Economia de Angola

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Economia de Angola
« em: Abril 09, 2011, 10:43:13 pm »
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Economia angolana deverá crescer 6,5% este ano e 8% em 2011.

A recuperação será uma das mais dinâmicas da África subsaariana e muito mais expressiva que a da Africa do Sul, por exemplo, depois da queda do Produto Interno Bruto (PIB) registada em 2009 ter sido também inferior, indica o relatório preliminar do Banco Mundial hoje publicado.

No ano passado, "a economia de Angola teve uma fraca performance, com as exportações de petróleo a caírem abaixo dos 1,8 milhão de barris por dia, a queda das receitas petrolíferas a levarem o Governo a fazer cortes nas despesas de investimento e o consumo privado a contrair", refere o Banco Mundial no seu relatório.

http://programas.rtp.pt/noticias/?t=eco ... ut=10&tm=6

P.S. - Na minha opinião neste item sobre a economia dos países lusófonos poderia ser criado um tópico para cada pais lusófono, assim evitava-mos dezenas e dezenas de tópicos que levam uma ou das mensagens e depois ficam ali n tempo encostados, e poderíamos ter a informação mais centralizada neste tópico onde poderiamos colocar as noticias diárias sobre as respectiva economias.

Isto não implica obviamente a não criação de outros tópicos, desde que se justifique e seja uma noticia para tal, agora para noticias gerais sobre crescimento, investimentos, etc, parece-me a solução ideal, já existe um tópico do genero para Cabo Verde e Guiné Bissau acho que se justificava para os restantes também, por isso tomei a liberdade de o fazer.

Estes tópicos na minha modesta opinião deviam ser hierarquizados e estar sempre no topo, qualquer noticias sobre crescimento, investimentos poderia ser aqui colocada.

Deixei isto nas sugestões, espero pelo feedback da moderação em relação a esta sugestão.

Cumprimentos.
« Última modificação: Abril 10, 2011, 11:17:58 pm por Luso-Efe »
Chamar aos Portugueses ibéricos é 1 insulto enorme, é o mesmo que nos chamar Espanhóis.

A diferença entre as 2 designações, é que a 1ª é a design. Grega, a 2ª é a design. Romana da península.

Mas tanto 1 como outra são sinónimo do domínio da língua, economia e cultura castelhana.

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Re: Economia de Angola.
« Responder #1 em: Abril 09, 2011, 10:55:01 pm »
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Economia de Angola está viciada em petróleo

Académicos e sociedade civil preocupados com incapacidade de diversificação da economia angolana.

Sábado, 05 Fevereiro 2011

O petróleo vai continuar a ocupar ano um lugar estratégico na reconstrução nacional e no crescimento da economia angolana.

O anúncio é oficial em Angola, mas analistas locais consideram que o executivo devia apostar fortemente na diversificação da economia.

Para isso terá de deixar o discurso e partir para a prática.

Apesar dos investimentos dos últimos anos na agro-industria, pesca e hotelaria, o sector não petrolífero não representa nenhum peso na balança económica.

O facto está a deixar cada vez mais apreensivos os actores da sociedade civil, academicos e jornalistas, ouvidos nesta mesa redonda sobre o futuro da economia de Angola, que deverá reguistar, este ano, um crescimento robusto.

O jornalista Miguel Gomes, diz que o crescimento da economia deve ser em todas as áreas e não apenas no sector petrolífero. E sustenta que, apesar das declarações de interesse dos governantes sobre a dioversificação da economia, esse interesse só dura quando há crise no petróleo.

Os investimentos no sector não petrolífero continuam, mas o petróleo domina como nota Miguel Gomes a respeito de a agricultura ter perdido a atenção política recebida do estado em 2009.

Para o economista Paulo Leitão "é importante que haja mais receitas e mais recursos", logo é positivo que haja um incremento nas receitas do petróleo. Mas os outros sectores devem receber tratamento prioritário, pois, ao contrário do petróleo, precisam de incentivo e fomento.

O petróleo não precisa de muita mão de obra, e não ajuda a criar emprego ao angolano comum. Já a agricultura emprega muita mão de obra, mas o governo não a fomenta o suficiente, como devia, tanto mais que Angola importa 80% dos seus alimentos.

Ouça mais opiniões sobre estratégias para a diversificação da economia angolana, clicando na barra acima, antes do texto desta noticia.

http://www.voanews.com/portuguese/news/ ... 02314.html
Chamar aos Portugueses ibéricos é 1 insulto enorme, é o mesmo que nos chamar Espanhóis.

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Re: Economia de Angola.
« Responder #2 em: Abril 10, 2011, 12:06:54 am »
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Angola tem "potencial" para aproveitar fontes de energia renováveis .

16 março '11

O vice-ministro do Ambiente angolano garantiu em Lisboa que Angola tem "potencial" para aproveitar fontes de energia renováveis e que o Governo está empenhado em que setores importantes da economia se desenvolvam dentro das "melhores práticas ambientais".

Numa altura em que "transição para a economia verde é uma realidade" internacional, Syanga Abílio destacou, em entrevista à Agência Lusa, o empenho do Executivo angolano em contribuir para que vários setores da economia introduzam nas suas atividades os "melhores procedimentos e políticas ambientais".

Um esforço "imprescindível" que vai permitir que Angola dê os seus "primeiros passos" rumo a uma "economia mais verde e um desenvolvimento sustentável", salientou o governante, em Lisboa, onde esteve a promover a 1ª Feira Internacional do Ambiente de Angola, que decorre de 26 a 29 de maio em Luanda.

http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Angola-te ... ut=10&tm=6
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Re: Economia de Angola
« Responder #3 em: Abril 14, 2011, 03:52:40 pm »
Vestas prevê criar um parque eólico em Angola no próximo ano


A empresa dinamarquesa Vestas prevê instalar no próximo ano em Angola uma unidade de produção de energia eólica, avança hoje a agência angolana de notícias, Angop, citando o director da empresa em Portugal.

Mário de Graviria Forbian, director-geral da Vestas em Portugal, anunciou ontem a intenção da empresa dinamarquesa, em Luanda, durante uma palestra sobre o poder transformador da energia eólica no âmbito do fórum económico Angola-Dinamarca.

O responsável da Vestas adiantou que a escolha de Angola para aplicar o projecto teve em conta o facto de o país ter estabilidade política e económica e uma capacidade financeira "brutal".

A Vestas opera já em Cabo Verde, onde tem em curso um projecto semelhante ao que pretende instalar em Angola, e prevê apostar igualmente em Moçambique, país que recebeu financiamento internacional para investir em energias renováveis.

As possibilidades de cooperação entre Angola e a Dinamarca marcaram todo o fórum, com o secretário de Estado para Ciência e Tecnologia angolano, João Teta, a apontar a cooperação científica e tecnológica como um dos objectivos do Executivo angolano nas relações económico-comerciais com a Dinamarca.

Segundo o secretário de Estado, que intervinha na conferência "Soluções Tecnológicas e Inovadoras para Angola", o país precisa da experiência dos dinamarqueses no sector agrícola e das pescas, para desenvolver uma agricultura intensiva baseada em tecnologias que permitam aumentar a produtividade.

João Teta destacou também a necessidade de criar laboratórios de qualidade nas indústrias, petrolíferas e outras, de forma a evitar a importação de tecnologias.

Lusa
 

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Re: Economia de Angola
« Responder #4 em: Abril 17, 2011, 10:35:51 pm »
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Investimentos sul-coreano podem facilitar transferência de tecnologia ao país.

18-03-2011 19:02

Luanda - O Executivo Angolano espera que os empresários sul- coreanos venham viabilizar a intensificação da cooperação económica entre os dois países, com base na igualdade de benefícios e vantagens mutuas, facilitando a transferência de tecnologia para Angola, disse hoje, em Luanda, o ministro da Economia, Abraão Gourgel.
 
 “É nossa expectativa que os investimentos Sul Coreanos facilitem o processo de transferência de tecnologia ao nosso país e tragam melhorias de gestão empresarial, assim como contribuam para melhorar o ambiente de negócios e o aumento da produtividade, em particular nos sectores da Agricultura e da indústria transformadora” – sublinhou o governante.
 
 Abraão Gourgel, que discursava no Fórum Económico Angola/Coreia do Sul, explicou que Angola prioriza o investimento directo estrangeiro deste país asiático e dá suporte institucional à constituição de parcerias com empresários angolanos nas áreas da agricultura, geologia, minas, indústria transformadora, pecuária e pescas.
 
De acordo com o ministro, o mercado angolano oferece muitas oportunidades de negócio, daí que os apoios são extensivos ao fornecimento e distribuição de energia e águas, refinação de derivados de petróleo e até mesmo nos sectores transversais de apoio a outras áreas como os transportes, comunicações e banca comercial.
 
 “A Coreia do Sul é um país com uma base industrial forte e voltada para a exportação. Com uma população de 48 milhões de habitantes, um PIB superior a 1.243 mil milhões de dólares e consequentemente um PIB pc (Per Cápita) de USD 25.000, qualifica esse país como uma potência industrial e um país de elevado nível de desenvolvimento humano” observou.
 
 Abraão Gourgel referiu, nesse sentido, que o Executivo procura com as parcerias não apenas adicionar recursos financeiros para os investimentos públicos e privados, mas também recursos reais, ou factores produtivos, com destaque para as transferências de tecnologias as capacidades de gestão, o capital humano altamente especializado.
 
 Angola, prosseguiu o interlocutor, está em pleno processo de construção de uma economia mais diversificada, de forma a ir muito além de uma economia petrolífera, sendo a sua base de recursos naturais, na sua maior parte ainda inexplorada, muito generosa, aguardando pelo empenho do sector empresarial privado.
 
 “Há portanto, muitas oportunidades a serem aproveitadas, e precisamos desses investimentos, não apenas para ampliar a oferta interna de bens e serviços e a disponibilidade de divisas pela via de novas exportações, como também para a geração de rendimentos internos e de empregos produtivos, a uma população jovem” – reiterou.
 
Para que a mobilização dos esforços do sector privado seja bem sucedida, o Executivo tem consciência de que não basta assegurar as condições de estabilidade financeira e política, motivo pelo que insistirá na melhoria das infra-estruturas e assegurar um clima favorável aos negócios privados, principalmente aos investidores estrangeiros.
 
Neste contexto, disse ser necessário continuar-se a implementar os incentivos aos investimentos privados, incluindo sobretudo fiscais e aduaneiros, e regras estáveis e saudáveis de convivência e de parceria entre o sector empresarial público e o privado.    
 
Segundo o ministro da Economia, o motor do crescimento económico é o sector privado, razão pela qual afirmou que os investimentos privados vão assegurar a sustentação do crescimento de Angola.
 
“Mas sustentar taxas de crescimento do PIB ao nível dos dois dígitos, que é o nosso objectivo, requer rácios de investimento superiores a 25 porcento do Produto Interno Bruto. Se o sector público mantém os níveis de 10 porcento, caberá então ao sector empresarial privado alcançar rácios da ordem dos 15% ao ano” - concluiu.

http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_p ... 877c1.html
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Re: Economia de Angola
« Responder #5 em: Abril 24, 2011, 06:25:18 pm »
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Angola vai conhecer novo modelo de comércio.

21-04-2011 19:05

Luanda - O ministro de Estado e Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Carlos Feijó, afirmou quarta-feira,  em Luanda, que durante o primeiro trimestre do ano em curso, o ministério do Comércio concentrou as suas atenções na criação de condições materiais para o arranque do novo modelo de comércio interno e externo em Angola.

Ao falar durante a apresentação do balanço das actividades desenvolvidas pelo Executivo no primeiro trimestre do presente ano, explicou que o novo modelo a ser implementado no país significa um melhor acompanhamento da actividade comercial externa, melhor registo das importações e exportações, que permitam ter um conhecimento exacto do pulsar da economia angolana e das suas relações comerciais com o exterior.

Assim, afirmou, neste processo de reorganização, o Ministério do Comércio contratou serviços para a criação do aplicativo informático que lhe permitirá ter o registo de toda a actividade comercial, sobretudo com o exterior.

Em relação ao crédito à agricultura, referiu que “em termos comerciais, decidiu-se que só o crédito agrícola nos termos em que estava concebido não resolveria o problema, porque  poderia permitir a produção de produtos agrícolas,  mas não criaria  condições para que os empresários mas comerciais pudessem desenvolver a sua actividade”.

O risco que se corria era o de ter produção mas não ter comercialização, sublinhou Carlos Feijó.

Por este facto, adiantou, o Executivo decidiu que para além do crédito agrícola se deveria também cuidar do crédito comercial.

Neste âmbito, frisou, “foi actualizado o diploma sobre o crédito agrícola permitindo-lhe também o financiamento a quem vai desenvolver  a actividade de distribuição e comercialização”.

http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_p ... 45735.html
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Re: Economia de Angola
« Responder #6 em: Abril 24, 2011, 07:47:12 pm »
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Sonangol começa a operar em São Tomé e Príncipe em Maio.

Luanda, 21-04-2011 18:18

A Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) tem todas as condições para começar a operar, em São Tomé e Príncipe, a partir de Maio próximo, disse hoje, em Luanda, o primeiro-ministro do arquipélago, Patrice Emery Trovoada.

Em declarações à imprensa no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, momentos antes de deixar Luanda, no termo da visita de 24 horas, Patrice Emery Trovoada adiantou que "nós pensamos que as parcerias e as novas estruturas jurídicas que envolvem a Sonangol estarão operacionais em princípios do próximo mês".

De acordo com o primeiro-ministro, a participação económica da Sonangol, no seu país, estende-se aos domínios da gestão de infra-estruturas portuárias e aeroportuárias, assim como ao sector aéreo.

Segundo Patrice Emery Trovoada, apesar de pequeno, o mercado são-tomense tem inúmeras vantagens comparativas evidentes a oferecer aos investidores angolanos.

"O mercado doméstico de São Tome e Príncipe é um mercado pequeno, mas o posicionamento da nossa ilha oferece oportunidades para os investidores e pensamos que a evolução económica de Angola hoje e futuramente, se presta a que investidores angolanos possam migrar para São Tomé", frisou

Para o primeiro-ministro, além do clima de negócios do seu país ser positivo, as relações políticas são boas e, por conseguinte, as condições estão reunidas para que o sector privado angolano possa prosperar em São Tomé.

Patrice Trovoada deixou na tarde de hoje, quinta-feira, Luanda à frente de uma delegação que integrou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Manuel Salvador do Ramos, e o secretário-geral do Governo de São Tomé, António da Graça.

http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_p ... f319f.html
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Re: Economia de Angola
« Responder #7 em: Maio 08, 2011, 01:10:18 am »
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Apex-Brasil e FIEMG promovem seminário sobre oportunidades em Angola.

Com previsão de crescer 7,5% ao ano, Angola tem forte demanda por produtos manufaturados

A Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), em parceria com a FIEMG (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais), promove o Seminário Mercado Foco Angola, na próxima terça-feira (03/05), na sede da FIEMG em Belo Horizonte.

O objetivo do evento é fornecer informações estratégicas sobre a economia de Angola e apresentar os canais de negócios que a Apex-Brasil oferece tanto para o empresário que deseja exportar para o país, quanto para aquele que pretende ampliar seu espaço de atuação no mercado angolano. Além disso, será dada consultoria individualizada aos empresários que pretendam elaborar um plano de atuação no país.

Além do Seminário, a Apex-Brasil realizará reuniões de negócios durante o evento entre tradings exportadoras que operam em Angola e empresas que desejem utilizar seus serviços. Com base em análises de inteligência comercial, a ação foca três grupos de setores: casa e construção; alimentos, bebidas e agronegócios; e máquinas e equipamentos.

“Angola é um mercado com imenso potencial para as exportações brasileiras. As nossas vendas para lá passaram de US$ 64 milhões em 1999 para US$ 947 milhões em 2010, tendo atingido US$ 1,3 bilhão em 2009. Por isso, desenvolvemos uma nova estratégia de atuação para o país, fundamentada em debates e avaliações técnicas. Nosso objetivo é que empresas de todos os portes se beneficiem das oportunidades do mercado angolano”, afirma Mauricio Borges, presidente da Apex-Brasil.

Em consistente crescimento econômico, Angola localiza-se numa das regiões mais dinâmicas da economia mundial, e tem grande potencial de absorção de bens manufaturados. Estima-se que sua economia cresça, em média, 7,5% ao ano entre 2011 e 2014. O país já está entre os três principais destinos das exportações brasileiras no continente africano.

Angola está em processo de reconstrução desde 2002, pós guerra civil no país, que durou 27 anos. Atualmente, o comércio internacional é a principal fonte de dinamismo econômico, e a grande produção de petróleo garante os recursos para a modernização da economia angolana.

Há um forte investimento do Governo angolano na reconstrução do país. As autoridades angolanas têm incentivado a instalação de empresas estrangeiras no país para garantir o desenvolvimento econômico sustentado e, assim, têm oferecido diversos benefícios para os investidores. Angola já é o principal destino dos investimentos brasileiros na África.

Em 2010, empresas de Minas Gerais exportaram US$ 45,6 milhões para Angola. De 2006 a 2010, houve crescimento médio de 8,2% nas vendas mineiras para o país. Os principais produtos exportados pelo estado para o país foram: ovos de aves, açúcar, transformadores elétricos, carne de frango e de peru, móveis de metal, laticínios, portas e janelas de alumínio, garrafas e outros artigos de plástico.

http://www.revistapib.com.br/noticias_v ... php?id=641
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Re: Economia de Angola
« Responder #8 em: Maio 15, 2011, 07:40:19 pm »
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Angola regressará rapidamente a um crescimento de dois dígitos.

"O grande desafio é a criação de um desenvolvimento sustentado", diz presidente da Agência Nacional para o Investimento Privado em Angola.

Carlos Caldeira
13/05/11 18:35

A economia angolana deverá regressar rapidamente a um crescimento de dois dígitos por ano, assegurou hoje o presidente da Agência Nacional para o Investimento Privado em Angola (ANIP), Aguinaldo Jaime.

"As previsões de crescimento da economia de Angola são de cerca de 6%. A economia angolana sofreu com a crise, mas rapidamente estaremos de regresso ao crescimento de dois dígitos", afirmou Aguinaldo Jaime na conferência Triângulo Virtuoso: Angola, Brasil e Portugal', organizada pelo semanário Sol.

Segundo o responsável, "o grande desafio de Angola é a criação de um desenvolvimento sustentado", assentado em quatro pontos: "forte crescimento económico acima da taxa de crescimento a população; crescimento com justiça social; crescimento gerador de fortes e duradouras condições de emprego; e crescimento baseado na inovação e conhecimento".

Mas "tudo isto fazendo uma boa gestão dos recursos naturais que são finitos", alertou Aguinaldo Jaime.

O presidente da ANIP indicou ainda que grande parte do investimento privado no país tem sido canalizado para a indústria transformadora. "Angola por si só não tem capacidade para este projecto de crescimento e por isso teve de se abrir ao capital privado e estrangeiro. E tem-se verificado que este investimento se tem dirigido fundamentalmente para a indústria transformadora, como era nosso desejo", frisou.

http://economico.sapo.pt/noticias/angol ... 18038.html
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« Responder #9 em: Maio 15, 2011, 07:43:22 pm »
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Angola afirma-se como destino turístico até 2015.

O Turismo vai contribuir para reduzir a ‘petrodependência’ da economia angolana. O Governo pretende que a actividade do sector represente 7% do PIB em 2020.

14 de Maio, 2011Por Francisco Kalenga



Colocar Angola nas rotas dos destinos turísticos internacionais até 2015 é um dos objectivos anunciados pelo Governo angolano no Fórum Empresarial sobre Turismo, que se realizou esta semana, em Luanda. A ideia é atrair para o país cerca de quatro milhões de turistas até 2020 e fazer com que o sector gere receitas de 5,5 mil milhões de dólares e contribua com 7% para o Produto Interno Bruto (PIB).

Segundo dados oficiais, o volume de negócios do sector foi de 2,1 mil milhões de dólares nos últimos cinco anos. Só as receitas geradas no ano passado totalizaram 35,1% do total da facturação dos últimos cinco anos. Em 2010, o maior acréscimo registou-se nas agências de viagens e turismo (30,8%), alojamento (27,7%) e alimentação (25,1%). Considerando as províncias, Luanda foi a origem de 86% das receitas, seguida de Cabinda (7,2%) e Benguela (3,6%). De acordo com o Banco Nacional de Angola, o Turismo empregou 138,8 mil trabalhadores directos, a maioria em Luanda (78%).

Bornito de Sousa, ministro do Administração do Território, sublinhou a importância do sector: «Angola tem um grande potencial no domínio do turismo, não apenas em função do carácter hospitaleiro e alegre do povo, mas também devido à riqueza da sua cultura e património artístico e belezas naturais espalhadas por todo o território nacional».

Segundo o governante, apesar das dificuldades que as cidades angolanas enfrentam – devido às migrações maciças das áreas rurais para as urbanas – o Executivo está a criar condições sociais, como habitação, empregos, saúde pública e prestação de serviços municipalizados para garantir o bem-estar das populações. Bornito de Sousa defendeu a possibilidade de o turismo elevar as receitas do PIB, diminuindo a ‘petrodependência’.

 Mais 200 hotéis.

Segundo as estatísticas oficiais, os projectos de investimento actuais prevêem a construção de mais duas centenas de unidades hoteleiras e estabelecimentos similares e a criação de cerca de 40 mil novos empregos directos.

Para os analistas da Abacus, o aumento da concorrência vai proporcionar «uma redução controlada dos preços dos quartos por noite».

A rede hoteleira é constituída por 4.486 estabelecimentos, entre hotéis, pensões, aldeias turísticas, apartamentos, albergarias, hospedarias, estalagens, restaurantes, entre outros. Luanda lidera, com 60 hotéis, seguida de Benguela e Kuanza Sul, com 16 estabelecimentos cada.

Nas restantes províncias o número de hotéis varia entre zero e seis. Segundo as mesmas estatísticas do BNA, só existem dois hotéis de cinco estrelas em Angola, ambos em Luanda.

http://sol.sapo.pt/inicio/Lusofonia/Ang ... t_id=19220
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Re: Economia de Angola
« Responder #10 em: Maio 15, 2011, 08:32:44 pm »
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Banco Millennium Angola lança Academia Financeira.
13 de Maio, 2011

Carlos Santos Ferreira é o presidente do Banco Millennium Angola, que faz hoje cinco anos.

Ao mesmo tempo é líder do maior banco privado português. A sua aposta pessoal é colocar o BMA no mercado financeiro angolano ao nível do seu “irmão” em Portugal. “Ao mesmo tempo estou empenhado em desenvolver a Academia Financeira, que já está a formar quadros angolanos do sector financeiro, mas queremos alargar a todas as áreas de actividade”, disse Carlos Santos Ferreira em entrevista exclusiva ao Jornal de Angola.

http://jornaldeangola.sapo.ao/25/0/banc ... financeira
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Re: Economia de Angola
« Responder #11 em: Maio 16, 2011, 07:25:11 pm »
Angola quer expandir serviços em banda larga


O governo angolano está a criar condições para a expansão dos serviços em banda larga, no âmbito do Livro Branco das Telecomunicações que está a ser preparado para o sector, anunciou hoje em Luanda o vice-ministro das Telecomunicações angolano. Aristides Safeca, que intervinha no fórum angolano das tecnologias de informação e comunicações, que decorre esta semana em Luanda, acrescentou que o Livro Branco contém, entre outros, "um conjunto de pilares práticos" para uma reforma legislativa no sector.

Além da expansão da banda larga, para o qual está a ser criado o Parque Tecnológico Nacional de Camama, em Luanda, o Livro Branco vai abordar as licenças de operadores de telecomunicações e estabelecer a criação de um observatório da sociedade de informação.

"O livro trata da regulação independente, porquanto não é possível criar mercado sem que exista o contexto legislativo apropriado para que as forças do mercado actuem e todos os participantes saibam os seus limites, deveres, direitos e, em caso de litígio, que os tribunais possam funcionar", salientou o governante.

Na abertura dos trabalhos, o ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, José Carvalho da Rocha, afirmou que o Instituto Superior de Tecnologias de Informação e Comunicação, em construção, vai permitir a formação neste sector no país.

O instituto vai ministrar cursos superiores, mestrado e pós-graduação em telecomunicações, e conta com o apoio do Inatel-Brasil.

José Carvalho da Rocha acrescentou que, "num futuro próximo", as TIC em Angola tornar-se-ão numa realidade, e destacou os projectos de instalação de cabos de fibra óptica, bem como a expansão da rede de mediatecas (REMA) ao interior.

O fórum angolano das tecnologias de informação e comunicação realiza-se no âmbito do Dia Internacional das Telecomunicações e da Sociedade da Informação, que se celebra no próximo dia 17, e visa fomentar acções para a utilização das TIC, de forma a contribuir para a inclusão digital de todos os angolanos, bem como para o desenvolvimento sócio-económico de Angola.

Lusa
 

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Re: Economia de Angola
« Responder #12 em: Maio 22, 2011, 08:59:26 pm »
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Economia angolana será a quinta maior de África em 2014.

A economia angolana poderá tornar-se a quinta maior do continente africano em 2014, segundo projecções do economista angolano Alves da Rocha, avançadas hoje à imprensa, em Luanda.
 
"Caso esse desiderato seja atingido, a economia angolana ficará a frente das economias de Marrocos e Líbia e atrás da África do Sul, Nigéria, Egipto, Argélia", declarou o técnico, durante uma palestra sobre "A posição estratégica de Angola em África" no Fórum Estratégia e Competitividade, realizado em Luanda.

Segundo o também professor universitário, essa projecção é feita com base na evolução satisfatória que se tem registado nos últimos anos na taxa de Rendimento Nacional Bruto (RNB), na dinâmica da economia e no poder de compra dos seus habitantes.

Essa posição, advertiu, pode também ser concretizada caso haja uma estratégia
empresarial consolidada, maior abertura da economia nacional ao estrangeiro, de modo ponderado, e maior competitividade nas empresas, assim como em outros sectores de actividade.
 
Nos anos de 2007 e 2008, mencionou, a economia angolana foi consecutivamente a sétima maior de África, entre 48 países, posicionando-se atrás da África do Sul (primeira da lista), Nigéria e Egipto, de acordo com dados da revista internacional de Economist Intelligent.
 
Nos anos em análise, notou, Angola apresentou valores do RNB que a permitiram ocupar essa posição, um lugar, que na sua óptica, constitui um desafio para os empresários angolanos e estrangeiros.
 
"O alcance dessa posição significa que há um espaço em África que pode ser cada vez mais conquistado, a julgar pela capacidade económica que Angola vem apresentando nos últimos anos, por isso é necessários mais investimentos e atitude empresarial", afirmou.
 
Referiu que pesquisas da revista Intelligent demonstram que Angola tem condições para se tornar numa potência regional em África, avançando, entre outras, razões para isso o poderio militar, considerada já uma potência regional, pelo efectivo militar (constituído  pelo menos 100 mil militares), equipamentos modernos das Forças Armadas Angolanas (FAA), assim como pela influência política do país.
 
A nível da Comunidade Económica do Estados da África Central (CEEAC), salientou que em 2008 a economia angolana foi a primeira da zona, seguida das economias dos Camarões, Gabão, RD Congo, Congo, Tchad e Ruanda.
 
Já na SADC, referiu que em 2008 Angola foi a segunda maior economia da região, a seguir a África do Sul e afrente da Tanzânia, Botswana, Zâmbia, Namíbia.
 
A dissertação de Alves da Rocha inseriu-se no fórum sobre Estratégia e Competitividade, uma promoção do FACIDE (Fórum Angolano para a Competitividade, Inovação e desenvolvimento), destinado a contribuir na dinâmica económica e comercial que se regista no país nos últimos dias, através de palestras de economistas nacionais e internacionais.
 
Com duração de um dia, foram abordados no período da manhã temas como "A posição estratégica de Angola em África" e "ABC Política económica de Angola: As lições da Crise", tendo como oradores os economistas angolanos Alves da Rocha e Carlos Rosado de Carvalho.
 
No período da tarde, estiveram reservadas dissertações de temas, como a "Competitividade nacional" e "Como construir uma economia forte", essa última teve como orador o prémio Nobel da Economia 2008, Paul Krugman.  

Fonte: Angop

http://www.angolaglobal.net/
Chamar aos Portugueses ibéricos é 1 insulto enorme, é o mesmo que nos chamar Espanhóis.

A diferença entre as 2 designações, é que a 1ª é a design. Grega, a 2ª é a design. Romana da península.

Mas tanto 1 como outra são sinónimo do domínio da língua, economia e cultura castelhana.

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Re: Economia de Angola
« Responder #13 em: Maio 22, 2011, 09:02:41 pm »
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Grupo português Sonae vai abrir o primeiro hipermercado Continente em Angola em 2013.

A Sonae e a empresa angolana Condis celebraram um acordo para a entrada do grupo português em Angola com uma rede de hipermercados da marca Continente, anunciou sexta-feira a Sonae, em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

"O acordo concretizar-se-á pela criação de uma parceria cujo capital é detido em 51 por cento pela Condis e 49 por cento pela Sonae, em que as decisões relevantes são partilhadas, cabendo à Sonae a gestão operacional", adianta o comunicado distribuído pelo grupo português.

Ainda de acordo com o comunicado, com esta parceria estratégica "alia-se o conhecimento técnico e experiência de retalho que a Sonae possui ao forte conhecimento do mercado angolano da Condis", estando o projecto ainda "sujeito à apreciação final das autoridades angolanas".

A abertura do primeiro hipermercado vai demorar, pelo menos, 18 meses, disse Luís Moutinho, o presidente executivo da Sonae MC, "sub-holding" da Sonae para o retalho alimentar.

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Re: Economia de Angola
« Responder #14 em: Maio 29, 2011, 09:11:41 pm »
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Nova descoberta de petróleo.

26 de Maio, 2011

A Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola, Sonangol-EP, e a congénere francesa Total E&P (Angola) anunciaram, na terça-feira, em Luanda, a descoberta de um poço de petróleo denominado Canna-1, localizado na parte nordeste do Bloco 17/06 em águas profundas do "offshore" angolano.

Num comunicado de imprensa, a Sonangol refere que o poço, perfurado numa lâmina de água de 445 metros, atingiu uma profundidade total de 2.034 metros abaixo do nível do mar. “Os resultados dos testes deste poço confirmaram uma capacidade de produção de mais de cinco mil barris por dia de petróleo de elevada qualidade”, lê-se no comunicado.

A Sonangol-EP é a concessionária do Bloco.

A Total E&P (Angola), como operadora do bloco 17/06, detém uma participação de 30 por cento. Os parceiros deste bloco são a Sonangol P&P, com 30 por cento, Sonangol Sinopec International Seventeen Limited, com 27,5 por cento, ACREP Bloco 17 S.A, com cinco por cento, a  Falcon Oil Holding Angola, com cinco por cento, e a PARTEX Oil & Gás, com 2,5 por cento.

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