Economia do Brasil

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Economia do Brasil
« em: Abril 09, 2011, 10:46:17 pm »
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Economia brasileira inicia 2011 em crescimento.

Ritmo é menor do que o de janeiro de 2010, mas riquezas do país continuam aumentando.

A economia brasileira iniciou 2011 com crescimento, apesar de o ritmo ter sido menor do que o do ano passado. Em janeiro, o PIB (Produto Interno Bruto, a soma das riquezas produzidas no país) cresceu 4,58% na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica).
O IBC-Br é um indicador criado pelo BC para tentar antecipar o resultado do crescimento econômico, cujos dados oficiais são feitos pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e só saem a cada três meses.

O índice incorpora e sintetiza informações sobre os diferentes setores da economia, como a indústria, serviços e a agropecuária, na tentativa de antecipar a evolução da atividade econômica. A ideia é usar os números para definir a política de juros da taxa Selic (hoje em 11,75% ao ano).

Em 2010, o PIB brasileiro cresceu 7,5%. Grande parte desse resultado se deveu aos avanços econômicos do primeiro semestre. Embora a economia esteja hoje em um nível maior do que o do ano passado, o avanço percentual do indicador não foi maior do que o da comparação de janeiro de 2010 com o de 2009.

O IBC-Br atingiu 141,74 pontos. Em dezembro, ele estava em 140,74 pontos. Um ano antes, em 137,03.

http://noticias.r7.com/economia/noticia ... 10316.html

P.S. - Na minha opinião neste item sobre a economia dos países lusófonos poderia ser criado um tópico para cada pais lusófono, assim evitava-mos dezenas e dezenas de tópicos que levam uma ou das mensagens e depois ficam ali n tempo encostados, e poderíamos ter a informação mais centralizada onde poderiamos colocar as noticias diárias sobre as respectiva economias, por isso tomei a liberdade de o fazer.

Isto não implica obviamente a não criação de outros tópicos, desde que se justifique e seja uma noticia para tal, agora para noticias gerais sobre crescimento, investimentos, etc, parece-me a solução ideal, já existe um tópico do genero para Cabo Verde e Guiné Bissau acho que se justificava para os restantes também.

Estes tópicos na minha modesta opinião deviam ser hierarquizados e estar sempre no topo, qualquer noticias sobre crescimento, investimentos, etc,  poderia ser aqui colocada.

Deixei isto nas sugestões, espero pelo feedback da moderação em relação a esta sugestão.

Cumprimentos.
« Última modificação: Abril 10, 2011, 11:17:26 pm por Luso-Efe »
Chamar aos Portugueses ibéricos é 1 insulto enorme, é o mesmo que nos chamar Espanhóis.

A diferença entre as 2 designações, é que a 1ª é a design. Grega, a 2ª é a design. Romana da península.

Mas tanto 1 como outra são sinónimo do domínio da língua, economia e cultura castelhana.

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Re: Economia do Brasil.
« Responder #1 em: Abril 09, 2011, 11:02:44 pm »
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Mantega diz que Brasil vive "bons problemas do crescimento".

Pressão inflacionária, valorização do real e escassez de mão de obra continuarão a ser alvo de combate de ministro, que vê essas questões como consequência do bom momento do país.

São Paulo – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu nesta sexta-feira (8) que a inflação no país preocupa a equipe econômica do governo Dilma Rousseff, mas ponderou que a alta de preços faz parte da nova posição do Brasil no cenário econômico. “Estamos enfrentando os bons problemas do crescimento. São ajustes para modelar o crescimento num patamar adequado de crescimento de longo prazo. O Brasil reúne as condições para isso.”

Durante um seminário em São Paulo, ele afirmou que a pressão inflacionária é um desses problemas, mas observou que vem sendo cumprida a meta estabelecida pelo Banco Central e que neste ano a taxa oficial ficará abaixo da registrada no ano passado (em 2010, o IPCA atingiu 5,91%). “O governo não dará guarida a uma inflação mais alta, não vamos titubear em adotar novas medidas para conter essa inflação”, advertiu, durante o debate "Rumos da Economia no Brasil", organizado pela revista Brasileiros.

O ministro disse ainda que a maior parte da pressão sobre preços advém do mercado internacional e indicou que vêm sendo tomadas várias medidas para conter qualquer problema, como o estímulo ao aumento da oferta de alimentos e freios a uma demanda considerada excessiva. Mantega voltou a defender que a equipe econômica trabalha numa perspectiva anticíclica, ou seja, de trabalhar na corrente contrária à da economia. No momento em que era necessário crescer, deu incentivos. Agora, frente a indícios de superaquecimento, trabalha para tentar trazer a economia a um caminho considerado sustentável.

Mantega ponderou que a situação atual é absolutamente diferente da que se via no passado em períodos de pressão inflacionária. Um dos exemplos citados pelo ministro é a valorização do real ante o dólar, considerada excessiva pelos setores exportadores. O patamar atual, entre R$ 1,55 e R$ 1,60, é visto pela indústria como uma ameaça, já que a importação de produtos, em especial da China, torna-se mais lucrativa, podendo prejudicar a competitividade das empresas nacionais.

Mantega ressaltou, no entanto, que a cotação atual não é muito diferente da registrada há cinco anos, quando chegou ao ministério, e indicou que se trata de um nível condizente com a importância que o Brasil ganhou no mundo. A leitura do governo é de que a apreciação do real é fruto da grande atratividade que o país exerce no cenário externo. Em meio a uma situação de incerteza nos Estados Unidos e na União Europeia, os investidores têm apostado em massa no mercado brasileiro, trazendo para cá uma grande quantidade de dólares. Essa oferta de moeda estrangeira em demasia provoca uma valorização do real.

"O que temos evitado é que haja sobressaltos, um excesso de valorização. Alguns analistas acham que isso é desnecessário, que seria melhor deixar o câmbio se valorizar livremente. Não acho isso porque você causaria uma forte conturbação na economia brasileira", ressaltou Mantega, que lembrou que o governo vai continuar atuando porque não acredita que o mercado possa se regular sozinho.

Em entrevista a jornalistas após sua intervenção, Mantega rechaçou a hipótese aventada de que a tentativa de contenção da valorização do real esteja sendo conduzida com "improviso". Segundo o ministro, algumas das medidas adotadas demoram a surtir efeito.

Nesta semana, foi promovida a extensão da alíquota de 6% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para empréstimos no exterior com prazo de até dois anos. A estratégia visa a reduzir a entrada de dólares na economia. Outras elevações do tributo haviam sido promovidas.

Ele considera que será preciso continuar pensando em medidas para frear os capitais especulativos, que são aqueles que ingressam no país apenas para um lucro de curto prazo, não investindo no desenvolvimento da economia e colaborando ainda mais para a valorização excessiva do real. Apenas no primeiro trimestre deste ano, o saldo da entrada de capitais externos no país foi de US$ 36 bilhões, mais do que o total registrado durante todo o ano passado. Mantega não tem dúvidas de que boa parte se trata de capital especulativo e considera que esse é um dos reflexos negativos do crescimento brasileiro.

 “O que está ocorrendo é uma grande mudança da economia mundial. Os países avançados estão perdendo dinamismo e os países emergentes vêm tomando a dianteira do crescimento mundial”, indicou o ministro, que considera que o Brasil está em uma situação privilegiada mesmo entre as nações em crescimento, como China, Índia e Rússia.

Mantega citou a redução da dívida pública, o controle fiscal e o forte investimento público como garantias de que o crescimento brasileiro é sustentável a longo prazo. Ele lembrou que a segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) já tem projetos que totalizam mais de R$ 1,5 trilhão.

O ministro concorda que um outro "bom problema" do crescimento econômico é a escassez de mão de obra. Ele antecipou que o governo vai anunciar em breve um plano de formação de trabalhadores para enfrentar aquele que é um dos problemas centrais indicados pelos empresários. "No passado, nosso problema era o alto desemprego. Não tínhamos emprego para o trabalhador brasileiro", comparou.

http://www.redebrasilatual.com.br/temas ... ao-em-2011
Chamar aos Portugueses ibéricos é 1 insulto enorme, é o mesmo que nos chamar Espanhóis.

A diferença entre as 2 designações, é que a 1ª é a design. Grega, a 2ª é a design. Romana da península.

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Re: Economia do Brasil.
« Responder #2 em: Abril 10, 2011, 12:10:35 am »
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FMI eleva previsão de crescimento do Brasil em 2011.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu hoje em alta a previsão de crescimento para a economia brasileira este ano de 4,1% para 4,5%.


A projecção para 2012, no entanto, permaneceu inalterada em 4,1%, em relação à estimativa anterior, divulgada em outubro do ano passado. Para a América Latina e Caraíbas, o FMI também reviu em alta o crescimento em 0,3 pontos percentuais para 4,3% em 2011. Para 2012, o Fundo prevê um crescimento de 4,1% para toda a região, levemente inferior (quebra de 0,1 pontos percentuais) em relação à estimativa do fim do ano passado.

Em relação à economia global, a previsão é de alta de 4,4% este ano, dois décimos acima do projetado há três meses, resultado de uma melhora do ambiente económico.

As novas projecções do relatório Actualização das Perspetivas Económicas Mundiais indicam um crescimento global de 4,5% em 2012. O estudo conclui que a recuperação da economia global segue velocidades distintas, uma para países em desenvolvimento e outra para desenvolvidos. Nas economias avançadas desenvolvidas, a actividade é apontada como moderada e o desemprego terá uma taxa elevada.

Em 2010, o desempenho oficial da economia brasileira ainda não foi divulgado, mas a projecção indica um crescimento de 7,5%, no melhor resultado da década.

http://www.dn.pt/inicio/economia/interi ... id=1765971
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Re: Economia do Brasil
« Responder #3 em: Abril 17, 2011, 10:38:36 pm »
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China/Brasil: Dilma Rousseff fala das vantagens em investir no país.

Brasília, 15 abr (Lusa) - A Presidente brasileira, Dilma Rousseff, enumerou hoje no Fórum de Boao, China, as vantagens de se investir no Brasil, lembrando que é uma nação que está “num momento de expansão”, noticia a imprensa brasileira.

No seu discurso, Dilma Rousseff explicou que o Brasil precisa de investimentos no setor das infraestruturas - para a modernização das suas redes de distribuição e dos seus aeroportos - e no setor energético, com a construção de refinarias e gasodutos.

O país também pretende ampliar os investimentos na área da ciência, tecnologia e informação, indicou.

O Brasil está num “momento de expansão e com excelentes oportunidades de investimento”, disse a Presidente no seu discurso no plenário do fórum, os presidentes da China, Hu Jintao, Rússia, Dmitri Medvedev, e África do Sul, Jacob Zuma, o primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, entre outros.

No último dia da visita oficial à China, Dilma Rousseff ofereceu um país “com democracia e estabilidade política, comprometido com os direitos humanos e com a sustentabilidade do meio ambiente”.

“O Brasil reconhece a importância das economias asiáticas”, disse a Presidente, mostrando-se “propícia a todas as iniciativas de desenvolver intercâmbios” e melhorar as relações entre Ásia e América Latina, “as duas regiões do mundo que mais crescem”.

Afirmando que o mundo atravessa um momento de “transformações profundas”, a chefe de Estado brasileira considerou que a “Ásia é um pólo emergente e a América Latina é um ator económico relevante”.

Também o ex-Presidente brasileiro, Lula da Silva, defendeu na quinta-feira, em Londres, as “crescentes oportunidades de investimento” que a América Latina e o Brasil, em particular, oferecem no atual cenário de crise.

Lula da Silva destacou que a região “cresce com grande rapidez, com infraestruturas integradas de transporte, energia e telecomunicações”.

Enquanto os chamados países desenvolvidos enfrentam baixo crescimento económico e altas taxas de juro, os países da América Latina “alcançaram no final de 2010 um alto crescimento no Produto Interno Bruto (PIB)”, disse.

Referindo-se especificamente ao Brasil, o ex-Presidente disse que o país “está a projetar uma imagem de grande respeito no estrangeiro, de país com democracia consolidada, que vive em paz com os seus vizinhos, que tem uma economia vigorosa e equilibrada capaz de promover o crescimento económico, enquanto fomenta a inclusão social”.

Lusa

http://www.lusa.pt/lusaweb/user/showite ... d=12425820
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Re: Economia do Brasil
« Responder #4 em: Abril 17, 2011, 10:43:09 pm »
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Foxconn anuncia investimentos de US$ 12 bi no Brasil.

Dilma se encontrou com o presidente da empresa em Pequim. Multinacional monta iPhones e iPads para a Apple.
12/04/2011 10h48

A multinacional de origem chinesa Foxconn, que monta produtos eletrônicos como iPhones e iPads, comunicou nesta terça-feira à presidente Dilma Roussef a intenção de investir US$ 12 bilhões no Brasil. A informação foi confirmada pelo Itamaraty. Ainda não foram detalhados prazos e a área do investimento.

Dilma se encontrou com o presidente da empresa durante seminário de negócios em Pequim, que reuniu quase 300 empresas brasileiras e chinesas.

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou que a Apple e a Foxconn vão produzir o computador tablet iPad no Brasil até o final de novembro deste ano.

O investimento anunciado pela Foxconn reafirma o interesse da China no Brasil. Em 2010, a China liderou os investimentos diretos feitos no Brasil, com negócios que somaram cerca de US$ 17 bilhões, de acordo com estimativa da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet).

Os US$ 12 bilhões anunciados superam a previsão de investimento da Petrobras, a maior empresa brasileira, no exterior. Até 2014, a estatal prevê investir US$ 11,7 bilhões fora do Brasil.

A empresa
A Foxconn, fundada em 1974 em Taiwan, é uma das maiores fabricantes de aparelhos eletrônicos no mundo. A companhia monta computadores e aparelhos para empresas como Apple, para a qual produz iPods, iPads e iPhones, placas-mãe para a Intel, componentes para PCs da Dell, celulares da Motorola e videogames como o PlayStation 3, da Sony, Wii, da Nintendo.

No Brasil, a empresa fabrica produtos para Sony, Dell, HP e Sony Ericsson e possui hoje três fábricas: em Manaus (AM), Indaiatuba (SP) e Jundiaí (SP). A Foxconn iniciou as suas atividades no país em 2005, com a fabricação de celulares. Mais tarde, a empresa passou a fabricar máquinas fotográficas digitais. Em 2007, inaugurou a sua maior fábrica no país, em Jundiaí, para a fabricação de computadores, notebooks e netbooks, além das placas mãe desses equipamentos.

Atualmente, a Foxconn está presente em 14 países.

Tablets no Brasil. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior realiza até sexta-feira (15) consulta pública sobre as condições para a inclusão dos tablets (microcomputadores portáteis sem teclado e com tela sensível ao toque) no Processo Produtivo Básico (PPB), o que possibilitaria a redução de impostos do equipamento. O Ministério das Comunicações, que solicitou a consulta pública, estima que, com a inclusão no PPB, os tablets terão redução de até 31% nos preços na comparação com os importados, já que o IPI cairia de 15% para 3% e o ICMS, caso a produção seja em São Paulo, de 18% para 7%.

A consulta começou no dia 1º de abril e sugere as condições de fabricação do produto. De acordo com a proposta de portaria publicada na convocação da consulta, a produção nacional de componentes dos tablets, como placas e carregadores, devem aumentar gradativamente a cada ano até 2014. As empresas devem ainda encaminhar relatório anualmente sobre os componentes adquiridos no mercado nacional.

Outra possibilidade é a inclusão dos tablets na lei 11.196, originada pela MP do Bem, que isenta de PIS e Cofins a venda de computadores e modems até o fim de 2014. O Ministério da Fazenda, que decide questões de desoneração, informou que não apresenta temas ainda em discussão e que não há nada formalizado sobre o assunto.

http://g1.globo.com/economia/noticia/20 ... araty.html
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Re: Economia do Brasil
« Responder #5 em: Abril 17, 2011, 10:47:11 pm »
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Empresas portuguesas reforçam investimentos no Brasil.

A crise económica que atingiu também Portugal não deverá afectar significativamente o processo de investimentos portugueses no Brasil, considerou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Luís Amado, após uma reunião com o seu homólogo brasileiro, António Patriota.
O ministro sublinhou, aliás, que o reforço da internacionalização da economia portuguesa é uma das respostas para contornar o cenário de crise.

«Não vejo forma de impedir essa dinâmica e o reforço da participação das empresas portuguesas na economia brasileira nos próximos anos», disse Luís Amado, realçando o grande volume de investimentos portugueses no Brasil que hoje já soma 25 mil milhões de euros, distribuídos por vários sectores como transportes, energia, telecomunicações, construção civil, turismo, entre outros.

Estes dados, observou o governante português, revelam o forte apetite dos investidores privados nacionais pela economia brasileira, em virtude do forte processo de crescimento vivido pelo país.

O chefe da diplomacia portuguesa referiu que não se pode ignorar a dimensão da crise, mas o Brasil está identificado pelo sector privado de Portugal como um destino prioritário.

«Do meu ponto de vista, é estrutural a relação dos principais sectores da economia portuguesa com a brasileira», afirmou Luís Amado, destacando que esse movimento de internacionalização, a busca de novos investimentos, mercados e produtos contribui para alimentar o ciclo das exportações de Portugal.

Luís Amado reuniu-se hoje em Brasília com a presidente brasileira, Dilma Rousseff, e o seu homólogo, António Patriota.

Na avaliação de Luís Amado, Brasil e Portugal desenvolveram, ao longo dos anos, um diálogo permanente e uma «cumplicidade estratégica», que contribuiu para fortalecer, cada vez mais, a aproximação bilateral.

António Patriota, por seu lado destacou o termo usado por Amado, de «cumplicidade estratégica» e afirmou: «Apesar das realidades geográficas e de desenvolvimento económico e social distintos, temos o mesmo desejo de nos posicionarmos como ponte entre diferentes regiões do mundo e diferentes civilizações».

Portugal «faz isso com muita habilidade», realçou o ministro das Relações Exteriores brasileiro, o que pode ser percebido no trabalho para a sua eleição no Conselho de Segurança da ONU, e o que reflecte também as suas capacidades de diálogo com o mundo islâmico, África, Ásia, disse ainda António Patriota.

Durante a reunião, os dois ministros avaliaram a situação económica da Europa, incluindo a de Portugal, e conversaram também sobre os desenvolvimentos da crise no Médio Oriente, um cenário que preocupa os dois países que integram o Conselho de Segurança das Nações Unidas, (ONU). O Brasil está na presidência do órgão até Dezembro deste ano.

Para os dois governantes, é um problema crucial na agenda internacional. Para Luís Amado, é um momento histórico, de enorme sensibilidade, grande responsabilidade que exige das principais entidades internacionais, muita cooperação e concertação estratégica.

«A resposta tem que ser uma resposta que integre uma visão nova para o novo Médio Oriente, e essa visão nova pressupõe a acção da comunidade internacional no seu conjunto» afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, acrescentando que a resposta a essa situação tem que ser baseada numa forte participação do sistema das Nações Unidas.

 Sol/Lusa

http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Inte ... t_id=12187
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Re: Economia do Brasil
« Responder #6 em: Abril 17, 2011, 10:49:54 pm »
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Brasil foi principal destino de investimento chinês em 2010.

11/04/2011 - 08h09

Um levantamento da entidade americana Heritage Foundation indica que o Brasil se tornou o principal destino de investimentos diretos chineses em 2010.

No levantamento, intitulado China Global Investment Tracker, a entidade lista o equivalente a cerca de US$ 13,7 bilhões investidos por chineses no Brasil em 2010. O número exclui títulos públicos e investimentos de menos de U$ 100 milhões.

Para efeitos comparativos, Nigéria e Argentina receberam em torno de US$ 8 bilhões cada um da China em 2010; e EUA e Canadá, por volta de US$ 6 bilhões cada, de acordo com os números do levantamento.

“O Brasil foi o grande destaque de 2010. E o perfil dos investimentos segue o padrão que vem se mostrando recorrente no resto do mundo: chineses em busca de acesso a recursos naturais. O investimento chinês é definitivamente liderado pela busca por commodities”, disse à BBC Brasil Derek Scissors, pesquisador do Centro de Estudos Asiáticos da entidade, com sede em Washington.

Um dos desafios da presidente Dilma Rousseff é criar bases, em sua visita à China, para investimentos chineses em setores considerados estratégicos para o Brasil e que tenham mais alto valor agregado.

Com o salto em 2010, o Brasil passa a terceiro destino de investimentos diretos chineses quando se considera o valor acumulado nos cinco anos entre 2006 e 2010. Austrália e Estados Unidos continuam sendo os principais alvos dos recursos da China nessa contagem mais ampla.

Onda da investimentos
Segundo o levantamento, o Brasil faz parte de uma onda recente de investimentos que atinge a América do Sul. Segundo Scissors, isso pode ser explicado pelo fato de que há comunicação entre as empresas estatais chinesas, o que acaba criando bases para uma estratégia comum.

“Essas ondas acabam gerando uma forte reação contrária em alguns países, mas não necessariamente serão duradouras”, acrescentou o pesquisador.

Para tentar formar o quebra-cabeças do destino dos investimentos diretos chineses, o especialista em China acompanha anúncios de empresas, relatórios de instituições multilaterais, informações de governos locais e informações da própria imprensa.

“Há uma série de dificuldades para se conseguir esses dados por país, já que o Ministério do Comércio chinês considera Hong Kong destino final quando, na maioria das vezes, é apenas uma ponte para os recursos. Por essa metodologia oficial, Hong Kong aparece como destino de 65% dos investimentos chineses, o que distorce qualquer conclusão sobre destino final”, disse Scissors. “A cada seis meses, revisamos todos os dados para expurgar investimentos que não se concretizaram”, acrescentou.

Os investimentos chineses no exterior vêm aumentando nos últimos anos. De 2006 até 2010, passaram de US$ 21,2 bilhões para US$ 59 bilhões, segundo o Ministério do Comércio (Mofcom).

Nesse período de cinco anos, a Austrália recebeu o maior volume, cerca de US$ 34 bilhões, segundo a contagem da Heritage Foundation. Os Estados Unidos foram o segundo destino, com US$ 28,1 bilhões.

Nigéria, Irã e Brasil aparecem em terceiro, com praticamente o mesmo volume acumulado, cerca de US$ 15 milhões. Cazaquistão, Canadá, Indonésia, Argélia e Venezuela, são os próximos da lista.

A China tem hoje um total de 215 bilhões investidos no exterior, segundo a contagem da entidade conservadora americana.

Deste total, US$ 102,2 bilhões foram investidos em energia e US$ 60,8 em mineração.

“A reação americana à expansão do investimento chinês tem sido se desesperar, e a corrida para a América do Sul vai gerar ainda mais tensão. Os Estados Unidos, no entanto, têm como se beneficiar do investimento chinês e neutralizar qualquer tipo de impacto negativo na política externa”, escreve o autor no relatório.

Segundo o pesquiador, os Estados Unidos não têm como determinar que empresas americanas invistam em determinados países, como pode fazer o governo chinês, mas podem criar um ambiente mais favorável aos investimentos por meio, por exemplo, de acordos de livre comércio com países da região.

http://economia.uol.com.br/ultimas-noti ... idade.jhtm
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Re: Economia do Brasil
« Responder #7 em: Abril 24, 2011, 07:55:22 pm »
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Agência de classificação de risco eleva nota de risco do Brasil.

Da Redação, em São Paulo


A agência de classificação de risco Fitch Ratings elevou a nota do Brasil em um nível, de BBB-, primeiro nível de grau de investimento, para BBB. A perspectiva passou de "positiva" para "estável".

Na teoria, a classificação de risco feita por agências, como a Fitch, indica que, quanto melhor é a nota, mais seguro é para o investidor aplicar em determinadas empresas ou país.

Segundo a Fitch, o potencial de crescimento do país aumentou, ao mesmo tempo em que o governo mostra maior contenção fiscal.

"A transição de poder para o governo (Dilma) Rousseff tem sido suave, e o consenso sobre as políticas macroeconômicas responsáveis continua bem ancorado", disse em comunicado Shelly Shetty, diretora de rating para a América Latina da Fitch.

"Além disso, o governo Dilma tem mostrado sinais de maior contenção fiscal, o que somado a perspectivas saudáveis de crescimento pode permitir uma queda da pesada dívida do governo do país."

A agência acredita que a economia do Brasil deve crescer a uma taxa sustentável de 4% a 5%.

É a primeira das três grandes agências de risco a elevar o Brasil a duas notas acima do grau especulativo.

A agência Moody's já afirmou que pode aumentar a nota do Brasil na primeira metade do ano. A Standard & Poor's ainda tem perspectiva estável para a nota "BBB-".

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a elevação da nota pela Fitch reflete a força da economia brasileira, e que o governo irá trabalhar em novas medidas para conter a valorização do real se o movimento atrair mais capital para o país.

"Quanto mais sólida a economia brasileira fica, mais ela tende a atrair investimento externo em dólares. O que nesse momento é um certo problema, mas é melhor ter o problema de excesso de dólares do que o problema que tínhamos no passado de falta de dólares. O governo vai continuar fazendo medidas pra conter excesso de dólares", disse Mantega a jornalistas em Brasília.

Para o mercado, o impacto do anúncio da Fitch nos mercados não deve ser relevante.

"A revisão já estava precificada, então o impacto (no mercado) acaba sendo meio neutro. Claro, pode reforçar o fluxo de capitais entrando, mas por outro lado você tem o governo tentando segurar esse excesso", afirmou Flávio Serrano, economista sênior do Espírito Santo Investment Bank.

http://economia.uol.com.br/ultimas-noti ... rasil.jhtm
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Snowmeow

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Re: Economia do Brasil
« Responder #8 em: Maio 01, 2011, 08:17:43 pm »
Como brasileiro que sou, eu acho que esse excesso de dólares pode ser contido gastando esses dólares, comprando mercadorias de valor imutável com eles. Por exemplo, pegar o excedente de dólares e comprar ouro e prata, e guardar esse ouro e essa prata nos cofres do Banco Central do Brasil. :mrgreen:
"Não corte uma árvore no Inverno; pois sentirás falta dela no Verão." Jairo Navarro Dias
 

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Lusitano89

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Re: Economia do Brasil
« Responder #9 em: Maio 03, 2011, 07:30:12 pm »
Cerca de 16,2 milhões de brasileiros são extremamente pobres


Cerca de 16,2 milhões de brasileiros são extremamente pobres, 8,5 por cento do total da população, segundo uma estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que hoje foi divulgada. A estimativa foi realizada com base nos limites definidos pelo Governo brasileiro para a extrema pobreza. A linha define como extremamente pobres as famílias cujo rendimento per capita seja de até 70 reais (30 euros).

Esse parâmetro será usado para a elaboração das políticas sociais, como o Plano Brasil sem Miséria, que deve ser lançado, em breve, pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). De acordo com a ministra do MDS, Tereza Campello, o valor é semelhante ao definido pelas Nações Unidas.

Para fazer um levantamento do número de brasileiros em extrema pobreza, o IBGE tomou em consideração, além do rendimento, outras condições, como a existência de casas de banhos nas residências, acesso à rede de esgoto e água e também energia elétrica.

O IBGE também avaliou se os integrantes da família são analfabetos ou idosos. Dos 16,2 milhões em extrema pobreza, 4,8 milhões não têm nenhum rendimento e 11,4 milhões têm rendimento per capita de 1 real (0,42 euros) a 70 reais (30 reais).

Lusa
 

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Luso-Efe

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Re: Economia do Brasil
« Responder #10 em: Maio 08, 2011, 01:06:59 am »
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Brasil será a sétima maior economia em 2011, prevê The Economist .

Na edição especial "O mundo em 2011", a revista semanal inglesa "The Economist", projeta que o Brasil tornar-se-á a sétima maior economia do planeta este ano, com Produto Interno Bruto (PIB) superior a US$ 2 trilhões.

Em 2002, no governo FHC, o PIB brasileiro era de US$ 450 bilhões, o que garantia a 12ª posição no ranking das maiores economias do planeta, atrás de países como Coréia do Sul, México, Espanha, Canadá e Itália. Essas nações que, de acordo com a publicação britânica, serão deixadas para trás em 2011 pela economia brasileira, que vem crescendo desde 2003, com o governo do PT e aliados.

Atualmente, o Brasil já é a oitava maior economia global e teve PIB acima de US$ 1,9 trilhão em 2010. Para que salte para a sétima posição, será necessário desbancar a economia italiana, que nunca antes foi menor do que a brasileira. É é isso que acontecerá nos próximos 11 meses, segundo os analistas ingleses. Para eles, o PIB italiano não deve passar de R$ 1,8 tri neste período.

Confira:
Ranking The Economist das maiores economias em 2011

1. Estados Unidos - US$ 14,996 tri
2. China - US$ 6,460 tri
3. Japão - US$ 5,621 tri
4. Alemanha - US$ 3,127 tri
5. França - US$ 2,490 tri
6. Reino Unido - US$ 2,403 tri
7. Brasil - US$ 2,052 tri
8. Itália - US$ 1,888 tri
9. Índia - US$ 1,832 tri
10. Rússia - US$ 1,737 tri
11. Canadá - US$ 1,616 tri
12. Espanha - US$ 1,337 tri
13. Austrália - US$ 1,190 tri
14. México - US$ 1,119 tri
15. Coreia do Sul - US$ 1,094 tri

O Goldman Sachs, um dos maiores bancos de investimento do mundo, prevê que, uma vez que está em rápido desenvolvimento, o Brasil pode ser a quarta economia mundial em 2050, perdendo apenas para Índia (3ª), Estados Unidos (2ª) e China (1ª).

http://www.ptnacamara.org.br/index.php? ... Itemid=108
Chamar aos Portugueses ibéricos é 1 insulto enorme, é o mesmo que nos chamar Espanhóis.

A diferença entre as 2 designações, é que a 1ª é a design. Grega, a 2ª é a design. Romana da península.

Mas tanto 1 como outra são sinónimo do domínio da língua, economia e cultura castelhana.

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Re: Economia do Brasil
« Responder #11 em: Maio 11, 2011, 10:08:25 pm »
Bilionário brasileiro lança maior porto das Américas

 


Eike Batista, o homem mais rico do Brasil, afirma que porto Açu Superport estará a funcionar no próximo ano.

A chamada Auto-Estrada para a China é um dos primeiros projectos de infra-estruturas no Brasil construídos a uma escala só comparável ao país ao qual foi buscar o nome. Conhecida oficialmente como Açu Superport, estas instalações prolongam-se mar adentro na costa do estado do Rio de Janeiro e são o elemento mais ambicioso da carteira de Eike Batista, o homem mais rico do Brasil.

Quando iniciar as suas operações no próximo ano, terá profundidade suficiente para acolher o Chinamax - um novo navio com capacidade para transportar 400 mil toneladas de minério de ferro entre o Brasil e a China, duas vezes o volume transportado pelos grandes cargueiros que operam esta rota. Açu é um dos projectos mais ambiciosos apoiados por Batista, um antigo campeão de corridas e considerado pela revista Forbes como o oitavo homem mais rico do mundo, com uma fortuna avaliada em 30 mil milhões de dólares.

Batista, que gere o seu império a partir do Rio de Janeiro através da sua ‘holding' Grupo EBX, cresceu no meio das minas e da exploração. O seu pai, Eliezer, na qualidade de ministro das minas presidiu na altura à transformação da Companhia Vale do Rio Doce (mais tarde privatizada e redominada Vale) no maior produtor mundial de minério de ferro. Batista montou e geriu as suas próprias operações mineiras na Amazónia nos anos 80.

Entre 2004 e 2008, angariou dez mil milhões de dólares de investidores de capital quando lançou subsidiárias da EBX em bolsa, subsidiárias estas com alguns planos ambiciosos.

Diário Económico
 

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Re: Economia do Brasil
« Responder #12 em: Maio 13, 2011, 07:45:16 pm »
Brasil investe 71 mil milhões de reais na construção de habitações sociais até 2014




O Governo brasileiro vai investir 71,1 mil  milhões de reais (cerca de 30 mil milhões de euros) até 2014 na construção  de dois milhões de moradias ao abrigo do programa "Minha Casa, Minha Vida".A secretária Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, citada pela Agência Brasil, disse que do total do investimento, 62,2 mil  milhões de reais (cerca de 27 mil milhões de euros) sairão do Orçamento  Geral do Estado, enquanto os restantes 9,5 mil milhões de reais (3,8 mil milhões de euros) serão financiados com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Inês Magalhães disse ainda que a segunda fase do programa "Minha Casa, Minha Vida", que pretende reduzir a falta de habitação nas camadas mais  pobres, terá alguns ajustes em relação à primeira etapa, nomeadamente permitindo às mulheres assinarem os contratos individualmente.

A secretária da Habitação disse que nesta nova fase, 60 por cento das moradias serão reservadas para famílias com rendimento mensal até 1.395  reais (pouco mais de 600 euros).

"São as mais carentes de inclusão social", disse, acrescentando que as ações serão mais centralizadas na urbanização de favelas e de zonas habitacionais precárias.

Até final do ano, o programa deverá entregar 300 mil casas, relativas  aos contratos da primeira fase, que superou um milhão de moradias entregues  até final de 2010.

Lusa
 

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Re: Economia do Brasil
« Responder #13 em: Maio 15, 2011, 07:37:34 pm »
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Economia brasileira vive novo ciclo de expansão’, diz diretor do BC.

Carlos Hamilton comentou ‘riscos de cauda’ alertados por diretor do FMI.

Países da América Latina devem estar atentos às políticas fiscais.

Bernardo Tabak
Do G1 RJ

13/05/2011 14h37
 
O diretor de Política Econômica do Banco Central do Brasil, Carlos Hamilton Araújo, encerrou o 13º Seminário de Metas de Inflação, nesta sexta-feira (13), exaltando o crescimento econômico do Brasil e comentando as declarações do diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) para o Hemisfério Ocidental, Nicolás Eyzaguirre, que fez alertas sobre as políticas econômicas do país. “Ele (Eyzaguirre) falou dos ‘riscos de cauda’, que são aqueles para os quais não estamos olhando muito no dia a dia, mas que é importante que estejamos atentos a esses riscos”, disse Araújo.

Entre os riscos de cauda, Araújo, referindo-se a Eyzaguirre, falou de uma possível “reversão no valor das commodities” e do fato de o crescimento dos Estados Unidos “não estar garantido”, visto que o país norte-americano ainda vai passar por um grande ajuste fiscal. O diretor do BC recordou, ainda sobre as declarações do diretor do FMI, que a América Latina como um todo vive um “boom” econômico, e que é importante os países estarem atentos às políticas fiscais.

“A economia brasileira está vivendo um novo ciclo de expansão. O Brasil evoluiu nos últimos anos”, ressaltou Araújo. “Mas e gente ainda tem muito o que fazer caso queiramos continuar em uma trajetória sustentável de crescimento”, alertou.

Araújo também lembrou as declarações do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e concluiu: “O presidente Tombini reafirmou o compromisso da instituição com o sistema de metas. O cenário contempla a volta da inflação ao centro da meta, de 4,5%, em 2012. Esse cenário exige que a ação de política monetária do BC seja suficiente prolongada.”

http://g1.globo.com/economia/noticia/20 ... do-bc.html
Chamar aos Portugueses ibéricos é 1 insulto enorme, é o mesmo que nos chamar Espanhóis.

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Re: Economia do Brasil
« Responder #14 em: Junho 13, 2011, 12:43:45 am »
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Brasil terá excedente de 5 mil a 6 mil MW de energia até 2014.

12/06/2011 | 16h08 | EPE  

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, disse à Agência Brasil que há muito tempo o país não convivia com uma situação hidrológica tão favorável. Em consequência, o sistema deverá ser operado com um excedente de 5 mil a 6 mil megawatts (MW) médios por ano.

Segundo Tolmasquim, a situação é de absoluta tranquilidade tanto do ponto de vista dos reservatórios quanto das condições estruturais. “A situação energética do Brasil hoje, do ponto de vista hidrológico, é excepcionalmente boa e fazia muito tempo que a gente não vivia um momento tão bom”.

Na avaliação do presidente da EPE, o país terá total garantia de energia para fazer frente ao crescimento da demanda, mesmo que nos próximos anos a situação hidrológica não se mantenha tão favorável.

“A nossa realidade hoje é essa: a oferta é muito maior do que a demanda. Então, a situação é de total tranquilidade, independentemente da evolução dos reservatórios. Se considerarmos a relação oferta/demanda até 2014, temos total garantia de fornecimento de energia e com grande excedente”, disse.

Maurício Tolmasquim ressaltou que esse excedente leva em conta, inclusive, a possibilidade de uma taxa de crescimento médio da economia da ordem de 5% ao ano. “É um excedente bastante expressivo”, acrescentou.

http://www.pernambuco.com/ultimas/nota. ... e=Economia

Citação de: "Snowmeow"
Como brasileiro que sou, eu acho que esse excesso de dólares pode ser contido gastando esses dólares, comprando mercadorias de valor imutável com eles. Por exemplo, pegar o excedente de dólares e comprar ouro e prata, e guardar esse ouro e essa prata nos cofres do Banco Central do Brasil. :mrgreen:

Amigo Snow.

Enquanto o sistema financeiro mundial estiver assente nos acordos de Bretton Woods vai ser sempre assim, os americanos têm a faca e o queijo na mão.

Em relação ao ouro, não é por acaso que anda ai uma autentica caça ao ouro em Portugal, aqui são dezenas de casas.

E o caminho é esse que voc~e diz, trocar dinehor por ouro, porque qualquer dia o papel moeda passa a história, e o ouro nunca perde valor, aliás nestas fases é quando se valoriza mais.

Cumprimentos.
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Brasil e o etanol

Iniciado por Lancero

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Última mensagem Agosto 28, 2014, 11:04:31 am
por marianah