento e trocamos experiências, tanto na parte de planejamento quanto na execução do lançamento propriamente dito”, afirma.

Para saltar, o paraquedista porta mochila, fuzil, capacete, óculos, equipamento de comunicação de rádio, paraquedas principal e reserva, além do cilindro de oxigênio. Devidamente equipados, ingressam na Aeronave Hércules C130 da Aeronáutica, sentam em lugares previamente determinados e conectam seu cilindro à mangueira do console de oxigênio, pois, devido à altitude, o gás pode ser escasso. A cada dia de treinamento, é praticada uma modalidade: salto em baixa ou alta altitude, a depender do determinado para o dia.

O Comandante do Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC), Capitão de Fragata E.M, explica que o Salto Livre Operacional requer treinamento e atualizações constantes. Para ele, a interação entre integrantes das três Forças enriquece cada militar em particular. “Esse treinamento proporciona a todos os Mergulhadores de Combate participantes que se atualizem, troquem experiências com militares de outras Forças Armadas, conheçam táticas, técnicas e procedimentos novos e depurem suas habilidades individuais”, enfatizou.

Compõem a missão, por parte do Exército, militares do grupo de Operadores Especiais do 1º Batalhão de Forças Especiais, do Batalhão de Ação e Comandos, da Companhia de Precursores Paraquedistas e do Batalhão de Dobragem, Manutenção de Paraquedas e Suprimentos pelo ar (Dompsa). Da Marinha, as equipes do Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC) e Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais. Da Aeronáutica, profissionais do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (Parasar).

O Adestramento de Salto Livre Operacional prepara os militares de elite das Forças Armadas, profissionais que atuam em operações de treinamento de excelência e armamento superior. O Coordenador da Subchefia de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa (CHOC), Coronel Arnon Diniz, ressalta a importância desse trabalho para a Defesa do País. “O Adestramento contribui com os objetivos expressados pela Política Nacional de Defesa a serem alcançados, com vistas a assegurar a Defesa Nacional, que é conceituada como o conjunto de atitudes, medidas e ações do Estado para a defesa do Território Nacional, da soberania e dos interesses nacionais contra ameaças preponderantemente externas, potenciais ou manifestas”, afirmou.

Por Mariana Alvarenga
Fotos: 1º Ten Cabral/COPESP-EB

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Vitor Santos

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #118 em: Setembro 21, 2020, 07:23:08 pm »
Preparação de militares para salto em queda livre utiliza túnel de vento


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Goiânia (GO), 21/09/2020 – O Salto em queda livre de um paraquedista militar requer treinamento constante. Uma forma de manter seu adestramento em dia é o uso de simuladores, outra modalidade utilizada no Adestramento Conjunto de Salto Livre Operacional para Forças Especiais, que acontece de 14 a 25 de setembro.

A preparação para a queda livre – momento entre a saída do paraquedista do avião e a abertura do paraquedas – é realizada na Seção de Simulador de Queda Livre (SSQL) pelo Túnel de Vento. É o chamado paraquedismo indoor. Em uma câmara de voo, os militares simulam as condições do vento nas altitudes previstas para um salto em queda livre. De acordo com o Chefe da Seção de Simulador de Voos, Capitão Antonio Pereira, esse instante pode chegar a até dois minutos, dependendo da altitude, que varia entre 18 e 25 mil pés.


Antes de ingressar na câmara de voo, os militares são equipados com macacão, óculos de proteção, capacete e protetor de ouvidos. Em seguida, recebem instruções de como proceder lá dentro e os posicionamentos que o voador deve executar para maior estabilização. “Se o voador ficar muito parado, o vento vai levá-lo para onde ele quiser. Por outro lado, se se mexer muito, o vento o joga de um lado para o outro. Então a orientação é fazer movimentos lentos e pensados”, explica o instrutor de voo, Sargento Paulo Geacomelli. O militar enfatiza que o mais importante é manter-se relaxado. “Quanto mais tranquilo, melhor. Ficar com o corpo tenso pode fazer doer a musculatura”, ressalta.


Devido ao forte barulho de vento, a comunicação entre instrutor e instruendo é realizada por meio de gestos previamente ensinados. De acordo com o Sargento Geacomelli, os dedos indicador e médio levantados em V significa que o voador deve esticar a perna, em movimentos lentos. Caso o voador não esteja se sentindo bem, a orientação é fazer o gesto de fechar o punho com o polegar para baixo. O Chefe da Seção de Simulador de Voos, Capitão Antonio Pereira, explica que o Túnel de Vento é composto por quatro motores na parte superior, com 300 cavalos de potência cada. “O Túnel suga o vento turbinado e o ergue para a câmara de voo, onde os paraquedistas têm a experiência. Na câmara, o vento pode atingir velocidade entre 0 e 300 quilômetros por hora. Nosso objetivo é fazer com que o militar faça uma queda estabilizada, em segurança e que, também, comande em segurança o seu paraquedas”, afirma.

Uma pessoa com cerca de 70 quilos voa com aproximadamente 72% do motor, cerca de 180 quilômetros por hora, a depender das condições climáticas. O treino durante uma hora na câmara de vento, realizado em períodos de dois minutos, equivale à execução de 100 saltos reais. “Com isso, economizamos os meios, tendo em vista que cada voo gera custos para a aeronave e para o paraquedas, que tem uma vida útil”, enfatiza o Capitão Pereira.

O Túnel de Vento tem uma cabine chamada mesa do controlador, onde um profissional gerencia a capacidade dos quatro motores que o fazem girar. A potência do vento é feita de acordo com o peso de cada voador. Para saber isso, ele fica em contato com o instrutor, que gesticula por sinais preestabelecidos. “Eu olho para o controlador e faço o gesto. Aí ele já vai saber a potência que eu quero do vento daquele paraquedista, porque cada um tem um peso diferente e voa em um vento diferente”, explica o Sargento Geacomelli.

A capacitação de cada militar paraquedista tem etapas, desde o básico, na qual ele aprende a se estabilizar no ar, até o salto armado equipado em grande altitude. Esse último é formado pelo salto com mochila, paraquedas, fuzil e capacete – todo o equipamento previsto para uma missão real. Para chegar nessa última fase, ele precisa ter obtido êxito em todas as fases propostas em um checklist, além dos instrutores comprovarem que está apto a ir para uma missão real.

Por Mariana Alvarenga
Fotos: Alexandre Manfrim

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #119 em: Setembro 22, 2020, 02:43:02 pm »
Cabeça de Ponte Aérea é mantida durante treinamento na região do Vale Paraíba


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Resende (RJ) - Na 2ª fase do Exercício no Terreno "Operação Arroio VII", a Subunidade (SU) Culminating realizou a manutenção da Cabeça de Ponte Aérea dentro do território de posse do inimigo. Essa fase ocorreu de 16 a 19 de setembro no Campo de Instrução da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN).

A Direção do Exercício (DIREx), formada pela Brigada de Infantaria Pára-quedista e pelo Centro de Adestramento Leste (CA Leste), impôs à Força Adestrada uma série de problemas militares simulados (PMS) que abordaram todas as funções de combate - Movimento e Manobra, Fogos, Proteção, Logística, Comando e Controle e Inteligência. Destaca-se que os PMS foram acionados de forma sucessiva e/ou simultânea, criando o máximo de realismo na atividade.

A DIREx realiza a coordenação geral do exercício, incluindo as atividades dos Observadores e Controladores de Adestramento (OCA) e da Força Oponente. Nesse treinamento as forças militares antagônicas se utilizam do Dispositivo de Simulação de Engajamento Tático (DSET), conferindo maior eficiência no adestramento.

A atividade visa a preparação para o exercício bilateral entre o Exército Brasileiro e o Exército dos Estados Unidos da América (US Army) que será concretizado em fevereiro de 2021 no Joint Readiness Training Center, em Fort Polk, Estados Unidos. Essa ação é um intercâmbio entre os dois países e finaliza o Plano Conjunto de atividades realizadas ao longo de cinco anos.

Fotos: Bda Inf Pqdt e CA-Leste.