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Moderadores: Moderadores, Administradores

GinTonic Escreveu:Acho que o mais grave nesta caso nem é o facto de os incentivos terem diminuído, mas sim o facto de isso ter acontecido "a meio do jogo". Ou seja, segundo sei (acho que não estou em erro) os militares que tenham começado a cumprir o seu contrato no ano passado (por exemplo) já estão abrangidos pela nova legislação, logo quando assinaram o contracto disseram-lhes uma coisa, e agora deparam-se com uma realidade completamente diferente.
Na minha terra isto chama-se enganar as pessoas, mas também do governo Sócrates já se espera tudo.





Cabeça de Martelo Escreveu:Há grandes diferenças entre os sistemas. No caso Português não há tanta facilidade em fazer carreira, mas os que fazem têm uma formação muito acima da média. Se calhar devia-se encontrar uma solução intermédia em Portugal.
GinTonic Escreveu:A única maneira de ir para as Forças Armadas com o mínimo de segurança profissional é ingressar na AM/AFA/EN e obviamente os graduados por estes estabelecimentos não são de longe suficientes para colmatar a falta de meios humanos (Praças e Sargentos também são precisos, não só de oficiais vivem as Forças Armadas). Quem ingresse em RC\RV apenas fica nas Forças Armadas temporariamente (coisa a que a maior parte dos jovens não estão dispostos).

Lightning Escreveu:Isso não é bem assim, existe o quadro permanente de sargentos e para ai entrar há que ser praça ou sargento contractado, depois existem é muitas variantes, qual o ramo das forças armadas, qual a especialidade escolhida, etc
Lightning Escreveu:E nas Academias Militares também se é eliminado, acho que só permitem que se chumbe um ano, ao segundo faz-se a mala, por isso a segurança só existe se o cadete for bom aluno ou no fim quando acabar o curso e ingressar no quadro permanente de oficiais.
acpool Escreveu:Actualmente é mais fácil entrar na Academia Militar do que na Escola de Sargentos do Exercito.





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