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Marinha do Brasil

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Re: Marinha do Brasil

Mensagempor Charlie Jaguar » terça 10 jan, 2012 8:52 pm

P44 Escreveu:A compra dos 3 OPVs foi confirmada hoje.


BAE Signs £133m Deal to Supply Brazilian Navy

(Source: Daily Echo; published January 3, 2012)

Hampshire-based BAE Systems has signed a £133m deal to supply ships to the Brazilian navy for the first time. It will supply three 90m ocean patrol vessels, originally built for the government of Trinidad & Tobago, for maritime security roles. The first two ships will be delivered in 2012 and the third will follow in early 2013. The contract also contains a manufacturing licence for similar class ships to be built in Brazil.

Andrew Davies, managing director of BAE Systems’ Maritime business, said: “This is a significant step forward in our relationship with Brazil. The ocean patrol vessels are highly capable ships and I am sure they will be a tremendous asset to the Brazilian Navy. “We are looking forward to working together and hope this will be the start of a long term partnership with Brazil in the maritime sector.”

Rear Admiral Francisco Deiana, the Brazilian Navy’s director of naval engineering, said: “The acquisition of these three ocean patrol vessels from BAE Systems will make an important contribution to both our ability to provide security and protection to Brazil’s jurisdictional waters and to deliver our commitments to the Brazilian Maritime Authority.” The ocean patrol vessels have a top speed of 25 knots and can carry a crew of up to 70.

:arrow: http://www.defense-aerospace.com/articl ... -navy.html
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

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Re: Marinha do Brasil

Mensagempor GI Jorge » terça 10 jan, 2012 11:16 pm

Charlie Jaguar Escreveu:
P44 Escreveu:A compra dos 3 OPVs foi confirmada hoje.


BAE Signs £133m Deal to Supply Brazilian Navy

(Source: Daily Echo; published January 3, 2012)

Hampshire-based BAE Systems has signed a £133m deal to supply ships to the Brazilian navy for the first time. It will supply three 90m ocean patrol vessels, originally built for the government of Trinidad & Tobago, for maritime security roles. The first two ships will be delivered in 2012 and the third will follow in early 2013. The contract also contains a manufacturing licence for similar class ships to be built in Brazil.

Andrew Davies, managing director of BAE Systems’ Maritime business, said: “This is a significant step forward in our relationship with Brazil. The ocean patrol vessels are highly capable ships and I am sure they will be a tremendous asset to the Brazilian Navy. “We are looking forward to working together and hope this will be the start of a long term partnership with Brazil in the maritime sector.”

Rear Admiral Francisco Deiana, the Brazilian Navy’s director of naval engineering, said: “The acquisition of these three ocean patrol vessels from BAE Systems will make an important contribution to both our ability to provide security and protection to Brazil’s jurisdictional waters and to deliver our commitments to the Brazilian Maritime Authority.” The ocean patrol vessels have a top speed of 25 knots and can carry a crew of up to 70.

:arrow: http://www.defense-aerospace.com/articl ... -navy.html



Este tipo de noticia chateia-me um bocado, para ser honesto...
Confunde-se em Portugal tantas vezes a justiça com a violência que é vulgar não haver reacções contra o crime e haver reacções contra a pena.

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Re: Marinha do Brasil

Mensagempor Cabeça de Martelo » quarta 07 mar, 2012 4:57 pm

Protótipo do submarino será construído em laboratório

Conhecida como complexo do reator, instalação de pesquisa será formada por 11 prédios
Lyne Santos
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Marinha já iniciou a construção de parte dos edifícios do Laboratório de Geração Núcleo-Elétrica, o Labgene

Um modelo do primeiro submarino nuclear brasileiro será construído no Centro Experimental de Aramar (CEA), que integra o Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP). O protótipo funcionará no Laboratório de Geração Núcleo-Elétrica (Labgene), uma das áreas mais importantes no desenvolvimento da embarcação.

O Labgene, também conhecido como “complexo do reator”, será formado por 11 prédios. O destaque fica para os edifícios do reator e das turbinas, que serão responsáveis por testar os circuitos primário e secundário do equipamento, respectivamente.

O prédio das turbinas ainda está em fase de obras. O outro, do reator, aguarda a autorização ambiental para sua construção. A expectativa da Marinha é que a liberação venha ainda neste semestre. A demorase deve aos elementos radioativos que serão utilizados no prédio. Considerado de classificação nuclear, a instalação do reator precisa atender os mesmos requisitos de projeto e de licenciamento de uma usina termonuclear, como Angra 1 e 2, que funcionam em Angra dos Reis (RJ) e produzem energia para diferentes estados.

“O (reator) que está sendo feito é capaz de gerar energia para uma cidade de 25 mil habitantes. Já uma usina gera para 250 mil pessoas. Esses prédios serão a simulação do submarino em terra. Eles servirão para testar variáveis do projeto e treinar a tripulação”, disse o capitão de corveta e engenheiro naval responsável pela implantação do Labgene, Danilo Grosso.

Segundo o capitão de corveta, o prédio do reator precisa ter uma estrutura para resistir a terremotos, tornados e sismos (abalos). Devido a essas exigências, foi escolhido um local estratégico para a construção. A área selecionada fica sob leito rochoso, o que ajuda na estabilidade e na integridade do prédio. “(O leito de rocha) impede a passagem de vibrações. Mesmo em sondagens a 100 metros de profundidade foram encontradas rochas intactas”, destacou Grosso.

O Laboratório de Testes de Equipamentos de Propulsão (Latep) é outra unidade construída em Aramar para avaliar os equipamentos, antes que sejam colocados em conjunto com o reator. No local, é verificado o funcionamento das turbinas e dos geradores, o denominado circuito secundário. Ao todo, o submarino vai contar com quatro turbogeradores, entre os de propulsão e os auxiliares.

Além das turbinas do submarino nuclear, o Latep está testando turbinas que serão exportadas para a Colômbia. A princípio, elas seriam examinadas na Alemanha, porém os custos ficariam bem mais altos.

COMBUSTÍVEL
Em Aramar, acontece ainda a produção do combustível a ser utilizado no reator do submarino. O trabalho é feito na Usina de Produção de Hexafluoreto de Urânio (Usexa), elemento chavepara a fabricação do combustível.

Na usina, ocorre a conversão do urânio em pó, o chamado yellow cake, no gás hexafluoreto de urânio. O procedimento é necessário para que fique mais fácil separar o Urânio 235, presente em baixa concentração no mineral e importante para a produção do combustível.

“Atecnologia foi desenvolvida e projetada no Brasil, já que não adquirimos matéria prima no mercado internacional. Depois isso, poderá ser transferida para a sociedade civil, sendo utilizada pela Petrobras e na medicina, por exemplo”, explicou o engenheiro de Metalurgia Paulo Dias, responsável pela operação da Usexa.

A usina de conversão da base militar atenderá apenas as demandas da Marinha relacionadas ao Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear. O laboratório não prestará serviços a usinas nucleares, uma vez que trabalha com quantidades de urânio bem menores do que as necessárias para essas plantas (o volume de combustível necessário para a embarcação é bem inferior ao demandado por essas instalações de energia).

Quando em plena operação, a unidade da Marinha no Interior de São Paulo poderá converter até 40 toneladas de yellow cake por ano. Para as usinas Angra 1, 2 e 3, seria necessário converter 500 toneladas anuais.

No Brasil
“A tecnologia foi desenvolvida e projetada no Brasil, já que não adquirimos matéria-prima no mercado internacional”

Paulo Dias, responsável pela operação da Usina de Produção de Hexafluoreto de Urânio da CEA
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Marinha dá os primeiros passos para ter seu submarino nuclear
Construção de um protótipo do reator da embarcação já está em estudos em base no Interior de São Paulo
Lyne Santos

6/3/2012

Após ingressar na seleta lista de países com um porta aviões, o Brasil vai integrar um grupo ainda mais restrito, o das nações com um submarino nuclear. A previsão é que a embarcação esteja pronta para os primeiros testes de mar em 2023. Atualmente, o projeto passa pelas fases de construção do protótipo do reator nuclear e produção do combustível, que devem ser concluídas em dois anos.

Essas etapas são desenvolvidas no Centro Experimental de Aramar (CEA), unidade da Marinha localizada na cidade de Iperó, a 125 quilômetros de São Paulo. No local, visitado pela Reportagem de A Tribuna, é feita parte das atividades de pesquisa da Armada.

O CEA também abrigará instalações onde serão testados os equipamentos nucleares a serem implantados no submarino. Um dos futuros prédios, por exemplo, será um protótipo, em terra, do próprio veículo. De acordo com o projeto, nesse imóvel, serão recriados os ambientes da embarcação e será testado seu reator, responsável pela produção de energia que a movimentará.

“O nosso reator protótipo será utilizado para testar o projeto, ver se ele funciona de fato. Se funcionar, vamos reproduzi- lo exatamente igual e colocar a bordo do submarino. Se não, vamos fazer as modificações apropriadas para que a segurança e o desempenho sejam aqueles requeridos”, explicou o superintendente do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear da Marinha do Brasil, o contra-almirante e engenheiro naval Luciano Pagano Junior

Será a primeira vez que o Brasil construirá integralmente um reator nuclear. Os principais equipamentos para sua montagem foram adquiridos ao longo dos anos, já que a ideia de ter um submarino com esse tipo de propulsão surgiu no País há mais de duas décadas.

O primeiro submarino nuclear do mundo foi o Nautilus, fabricado pelos Estados Unidos em 1954. Quase 60 anos depois,apenas cinco países contam com esse tipo de embarcação – Rússia, China, Inglaterra e França, além dos Estados Unidos. Todos integram o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). A Índia também tem um projeto em andamento.

O grupo é mais seleto do que o dos países com porta-aviões, tipo de embarcação presente nas marinhas de dez nações atualmente.

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As turbinas do futuro submarino nuclear são avaliadas no Laboratório de Testes de Equipamentos de Propulsão, um dos prédios do CEA

SUBMARINOS
Segundo o contra-almirante Pagano Júnior, o submarino brasileiro será montado no estaleiro em construção nas proximidades do Porto de Itaguaí, às margens da Baía de Sepetiba, no litoral sul do Rio de Janeiro. Na área, também será implantada uma base naval. A estimativa da Marinha é que os empreendimentos sejam finalizados em meados de 2015.

Ao todo, serão investidos € 6,7 bilhões (cerca de R$ 15,4 bilhões, com base na cotação de ontem) na implantação de todo o projeto. Esse montante inclui os gastos com a construção da base naval, do estaleiro, do submarino nuclear (sem o reator) e de quatro submarinos convencionais. Estes últimos vão substituir os que a Marinha tem hoje e já estão com idade avançada – Tupi, Tamoio, Timbira, Tapajó e Tikuna. O primeiro deve ser lançado ao mar em 2017.

Assim como o submarino nuclear, os convencionais serão fabricados a partir de um contrato firmado com a França em 2008. Pelo acordo, os franceses são responsáveis pela construção dos equipamentos e da tecnologia não-nuclear.

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quipamentos serão testados antes de serem instalados na embarcação

MOTOR
A principal diferença entre os submarinos convencionais e os de propulsão nuclear está no motor. Enquanto o primeiro se movimenta graças a um motor a diesel, o segundo utiliza um reator nuclear.

O submarino brasileiro não usará armamento nuclear. Isso se deve, principalmente, ao Tratado de Não- Proliferação Nuclear (TNP), assinado pelo País em 1968 e que impede a uso dessas armas pela nação.

De acordo com o contra-almirante Pagano Junior, a construção de um submarino nuclear garante à Marinha novas condições para defender o mar territorial brasileiro. Para ele, a embarcação é um instrumento de trabalho de qualidade e eficiência. “É mais ou menos como você defender o seu forte apache com arco e flecha e, em seguida, passar para armas de fogo”, exemplificou.

São as características do motor que asseguram as principais vantagens dessa embarcação. O equipamento permite que o submarino permaneça meses submerso e ainda atinja uma maior velocidade. Os diferenciais são essenciais no caso de fuga ou perseguição a um inimigo. O tempo que ele ficará embaixo d’água dependerá apenas do estresse da tripulação.

“A vantagem do submarino em um conflito é que ele não é detectável enquanto está submerso. Já quando está fora, é totalmente vulnerável. O tempo de submersão é a proteção do submarino”, explicou.

O oficial reiterou ainda que o submarino é um fator inibidor para possíveis inimigos. “Do ponto de vista do que se entende que é o poder naval, o exercício da capacidade de defender, o submarino é peça fundamental”.

Tripulação é selecionada entre militares voluntários
A seleção dos tripulantes para os submarinos militares, tanto os convencionais como, futuramente, o nuclear, é feita por regime de voluntariado, explicou o contra-almirante Luciano Pagano Junior. Segundo ele, para ser um bom profissional a bordo deste tipo de embarcação, é preciso querer, já que oficiais e marinheiros são submetidos a um elevado estresse psicológico.

No caso específico do submarino nuclear, é justamente o comportamento da tripulação que determinará quanto tempo ele ficará submerso. Normalmente, a embarcação fica meses embaixo d’água, para a realização de missões. E para que os militares estejam preparados, será aplicado um treinamento bastante rigoroso, que vai durar mais de um ano.

“Eles precisam estar aptos a viver com companheiros, com uma tripulação que varia entre 50 e 80 homens, dependendo do tipo de submarino. E isso intimamente, pois é um espaço muito pequeno e limitado para compartilhar com essas pessoas o dia a dia”,disse o contra-almirante.

A Marinha já iniciou o processo de seleção para a tripulação. A preparação incluirá testes em câmaras hiperbáricas (onde a pessoa é submetida a uma pressão elevada) e missões em submarinos convencionais. “Tem toda uma cultura que é criada para que paulatinamente ele esteja preparado”.

Além do estresse psicológico, os tripulantes de um submarino nuclear costumam sofrer com o estresse profissional, informou Pagano Junior. Isso porque cada um tem sua função específica, executada sob o risco de “por a perder todos os tripulantes”. “Manobras erradas significam um grande desastre. É uma profissão estressante”, destacou.

A principal diferença no treinamentodas equipes de embarcações com propulsão nuclear está na parte técnica, ou seja, em como operar o reator com segurança. Nessa área, o Brasil conta com o apoio da França, parceiro do País na construção desse submarino. Segundo o contra-almirante, “há um acordo com a França que visa não treiná-los (os tripulantes) lá, mas sim, obter informações que permitam reproduzir esse treinamento no Brasil, com base na experiência de quem já faz isso há 20 anos”.

O centro de treinamento para aplicar essas instruções foi concluído em Aramar no ano passado. A parte prática dessa qualificação terá aulas realizadas no complexo do reator, onde será testado o equipamento. A intenção é que o tripulante chegue a bordo com conhecimentos significativos, disse Pagano Júnior. “Aqui, ele será supervisionado, estará em um ambiente mais controlado para aprender a operar na prática o reator de verdade”.

As dificuldades impostas aos tripulantes fará com que seja necessário um rodízio entre eles. Cada vez que o submarino retornar, um outro grupo embarcará em uma nova missão. “É para que se possa usufruir daquele submarino nuclear o máximo possível. É uma ferramenta muito cara. É prejuízo ficar parada”

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Contra-almirante Pagano Junior explicou como a tripulação é selecionada
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

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Re: Marinha do Brasil

Mensagempor Cabeça de Martelo » sexta 04 mai, 2012 2:16 pm

7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

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Re: Marinha do Brasil

Mensagempor Cabeça de Martelo » sábado 30 jun, 2012 4:36 pm

NApOc ‘Amazonas’ é incorporado à Marinha do Brasil

:arrow: http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=5057
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

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Mensagempor Guilherme » quarta 05 set, 2012 5:41 pm

Depois de um tempo afastado do fórum, apenas lendo posts, vou compartilhar algumas fotos.

Minha visita à F-45 União e F-48 Bosísio em Itajaí, 02/09/2012. Itajaí é uma cidade portuária em meu estado, Santa Catarina, a 95 km da capital. Moro na capital.

A fila para o C-46 Gómez Roca não andava, então tirei apenas fotos do exterior deste navio.

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Re: Marinha do Brasil

Mensagempor Cabeça de Martelo » terça 30 out, 2012 2:04 pm

7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

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Re: Marinha do Brasil

Mensagempor HSMW » segunda 31 dez, 2012 2:37 am

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It seems some modernization work has started for the Brazilian Sao Paulo, photo Dmitry Rostopshin on October 28, 2012
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

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Re: Marinha do Brasil

Mensagempor Cabeça de Martelo » quinta 04 abr, 2013 10:40 am

Entrevista com o Comandante da Marinha do Brasil


:arrow: http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=17261

Leiam que a entrevista está excelente.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

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Re: Marinha do Brasil

Mensagempor Cabeça de Martelo » sexta 10 mai, 2013 11:57 am

7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

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Re: Marinha do Brasil

Mensagempor mafets » terça 14 mai, 2013 11:17 pm



Só um pequeno aparte a propósito da entrevista:

Relativamente à futura ala aérea do porta-aviões São Paulo, salvo erro, apenas estão a realizar-se as modernizações dos Skyhawk (Embraer) (http://pt.wikipedia.org/wiki/McDonnell_Douglas_A-4_Skyhawk ) e dos C1 Trader (Marsh) (http://www.cavok.com.br/blog/?p=63552). Não existe nenhum contrato nem de aquisição nem de modernização de Turbotracker para AEW, aparecendo como hipóteses mais prováveis (mas isto praticamente desde a aquisição do antigo Foch) a compra das aeronaves Argentinas, Uruguaias ou Americanas (as 2 ultimas armazenadas) (http://www.naval.com.br/blog/2009/10/30/trackers-da-marinha-acordo-sai-ate-o-final-do-ano/#axzz2TJJOdQxV).

Relativamante ao São Paulo a sua modernização continua (http://pbrasil.wordpress.com/2010/02/23 ... -modernização/ ), mas para já a hipótese anteriormente avançada de instalar os misseis AA Alenia - Aspide (iguais aos das Fragatas Niteroi), parece estar na gaveta.

Saudações
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Re: Marinha do Brasil

Mensagempor Cabeça de Martelo » sábado 25 mai, 2013 1:19 pm

Tropa de elite da Marinha se prepara para Grandes Eventos e missão no Líbano

:arrow: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/r ... ibano.html
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

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Re: Marinha do Brasil

Mensagempor HSMW » segunda 10 jun, 2013 11:24 pm

No papel, a Esquadra tem 14 navios-escolta. A realidade é:

Corvetas Classe “Inhaúma”: Nenhuma operacional;
Corveta “Barroso”: Navio com maior índice operacional (Operando praticamente sem restrições);
Fragatas Classe “Greenhalgh”: Só uma está operacional e mesmo assim, com restrições;
Fragatas Classe “Niterói”: Uma sendo canibalizada, uma inoperante e 4 operando com diferentes níveis de restrições.

Ou seja, dos 14 escoltas, somente 6 estão operacionais e destes, apenas a “Barroso” está próxima do 100%.

Querem submarino de propulsão nuclear, Navios-aeródromo, Segunda Esquadra, 30 escoltas….

Que mundo essa gente vive? Com certeza não estão no dia a dia da MB.

Leitor “Acordado”

http://www.naval.com.br/blog/2013/06/10 ... z2VrHg9maa
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

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Re: Marinha do Brasil

Mensagempor mafets » terça 11 jun, 2013 8:53 pm

Leitor “Acordado” Escreveu: No papel, a Esquadra tem 14 navios-escolta. A realidade é:

Corvetas Classe “inhaúma”: Nenhuma operacional;


Nada de anormal pois foi erro de projecto. Aquela ideia de afunilar 1 canhão de 114 mm e 2 de 40mm, 6 tubos de torpedos, 4 lançadores de misseis exocet + 1 hangar, convés de voo e sensores num casco de 96 metros com superstrutura alta deu mau resultado. Das 16 previstas foram construídas 4 pois são instáveis em mar bravo, a proa mete muita água, a coberta de voo é pequena, entre outros problemas. Aguardam reconstrução no mesmos moldes da Barroso e até é bom que não andem muito para não aumentar os danos da estrutura ou pior.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_Inha%C3%BAma

Leitor “Acordado” Escreveu: Corveta “Barroso”: Navio com maior índice operacional (Operando praticamente sem restrições);


Normal. Entrou em serviço em 2008. Corrigiu os erros originais da inhaúma com o aumento de praticamente 7 metros de comprimento,1,5 de largura e o aumento na ordem das 330 toneladas. Poderia ser o projecto de futuras construções de superfície para a marinha brasileira mas não se sabe qual o seu futuro.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_Barroso

Leitor “Acordado” Escreveu: Fragatas Classe “Greenhalgh”: Só uma está operacional e mesmo assim, com restrições;


Foram as 4 compradas em segunda mão dos britânicos. São o primeiro lote das Type 22 tendo 2 delas passado pelas Falklands com danos causados pelo mar e pela batalha com os Argentinos. As correcções de projecto levaram a um aumento de 14 metros no comprimento e no armamento(bach 2)e uma renovação mais radical no Bach 3 que inclui a peça de 114mm à proa e o sistema goalkeper antimissil. Navios construídos a partir de 1976 não apresentam diferenças significativas de sensores para o ultimo lote pelo que tão alto grau de inoperacionalidade só pode estar ligado a uma má avaliação do estado real das embarcações aquando da sua aquisição.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_Greenhalgh

Leitor “Acordado” Escreveu:Fragatas Classe “Niterói”: Uma sendo canibalizada, uma inoperante e 4 operando com diferentes níveis de restrições.


Esquisito quando estamos a falar de embarcações novas construídas entre 1976 e 1980 e que passaram pelo extenso programa modfrag a partir de 1997. São navios usados em patrulha, exercícios e em missões ao serviço da ONU mas nada de extraordinario que justifique tão mau estado. Se fossem Type 21 não era de admirar mas este foi o projecto mk-10 com 4 construidas no Reino Unido e 2 no Brasil.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_niter%C3%B3i

Leitor “Acordado” Escreveu: Ou seja, dos 14 escoltas, somente 6 estão operacionais e destes, apenas a “Barroso” está próxima do 100%.

Querem submarino de propulsão nuclear, Navios-aeródromo, Segunda Esquadra, 30 escoltas….

Que mundo essa gente vive? Com certeza não estão no dia a dia da MB.

Leitor “Acordado”


O leitor que se intitula "acordado" parece ter estado a dormir muito tempo e só ter acordado agora... :mrgreen:

Em primeiro lugar o maior problema da marinha do Brasil tem a ver com a desactivação do "Minas Gerais" e da sua substituição pelo S. Paulo, verdadeiro aspirador de dinheiro. Às más condições do navio junta-se a necessidade de renovar sensores, armamento e toda a ala aérea, sendo que esta ultima quando muito estará com os primeiros aviões entregues em 2014 mas não incluirá um aparelho para AEW. Refira-se que mesmo que a ala aérea esteja activa em 2015 o navio deverá ser desactivado em 2025. E este é um problema que vem deste a aquisição do porta-aviões à França (e vai continuar depois de ser desactivado ou não fosse o desmantelamento do Clemenceau um "bico de obra" devido ao amianto).

https://pt.wikipedia.org/wiki/NAe_S%C3%A3o_Paulo_(A-12)

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Segunda Questão. Falta dinheiro porque o Brasil está a construir 4 submarinos de propulsão convencional e um de propulsão nuclear, e essa construção não começou ontem nem antes de ontem. A partir da assinatura desses contratos e da construção da estrutura industrial necessária foi cortar em tudo o que é possível, inclusive na manutenção da frota.

Terceira questão. Erros de projecto acontecem e basta ver o sucedido com o S-80 espanhol. Pior seria se alguma inhaúma fosse vitima de algum grave acidente em vez de estar a espera de os seus erros serem corrigidos. Agora o maior erro da MB é a falta de planificação, que por exemplo viu compradas e desactivadas as fragatas da classe Garcia antes mesmo da totalidade das corvetas Imperial Marinheiro. E erros de planificação não são de hoje.
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Por ultimo,uma coisa é o que se escreve outra totalmente diferente é o que se faz. Alem de se confundir "alhos com bugalhos", que a nível institucional mas também literário, existem muitas intenções politicas e fantasiosas de fazer A, B e C com a marinha do Brasil. Agora quem escreve não faz contas de certeza, não projecta datas e muito menos custos. Quanto muito a MB terá para 2020-25 encerrada a questão dos submarinos, depois precisa de arranjar dinheiro para os operar, manter minimamente a frota de superfície e solidificar as unidades de patrulha dos seus recursos marítimos. Mesmo que se assista a um milagre económico da "multiplicação dos Reais" onde sobra dinheiro para um novo porta-aviões, escoltas, etc? E mais uma vez, esta questão das "baboseiras" que se escreve e planificam "no papel" (e algumas que acontecem na realidade) vêm de à muito tempo atrás no século XX, pelo que é pena que só agora o senhor acordado tenha realmente...despertado... :shock:

Saudações... :G-beer2:

P.S. Parece-me tão alarmista quem levanta o cerne na noticia como demasiado optimista quem defende e como defende a inoperacionalidade de algumas unidades. Um exemplo do primeiro caso são as Niteroi que se participam em missões internacionais não podem ter tão baixo grau de operacionalidade, enquanto que no segundo caso temos as Inhaúma (que sabe-se com recurso a variadíssimas fontes), que não passam por pequenas reparações nem com a velocidade a que elas decorrem. MAS sobre a MB isto é apenas a "ponta do véu" pois muito à a debater...
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Re: Marinha do Brasil

Mensagempor mafets » quinta 04 jul, 2013 5:50 pm

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À 68 anos acontecia a maior tragédia da Marinha de Guerra Brasileira: O afundamento do cruzador Bahia.
Em 4 de julho de 1945, durante os preparativos para um exercício com as metralhadoras antiaéreas Oerlikon de 20 mm, o cruzador Bahia parou momentaneamente para lançar ao mar um alvo flutuante para exercício de tiro, mas às 09:10h, foi atingido por uma violenta explosão provocada por um disparo acidental, que acertou as cargas de profundidade na popa.

A violenta explosão ocorreu quando o navio estava próximo aos Rochedos de São Pedro e São Paulo. Na catástrofe, perderam a vida o seu comandante, Capitão-de-Fragata Garcia D’Ávila Pires de Albuquerque e mais 339 dos 372 homens que estavam a bordo, inclusive 4 marinheiros americanos. Em 8 de julho, foram salvos apenas 36 tripulantes pelo mercante inglês S/S “Balfe“. Sua baixa foi oficializada pelo Aviso n.º 1055 de 19 e julho de 1945.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia_%28cruzador%29
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